Emergência e Abandono de Local de Trabalho

Plano de Emergência e Abandono Local Trabalho

Nome Técnico: Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho

Cód: 10608

Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho
O objetivo do Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho, visa estabelecer um conjunto de procedimentos para a retirada rápida e segura dos ocupantes do estabelecimento ou edifício nos casos de emergência, através das rotas de fuga existentes, com auxílio da brigada de incêndio e demais colaboradores da segurança, até um ponto de encontro seguro e previamente determinado.
Determinar missões aos componentes da brigada de incêndio e demais colaboradores da segurança nos casos em que seja necessário ativar os procedimentos de desocupação emergencial do local. 

Situações de Sinistros:
É toda e qualquer ocorrência que venha por em risco a integridade física dos envolvidos, das instalações e do patrimônio, como: incêndios, explosões, vazamentos de gases ou de líquidos inflamáveis, desabamentos, vendavais, tempestades, atentados de terceiros, etc.

Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho
Descrição da Planta;
Localização;
Característica da Vizinhança;
Distância do Corpo de Bombeiros;
Área de Construção;
Ocupação;
Projeto Técnico de Bombeiros – AVCB;
População Fixa;
Média de pessoas por dia;
Média de pessoas por pavimento;
Horário de funcionamento;
Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida;
Pessoas Gestantes;
Riscos Específicos Inerentes à Atividade;
Elevada concentração de pessoas;
Recursos Humanos;
Brigada de Incêndio;
Bombeiros Profissionais Civis;
Profissionais das Equipes de Seguranças, Recepcionistas, Manobristas, Manutenção Predial e Limpeza;
Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho
Recursos Materiais para o combate ao incêndio;
Garantia de funcionamento das medidas de proteção conforme projeto técnico do Corpo de Bombeiros;
Extintores de incêndio portáteis;
Sistema de hidrantes;
Chuveiros automáticos;
Iluminação de emergência;
Sistema de alarme com acionamento manual e através de detecção automática;
Escadas de segurança (pressurizadas): sinalizadas, com descarga no andar térreo;
Elevador de Segurança;
Sistema de detecção automática de fumaça;
Moto-gerador com autonomia para 4 horas que alimenta iluminação de emergência;
Bombas de incêndio e recalque;
Sala de monitoramento (mezanino);
Sistema de pressurização de escadas, elevador de segurança e sistema de abertura de portas automáticas;
Equipamentos de Resgate;
Prancha, Cadeira de Rodas e Bolsa de Primeiros Socorros;
Telefones dos Serviços de Emergência;
Prescrições Legais;
Composição do Grupo;
Atribuições dos Brigadistas;
Coordenador;
Chefes de Edificações;
Líderes dos Setores;
Grupo de Intervenção;
Cabeça-de-fila;
Cerra-fila;
Grupo de Apoio;
Recepcionistas;
Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho
Funcionário da Sala de Monitoramento Predial (Edifícios);
Missões dos Brigadistas na Emergência;
Pessoas com Mobilidade Reduzida;
Emergência;
Organograma;
Coordenador Geral;
Dirigente de Operações;
Líder de Setor Brigadista;
Auxiliar;
Grupo de Apoio;
Recepcionista;
Manobrista;
Porteiros ou Agentes de Segurança Patrimonial;
Funcionários da Limpeza;
Funcionários da Manutenção Predial;
Funcionários da Sala de Monitoramento Predial;
Chefe de Andar;
Brigadista ou Bombeiro Civil;
Toque do Alarme;
Acionamento Manual do Alarme;
Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho:
Acionamento do Alarme;
Detector de Fumaça;
Orientações aos Ocupantes durante o Abandono;
Acesso as Rotas de Fuga;
Orientações no Interior das Escadas;
Procedimento Correto;
Orientações no Térreo;
Saída Final do Edifício;
Procedimentos de Segurança;
Quadro Tático de Desocupação;
Pontos de Encontro;
Quadro do Efetivo e Missões dos Funcionários das Empresas;
Fluxograma;
Rotina do Grupo de Abandono;
Rotina Diária (Chefes e/ou Líderes);
Rotina Mensal (Coordenador – Dirigente de Operações);
Rotina Semestral (Coordenador – Dirigente de Operações);
Rotina Anual (Coordenador – Dirigente de Operações);
Planejamento de Exercícios Simulados (Coordenador – Dirigente de Operações);
Sinalização de Emergência;
Vigência e Revisão;
Elaboração.
Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 16 – Atividades e Operações Perigosas;
NR – 23 – Proteção Contra Incêndios;

ABNT NBR – 14276 – Brigada de Incêndio;
ABNT NBR – 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos;
ABNT NBR – 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios;

Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho

Cabe a Contratante quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos na áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 400 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.

Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
d) mudança de empresa;
e) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais:Plano de Emergência e Abandono de Local de Trabalho:

Situações de Sinistros:
Incêndio:
Princípios de incêndios ou incêndios de pequeno porte (Nível P) devem ser combatidos de imediato pelo servidor da área (Brigadista ou não), utilizando os recursos disponíveis no local para a eliminação do fogo com utilização de extintores até a normalização da situação.
Caso o incêndio atinja proporções maiores (Nível M), e possa estender-se para outros setores próximos ao local da ocorrência, ou com potencial para isso, a Brigada de Incêndio deve ser acionada através do Alarme de Incêndio ou telefone, para que com recursos de pessoal e materiais, possa normalizar a situação.
Se o incêndio não for controlado e crescer podendo atingir o Nível G, mesmo estando atuando toda a Brigada de Incêndio, também deve ser acionado o Corpo de Bombeiros via telefone 193.
Para o Nível P ou M a utilização de extintores manuais, deverão ser suficientes para normalizar a situação.
Já em Nível G, onde o fogo não pode ser controlado em seu início por combate com extintores manuais, é necessário o corte do fornecimento de energia elétrica e demais materiais combustíveis como gases ou líquidos inflamáveis da área sinistrada, a montagem de Plano de Emergência linhas de mangueiras para combate ao fogo e resfriamento dos setores não atingidos pelo mesmo.
Acidente com Pessoa:
Acidente envolvendo pessoas devem ser de imediato atendidos por componente da Brigada de Incêndio mais próximo até a chegada da equipe do SAMU, a qual assumirá a liderança da ocorrência.
Acidentes de trabalho envolvendo servidores técnicos administrativos e docentes deverão ainda informar a chefia imediata para emissão da CAT/SV.
Abandono de área:
Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando necessário, conforme comunicação preestabelecida, conduzindo a população para o ponto de encontro.
O abandono de área deverá ser realizado em caso de:
• Incêndio
• Explosão ou risco de, por exemplo, vazamento de gás.
• Acidentes que ofereçam insegurança às pessoas.
Níveis de Sinistro:
Para classificar a gravidade das situações de sinistros para atuação da brigada de incêndio, são utilizados os seguintes níveis:
Pequeno Porte – Nível P:
É a situação caracterizada por pequenos eventos que, combatidos com recursos humanos e materiais disponíveis no local, fica restrita a área da ocorrência.
Médio Porte – Nível M:
É a situação que necessita de recursos humanos e materiais de áreas de apoio para o atendimento da ocorrência, atingindo ou com o potencial de atingir outros setores ou áreas.
Plano de Emergência:
Havendo o entendimento por parte do coordenador da brigada de incêndio deverão ser acionados os recursos externos, Corpo de Bombeiros (193) e SAMU (192) e EPTC (118).
Grande Porte – Nível G
É a situação que exige a mobilização de recursos humanos e materiais disponíveis e recursos humanos e materiais de entidades externas, Corpo de Bombeiros (193), SAMU (192) e EPTC (118).
Apoio órgãos externos:
O Corpo de Bombeiros e/ou outros órgãos locais devem ser acionados imediatamente, preferencialmente por um brigadista, e informado do seguinte:
• nome do solicitante e o número do telefone utilizado;
• endereço completo, pontos de referência e/ou acessos;
• características do sinistro, local ou pavimento e eventuais vítimas e seus estados.
O Corpo de Bombeiros e outros órgãos, quando da sua chegada ao local, devem ser recepcionados preferencialmente por um brigadista, que deve fornecer as informações necessárias para otimizar sua entrada e seus procedimentos operacionais.
Alarme:
Sinal sonoro, que tem como finalidade, informar os ocupantes que deverão sair dos setores e salas de aula, seguindo o fluxo de saída conforme rota de fuga indicada pelas placas fotoluminescentes e balizadores de emergência, direcionando para o ponto de saída mais próximo.
Alerta:
Acionado o sinal de alarme de incêndio deverá ser informado o sinistro imediatamente para que a brigada de incêndio entre em ação e sejam acionados as forças externas Corpo de Bombeiros e SAMU e EPTC

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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