Inspeção Ruido Ambiental CETESB

Laudo de Ruido Ambiental CETESB

Nome Técnico: Elaboração Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Ruído Ambiental

Cód: 21794

Laudo de Ruido Ambiental CETESB
O Laudo tem por objetivo avaliar os níveis de pressão sonora emitidos pelas atividades desenvolvidas. Consiste em realizar as medições do Nível de Ruído Ambiente (LRA ) nos RPC’s (Responsabilidade Pós Consumo) com base nos critérios estabelecidos pela Norma NBR 10151 “Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade” da ABNT, de junho de 2000 e pela Decisão de Diretoria da CETESB nº 100/2009/P de 19/05/2009 que estabelece o “Procedimento de medições de níveis de ruído em sistema lineares de transportes”:
A Avaliação de impacto de ruído nas atividades de ferrovia devem ser efetuadas através de Estudo de Previsões de Níveis de Ruído, considerando a topografia da região, faixa de domínio e ventos predominantes, etc.

Este estudo é elaborado com base em metodologia científica, utilizando-se a modelagem matemática como ferramenta de previsão (software específico, desenvolvido para esta finalidade);
Esclarecer se as emissões de níveis de ruído obtidas no “Estudo de Previsão de Níveis de Ruído” irão atender aos padrões estipulados pela Decisão de Diretoria nº 389/2010/P da CETESB, de 21 de dezembro de 2012, observando o uso e ocupação do solo nos pontos de medição.
Caso na previsão de níveis de ruído sejam apontados níveis acima dos padrões estabelecidos, será apresentada proposta de melhorias para implantação de medidas mitigadoras de ruído de forma a atender a legislação vigente;

Escopo do Serviço:
Laudo de Ruido Ambiental CETESB

Informações Gerais;
Características do Local avaliado;
Classificação das Áreas;
Croqui – Localização dos Pontos de Medição;
Condição de Medição;
Condições Específicas para Avaliação em Ferrovias;
Dados Coletados em campo;
Definições;
Determinação do Nível de Ruído Ambiente (LRA);
Determinação dos Pontos de Medição;
Equipamentos de Medição:
Medidor de Nível de Pressão Sonora (MNS);
Calibrador Acústico;
Calibração e Ajuste dos Equipamentos de Medição;
Informações Adicionais;
Informações Gerais;
Identificação do Empreendedor;
Objetivo do Laudo;
Pontos Efetivos de Medição;
Procedimentos de Medição;
Valores Medidos com Influência do Ruído Gerado pela Fonte Sonora em Questão;
Medidas Mitigadoras;
Fotos Gerais;
Certificado de Calibração;
Emissão da ART por PLH;
Conclusão;
Encerramento;
Apresentação do Relatório;

Laudo de Ruido Ambiental CETESB

A Medição do nível de pressão sonora (NSP) para estudo e análise do impacto ambiental do ruído nos arredores consiste no mapeamento do ruído produzido pela empresa na vizinhança, a medição por frequência em oitavas no entorno e o estudo através de histórico de medições contínuas acima de 24 horas para avaliação do incômodo na comunidade e áreas adjacentes.
São seguidas para este fim as Resoluções do CONAMA, a Lei Orgânica da Secretaria do Meio Ambiente do Município e as diretrizes do INEA.
Como premissas básicas para o estudo e monitoramento serão seguidos os critérios limites de aceitabilidade da NBR 10151, estabelecido pelo Zoneamento da área ou pelos diferentes níveis de ruído de fundo em intervalos de uma hora nos períodos diurno e noturno, conforme localização, e, severidade das atividades internas ponderadas no tempo para a análise do incômodo em prédios, casas e áreas adjacentes, considerando barreiras, distâncias das fontes principais a áreas de Zoneamento, e, também, a Intensidade de fontes externa que inclui trânsito de veículos.

Referencias Normativas aos dispositivos aplicáveis:
CETESB DECISÃO DE DIRETORIA Nº 100/2009/P;
NBR 10151 – Acústica – Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade;
IEC – 60651 – Sound Level Meters, e suas revisões;
IEC – 60804 – Integrated Averaging Sound Level Meters, e suas revisões; e
IEC – 60942 – Sound Calibrators, e suas revisões.

Validade do Laudo:
Laudo de Ruido Ambiental CETESB

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
d) mudança de empresa;
e) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

Rescue Cursos

Laudos, Perícias Programas, ART's e muito mais!

