Curso Projeto Fundações Torres Eólicas

Curso Projeto Fundações Torres Eólicas
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Curso Projeto Fundações Torres Eólicas

Nome Técnico: Curso Aprimoramento sobre Aplicação da Norma para Elaboração de Projeto e Memorial de Cálculo de Fundações de Torres Eólicas

Referência: 139989

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso Projeto Fundações Torres Eólicas
O principal objetivo do Curso Aprimoramento sobre Aplicação da Norma para Elaboração de Projeto e Memorial de Cálculo de Fundações de Torres Eólicas é instruir os participantes quanto aos procedimentos e cálculos pertinentes para a implementação da fundação de torres eólicas para geração de energia.

O que são Torres Eólicas?
Torres Eólicas são soluções para a geração de energia sem grandes impactos ambientais. A energia cinética do vento e do aquecimento eletromagnético do sol movimentam as pás de captadores, convertendo-se em energia mecânica por moinhos e cataventos, ou ainda em energia elétrica através de turbinas eólicas e aerogeradores.

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Conteúdo Programático

Curso Projeto Fundações Torres Eólicas

Introdução a elaboração de projetos;
Termos e definições normativas;
Qualidade da energia de aerogeradores;
Material e propriedades mecânicas;
Proteção superficial;
Considerações gerais;
Simbolos e unidades;
Correntes harmônicas, inter-harmônicas e componentes de alta frequência e tensão;
Propriedades mecânicas;
Parques eólicos ao redor do mundo;
Especificações e flutuação de tensão;
Afundamentos momentâneos de tensão;
Nível de vibração;
Proteção contra corrosão;
Potência máxima;
Controle de ajustes e potência reativa;
Tempo de religamento;
Procedimentos importantes para ensaios;
Cálculo de velocidade do ar;
Potência do vento;
Massa específica do ar;
Velocidade de rotação das pás;
Sistemas de controle dos aerogeradores;
Aquisição de dados e projeção;
Produção Anual de Energia (PAE);
Tipo de estruturas de fundação;
Fundações ou estacas e sapatas;
Fundações onshore e ofshore;
Forças atuantes na fundação;
Carregamento vertical;
Carregamento extremo;
Carregamento normal e quase permanente;
Carregamento de fadiga;
Tipos de atrito na estrutura;
Técnicas de projeto de fundações;
Posicionamento de parques eólicos;
Tensões aplicáveis à fundação;
Estratificação do solo;
Mecanismos de ruptura do solo da fundação;
Rigidez relativa;
Processo construtivo;
Condições geotécnicas;
Dimensionamento dos blocos de concreto;
Geometria da sapata;
Combinação de esforços e ações;
Cálculo de profundidade e quantidade das estacas;
Cargas estáticas e cargas dinâmicas;
Verificação da segurança da sapata;
Verificação de segurança das estacas;
Estudo topográfico e levantamento planialtimétrico;
Plano de investigações geotécnicas e sondagens;
Influência da quantidade de água no terreno;
Envelope de cargas da turbina;
Projeto estrutural do bloco da fundação;
Projeção de estacas e sapatas;
Modelagem de fundação direta;
Modelagem de fundação indireta;
Estado Limite Último de resistência (ELU);
Estado Limite de Utilização (ELUt);
Estabilidade global – Deslize e Derrubamento;
Momento fletor da fundação;
Esforço transverso;
Montagem de armaduras;
Fundações de Contrafortes;
Cálculo de nervuras e diâmetro da laje;
Exemplos de projetos em usinas eólicas internacionais e nacionais.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 04 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR IEC 60044-1 – Instrumentos Transformadores – Parte 1: Transformadores de corrente;
ABNT NBR IEC 60044-2 – Instrumentos Transformadores – Parte 2: Transformadores condutores de voltagem;
ABNT NBR IEC 1400-21 – Turbinas Eólicas – Parte 21: Medição e avaliação das características da qualidade da energia de aerogeradores conectados à rede;
ABNT NBR 5356-16 – Transformadores de potência – Parte 16: Transformadores para aplicação em geradores eólicos;
ABNT NBR 16662 – Torres de resfriamento de circuito fechado – Ensaio de aceitação;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Curso Projeto Fundações Torres Eólicas

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: Curso Aprimoramento sobre Aplicação da Norma para Elaboração de Projeto e Memorial de Cálculo de Fundações de Torres Eólicas

