O que é Campo Magnético?
Foto Ilustrativa

Laudo Campo Magnético

Nome Técnico: Elaboração de Relatório Técnico e Inspeção em Equipamentos para Mensuração da Exposição a Campos Magnéticos

Referência: 117867

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Laudo Campo Magnético
Elaboração de Relatório Técnico e Inspeção em Equipamentos para Mensuração da Exposição a Campos Magnéticos tem como objetivo avaliar  os valores do estado permanente de campos magnéticos e elétricos quase estáticos. Estas fontes incluem dispositivos que operam nas frequências industriais, produzindo campos nessas frequências e suas harmônicas. Os limites e níveis de referência são explícitos no escopo da norma brasileira, trazido como referência máxima para a execução deste serviço.

O que é Campo Magnético?
Campos magnéticos são detectados pela força que exercem sob alguns materiais ou cargas em movimentos. É caracterizado pela concentração de magnetismo existente em torno da carga magnética, em determinado espaço. Em qualquer lugar, campos magnéticos possuem direção e magnitude, por isso, é considerado um campo vetorial.

Escopo do Serviço

Laudo Campo Magnético

Procedimentos ocupacionais para realização da inspeção;
Verificação de Tagueamento das Máquinas e Equipamentos;
Especificação dos instrumentos;
Adequação aos requisitos normativos do fabricante;
Nível de restrição básico;
Definição de incerteza dos instrumentos;
Medição de campos magnéticos alternados;
Medição de escala de magnitude;
Identificação de fatores de risco e fatores de pico;
Influencias de durabilidade, peso e calibração;
Medição de banda passante;
Avaliação de faixas de operação de temperatura;
Compatibilidade eletromagnética;
Procedimentos de medição;
Medição de exposição humana;
Definição dos critérios de medição e linhas de transmissão;
Medição em circuitos de distribuição;
Registro dos resultados da medição;
Recomendações gerais;

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Bloqueio e Etiquetagem – Sistema LOTO.

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Aparelho Medidor de Radiação Eletromagnética e Radiação Elétrica (K2) e Certificado de Calibração.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
* (Consultar valor)

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços Em Eletricidade
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres;
ABNT NBR 25415 – Métodos de medição e níveis de referência para exposição a campos elétricos e magnéticos na frequência de 50 Hz e 60 Hz;
ABNT NBR IEC CISPR – Equipamentos industriais, científicos e médicos – Características das perturbações de radiofrequência – Limites e métodos de medição;
ABNT NBR IEC 61000 – Compatibilidade eletromagnética (EMC) – Parte 4-2 Ensaios e técnicas de medição – Ensaio de imunidade de descarga eletrostática;
ABNT NBR IEC 61000 – Compatibilidade eletromagnética (EMC) – Parte 4-3 Ensaios e técnicas de medição – Ensaio de imunidade a campos eletromagnéticos de radiofrequências irradiados;
ABNT NBR IEC 61000 – Compatibilidade eletromagnética (EMC) – Parte 4-4 Ensaios e técnicas de medição – Ensaio de imunidade e transiente elétrico rápido/salva;
ABNT NBR IEC 61000 – Compatibilidade eletromagnética (EMC) – Parte 4-6 Técnicas de medição e ensaio – Imunidade à perturbação conduzida, induzida por campos de radiofrequência;

ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas — Apreciação de riscos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Elaboração de Relatório Técnico e Inspeção em Equipamentos para Mensuração da Exposição a Campos Magnéticos

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Saiba Mais: Elaboração de Relatório Técnico e Inspeção em Equipamentos para Mensuração da Exposição a Campos Magnéticos