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: Laudo de Ruido Ambiental CETESB

A Medição do nível de pressão sonora (NSP) para estudo e análise do impacto ambiental do ruído nos arredores consiste no mapeamento do ruído produzido pela empresa na vizinhança, a medição por frequência em oitavas no entorno e o estudo através de histórico de medições contínuas acima de 24 horas para avaliação do incômodo na comunidade e áreas adjacentes.
São seguidas para este fim as Resoluções do CONAMA, a Lei Orgânica da Secretaria do Meio Ambiente do Município e as diretrizes do INEA.
Como premissas básicas para o estudo e monitoramento serão seguidos os critérios limites de aceitabilidade da NBR 10151, estabelecido pelo Zoneamento da área ou pelos diferentes níveis de ruído de fundo em intervalos de uma hora nos períodos diurno e noturno, conforme localização, e, severidade das atividades internas ponderadas no tempo para a análise do incômodo em prédios, casas e áreas adjacentes, considerando barreiras, distâncias das fontes principais a áreas de Zoneamento, e, também, a Intensidade de fontes externa que inclui trânsito de veículos.
Laudo de Ruido Ambiental CETESB
NR 15 – NORMA REGULAMENTADORA 15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 2 LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDOS DE IMPACTO
Entende-se por ruído de impacto aquele que apresenta picos de energia acústica de duração inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1 (um) segundo. Os níveis de impacto deverão ser avaliados em decibéis (dB), com medidor de nível de pressão sonora operando no circuito linear e circuito de resposta para impacto. As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do  trabalhador. O limite de tolerância para ruído de impacto será de 130dB (linear). Nos intervalos entre os picos, o ruído existente deverá ser avaliado como ruído contínuo.
Em caso de não se dispor de medidor do nível de pressão sonora com circuito de resposta para impacto, será válida a leitura feita no circuito de resposta rápida (FAST) e circuito de compensação “C”. Neste caso, o limite de tolerância será de 120 dB(C). As atividades ou operações que exponham os trabalhadores, sem proteção adequada, a níveis de ruído de impacto superiores a 140 dB(LINEAR), medidos no circuito de resposta para impacto, ou superiores a 130 dB(C), medidos no circuito de resposta rápida (FAST), oferecerão risco grave e iminente.
DECISÃO DE DIRETORIA Nº 100/2009/P, de 19 de maio de 2009.
Dispõe sobre a aprovação do Procedimento para Avaliação de Níveis de Ruído em Sistemas Lineares de Transporte.
A Diretoria Plena da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, no uso de suas atribuições estatutárias regulamentares, à vista de tudo quanto consta do Processo 37/2006/310/P da Câmara Ambiental da Indústria da Construção, à vista do Parecer PJ nº 424/2009/PJM de 22.04.09, do Departamento Jurídico e, considerando o contido no Relatório à Diretoria nº 012/2009/P, que acolhe, DECIDE:
Artigo 1º – Aprovar o Procedimento para Avaliação de Níveis de Ruído em Sistemas Lineares de Transporte, no Estado de São Paulo, constante do Anexo Único que integra esta Decisão de Diretoria.
Artigo 2º – Esta Decisão de Diretoria entra em vigor na data de sua publicação.
Artigo 3º – Publique-se a presente Decisão de Diretoria no Diário Oficial do Estado de São Paulo – Poder Executivo – Seção I, na parte da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.
Divulgue-se a todas as Unidades da Companhia, pelo sistema eletrônico.
Diretoria Plena da CETESB, em 19 de maio de 2009.
3 DEFINIÇÕES
Para efeito deste Procedimento, aplicam-se as seguintes definições:
Área Não E
Calibrador Acústico – equipamento utilizado para certificação dos níveis de ruído medidos pelo medidor de nível de pressão sonora.
Condição Normal do Sistema – condição de operação do sistema que predomina na maior parte do tempo.
dB (A) – unidade do nível de pressão sonora em decibéis, para quantificação do nível de ruído, ponderada pela curva de resposta “A”.
Estabilização do LAeq Acumulado – quando a variação do LAeq acumulado nos últimos 5 minutos for menor ou igual a 0,5 dB (A).
Faixa de Domínio – faixa para a construção do sistema viário entre as cercas que separam o sistema viário dos imóveis marginais.
