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Conteúdo Programático

Conteúdo Programático:  Curso Operador de Tranamento de Efluentes (Esgoto) ETE
Capacitação/treinamento de operadores de ETE
Caracterização dos efluentes;
Conceituação do processo de tratamento de efluentes;
Disposição final de resíduos gerados no processo;
Ecologia dos microrganismos;
Formação de flocos;
Legislação;
Monitoramento de desempenho;
Noções de biodegradação;
Parâmetros de controle de processo;
Preenchimento de boletins de operação de tratamento;
Procedimento operacional padrão;
Registro em planilhas de todas as informações operacionais, analíticas, intervenções de manutenção e ocorrências operacionais e não-operacionais (segurança patrimonial e ambiental);
Reuso de água;
Tratamento biológico com ênfase em Lodos Ativados;
Tratamento físico-químico;

Operacional:
Aferição, calibração e operação de instrumentos analíticos aplicados  a determinação de parâmetros necessários ao tratamento de efluente;
Bulking e floating;
Características da sedimentação;
Características dos flocos;
Conceituação dos principais problemas e dificuldades operacionais;
Condições de choque;
Controle de corrosão;
Equipamentos (aeradores, decantadores, flotadores);
Execução de tarefas relativas à limpeza e manutenção das unidades operacionais;
Gerenciamento do processo, produtos e reagentes;
Manutenção preventiva e corretiva;
Ocorrência das bactérias filamentosas relacionadas com a situação do processo e métodos de controle;
Odores;
Operação de equipamentos para preparo de solução e dosagem de produtos químicos;
Operação de ETE (todas unidades operacionais desde gradeamento  até disposição final);
Principais variantes do proceso;
Recebimento, armazenamento e controle de produtos químicos;
Registros e interpretação de informações geradas por instrumentos específicos ao processo de tratamento (manômetro, termômetro,  medidor de vazão, etc);
Solução de problemas operacionais;
Start-up e paradas;

Controle analítico:
Análise microbiológica;
Análises para controle operacional;
Análises qualitativa e quantitativa do lodo;
Boas práticas de laboratórios;
Higiene e segurança;
Manuseio de reagentes e vidrarias;
Métodos de análises: pH, OD, DBO, RNFT, materiais sedimentáveis, óleos e graxas e detergentes;
Preparo de soluções e dosagem de produtos químicos;
Técnicas de coleta e preservação de amostra de efluente para análises físico-químicas, químicas e biológicas.

Complementos:
EPI – Equipamentos de Proteção Individual;
EPC –  Equipamento de Proteção  Coletiva;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Decreto Estadual 8468-1976 – Licenciamento Ambiental – CETESB;
NBR 12216- Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público;
NBR 12209 – Projetos de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitários;
L5.178 Tratamento biológico de efluentes industriais – Determinação de oxigênio dissolvido (OD) em água pelo método eletrométrico – Método de ensaio
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
CETESB L5.117 – Determinação de cor em águas – Método de comparação visual – Método de ensaio;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Operador de Tratamento de Esgoto – ETE

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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Curso Operador de Tratamento de Esgoto – ETE: Consulte-nos.

