Relatório de Ruído Ocupacional

Laudo de Ruído Ocupacional

Nome Técnico: Elaboração Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Ruído Ocupacional – NR-15

Cód: 24033

O Laudo de Ruído Ocupacional visa avaliar o nível de pressão sonora no ambiente de trabalho, com o objetivo de encontrar e estabelecer medidas com o intuito de atenuar o mesmo.

O que é Ruído Ocupacional?
Ruído produzido no interior do ambiente trabalhista que afeta os trabalhadores.

A Análise Quantitativa é feita por medidor de nível que possui microfone pré-amplificador e os aplicativos básicos para realizar as tarefas precisas de medição ambiental, ocupacional e industrial.
O aparelho utilizado possui Certificado de Calibração dentro da validade.

Importante: O Laudo de Ruído Ocupacional Contempla 05 (Cinco) Aferições (Funções).
Acima de 05 Aferições, Consulte-nos.

 

Escopo do Serviço:

Laudo de Ruído Ocupacional

Ambientes de trabalho, processos, operações e condições de exposição;
Estimativa de tempo efetivo de exposição diária;
Condições de uso e estado de conservação de veículos, máquinas, equipamentos e ferramentas;
Características da superfície de circulação, cargas transportadas e velocidades de operação, no caso de VCI;
Características das máquinas, veículos, ferramentas ou equipamentos de trabalho;
Informações fornecidas por fabricantes sobre os níveis de vibração gerados por ferramentas, veículos, máquinas ou equipamentos envolvidos na exposição, quando disponíveis;
Constatação de condições específicas de trabalho que possam contribuir para o agravamento dos efeitos decorrentes da exposição;
Esforços físicos e aspectos posturais;
Dados de exposição ocupacional existente;
Informações ou registros relacionados a queixas e antecedentes médicos relacionados aos trabalhadores expostos;
Emissão da ART por PLH;
Conclusão;
Apresentação do Relatório;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-15 – Atividades Insalubres;

IEC – 60651 – Sound Level Meters, e suas revisões;
IEC – 60804 – Integrated Averaging Sound Level Meters, e suas revisões;
IEC – 60942 – Sound Calibrators, e suas revisões;
NBR 10152 – Níveis de ruído para conforto acústico;

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
d) mudança de empresa;
e) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais: Laudo de Ruído Ocupacional:

EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO:
Medidor de Nível de Pressão Sonora (MNS):
O Medidor de Nível de Pressão Sonora deve atender às especificações da IEC’s 60651 e 60840, Tipo/Classe 0 ou 1, e deve obrigatoriamente dispor dos seguintes recursos:
Medição do Nível Equivalente Contínuo (LAeq), cujo valor de LAeq acumulado deve estar indicado continuamente no “display”;
Medição de níveis estatísticos L10, L50 e L90;
Medição e registro em memória do nível sonoro instantâneo;
“Pausa”, para paralisação momentânea das medições.
As medições de níveis de ruído empreendedor quando da elaboração do documento que fundamentar o pedido de licenciamento. Devem estar localizados obrigatoriamente, fora dos limites de propriedade/faixa de domínio do empreendimento em análise, e atenderem a definição conforme o item 3 deste procedimento.
Para definição do ponto de medição deve-se evitar a escolha de locais próximos às principais vias de tráfego ou áreas já degradadas, próximos a pontos de ônibus, lombadas, buracos ou defeitos na pista, ou demais características pontuais que venham a interferir no nível de ruído a ser medido.
A quantidade de pontos a serem avaliados depende das características locais, devendo ser em número suficiente para a devida caracterização do ruído da área sob avaliação.
Os Receptores Potencialmente Críticos identificados pelo empreendedor serão objetos de verificação em reunião a ser agendada com os técnicos do Órgão Ambiental, ocasião em que poderá ser solicitada a inclusão/exclusão e/ou alteração dos Receptores Potencialmente Críticos apresentados, para melhor caracterizar a área em avaliação.
Na reunião a ser agendada com os técnicos do Órgão Ambiental, o empreendedor deverá estar munido com, no mínimo, fotos aéreas ou planta em escala adequada para fácil visualização com uso e ocupação de solo, atualizadas com a locação dos Receptores Potencialmente Críticos e planta do projeto funcional.
CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DA INSALUBRIDADE:
Caracteriza-se a condição insalubre caso seja superado o limite de exposição ocupacional diária a VMB correspondente a um valor de aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 5 m/s2.
Caracteriza-se a condição insalubre caso sejam superados quaisquer dos limites de exposição ocupacional diária a VCI:
a) valor da aceleração resultante de exposição normalizada (aren) de 1,1 m/s2;
b) valor da dose de vibração resultante (VDVR) de 21,0 m/s1,75.
Para fins de caracterização da condição insalubre, o empregador deve comprovar a avaliação dos dois parâmetros acima descritos.
As situações de exposição a VMB e VCI superiores aos limites de exposição ocupacional são caracterizadas como insalubres em grau médio.
A avaliação quantitativa deve ser representativa da exposição, abrangendo aspectos organizacionais e ambientais que envolvam o trabalhador no exercício de suas funções.
A caracterização da exposição deve ser objeto de laudo técnico que contemple, no mínimo, os seguintes itens:
a) Objetivo e datas em que foram desenvolvidos os procedimentos;
b) Descrição e resultado da avaliação preliminar da exposição, realizada de acordo com o item 3 do Anexo 1 da NR-9 do MTE;
c) Metodologia e critérios empregados, inclusas a caracterização da exposição e representatividade da amostragem;
d) Instrumentais utilizados, bem como o registro dos certificados de calibração;
e) Dados obtidos e respectiva interpretação;
f) Circunstâncias específicas que envolveram a avaliação;
Descrição das medidas preventivas e corretivas eventualmente existentes e indicação das necessárias, bem como a comprovação de sua eficácia;
h) Conclusão.
AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA EXPOSIÇÃO
Deve ser realizada avaliação preliminar da exposição às VMB e VCI, no contexto do reconhecimento e da avaliação dos riscos, considerando-se também os seguintes aspectos:
a) ambientes de trabalho, processos, operações e condições de exposição;
b) características das máquinas, veículos, ferramentas ou equipamentos de trabalho;
c) informações fornecidas por fabricantes sobre os níveis de vibração gerados por ferramentas, veículos, máquinas ou equipamentos envolvidos na exposição, quando disponíveis;
d) condições de uso e estado de conservação de veículos, máquinas, equipamentos e ferramentas, incluindo componentes ou dispositivos de isolamento e amortecimento que interfiram na exposição de operadores ou condutores;
e) características da superfície de circulação, cargas transportadas e velocidades de operação, no caso de VCI;
f) estimativa de tempo efetivo de exposição diária;
g) constatação de condições específicas de trabalho que possam contribuir para o agravamento dos efeitos decorrentes da exposição;
h) esforços físicos e aspectos posturais;
i) dados de exposição ocupacional existentes;
j) informações ou registros relacionados a queixas e antecedentes médicos relacionados aos trabalhadores expostos.
Os resultados da avaliação preliminar devem subsidiar a adoção de medidas preventivas e corretivas, sem prejuízo de outras medidas previstas nas demais NR.

Saiba mais: Laudo de Ruído Ocupacional: Consulte-nos.

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