Interferências Transitórias – são emissões sonoras de curta duração e ocorrência eventual, não representativas da área em avaliação.
LAeq Acumulado – Nível de Pressão Sonora Equivalente referente ao período de medição realizado.
L10 – Nível de Pressão Sonora excedido 10% do período de medição.
L50 – Nível de Pressão Sonora excedido 50% do período de medição.
L90 – Nível de Pressão Sonora excedido 90% do período de medição.
Medidor de Nível de Pressão Sonora (MNS) – equipamento utilizado para as medições dos níveis de ruído, conforme exigências deste procedimento.
Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) – nível de ruído que, na hipótese de ser mantido constante, durante o período de medição, representa a mesma quantidade de energia acústica que a soma das parcelas de energia correspondentes às variações do nível de ruído, ocorridas durante o período adotado.
Nível de Ruído – nível de pressão sonora expresso em decibéis, ponderado pela curva de resposta “A”.
Nível de Ruído Ambiente (Lra) – nível de pressão sonora equivalente (LAeq), ponderado pela curva de resposta “A”, que caracteriza o nível de ruído existente na área objeto de avaliação, no local e horário considerados, sem a interferência do ruído gerado pela fonte sonora em questão.
Nível Sonoro Instantâneo – nível de pressão sonora registrado pelo MNS no intervalo de um segundo.
Ocupação Regular – ocupação por edificações e outras atividades em conformidade com a legislação de uso e ocupação do solo e outras regulamentações vigentes.
Ponto de Medição – local onde o Medidor de Nível de Pressão Sonora foi posicionado para realização da medição.
Receptores Potencialmente Críticos – receptores localizados em áreas residenciais habitadas lindeiras ao sistema viário, com ocupação regular e demais receptores representativos do impacto sonoro como hospitais, unidades básicas de saúde, unidades educacionais, portanto, onde devem ser realizadas as avaliações dos níveis de ruído.
4 EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
4.1 Medidor de Nível de Pressão Sonora (MNS)
O Medidor de Nível de Pressão Sonora deve atender às especificações da IEC’s 60651 e 60840, Tipo/Classe 0 ou 1, e deve obrigatoriamente dispor dos seguintes recursos:
Medição do Nível Equivalente Contínuo (LAeq), cujo valor de LAeq acumulado deve estar indicado continuamente no “display”;
Medição de níveis estatísticos L10, L50 e L90;
Medição e registro em memória do nível sonoro instantâneo;
“Pausa”, para paralisação momentânea das medições.
As medições de níveis de ruíd empreendedor quando da elaboração do documento que fundamentar o pedido de 
licenciamento. Devem estar localizados obrigatoriamente, fora dos limites de propriedade/faixa de domínio do empreendimento em análise, e atenderem a definição conforme o item 3 deste procedimento.
Para definição do ponto de medição deve-se evitar a escolha de locais próximos às principais vias de tráfego ou áreas já degradadas, próximos a pontos de ônibus, lombadas, buracos ou defeitos na pista, ou demais características pontuais que venham a interferir no nível de ruído a ser medido.
A quantidade de pontos a serem avaliados depende das características locais, devendo ser em número suficiente para a devida caracterização do ruído da área sob avaliação.
Os Receptores Potencialmente Críticos identificados pelo empreendedor serão objetos de verificação em reunião a ser agendada com os técnicos do Órgão Ambiental, ocasião em que poderá ser solicitada a inclusão/exclusão e/ou alteração dos Receptores Potencialmente Críticos apresentados, para melhor caracterizar a área em avaliação.
Na reunião a ser agendada com os técnicos do Órgão Ambiental, o empreendedor deverá estar munido com, no mínimo, fotos aéreas ou planta em escala adequada para fácil visualização com uso e ocupação de solo, atualizadas com a locação dos Receptores Potencialmente Críticos e planta do projeto funcional.
6 CONDIÇÕES DE MEDIÇÃO
6.1 Condições Gerais
a) As medições de níveis ruído devem ser realizadas fora da faixa de domínio do Sistema objeto de avaliação;
b) As medições de níveis de ruído não devem ser realizadas em condições climáticas desfavoráveis tais como, chuva ou rajadas de vento;
c) O Medidor de Nível de Pressão Sonora deve estar provido de protetor contra o vento (Para-vento);