A importância do Tratamento do Esgoto:
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cada unidade monetária investida em obras de saneamento, faz com que se economize em até cinco unidades monetárias com tratamento de doenças que tenham origem na falta desse serviço.
As principais doenças causadas pela falta de saneamento são:
Diarreia infecciosa: pode ser provocada por micróbios, que são adquiridos por meio da ingestão de comida ou água contaminada. Os grupos mais afetados pelas diarreias são as
crianças e os idosos que, se não tratados a tempo, podem vir a falecer em virtude da desidratação.
Cólera: originária da Ásia é uma doença infecciosa que ataca principalmente o intestino dos seres humanos. A bactéria que a provoca recebe o nome de Vibrio cholerae e é transmitida
principalmente pela água. Seus sintomas são: diarreia abundante, cãibras, cólicas abdominais, náuseas e vômitos.
Leptospirose: doença bacteriana transmitida pela água e por alimentos contaminados pela urina de animais, principalmente
o rato. Seus sintomas incluem febre alta, calafrio, dor muscular, vômito e dor de cabeça forte.
Hepatite: inflamação no fígado causada por vários tipos de vírus. Seus sintomas são parecidos com os da gripe, além da icterícia;
Esquistossomose: também conhecida como doença do caramujo, é provocada pelo verme esquistossomo. Sintomas: diarreia, dores e problemas em vários órgãos internos do corpo humano.
Tecnologias utilizadas pela Cesan para Tratamento de Esgoto Uma Estação de Tratamento de Esgoto também é conhecida como ETE e a Cesan utiliza três tipos de sistemas para tornar eficiente o tratamento do esgoto preservando assim a natureza e promovendo a qualidade de vida da população
Lagoa de Estabilização
ETE em Nova Almeida – Serra Reatores UASB
ETE em Itaúnas – Conceição da Barra
Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) tipo Lodo Ativado
ETE em Manguinhos – Serra
Etapas do Tratamento de Esgoto na ETE
O esgoto bruto para atender as exigências legais passa por diferentes níveis de tratamento: preliminar e biológico. Em algumas situações específicas pode ser realizado o tratamento físico-químico e a desinfecção do esgoto tratado.
Durante o processo de tratamento de esgoto ocorre a formação de lodo e de gases que podem ser submetidos a tratamentos específicos.
TRATAMENTO PRELIMINAR:
Tem por objetivo a remoção de sólidos grosseiros e em suspenção tipo areia, papéis, plásticos, cabelos, e outros resíduos que seguem pelas tubulações devido ao uso incorreto do vaso sanitário e redes coletoras de esgoto. Para separar esse material o tratamento preliminar é constituído de tanques desarenadores e gradeamento.
TRATAMENTO BIOLÓGICO:
Existem vários tipos de tratamento de esgoto doméstico. Processos biológicos, aeróbios e anaeróbios são aplicados com uma série de aspectos positivos e negativos. Esses processos utilizam organismos que se proliferam na água, otimizando o tratamento e minimizando custos, para que se consiga a maior eficiência possível. A seguir são apresentadas algumas modalidades utilizadas
a) Lagoa de Estabilização:
Os Sistemas de Lagoas de Estabilização constituem-se na forma mais simples para o tratamento dos esgotos. Há diversas variantes dos sistemas de lagoas de estabilização com diferentes níveis de simplicidade operacional e requisito de área.
O tempo de detenção hidráulica do esgoto, que é o tempo de passagem do esgoto pelo sistema, pode variar de 15 até 25 dias para remoção da matéria orgânica e devolução do efluente à natureza.
Lagoa de estabilização trata-se de uma tecnologia simples, mas que precisa de grandes áreas para sua implantação, o que em muitos casos é difícil de encontrar dentro de grandes cidades muito urbanizadas.
O esgoto chega à lagoa onde há uma grande quantidade de micro-organismos aeróbios (que dependem de oxigênio) e permanecem ali até que o processo de decomposição da matéria orgânica termine e o esgoto tratado (efluente) possa ser devolvido a um corpo receptor: córrego, rio ou praia.
b) Reator Anaeróbio de Fluxo Ascendente (RAFA) ou Reator UASB
É um reator fechado onde o tratamento biológico ocorre por processo anaeróbio, isto é, sem oxigênio. O esgoto entra pela base do reator, passa por uma manta de micro-organismos anaeróbicos onde ocorre a decomposição da matéria orgânica. O esgoto tratado e coletado pelas calhas na parte superior.
Trata-se de uma tecnologia que ocupa pouco espaço, sendo indicada para centros urbanos, bairros, vilas etc.
Por se tratar de um sistema fechado, há liberação de gás que é coletado e queimado.
c) Lodo Ativado:
O esgoto ao chegar à estação é encaminhado para um tanque onde é submetido à aeração. A quantidade de oxigênio introduzido na mistura através dos aeradores propicia o desenvolvimento de bactérias aeróbias que irão digerir a matéria orgânica carbonácea e a nitrificação do nitrogênio orgânico total remanescente do afluente bruto.
A atuação de micro-organismos específicos, forma flocos denominados lodo ativado ou lodo biológico. Parte do lodo retorna ao processo e a outra parte é enviada para desague e destinação em aterro ou outro tratamento específico. O efluente tratado é enviado para o rio.
É uma tecnologia que não requer grandes áreas para sua construção, porém necessita de mão de obra especializada e técnicos treinados para sua operação.
DESINFECÇÃO DO EFLUENTE (ESGOTO TRATADO)
Para devolução do esgoto tratado à natureza, a Cesan precisa atender a Legislação Ambiental por isso o efluente é submetido ao processo de desinfecção através de lâmpadas ultravioleta (UV).
Quando o efluente entra em contato com a radiação UV os micro-organismos são esterilizados impedindo sua reprodução.
LODO DE ESGOTO
O lodo é resultado do processo de decomposição da matéria orgânica presente no esgoto. Este processo é realizado pelos micro-organismos, principalmente bactérias. Visando reduzir a umidade do lodo de esgoto este é submetido ao processo de deságue e dependendo da tecnologia utilizada ele pode apresentar características semissólida/pastosa ou sólida.
Em função de suas características, ser orgânico e rico em nutrientes, o lodo de esgoto pode ser utilizado na agricultura uma vez que traz diversos benefícios como o aumento da fertilidade e teor de matéria orgânica no solo, contribuindo para o aumento da produtividade.
Sistema UV
TRATAMENTO DE EMISSÕES DE COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÁTEIS E ODORES
As instalações de tratamento de esgotos sanitários podem gerar odores em função dos processos adotados e das condições operacionais empregadas.
Neste caso faz-se necessário a implementação de soluções sustentáveis.
O sistema Biofiltro é uma das soluções utilizadas para tratar as emissões. Neste os gases componentes das emissões são degradados biologicamente por microorganismos
presentes em um leito de biomassa.
Utilização Eficiente de um Sistema de Esgotamento Sanitário
O lixo e a gordura são os principais problemas que afetam o sistema de coleta de esgoto.
Lixo:
Materiais como plásticos, papéis, restos de comida, pó de café, areia de praia e outros sólidos costumam provocar o desgastes de equipamentos de uma
ETE, Estações Elevatórias e entupimento da rede de esgoto causando alagamento em ruas e até retorno dos dejetos para dentro do imóvel.
O cabelo e o fio dental são responsáveis por danos aos aeradores ( equipamentos que fazem a aeração do esgoto), nas lagoas de estabilização provocando a redução da eficiência do tratamento.
Gordura:
A gordura resultante de frituras e restos de alimentos quando despejado pelo ralo da pia, seguem pelas tubulações das residências e redes coletoras podendo com o tempo se solidificar reduzindo o diâmetro da tubulação provocando o entupimento e retorno dos dejetos.
Por isso a importância de uma caixa interna no imóvel, conectada a pia, chamada caixa de gordura que deve ser limpa de tempo em tempo conservando assim as instalações do imóvel e da rede de esgoto.

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