7 Procedimentos de ensaios
7.1 Geral
Esta Subseção fornece informações gerais sobre a validade das medições. condições exigidas de ensaio e equipamentos. As Subseções 7.2 a 7.9 apresentam as medições que devem ser feitas para determinar os parâmetros característicos da qualidade da energia do aerogerador que estiver sendo avaliado, isto é. especificações do aerogerador (7.2), qualidade da tensão (7.3 a 7.4), resposta a afundamentos de tensão (7 5). controle de potência (7.6 a 7.7), proteção da rede e religamento (7.8 a 7.9).
Os procedimentos de medição são válidos para um único aerogerador conectado a uma rede elétrica trifásica.
As medições visam de um modo geral verificar os parâmetros característicos da qualidade da energia para toda a faixa operacional do aerogerador sob avaliação. Não serão, no entanto, exigidas medições para velocidades de vento acima de t5 m/s. Isso porque exigir medições com velocidades do vento mais elevadas. em geral, resultaria em períodos de medição significativamente mais longos, já que a ocorrência dessas altas velocidades do vento são raras. Além disso, tais medições não melhorariam de forma significativa a verificação dos parâmetros característicos da qualidade da energia do aerogerador que estiver sob análise. Ver também a Nota 2
NOTA 1 Caso sejam feitas medições acima de 15 m/s. elas podem ser omitidas. No entanto, se forem incutidas, a faixa de velocidades de vento aplicada deve ser incluída no relatório de ensaio.
NOTA 2 A inclusão de medições acima de 15 mis pode melhorar a exatidão do coeficiente de cintilação determinado e. para algumas configurações de aerogeradores, poderia resultar em valores mais elevados da potência na medida (0,2 s cm macia) Tendo em v sia, no entanto, o equilíbrio entre custo e exatidão a inclusão de medições acima de 15 mis não é exigida se forem incluídas medições acima de 15 mis, isso irá melhorar a confiabilidade nos resultados dos procedimentos mencionados em 8 2 para locais com altas velocidades de vento. Ver também Nota 5 em 7.3.3.
7.1.1 Validade dos ensaios
As características medidas são válidas apenas para a configuração especifica do aerogerador em ensaio. É necessária uma avaliação especifica para diferentes configurações, incluindo alterações de parâmetros de controle que provoquem um comportamento diferente do aerogerador com relação a qualidade da energia Tal avaliação pode ser feita através de simulações.
Algumas configurações de aerogeradores incluem um transformador incorporado as medições das características elétricas devem ser realizadas nos terminais do aerogerador. Cabe ao fabricante do aerogerador definir se os terminais do aerogerador se encontram no lado de alta ou de baixa tensão do transformador. Não se espera que haja modificações em parâmetros da qualidade da energia devido à mudança no nível de tensão do transformador. Desta maneira, uma avaliação especifica não é necessária se a tensão de salda do transformador for alterada, entretanto as tensões e correntes nominais devem ser atualizadas.
A localização dos terminais do aerogerador (ponto de medição) e a configuração especifica do aerogerador em ensaio, incluindo os ajustes dos parâmetros de controle, devem ser claramente apresentadas nos relatórios de ensaios.
Qualquer seleção de ensaios pode ser realizada e relatada separadamente. por exemplo, qualidade da tensão (7.3 a 7.4), controle de potência (7.6 a 7.7) e resposta a afundamentos de tensão (7.5).

7.1.2 Condições de ensaio
As seguintes condições de ensaio são necessárias. e devem ser medidas e documentadas como parte do procedimento de ensaio. Quaisquer dados de ensaio medidos durante períodos, não compatíveis com as condições de ensaio especificadas devem ser excluídos.
O aerogerador deve ser conectado diretamente á rede de MT através de um transformador-padrão cuja potência aparente nominal corresponda pelo menos à potência aparente do aerogerador em avaliação.
A distorção harmónica total da tensão, incluindo todos os harmônicos até a 50• ordem deve ser inferior a 5 %, medida em valores médios de 10 min rios terminais do aerogerador, enquanto o aerogerador não estiver gerando energia. A distorção harmônica total da tensão pode ser determinada por medição antes de ensaiar o aerogerador.
A frequência da rede medida em valores medias de 0,2 s deve apresentar uma tolerância de ± 1 % em relação ã frequência nominal, e a laxa de variação da frequência da rede medida em valores médios de 0,2 s deve ser inferior a 0,2 % da frequência nominal durante os intervalos de 0,2 s. Se a frequência da rede for reconhecidamente estável e estiver perfeitamente dentro das exigências acima, como no caso dos grandes sistemas interconectados de energia elétrica, a avaliação da frequência não precisará ser mais detalhada. Caso contrário, a frequência da rede deve ser medida durante o ensaio.
A tensão medida nos terminais do aerogerador deve variar no máximo 3 a 10 % de seu valor nominal. em valores médios de 10 min.
O fator de desequilíbrio de tensão medido nos terminais do aerogerador deve ser inferior a 2 %, em valores médios de 10 min O fator de desequilíbrio de tensão deve ser determinado conforme descrito na IEC 618003:2004. Seção 6.3. Se o ‘ator de desequilíbrio de tensão estiver reconhecidamente dentro da exigência acima, não será necessária uma avaliação adicional. Caso contrário o fator de desequilíbrio de tensão deve ser medido durante o ensaio.
Os ensaios devem ser realizados em condições ambientais que atendam às especificações do fabricante para os instrumentos e para o aerogerador. De um modo geral. isso não exigirá medições on-line das condições ambientais, embora seja necessário descrevê-las em termos gerais como parte do relatório das medições. Ver também a Nota 2.
Ensaios podem ser preparados em qualquer intensidade de turbulência e em qualquer relação de curto-circuito. porém as condições (intensidade da turbulência média, potência de curto-circuito aparente e o ângulo da impedância característica da rede) devem ser apresentadas como parte do certificado/relatório de ensaio. A intensidade de turbulência deve ser apresentada com base na. identificação de obstáculos e variações do terreno por setores ou baseada em medições de velocidades de vento.
NOTA 1 As condições especificadas saem necessárias para que se consiga obter resultados do ensaio confiáveis, o recomenda-se não confundir com es condições para uma conexão confiava a rede e para a operação do aerogerador.
NOTA 2 A potência máxima medida pode, para alguns projetos de aerogeradores, depender da densidade do ar. Assim, a potência máxima medida de acordo com o procedimento em 7 61 e em um local de baixa densidade do ar pode ser menor do que a medida em um local com densidade do ar mais elevada Sabe-se, no entanto, que a incerteza introduzida pela não especificação do uma faixa limitada de densidades do ar não justificara o custo do equipamentos o procedimentos adicionais associados a esse problema.
7.1.3 Equipamentos de ensaio
A descrição das medições assume a aplicação de um sistema digital de aquisição de dados com os elementos.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

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