Curso Espaço Confinado Supervisor de Entrada NR 33, Treinamento Supervisor de Entrada, O Que É Curso Supervisor de Entrada NR 33?

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Conteúdo Programático

Curso Espaço Confinado Supervisor de Entrada NR 33

Definições, reconhecimento, avaliações, monitoramento e controle de riscos;
Deveres e responsabilidades de vigias, trabalhadores e supervisores;
Medidas de controle;
Riscos físicos;
Riscos químicos;
Riscos biológicos;
Riscos ergonômicos;
Riscos de acidentes;
Monitoramento com aparelhos detectores;
Identificação dos espaços confinados;
Formas de comunicação entre a equipe, vigias e grupo de resgate;
Conceitos e práticas sobre equipamentos de segurança;
Tipos de equipamento de segurança: Equipamento de Proteção Individual – EPI e Equipamento de Proteção Coletiva – EPC;
Funcionamento de equipamentos de segurança;
Inspeção dos equipamentos e itens de segurança;
Critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos;
Operação de equipamentos utilizados;
Procedimentos e utilização da permissão de entrada e trabalho em espaços confinados;
Prevenção de Acidentes+ Primeiros Socorros;
Técnicas de resgate específicos em espaço confinado;
Proteção respiratória;
Uso de equipamentos para movimentação de vítima do interior de espaço confinado com uso de prancha móvel;
Prática de proteção respiratória com uso de purificador de ar, autônomo e de ar mandado;
Prática de utilização do trava queda resgatador e Prática de R.C.P.C (Ressuscitação Cardiopulmonar Cerebral) com uso de manequim simulador, uso de colar cervical e transporte de vítima em prancha apropriada;
Procedimentos práticos de simulação para retirada de vítimas em espaço confinado;

Solução educacional:  
Treinamento teórico-prático realizado em salas de treinamento, com foco no desenvolvimento da percepção de riscos, nas práticas de saúde e segurança e na prevenção de acidentes por meio da apresentação de conceitos, procedimentos e equipamentos utilizados em atividades realizadas em espaços confinados;
As estratégias para apresentação do conteúdo são desenvolvidas por meio:
Da exposição de casos de risco para análise e avaliação dos empregados;
Do manuseio de equipamentos de proteção e equipamentos de operação;
Da análise de fotos, ilustrações e vídeos, apontando acertos e erros de conduta segura relacionados às atividades realizadas em espaço confinado;
Da realização de exercícios de fixação;
O fechamento do treinamento ocorre com a realização de uma avaliação de aprendizagem;

Complementos:
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;
NR 17 – Ergonomia;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
ABNT NBR 16.577 – Espaço Confinado: Prevenção de acidentes, procedimentos e medidas de proteção;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Espaço Confinado Supervisor de Entrada NR 33

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Renovação (Reciclagem): NR 33 ITEM 33.3.5.3 Todos os trabalhadores autorizados, Vigias e Supervisores de Entrada devem receber capacitação periódica a cada 12 meses, com carga horária mínima de 8 horas. (Alterado pela Portaria MTE n.º 1.409, de 29 de agosto de 2012).
33.3.5.2 O empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) algum evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados;

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Saiba mais: Curso Espaço Confinado Supervisor de Entrada NR 33

NR-33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados
33.1 Objetivo e Definição
33.1.1 A Norma NR 33 tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.

33.1.2 Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.


Um espaço  ao ser inspecionado e liberado pode não apresentar deficiência ou excesso de oxigênio nem presença de gases/vapores tóxicos e/ou combustíveis, porém, poderá ter esta condição alterada durante a execução do trabalho, em razão da própria atividade ou de atividades externas. É o caso, por exemplo, de soldagens, pinturas, limpeza de superfícies com solventes etc, que só provocarão alterações no ambiente no momento de sua execução.


Mais importante ainda é a compreensão do enunciado do item 33.1.2. Da forma como está redigido, pode haver o entendimento que um espaço só será considerado “confinado” se todas as condições existirem simultaneamente: que não seja projetado para ocupação humana contínua (e) que possua meios limitados de entrada e saída (e) cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. A definição dada pela OSHA e pelo NIOSH, entretanto parece mais apropriada e talvez possa melhor esclarecer o entendimento.

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