d) As medições de níveis de ruído devem ser realizadas em ambiente externo às edificações;
e) O microfone do Medidor de Nível de Pressão Sonora deve ser direcionado para o Sistema objeto de avaliação;
f) O Medidor de Nível de Pressão Sonora deverá ser posicionado a 1,2 m do piso e pelo menos a 2 m de quaisquer outras superfícies refletoras, como muros, paredes, etc.. Na impossibilidade de atender alguma destas recomendações, a descrição da situação medida deve constar no relatório com as devidas justificativas;
g) As avaliações de níveis de ruído devem ser realizadas nos períodos em que a atividade, alvo do licenciamento, represente a condição normal do sistema;
h) As interferências transitórias que ocorrem durante as medições deverão ser desprezadas e não deverão compor os níveis de ruído medidos. Este critério deverá ser utilizado tanto na avaliação de Nível de Ruído Ambiente (Lra) quanto em outras medições;
i) Nas avaliações, as interferências transitórias deverão ser descartadas das medições com o uso do recurso de “Pausa” do Medidor de Nível Sonoro. Se não for possível paralisar a medição antes da integração da interferência aos níveis de ruído medidos, a medição deve ser descartada e nova medição deve ser iniciada;
j) Em casos excepcionais, mediante autorização do órgão ambiental, as interferências poderão ser descartadas por meio de software, sendo imprescindível que estas sejam assinaladas nas representações gráficas e devidamente justificadas;
k) No relatório de medição deverão ser relatados todos os eventos ocorridos, descrevendo os episódios que foram excluídos e os que foram considerados. A seguir, apresentam-se alguns exemplos de interferências transitórias que devem ser observadas e descartadas durante as medições:
caminhão de gás;
caminhão de lixo;
batidas de portões na entrada e saída de moradores de suas residências;
saída e entrada de veículos em garagens particulares;
um veículo com escapamento totalmente aberto;
manobras de veículo próximo ao ponto de medição;
latidos de cães;
passagem de helicópteros e aviões;
vendedores ambulantes fazendo uso de buzinas, ou equipamento sonoro
para chamar atenção dos moradores;
veículos sonorizados;
conversas de transeuntes próximas ao medidor; e
ruído gerado por obras civis (marteladas, serras, impactos).
l) Para a caracterização dos níveis de ruído deve ser adotado o tempo de medição mínimo de 10 (dez) minutos para cada Ponto de Medição, desde que entre o 5º minuto e o 10º minuto a variação do LAeq acumulado seja igual ou menor a 0,5 dB (A);
m) Quando a variação do LAeq acumulado entre o 5º minuto e o 10º minuto for maior que 0,5 dB(A) a avaliação deverá ser estendida até 15 minutos, sendo encerrada se a variação do LAeq nos últimos 5 minutos for menor ou igual a 0,5 dB (A);
n) Caso o LAeq Acumulado não se estabilizar em 15 minutos, a medição deverá ser cancelada e reiniciada uma nova medição;
o) No relatório devem ser apresentados os níveis de ruído medidos (LAeq acumulado) do 5º, 10º e 15º minuto, se for o caso, para comparação da evolução do ruído no período avaliado;
p) As avaliações nas áreas próximas às escolas, não deverão ser realizadas nos horários de recreios/intervalos, entrada e saída de alunos;
q) A critério do órgão ambiental, em função das características da topografia, distância e localização da fonte geradora de ruído, podem ser solicitadas medições nas fachadas e/ou áreas externas de propriedade do receptor para melhor caracterizar os níveis de ruído nestes locais; e r) Situações atípicas em que as orientações acima não se apliquem, em função do objetivo da avaliação, os procedimentos de medições deverão ser acordado entre os agentes envolvidos.
Nota: em casos onde não há viabilidade e/ou consenso técnico sobre os procedimentos de medição, os valores poderão ser estimados através de metodologia reconhecida.
6.2. Condições Específicas para Avaliação em Ferrovias:
Para avaliação em ferrovias, além dos procedimentos gerais descritos no item anterior, certas ações complementares devem ser adotadas:
a) A avaliação do ruído ambiente deverá ser realizada em intervalo de tempo que não ocorra passagem de composições, conforme descrito no item 6.1 deste procedimento.
Caso ocorra passagem de composição durante a amostragem de ruído ambiente, este período deverá ser desconsiderado, colocando o equipamento em pausa, ou se reiniciando nova medição após a passagem da composição;
