Curso Resíduos Sólidos NBR 10007, Treinamento Resíduos Sólidos, Para Que Serve Resíduos Sólidos?

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Curso Resíduos Sólidos NBR 10007

Definições (amostra composta, representativa, simples, amostrador, contêiner de resíduos, pilha ou monte, quarteamento, tambor, tanque de armazenagem, técnico de amostragem, etc.);
Preparação para amostragem;
Objetivo da amostragem;
Pré-caracterização de um resíduo;
Plano de amostragem;
Identificação e ficha de coleta;
Segurança;
Procedimentos de amostragem;
Amostragem em tambores e recipientes similares;
Demonstração em caminhão-tanque;
Apresentação em recipiente contendo pó ou resíduos granulados;
Amostragem em lagoas de resíduos;
Amostragem em leitos de secagem, lagoas secas e solos contaminados;
Demonstração em montes ou pilhas de resíduos;
Amostragem em tanques ou contêineres de armazenagem;
Apresentação de resíduos sólidos heterogêneos;
Preservação e tempo de armazenagem de amostras;

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR 10007 – Amostragem de Resíduos Sólidos;
ABNT NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação;
NR  25 Resíduos Industriais;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Resíduos Sólidos NBR 10007

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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Amostragem de resíduos sólidos
Objetivo
Esta Norma fixa os requisitos exigíveis para amostragem de resíduos sólidos.
2 Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições.

2.1 amostras composta: Soma de parcelas individuais do resíduo a ser estudada, obtidas em pontos, profundidades e/ou instantes diferentes, através dos processos de amostragem. Estas parcelas devem ser misturadas de forma a se obter uma amostra homogênea.

2.2 amostras homogênea: Amostra obtida pela melhor mistura possível das alíquotas dos resíduos. 
NOTA esta mistura deve ser feita de modo que a amostra resultante apresente características semelhantes em todos os seus pontos. Para resíduos no estado sólido, esta homogeneização deve ser obtida por quarteamento.

2.3 amostras representativa: Parcela do resíduo a ser estudada, obtida através de um processo de amostragem, e que, quando analisada, apresenta as mesmas características e propriedades da massa total do resíduo.

2.4 amostras simples: Parcela do resíduo a ser estudada, obtida através de um processo de amostragem em um único ponto ou profundidade. 
2.5 amostrador: Equipamento ou aparelho utilizado para coleta de amostras.
2.6 contêineres de resíduos: Qualquer recipiente portátil no qual o resíduo pode ser transportado, armazenado, tratado ou, de outra forma, manuseado.

2.7 pilhas ou monte: Qualquer acúmulo de resíduo não contido, que não apresente escoamento superficial. 2.8 quarteamento: Processo de divisão em quatro partes iguais de uma amostra pré-homogeneizada, sendo tomadas duas partes opostas entre si para constituir uma nova amostra e descartadas as partes restantes. As partes não descartadas são misturadas totalmente e o processo de quarteamento é repetido até que se obtenha o volume desejado.

2.9 tambores: Recipiente portátil, cilíndrico, feito de chapa metálica ou material plástico, com capacidade máxima de 250 L.

2.10 tanques de armazenagem: Construção destinada ao armazenamento de líquidos, com capacidade superior a 250 L. 

2.11 técnico de amostragem: Profissional técnico responsável pela execução da coleta de amostra.
3 Requisitos gerais
3.1 Preparação para amostragem
Esta subseção estabelece as linhas básicas que devem ser observadas, antes de se retirar qualquer amostra, com o objetivo de definir o plano de amostragem (objetivo da amostragem, número e tipo de amostras, amostradores, local de amostragem, frascos e preservação da amostra).

3.1.1 Objetivo da amostragem

O objetivo da amostragem é a coleta de uma quantidade representativa de resíduo, visando determinar suas características quanto à classificação, métodos de tratamento etc.

3.1.2 Pré-caracterização de um resíduo

A pré-caracterização de um resíduo é feita através de levantamento do(s) processo(s) que lhe deu (ram) origem. As informações assim obtidas (volume aproximado, estado físico, constituintes principais, temperatura, etc.) permitem a definição do tipo de amostrador mais adequado, dos parâmetros que serão estudados ou analisados, do número de amostras e do seu volume, do tipo de frasco de coleta e do(s) método(s) de preservação que deve(m) ser utilizado(s).

