Curso Perícia Acidentes Trânsito

Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito:

Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito

Nome Técnico: Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito

Referência: 1374

Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito
O Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito tem como objetivo instruir e conscientizar, definindo as referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física, estabelecendo os requisitos para a prevenção de acidentes, doenças do trabalho e preservação do patrimônio em conformidade com os dispositivos aplicáveis normativos e aspetos legais.
Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito é destinado a profissionais que atuam direta ou indiretamente com o acidente de trânsito.

O que são Acidentes de Trânsito?
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) classifica em 15 categorias os acidentes de trânsito nas estradas federais, sendo que alguns deles:
colisão traseira;
saída da pista;
choque com objeto fixo;
capotagem;
colisão frontal.

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16 Horas - Com Experiência

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08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito

Técnicas de entrevistas com os envolvidos e testemunhas;
Equipamentos, ferramentas e softwares usados na perícia de acidentes de trânsito;
Coleta de vestígios no local do acidente de trânsito;
Análise de marcas de frenagem e derrapagem;
Identificação do ponto de colisão;
Estudo do tempo de percepção, decisão e reação;
Técnicas de elaboração de croquis;
Cálculos básicos envolvidos em acidentes de trânsito;
Técnicas de fotografia pericial;
Elaboração de pareceres técnicos e laudo pericial;
Perícia Judicial;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento;
NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE 8995.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Lei nº 5.970/73;
Lei nº 6.174/74;
Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso de Perícia em Acidentes de Trânsito:

Segundo a legislação de trânsito vigente existem os seguintes tipos de veículos: automotores, ônibus elétrico, reboques, semi-reboques, ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos, quadriciclos, tratores de rodas e mistos, tratores de esteiras, utilitários, caminhões-trator e caminhões (CONTRAN – Resolução n. 14/98).
São enumeráveis os tipos de AT, entretanto neste trabalho destacaremos os seguintes: colisões veiculares com obstáculo fixo, biveiculares entre veículos semelhantes e diversos, com interceptações dentre outros.
É imprescindível conhecermos o tipo de veículo que irá ser estudado, pois como veremos adiante a geometria do veículo influencia relevantemente nos aspectos do acidente.
Outro fator importante na análise do acidente é quanto ao porte do veículo envolvido, sendo que eles podem ser de pequeno, médio ou grande porte. Os considerados de grande porte são os veículos de carga com peso bruto total (PBT) superior a 10 toneladas e veículos de passageiros com lotação igual ou superior a 20 passageiros (CTB, 1998).
Geralmente a análise de acidente de trânsito tem como principal objetivo encontrar as Causas Determinantes – segundo o Professor Marcos Henrique dos Santos, define-se causa determinante de AT, a que, se afastada, o acidente não ocorreria.
Teoricamente as Causas Determinantes que vão indicar os fatores que influenciaram nos AT, podem ser: mediatas ou circunstanciais e imediatas ou diretas.
As causas mediatas ou circunstanciais são de ordem subjetiva, portanto, via de regra, se torna impossível materializá-las. A fadiga, a distração, imperícia, negligência e outros fatores que ocorrem com o motorista e passageiros no interior do veículo e que podem levar a um acidente.
As causas imediatas ou diretas são perfeitamente constatáveis, pois, existindo, ficam materializadas pelos vestígios produzidos. Estas podem estar relacionadas ao homem, a maquina ou ao meio.

Fatores relacionados ao homem

Entre as diversas causas podemos citar: imprudência dos condutores, excesso de velocidade, desrespeito à sinalização, ingestão de bebidas alcoólicas, ultrapassagens indevidas, má visibilidade (chuva, neblina, cerração, noite), falta de atenção, defeitos nas vias, falta de manutenção adequada dos veículos, distração interna do condutor (rádio, passageiro, celular, objetos soltos no interior do veículo), ação evasiva inadequada, frente a um fator adverso (buraco, veículo parado, etc.), técnica inadequada ao dirigir veículo (não observar o retrovisor externo e esquerdo, por exemplo), avaliação errada de distância e velocidade de um outro veículo, tanto no mesmo sentido (andar na “cola”) como em sentido contrário, falta de cortesia no trânsito, não obediência das normas de circulação e conduta (tanto para condutores como para pedestres), falta de conhecimento e obediência das leis de trânsito (condutores e pedestres), impunidade dos infratores, sensação de onipotência advinda do comportamento inadequado ao dirigir, falta de educação para o trânsito, travessia em locais perigosos e fora da faixa ou semáforo, sonolência, falta de descanso, drogas (remédios, psicotrópicos, tranquilizantes, etc) e fadiga.

Fatores relacionados ao veículo

As causas relacionadas à máquina (falha mecânica) são de difícil detecção em exames realizados no local, requerendo minucioso exame, a maioria das vezes somente possível após exames com desmonte do veículo em oficinas.
A falha do sistema de freios ou pode ser atribuída também a um comportamento perigoso.
Mesmo que comprovada a ruptura de determinada peça do sistema de segurança do veículo, deverá ser verificado se ocorreu antes ou depois do acidente.

Fatores relacionados ao meio

Existem diversos fatores dentre os quais podemos destacar: irregularidade da via, situação climática, visibilidade do local, condições de tráfego, entre outros.
A irregularidade na pista poderá facilitar o sinistro, pois poderá diminuir o atrito o que poderá até influenciar nos cálculos físicos, poderá causar muita vibração no veículo, é imprescindível a avaliação para solucionar o caso.
Situação climática, quando diante de chuva é bom atentar para a pista escorregadia, pois teremos outro coeficiente de atrito para formular os cálculos físicos.

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