Relatório de Ruído Ambiental

Laudo de Ruído Ambiental

Nome Técnico: Elaboração Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Ruído Ambiental – NBR 10151

Cód: 22892

O Laudo de Ruído Ambiental tem por objetivo Avaliar o nível de pressão sonora em um ambiente determinado, em conformidade com a NBR 10151 que estabelece “Avaliação de Ruído em Áreas Habitadas, visando o conforto da comunidade”.

Para o estudo e monitoramento serão seguidos os critérios limites de aceitabilidade da NBR 10151, estabelecido pelo Zoneamento da área ou pelos diferentes níveis de ruído de fundo em intervalos de uma hora nos períodos diurno e noturno, conforme localização, e, severidade das atividades internas ponderadas no tempo para a análise do incômodo em prédios, casas e áreas adjacentes, considerando barreiras, distâncias das fontes principais a áreas de Zoneamento, e, também, a Intensidade de fontes externa que inclui trânsito de veículos.

Laudo de Ruído Ambiental

Características do Local avaliado;
Instrumental utilizado:
Medidor de Nível de Pressão Sonora;
Calibrador Acústico;
Critério adotado;
Determinação dos Pontos de Medição;
Classificação das Áreas;
Determinação do Nível de Ruído Ambiente (LRA);
Metodologia de avaliação;
Descrição das condições de trabalho e o tempo de exposição aos ruídos;
Informações Adicionais;
Medidas Mitigadoras;
Resultado da avaliação quantitativa;
Medidas para eliminação e/ou neutralização da insalubridade, quando houver;
Insalubridade, se constatada, indicação do grau de risco;
Registro Fotográfico;
Emissão da ART por PLH;
Conclusão;
Apresentação do Relatório;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NBR 10151 – Acústica – Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade;

NBR 10152 – Níveis de ruído para conforto acústico;
IEC – 60651 – Sound Level Meters, e suas revisões;
IEC – 60804 – Integrated Averaging Sound Level Meters, e suas revisões;
IEC – 60942 – Sound Calibrators, e suas revisões;
CETESB DECISÃO DE DIRETORIA Nº 100/2009/P;

Laudo de Ruído Ambiental

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
d) mudança de empresa;
e) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais: Laudo de Ruído Ambiental:

CONDIÇÕES DE MEDIÇÃO
a) As medições de níveis ruído devem ser realizadas fora da faixa de domínio do Sistema objeto de avaliação;
b) As medições de níveis de ruído não devem ser realizadas em condições climáticas desfavoráveis tais como, chuva ou rajadas de vento;
c) O Medidor de Nível de Pressão Sonora deve estar provido de protetor contra o vento (Para-vento);
d) As medições de níveis de ruído devem ser realizadas em ambiente externo às edificações;
e) O microfone do Medidor de Nível de Pressão Sonora deve ser direcionado para o Sistema objeto de avaliação;
f) O Medidor de Nível de Pressão Sonora deverá ser posicionado a 1,2 m do piso e pelo menos a 2 m de quaisquer outras superfícies refletoras, como muros, paredes, etc.. Na impossibilidade de atender alguma destas recomendações, a descrição da situação medida deve constar no relatório com as devidas justificativas;
g) As avaliações de níveis de ruído devem ser realizadas nos períodos em que a atividade, alvo do licenciamento, represente a condição normal do sistema;
h) As interferências transitórias que ocorrem durante as medições deverão ser desprezadas e não deverão compor os níveis de ruído medidos. Este critério deverá ser utilizado tanto na avaliação de Nível de Ruído Ambiente (Lra) quanto em outras medições;
i) Nas avaliações, as interferências transitórias deverão ser descartadas das medições com o uso do recurso de “Pausa” do Medidor de Nível Sonoro. Se não for possível paralisar a medição antes da integração da interferência aos níveis de ruído medidos, a medição deve ser descartada e nova medição deve ser iniciada;
j) Em casos excepcionais, mediante autorização do órgão ambiental, as interferências poderão ser descartadas por meio de software, sendo imprescindível que estas sejam assinaladas nas representações gráficas e devidamente justificadas;
k) No relatório de medição deverão ser relatados todos os eventos ocorridos, descrevendo os episódios que foram excluídos e os que foram considerados. A seguir, apresentam-se alguns exemplos de interferências transitórias que devem ser observadas e descartadas durante as medições:
caminhão de gás;
caminhão de lixo;
batidas de portões na entrada e saída de moradores de suas residências;
saída e entrada de veículos em garagens particulares;
um veículo com escapamento totalmente aberto;
manobras de veículo próximo ao ponto de medição;
latidos de cães;
passagem de helicópteros e aviões;
vendedores ambulantes fazendo uso de buzinas, ou equipamento sonoro
para chamar atenção dos moradores;}
veículos sonorizados;
conversas de transeuntes próximas ao medidor; e
ruído gerado por obras civis (marteladas, serras, impactos).
l) Para a caracterização dos níveis de ruído deve ser adotado o tempo de medição mínimo de 10 (dez) minutos para cada Ponto de Medição, desde que entre o 5º minuto e o 10º minuto a variação do LAeq acumulado seja igual ou menor a 0,5 dB (A);
m) Quando a variação do LAeq acumulado entre o 5º minuto e o 10º minuto for maior que 0,5 dB(A) a avaliação deverá ser estendida até 15 minutos, sendo encerrada se a variação do LAeq nos últimos 5 minutos for menor ou igual a 0,5 dB (A);
n) Caso o LAeq Acumulado não se estabilizar em 15 minutos, a medição deverá ser cancelada e reiniciada uma nova medição;
o) No relatório devem ser apresentados os níveis de ruído medidos (LAeq acumulado) do 5º, 10º e 15º minuto, se for o caso, para comparação da evolução do ruído no período avaliado;
p) As avaliações nas áreas próximas às escolas, não deverão ser realizadas nos horários de recreios/intervalos, entrada e saída de alunos;
q) A critério do órgão ambiental, em função das características da topografia, distância e localização da fonte geradora de ruído, podem ser solicitadas medições nas fachadas e/ou áreas externas de propriedade do receptor para melhor caracterizar os níveis de ruído nestes locais; e r) Situações atípicas em que as orientações acima não se apliquem, em função do objetivo da avaliação, os procedimentos de medições deverão ser acordado entre os agentes envolvidos.
Nota: em casos onde não há viabilidade e/ou consenso técnico sobre os procedimentos de medição, os valores poderão ser estimados através de metodologia reconhecida.
Condições Específicas para Avaliação em Ferrovias:
Para avaliação em ferrovias, além dos procedimentos gerais descritos no item anterior, certas ações complementares devem ser adotadas:
a) A avaliação do ruído ambiente deverá ser realizada em intervalo de tempo que não ocorra passagem de composições, conforme descrito no item 6.1 deste procedimento.
Caso ocorra passagem de composição durante a amostragem de ruído ambiente, este período deverá ser desconsiderado, colocando o equipamento em pausa, ou se reiniciando nova medição após a passagem da composição;
b) Em cada ponto de medição deverá ser medido o ruído de passagem de pelo menos uma composição característica do sistema em avaliação. A medição deverá ser iniciada no instante que o ruído da composição se tornar claramente audível, sendo encerrada após a passagem da mesma, quando o ruído emitido pela mesma não for mais audível;
c) Deverão ser apresentados no relatório, separadamente, o registro gráfico (histograma) e nível LAeq resultante do ruído ambiente e de passagem de composições.
LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDOS DE IMPACTO:
Entende-se por ruído de impacto aquele que apresenta picos de energia acústica de duração inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1 (um) segundo.
Os níveis de impacto deverão ser avaliados em decibéis (dB), com medidor de nível de pressão sonora operando no circuito linear e circuito de resposta para impacto. As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador. O limite de tolerância para ruído de impacto será de 130 dB (linear). Nos intervalos entre os picos, o ruído existente deverá ser avaliado como ruído contínuo.
Em caso de não se dispor de medidor do nível de pressão sonora com circuito de resposta para impacto, será válida a leitura feita no circuito de resposta rápida (FAST) e circuito de compensação “C”. Neste caso, o limite de tolerância será de 120 dB(C).
As atividades ou operações que exponham os trabalhadores, sem proteção adequada, a níveis de ruído de impacto superiores a 140 dB(LINEAR), medidos no circuito de resposta para impacto, ou superiores a 130 dB(C), medidos no circuito de resposta rápida (FAST), oferecerão risco grave e iminente.
LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE:
Entende-se por Ruído Contínuo ou Intermitente, para os fins de aplicação de Limites de Tolerância, o ruído que não seja ruído de impacto.
Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (dB) com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de compensação “A” e circuito de resposta lenta (SLOW). As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador.
Os tempos de exposição aos níveis de ruído não devem exceder os limites de tolerância fixados no Quadro deste anexo.
Para os valores encontrados de nível de ruído intermediário será considerada a máxima exposição diária permissível relativa ao nível imediatamente mais elevado.
Não é permitida exposição a níveis de ruído acima de 115 dB(A) para indivíduos que não estejam adequadamente protegidos.
Se durante a jornada de trabalho ocorrerem dois ou mais períodos de exposição a ruído de diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a soma exceder a unidade, a exposição estará acima do limite de tolerância.
As atividades ou operações que exponham os trabalhadores a níveis de ruído, contínuo ou intermitente, superiores a 115 dB(A), sem proteção adequada, oferecerão risco grave e iminente.

Saiba mais: Laudo de Ruído Ambiental: Consulte-nos.

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