8 Medição de campos elétricos alternados
8.1 Especificações de instrumentos
Os vários tipos de instrumentos disponíveis para caracterizar campos elétricos quase estáticos são descritos em C.1. Os instrumentos devem estar acompanhados de informação adequada, incluindo suas especificações e manual de instrução claramente redigidos, para habilitar os usuários a determinar a conformidade desta Norma, ajudando-os a operar corretamente o medidor de campo, e para avaliar a utilidade de aplicação do dispositivo para o usuário. Procedimentos de operações complexas devem ser evitados. As especificações que devem ser fornecidas e/ou satisfeitas são dadas em 8.1.1 a 8.1.10.
NOTA Instrumentos que não obedecem às especificações podem ser usados se demonstrado que, sob as condições em que o instrumento for usado, os resultados obtidos não sejam significativamente diferentes daqueles obtidos com um medidor que atenda a esta Norma. Por exemplo, um medidor com um detector de retificador de média, com ou sem um estágio integrador, pode ser usado se puder mostrar que as harmônicas em um campo são desprezíveis e se o instrumento for calibrado para a frequência fundamental do campo.
8.1.1 Incerteza dos instrumentos
O sistema de medição para campos elétricos alternados deve indicar o valor eficaz do campo elétrico uniforme com uma incerteza menor que 10 % da leitura mais 2 V/m, para mais ou para menos, após os fatores de correção terem sido aplicados, se for apropriado.
NOTA 1 A incerteza de um instrumento é determinada por várias componentes. como incerteza da calibração, variação da eletrônica com a temperatura, estabilidade e fontes de ruído externo. A incerteza descrita em 8.1.1 é associada com o projeto e o funcionamento de um medidor de campo elétrico em um campo aproximadamente uniforme. O valor de 10 % refere-se à incerteza durante a calibração na faixa de frequência especificada e inclui aquelas no valor do campo elétrico e as adicionais do processo de calibração (ver 8.2). O fator de abrangência vale 2. A inclusão de 2 Vim antecipa a incerteza instrumental durante a calibração das escalas mais sensíveis e quando os campos da ordem de 10 Vim são medidos.
NOTA 2 Para campos elétricos entre 1 Vim e 5 V/m, a incerteza deve ser menor do que ± 40 % (fator de abrangência 2), depois que o fator de abrangência tiver sido aplicado, se for apropriado.
NOTA 3 Outras fontes de incerteza de medição e diretrizes para o tratamento de incerteza são dadas em 8.3.
8.1.2 Escala de magnitude
A escala de magnitude na qual o instrumento opera com uma incerteza especificada deve ser clara-mente indicada.
8.1.3 Banda passante O instrumento deve ser fornecido com os dados de calibração ou especificações que habilitam o usuário a estimar a incerteza em determinados niveis de campo quando estiver usando o instrumento em campos que contenham diferentes frequências. A informação também deve incluir a sensibilidade do instrumento para frequências além da faixa utilizável pretendida. A resposta de frequência do instrumento deve ser tal que o requisito da incerteza instrumental (ver 8.1.1) seja preenchido na faixa de frequência pretendida.
8.1.4 Variações de temperatura e umidade na operação
As variações de temperatura e umidade para as quais o instrumento opera juntamente com a incerteza especificada deve ser não menos que O °C a 45 °C e 5 % a 95 %, respectivamente. Mudanças repentinas de temperatura podem causar condensação no instrumento e/ou no suporte isolante, que deve ser evitada.
8.1.5 Fontes de potência
Se forem usadas baterias, é conveniente prever um meio para indicar se a condição da bateria está adequada para uma operação apropriada do medidor de campo. Instrumentos usados para registrar exposição pessoal devem ser capazes de operar pelo menos 8 h dentro dos limites especificados da incerteza antes de serem trocadas ou quando for necessário recarregar as baterias. Se forem usadas baterias recarregáveis, é recomendado que a instrumentação não seja operada enquanto estiver conectada à rede de alimentação. Quando esta conexão for necessária, deve ser demonstrado que os campos parasitas do carregador de bateria, os distúrbios conduzidos por meio da rede e os acoplamentos eletromagnéticos via os fios de conexão (do carregador de bateria) não afetam a medição (ver 7.1.8).
8.1.6 Legibilidade da escala
A marcação analógica ou o mostrador digital de um medidor de espaço livre de campo elétrico deve ser suficiente para ser facilmente lido a uma distância que evite perturbações significativas do campo elétrico, devido aos efeitos de proximidade do observador. O uso de medidores de espaço livre com mostradores remotos (ver C.2.1) evita as dificuldades associadas com a leitura. Se mais de uma faixa de sensibilidade for fornecida, o valor máximo da escala da faixa selecionada deve ser indicado e as unidades devem ser de fácil interpretação. Para instrumentação com seleção de escala automática, a faixa de magnitude deve ser indicada em outro lugar, por exemplo, no manual do usuário. A instru-mentação deve fornecer uma indicação clara das unidades que estão sendo mostradas.
8.1.7 Dimensões do instrumento As dimensões para medidores de campo elétrico devem ser dadas de acordo com o tipo de medidor. 8.1.8 Compatibilidade eletromagnética – Campo magnético na frequência industrial
A instrumentação utilizada nas vizinhanças de equipamentos operando em alta-tensão nas frequências industriais não pode ser afetada significativamente pelo campo magnético do ambiente até 1 mT, isto é, a influência do campo magnético na leitura do campo elétrico deve ser menor que 1 Vim. A instrumentação deve ser ensaiada de acordo com os métodos descritos na IEC 61000-4-8.
NOTA Ensaios de imunidade para campos magnéticos na frequência industrial podem ser feitos usando os sistemas de bobinas (ver IEC 61786-1:2013).
8.1.9 Durabilidade
O medidor e os outros componentes do sistema devem ser resistentes o bastante para suportar vibraçôes e choques resultantes do transporte. Uma maleta para carregar o medidor é recomendada.
8.1.10 Peso
O peso da instrumentação deve ser fornecido. O peso do medidor de espaço livre de campo elétrico deve ser o mais leve possível, para permitir uma operação manual com um suporte isolante de 2 m.
8.2 Calibração
Os sistemas de medição de campo devem ser submetidos à calibração periodicamente durante toda a sua vida. Os ensaios de calibração devem seguir os procedimentos descritos na IEC 61786-1.
8.3 Incerteza da medição
A fim de determinar a incerteza total associada com a medição do valor eficaz do campo elétrico em ambientes de medições diferentes, devem ser levadas em consideração de forma apropriada todas as fontes de incerteza (calibração e medição). Muitas fontes de incerteza podem se tomar desprezíveis ou, dependendo do tipo de medidor de campo, podem não se aplicar a uma dada situação de medição. As discussões em 7.3 sobre banda passante, medições de campos com harmônicas e medições que se aproximam dos níveis de campo de fundo são aplicáveis nesse caso.
Fatores de correção conhecidos devem ser aplicados nas leituras obtidas com medidores de inten-sidade de campo elétrico. Se for impraticável aplicar fatores de correção, a influência dos fatores de correção deve ser tratada como uma incerteza de medição adicional.
A avaliação das incertezas deve ser feita de acordo com o Guia de Expressão da Incerteza de Medição do Inmetro, que exige que o desvio-padrão associado com cada quantidade que influencia a medição deve ser determinado com base nas medições feitas ou na experiência. O desvio-padrão combinado deve ser obtido pela raiz quadrada da soma das variâncias (a raiz quadrada da soma dos quadrados dos desvios-padrão). A incerteza expandida (total) deve ser k vezes o desvio-padrão combinado, onde k é o fator de abrangência. O fator de abrangência deve ser igual a 2, o qual, para distribuições Gaussianas, corresponde a um intervalo de confiança de aproximadamente 95 %.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Laudo Campo Magnético: Consulte-nos.

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