3.1.3 Plano de amostragem 

O plano de amostragem deve ser estabelecido antes de se coletar qualquer amostra, ser consistente com o objetivo da amostragem e com a pré-caracterização do resíduo, e deve incluir: avaliação do local, forma de armazenamento, pontos de amostragem, tipos de amostradores, número de amostras a serem coletadas, seus volumes, seus tipos (simples ou compostos), número e tipo dos frascos de coleta, métodos de preservação e tempo de armazenagem, assim como os tipos de equipamentos de proteção a serem utilizados durante a coleta. 
As tabelas A.1 e A.2 apresentam os métodos de preservação e armazenagem das amostras sólidas e líquidas, respectivamente.
Este plano deve também estabelecer a data e a hora de chegada das amostras ao laboratório.

3.1.3.1 Seleção do amostrador

Os resíduos podem ser encontrados sob várias formas, tais como: misturas, líquidos multifásicos, lodos e sólidos. As misturas líquidas e lodos podem variar em viscosidade, reatividade, corrosividade, volatilidade, inflamabilidade, etc. Os sólidos podem variar desde pós ou grãos até grandes pedaços. Além disso, os resíduos podem estar contidos em recipientes com as mais diferentes formas e tamanhos.
Para a escolha dos materiais da confecção do amostrador, estes devem atender os princípios de não reatividade com o material a ser coletado. Caso o amostrador não seja descartável, o material da confecção deve permitir a descontaminação total do equipamento para posterior utilização.

A tabela A.3 apresenta os amostradores recomendados para cada tipo de resíduo. O anexo B descreve alguns tipos de amostradores que podem ser utilizados para a obtenção de amostras de resíduos.

3.1.3.2 Seleção do recipiente da amostra
Os aspectos mais importantes a serem considerados na escolha de um frasco de amostragem são compatibilidade do material do frasco e da sua tampa com os resíduos, resistência, volume e facilidade de manuseio.

NOTA Em geral, para resíduos sólidos ou pastosos, devem ser utilizados frascos de polietileno descartáveis. Quando os resíduos contiverem solventes em sua composição, devem ser utilizados frascos de vidro âmbar.  Quando forem utilizados frascos rígidos para amostras sólidas ou semi-sólidas, esses frascos devem ter boca larga, ser feitos, assim como sua tampa, de material compatível com o resíduo e proporcionar uma boa vedação.

3.1.3.3 Precauções na utilização de recipientes e amostradores
Antes do uso, os recipientes e amostradores devem ser descontaminados conforme pré-requisitos da tecnologia a ser aplicada. 
Após o uso, os recipientes e amostradores utilizados para coleta devem ser descontaminados, ou destinados conforme a classe dos resíduos.

3.1.3.4 Ponto de amostragem

O ponto de amostragem é o local onde será coletada a amostra. A tabela A.4 apresenta os pontos de amostragem em função dos tipos e formas dos recipientes.
3.1.3.5 Número de amostras 3.1.3.5.1 Para obtenção da concentração média do resíduo, deve ser coletada uma ou mais amostras compostas.
3.1.3.5.2 Para obtenção da faixa de variação da concentração do resíduo, devem ser coletadas no mínimo três amostras simples.

3.1.3.5.3 Para resíduos heterogêneos de difícil amostragem e cuja representatividade não puder ser definida com uma única amostra, a escolha do método e número de amostras caberá aos Órgãos Estaduais ou Federais de controle da poluição e preservação ambiental.

3.1.3.6 Volume de amostra
É necessário, durante a fase de planejamento, estabelecer quais as análises e ensaios que serão realizados e qual o volume de amostra é necessário para cada um deles. Muitas vezes é necessário também obter volumes que permitam a realização de contraprovas. 

NOTA quando se pretende analisar diversas propriedades ou parâmetros, é frequentemente necessário dividir a amostra inicial em diversas alíquotas, pois os métodos de preservação para uma determinada análise podem ser diferentes para cada parâmetro.

3.2 Identificação e ficha de coleta 3.2.1 Toda amostra deve ser identificada imediatamente após a coleta.
NOTA em alguns casos, a amostra deve ser selada para evitar fraude durante o tempo entre a coleta da amostra e a abertura dos frascos no laboratório.

3.2.2 Toda amostra deve possuir uma ficha de coleta que permita a sua identificação para realização dos ensaios pretendidos.
3.2.3 A ficha de coleta deve conter no mínimo os seguintes dados:
a) nome do técnico de amostragem;
b) data e hora da coleta;
c) identificação da origem do resíduo;
d) identificação de quem receberá os resultados;
e) número da amostra;
f) descrição do local da coleta;
g) determinações efetuadas em campo;
h) determinações a serem efetuadas no laboratório; 
i) observações.