b) Em cada ponto de medição deverá ser medido o ruído de passagem de pelo menos uma composição característica do sistema em avaliação. A medição deverá ser iniciada no instante que o ruído da composição se tornar claramente audível, sendo encerrada após a passagem da mesma, quando o ruído emitido pela mesma não for mais audível;
c) Deverão ser apresentados no relatório, separadamente, o registro gráfico (histograma) e nível LAeq resultante do ruído ambiente e de passagem de composições.
7 DADOS A SEREM COLETADOS EM CAMPO
Durante as avaliações, devem no mínimo ser coletadas em campo as seguintes informações:
a) Identificação e Localização do Ponto de Medição:
Indicação do número do Ponto de Medição na planta geral;
Nas áreas urbanas: nome da rua, número do imóvel em frente ao ponto de medição, bairro e município;
Nas áreas remotas, indicações com Sistema de Posicionamento Global (GPS), 
coordenadas UTM com indicação do Datum adotado e Zona Geodésica e município;
Caso necessário, informações para acesso ao local;
Indicação das distâncias aproximadas, vertical e horizontal dos Pontos de Medição em relação à fonte (ex.: em caso de rodovia, a distância entre o ponto de medição e a pista de rolamento mais próxima);
Registro fotográfico que mostre o medidor de nível sonoro nas seguintes vistas:
do receptor potencialmente crítico;
da via avaliada a partir do receptor;
Descrição do uso e ocupação efetiva da área avaliada.
b) Deverão ser registrados os valores acumulados medidos expressos como LAeq, L10, L50 e L90;
c) A descrição e a caracterização da origem dos níveis de ruído medidos nos pontos avaliados, identificando a(s) fonte(s) predominantes e ocorrências de outras fontes medidas no período que compuseram o LAeq acumulado;
d) A descrição e a caracterização das interferências transitórias que foram excluídas;
e) A data e o horário de cada medição realizada;
Armazenamento dos dados no medidor de nível sonoro para posterior elaboração de: histograma dos registros pontuais (variação dos níveis de ruído a cada segundo) ao longo do tempo; e
Histograma do LAeq acumulado ao longo do tempo, sobreposto ao histograma das medições pontuais.
f) A contagem de tráfego para cada ponto avaliado com os seguintes dados, no caso de avaliação em rodovias:
Número absoluto de veículos leves;
Número absoluto de veículos pesados;
Apresentar a contagem do tráfego da via marginal e/ou rua local, caso necessário.
8 APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO
Deverão constar no “Relatório de Níveis de Ruído”, no mínimo os seguintes itens:
a) As informações levantadas em campo de acordo com o item 7, deste documento;
b) Os níveis de ruído medidos (LAeq acumulado) do 5º, 10º e, se for o caso, do 15º minuto;
c) Histogramas das medições, sendo que as escalas dos histogramas devem ser legíveis
e de fácil compreensão;
d) Nas rodovias existentes, deve ser apresentado o Volume Diário Médio (VDM) relativo ao trecho avaliado e o respectivo critério adotado para a contagem de veículos leves e pesados;
e) Para ferrovias, deverá ser apresentado o fluxo médio diário de composições relativo ao trecho avaliado, bem como características gerais das composições (comprimento, velocidade média, tipo e número de vagões ou carros e outras informações pertinentes);
f) Citar, para cada ponto avaliado, o Padrão do Nível de Ruído estabelecido pela legislação existente, comparando-o com o valor medido e o nível de ruído ambiente;
g) Apresentação da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, referente à elaboração do “Relatório de Avaliação de Níveis de Ruído”.
Nota: informações adicionais poderão ser solicitadas e apresentadas, de comum acordo entre as partes, em função da complexidade do empreendimento.

Saiba Mais: Laudo de Ruido Ambiental CETESB: Consulte-nos

Laudo de Ruido Ambiental CETESB, Laudo de Ruído Ambiental laudo ruído ambiental cetesb, o que é laudo ruído ambiental cetesb, pra que serve laudo ruído ambiental cetesb, aonde fazer laudo ruído ambiental cetesb, como fazer laudo ruído ambiental cetesb, porque fazer laudo ruído ambiental cetesb, quando fazer laudo ruído ambiental cetesb, quanto custa laudo ruído ambiental cetesb,

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos