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Treinamento Operador Estação Tratamento de Água - ETA

Curso Operador Estação Tratamento de Água ETA

Nome Técnico: Curso Capacitação Segurança na Operação de Estação de Tratamento de Água - ETA

Cód: 1541

Curso Operador Estação Tratamento de Água – ETA

O Curso Operador Estação Tratamento de Água – ETA tem o objetivo de aplicar conhecimentos para operar Estação de Tratamento de Água, composta pelos respectivos componentes tais como grades, floculadores, decantadores, filtros e demais unidades operacionais, utilizando equipamentos para preparo de solução e dosagem de produtos químicos, efetuando a determinação do PH, cor, turbidez, alcalinidade das águas brutas, decantada, filtrada e, além dos parâmetros anteriores, verificar também o cloro e flúor residual da água tratada.

Ao final o participante deverá:
Preparar soluções com produtos químicos para o processo de tratamento da água;
Operar equipamentos e seus componentes para a dosagem dos produtos químicos utilizados no tratamento da água;
Operar bomba de recalque, compressores de ar, sistema de cloração, fluoretação e alcalinização;
Controlar níveis das águas nas unidades componentes da Estação;
Receber, armazenar e controlar os produtos químicos utilizados no processo de tratamento da água;
Executar lavagem de filtros, utilizando parâmetros pré-estabelecidos;
Preencher boletins de operação de estações de tratamento;
Manter limpas e desobstruídas as grades, crivos, agulheiros e demais componentes das captações de água;
Registrar e interpretar informações geradas por instrumentos específicos ao controle do processo de tratamento de água (Amperímetros, Manômetros, Termômetros, Densímetros, Medidores de Vazão, Monitores de Coagulantes, etc.);
Operar instrumentos analíticos para a determinação de parâmetros químicos e físico-químicos necessários ao processo de tratamento da água, tais como Turbidímetro, Jar Teste, Calorímetro;
Aferir sempre que necessário a instrumentação utilizada na determinação dos parâmetros de controle do processo de tratamento;
Coletar amostras de água, para análises físico-químicas, químicas e biológicas necessárias ao controle operacional do processo de tratamento da água, utilizando técnicas de coleta de amostra;
Preparar frascos para coleta de amostras;
Preparar, padronizar e utilizar soluções específicas para ensaio de dosagem referente ao processo de tratamento da água (Jar Test etc.);
Comunicar problemas relativos a segurança patrimonial e ambiental nas instalações operacionais;
Registrar em planilha específica todas as informações operacionais, analíticas, intervenções de manutenção e ocorrências operacionais e não operacionais;
Operar o instrumental destinado ao controle a distância dos dispositivos envolvidos no tratamento da água, incluindo computadores utilizados no controle operacional;
Equipamento de Proteção Individual – EPI;
Equipamento de Proteção Coletiva – EPC;
Executar tarefas relativas à limpeza, manutenção e higienização da unidade sob sua responsabilidade;

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Conteúdo Programático

Curso Operador Estação Tratamento de Água – ETA

Capacitação/treinamento de operadores de ETA
Características físicas, químicas e biológicas da água aferidas a água (solvente universal);
Disposição final de resíduos gerados no processo;
Etapas do tratamento de água (captação, coagulação e floculação, decantação, filtração, desinfecção, fluoretação);
Finalidades do tratamento de água;
Padrões de potabilidade – Portaria 518 do MS/Legislação;
Poluição X contaminação;
Preenchimento de boletins de operação de tratamento;
Procedimento operacional padrão;
Registro em planilhas de todas as informações operacionais, analíticas, intervenções de manutenção e ocorrências operacionais e não-operacionais (segurança patrimonial e ambiental);
Reuso de água;

Operacional:
Aferição, calibração e operação de instrumentos analíticos aplicados  a determinação de parâmetros necessários ao tratamento de água (pHmetro, turbidímetro, colorímetros, termômetros, jar-test, oxímetros, balança analítica, agitador magnético, etc);
Conceituação dos principais problemas e dificuldades operacionais;
Controle de corrosão;
Execução de tarefas relativas à limpeza, manutenção e higienização das unidades operacionais;
Gerenciamento do processo, produtos e reagentes;
Lavagem de filtros utilizando parâmetros pré-estabelecidos;
Manutenção preventiva e corretiva;
Operação de equipamentos para preparo de solução e dosagem de produtos químicos;
Operação de ETA (todas unidades operacionais desde a captação até distribuição);
Recebimento, armazenamento e controle de produtos químicos;
Registros e interpretação de informações geradas por instrumentos específicos ao processo de tratamento de água (manômetro, termômetro, densímetro, medidor de vazão, etc);
Solução de problemas operacionais;
Start-up e paradas;

Controle analítico:
Análise microbiológica;
Análises para controle operacional;
Boas práticas de laboratórios;
Ensaio de floculação: jar-test;
Higiene e segurança;
Manuseio de reagentes e vidrarias;
Métodos de análises: pH, cor, turbidez, alcalinidade, ferro, alumínio, flúor, oxigênio dissolvido e consumido, cloro residual livre e total, sólidos totais dissolvidos, temperatura;
Preparo de soluções e dosagem de produtos químicos;
Técnicas de coleta de amostra de água para análises físico-químicas, químicas e biológicas necessárias ao processo de tratamento de água;

Complementos:
Equipamento de Proteção Coletiva – EPC;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Equipamento de Proteção Individual – EPI;
Prevenção de acidentes;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NBR 12216- Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público;
NBR 12209 – Projetos de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitários;
L5.178 Tratamento biológico de efluentes industriais – Determinação de oxigênio dissolvido (OD) em água pelo método eletrométrico – Método de ensaio
L5.015 Segurança em laboratório químico de águas – Procedimento
L5.102 Determinação de alcalinidade em águas – Método de titulação potenciométrica até pH pré determinado – Método de ensaio
L5.117 Determinação de cor em águas – Método de comparação visual – Método de ensaio
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Operador Tratamento de Água – ETA

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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Curso Operador Tratamento de Água – ETA: Consulte-nos.

Embora pareça um contra-senso, o nosso planeta, com cerca de 70% de sua superfície coberta por água, dispõe de apenas 0,3% de água doce acessível.
Várias formas  de poluição afetam essas reservas.
O conceito de água pura é, entretanto, relativo, pois depende do uso a que a água se destina (Azevedo,1999). Nos centros urbanos, as estações de tratamento de água (ETA)
são projetadas para fornecer continuamente água para o consumo humano, atendendo a padrões de potabilidade estabelecidos pelo governo e fiscalizados por autoridades sanitárias (Portaria MS no 1469).
A água, captada nos mananciais, se torna potável passando por processos que destroem microorganismos, potenciais causadores de doenças, retiram sedimentos em suspensão e controlam o aspecto e o gosto. As principais operações consistem em decantação, coagulação/floculação, filtração e desinfecção (Grassi, 2001). 
A ordem das etapas e os reagentes empregados podem variar, dependendo das características iniciais da água, do volume e da finalidade do tratamento.
As etapas do tratamento envolvendo a clarificação da água, ou seja, a remoção de sólidos finos em suspensão que se apresentam como turbidez,podem ser reproduzidas num experimento demonstrativo, em sala de aula. O procedimento é simples, porém permite explorar conceitos  sobre colóides, solubilidade, pH e reações químicas, além de ilustrar processos de separação.
Material e reagentes
 • 2 béqueres de 1000 mL (ou jarros
transparentes de boca larga)
• 1 bastão de vidro (ou espeto de
madeira para churrasco)
• 2 funis
• 2 papéis de filtro qualitativos (ou
filtro de papel para coar café)
• 2 béqueres de 600 mL (ou copos
de vidro)
• 1 pipeta de 1 mL (ou seringa
descartável)
• 1 proveta de 50 mL (ou copinho
de café descartável)
• Água a ser clarificada, obtida dispersando terra em água da torneirae filtrando em papel qualitativo (visando evitar acidentes e/ou contaminações, não se recomenda o emprego de água
turva natural de rio ou represa)
 • Água de cal (solução 0,02 mol/L de Ca(OH)2 , vide preparação em Química Nova na Escola n.10, p. 52)
• Solução de sulfato de alumínio (0,9 mol de Al/L) ou de alúmen de potássio (0,18 mol de Al/L)
• Retroprojetor
Procedimento
Coloque a água a ser clarificada, que simula uma água de represa, nos dois béqueres de 1 L até cerca da metade de sua capacidade e disponha os mesmos sobre um retroprojetor ligado, para serem iluminados de baixo para cima. Reserve um dos béqueres para comparação e adicione ao outro 1 mL de solução de sulfato de alumínio ou, alternativamente, 5 mL de solução de alúmen. Agite e em seguida acrescente aos poucos 50 mL de água de cal. Agite brandamente e deixe em repouso, observando  os dois sistemas.
Após cerca  de 15 minutos, filtre separadamente os conteúdos dos dois béqueres e compare os dois filtrados, iluminados no retroprojetor.
Discussão Conforme o experimento é demonstrado e enquanto se aguarda o tempo de repouso, um paralelismo com os processos correspondentes que ocorrem nas ETA pode ser efetuado,
utilizando esquemas e fotos das instalações (disponíveis em sítios da Internet). Outras operações, como  desinfecção e fluoretação, não abordadas neste experimento, também   podem ser comentadas.
A água a ser clarificada recebe o sulfato de alumínio e a água de cal e ingressa nos floculadores, onde é submetida à agitação mecânica (uso do bastão de vidro na demonstração). 
A seguir, dirige-se aos decantadores, onde permanece por 3 a 4 horas, tempo necessário para que as partículas maiores depositem-se no fundo dos tanques. A Figura 1 ilustra o que ocorre.
A água contendo as partículas que não se depositaram extravasa para canaletas, no topo dos decantadores, e é enviada aos filtros, constituídos por camadas sucessivas de antracito e areia de várias granulometrias, suportadas sobre cascalho (uso de papel de filtro, no experimento). 
Algumas informações auxiliam a interpretação do experimento. A conceituação de colóide e a influência do tamanho das partículas na velocidade de sedimentação mostram a impossibilidade
de remoção de partículas coloidais por decantação direta.
Por exemplo, uma partícula esférica de um  material com densidade 2,65 g/mL, cujo raio é 100 nm (1 nm = 10-9 m), levaria 230 h para sedimentar, num percurso de 30 cm, em água a 20 °C
(Singley, 1998).
A propriedade de dispersões coloidais de espalharem a luz (efeito Tyndall) permite constatar a presença de partículas coloidais nos líquidos, em várias etapas do procedimento.
A comparação entre os dois filtrados obtidos no final do experimento (Figura 2) também se baseia nisso.
 A informação de que o hidróxido de alumínio é um sólido gelatinoso pouco solúvel é importante para o reconhecimento das funções dos reagentes, sulfato de alumínio como  coagulante e hidróxido de cálcio para corrigir o pH.
A química da coagulação é relativamente complexa, conforme discutido por Grassi (2001) e Singley (1998).
As partículas coloidais de argilo minerais, presentes em águas naturais turvas, apresentam cargas negativas e se repelem. Para serem removidas, essas impurezas coloidais devem se
aglomerar previamente à decantação e à filtração. O termo coagulação refere-se à desestabilização dos colóides, provocada por agente químico adicionado, enquanto a floculação é o processo
em que a agitação lenta proporciona condições para as partículas se aglutinarem, produzindo flocos suficientemente grandes.
Nas ETA utilizam-se como coagulante sais de alumínio ou de ferro(III). Nas condições do processo de tratamento de água (pH 5 a 9), esses cátions produzem hidróxidos gelatinosos pouco solúveis, Al(OH)3 e Fe(OH)3.
As espécies reativas que atuam sobre os colóides formam-se nos primeiros instantes após a adição do coagulante.
São espécies catiônicas, com proporção hidroxila/metal inferior a 3, por isso interagem com as impurezas coloidais, carregadas negativamente. 
Se houver tempo disponível, o experimento pode ser efetuado pelos próprios alunos, divididos em grupos.
Cada grupo pode utilizar diferentes quantidades e proporções do coagulante e do alcalinizante. É o que se faz diariamente nas ETA, através dos testes de jarra (“jar-test”), para definir, conforme
as condições da água bruta, a dosagem ideal dos reagentes para se obter água tratada de boa qualidade. 

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