3.2.4 Deve-se informar ao laboratório que irá realizar os ensaios analíticos os riscos potenciais da amostra.

4 Requisitos específicos
4.1 Segurança
As precauções de segurança devem sempre ser observadas na amostragem de resíduos. O técnico responsável pela amostragem deve estar atento para as características do resíduo, tais como: corrosividade, inflamabilidade, explosividade, toxicidade, carcinogenicidade, radioatividade, patogenicidade etc. e, ainda, para a capacidade do resíduo de liberar gases extremamente venenosos ou causar alergias. Toda informação existente sobre o resíduo é útil na decisão sobre as precauções de segurança e na definição do equipamento de proteção a ser utilizado.

Quando for detectada a possibilidade de a amostragem ser de alto risco, o técnico de amostragem deve informar ao responsável pela elaboração do plano de amostragem a necessidade da reavaliação do plano, solicitando, se necessário, a presença de entidades especializadas para a manipulação do material.  Como exemplo de situações de alto risco destacam-se: materiais radioativos, espaços confinados, risco de choques elétricos, desmoronamentos, explosões etc.

As seguintes práticas e regras de segurança devem  ser seguidas sempre que for realizada uma amostragem:
a) cada amostra deve ser tratada e manuseada como se fosse extremamente perigosa e os procedimentos devem minimizar o risco de exposição do pessoal envolvido; 
b) se for necessário o manuseio específico da amostra, o laboratório deve ser alertado; 
c) equipamento de proteção deve ser utilizado durante o manuseio de substâncias para preservação de amostras.

4.2 Procedimentos de amostragem

Esta subseção estabelece os procedimentos a serem adotados para a coleta de amostras representativas em função do tipo de acondicionamento do resíduo. O técnico de amostragem, antes de efetuar cada amostragem, deve certificar-se do estabelecido no plano de amostragem, conforme 3.1.3.
4.2.1 Amostragem em tambores e recipientes similares
4.2.1.1 Estes recipientes devem ser posicionados de tal maneira que a sua tampa ou batoque fique para cima.

4.2.1.2 A homogeneização ou não da amostra deve estar condicionada ao objetivo do plano de amostragem, conforme 3.1.3.

NOTA 1 Caso seja necessária a obtenção de amostra com diferentes fases, o conteúdo do recipiente deve ficar descansando até que os sólidos se depositem no fundo ou as fases se estratifiquem e entrem em equilíbrio.
NOTA 2 Caso seja necessária a obtenção de uma amostra homogênea, o conteúdo do recipiente deve ser homogeneizado.
4.2.1.3 A tampa ou batoque deve ser afrouxado, vagarosamente, com uma chave própria para abertura dos recipientes, a fim de que as pressões interna e externa se equilibrem. Logo após remover a tampa ou batoque e amostrar o conteúdo, conforme amostrador recomendado na tabela A.3. 

4.2.1.4 Quando existirem recipientes com diferentes resíduos, estes recipientes devem ser identificados e separados de acordo com os resíduos. Para cada grupo de resíduos deve-se obter uma amostra composta representativa.

NOTA os resíduos desses recipientes podem estar sob pressão ou vácuo. Os recipientes estufados devem ser amostrados com extrema cautela, pois o seu conteúdo pode estar sob elevada pressão. Um recipiente severamente corroído ou enferrujado pode romper-se quando manuseado. A abertura da tampa ou batoque pode produzir faísca, a qual detonará qualquer mistura explosiva de gás que exista no recipiente.
4.2.2 Amostragem em caminhão-tanque

4.2.2.1 A tampa do tanque deve ser aberta somente pelo motorista ou pessoa responsável pela carga. 4.2.2.2 O técnico de amostragem deve estar seguro no passadiço do tanque ou na escada de acesso ao tanque.

4.2.2.3 O conteúdo do tanque deve ser amostrado com o amostrador de resíduo líquido, conforme o estabelecido nas instruções do anexo B.
4.2.2.4 Se o tanque não estiver em posição horizontal, devem ser coletadas amostras adicionais da sua parte frontal e posterior, e todas as amostras devem ser homogeneizadas em um recipiente apropriado.

4.2.2.5 Quando for necessário, a amostra de sedimento deve ser coletada cuidadosamente através da válvula de purga.

NOTA O acesso à tampa do tanque dificulta a coleta de amostras em caminhões tanques. Recomenda-se que a coleta seja feita por duas pessoas, pois enquanto uma recolhe a amostra, a outra a auxilia com os equipamentos ou em qualquer problema que surja. Como o tanque está geralmente sob pressão ou vácuo, isto é um fator adicional de risco para os técnicos de amostragem.
4.2.3 Amostragem em recipiente contendo pó ou resíduos granulados

4.2.3.1 Posicionar na vertical os recipientes contendo os resíduos.

4.2.3.2 Os recipientes devem ser abertos cuidadosamente.

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