Curso Socorrista - APH - Pronto Socorrista, Treinamento APH, O que é APH?, Como Fazer Curso APH?

Curso Socorrista - A.P.H. - Pronto Socorrista

Curso Socorrista – APH – Pronto Socorrista

Curso Socorrista - A.P.H. - Pronto Socorrista

Cód: 1787

Curso Socorrista – APH – Pronto Socorrista

O Curso Socorrista – APH – Pronto Socorrista visa habilitar os colaboradores abordando aspectos relacionados ao atendimento emergencial de primeiros socorros a diferentes vítimas nas mais diversas situações, tornando-os totalmente capacitados para agir de forma segura e eficaz até a chegada do serviço médico de emergência ao local do acidente.

 

100% Presencial

80 Horas / Nível Básico - 160 Horas / Nível Intermediário - 220 Horas / Nível Avançado

Nossa Sede ou In Company DDD 11

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R$ 
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Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial/Reciclagem

72 hs EAD / 08 hs Presenciais

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Preços Especiais

para Empresas/Turmas

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Conteúdo Programático

Curso Socorrista – A.P.H. – Pronto Socorrista

Introdução a Primeiros Socorros;
Sistema de saúde local e serviços relacionados;
Serviço Pré Hospitalar Móvel;
Central de Regulação e Equipamentos;
Anatomia e Fisiologia;
Cinemática do Trauma;
Abordagem do paciente:
Manejo de Vias Aéreas/Ressuscitação Cardiopulmonar;
Biossegurança;
Ferimento, Hemorragia, Bandagem, Choque;
Trauma musculoesquelético e imobilizações;
Traumatismos específicos;
Remoção de vítima;
Assistência ao Parto e Cuidados com o Recém Nascido;
Intervenção em crises e atendimentos de pacientes especiais;
Intoxicação Exógena;
Emergências Clínicas;
Parto, afogamento;
Acidentes de Transito, acidentes com eletricidade, acidentes com produtos perigosos, acidentes com múltiplas vítimas e catástrofe;
Avaliação de Vítimas;
Queimaduras Térmicas e Químicas;
Manuseio e uso DEA (Desfibrilador Externo Automático);
Emergência Clínica;
Identificação da Emergência;
Importância do SAMU – Protocolo Samu 192 Emergências Clínicas SUPORTE BÁSICO DE VIDA;
Protocolo 2015 e suas atualizações  Guidelines  American Heart Association;
Aspectos Clínicos Relevantes para o Leigo;
Parada cardiorrespiratória x DEA;
Algoritmo Universal;
A MRCP (Massagem de Ressuscitação Cardíaca Pulmonar Externa);
Desfibrilação;
Fibrilação Ventricular: Conceito e Importância;
Tipos de Desfibrilador Automático Externo – DEA;
Aspectos legais e éticos do uso do DEA no Brasil;
Anatomia e fisiologia do Sistema Circulatório;
Avaliação Inicial: Vias Aéreas, Respiração, Circulação;
Ressuscitação Cardiopulmonar;
RCP e DEA;
Desfibrilação Precoce;
Como e quando utilizar o DEA;
Inspeção e Manutenção do DEA;
Marca-passo e Desfibriladores Implantados;
Aula prática com manequins simuladores (Cópia Humana, adulto e infantil), para reconhecimento de paradas respiratórias e aplicação de técnica de massagem cardíaca, uso de macas, maca sked etc;
Aula Prática de Utilização do DEA (Desfibrilador Externo Automático);

Complementos:

Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis:

AHA- American Heart Association

Ao final da capacitação, o profissional deverá
Compreender noções básicas de atendimento inicial às vítimas de acidentes;
Identificar o tipo de emergência clínica apresentada;
Aplicar técnicas e procedimentos de Primeiros Socorros para o atendimento inicial apropriado a cada tipo de emergência;
Utilizar os conceitos e procedimentos necessários para obter suporte básico de vida;
Aplicar corretamente os conceitos e procedimentos para o caso de sangramentos graves;
Executar corretamente os procedimentos e técnicas para movimentar vítimas de acidentes;
Aplicar corretamente os procedimentos e técnicas de atendimento em situações simuladas;

Atenção:
EAD Ensino a Distância
Base Legal – 
Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – 
Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Socorrista – A.P.H. – Pronto Socorrista

Capacitação participantes Nível Avançado/Instrutoria:
Carga horária mínima = 220 horas/aula

Capacitação participantes Nível Intermediário:
Carga horária mínima = 160 horas/aula

Capacitação participantes Nível Básico:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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As urgências não se constituem em especialidade médica ou de enfermagem e nos cursos de graduação a atenção dada à área ainda é bastante insuficiente. No que diz respeito à capacitação, habilitação e educação continuada dos trabalhadores do setor, observa-se ainda a fragmentação e o baixo aproveitamento do processo educativo tradicional e a insuficiência dos conteúdos curriculares dos aparelhos formadores na qualificação de profissionais para as urgências, principalmente em seu componente pré-hospitalar móvel.

Também se constata a grande proliferação de cursos de iniciativa privada de capacitação de recursos humanos para a área, com grande diversidade de programas, conteúdos e cargas horárias, sem a adequada integração à realidade e às diretrizes do Sistema Único de Saúde – SUS.
Assim, considerando o ainda importante grau de desprofissionalização, falta de formação e educação continuada dos trabalhadores das
urgências, resultando em comprometimento da qualidade na assistência e na gestão do setor.

A necessidade de criar estruturas capazes de problematizar a realidade dos serviços e estabelecer o nexo entre trabalho e educação, de forma a resgatar o processo de capacitação e educação continuada para o desenvolvimento dos serviços e geração de impacto em saúde dentro de cada nível de atenção. A necessidade de estabelecimento de currículos mínimos de capacitação e habilitação para o atendimento às urgências, face aos inúmeros conteúdos programáticos e cargas horárias existentes no País e que não garantem a qualidade do aprendizado.

O grande número de trabalhadores já atuando no setor e a necessidade de garantir-lhes habilitação formal, obrigatória e com renovação periódica para o exercício profissional e a intervenção nas urgências e, ainda considerando a escassez de docentes capazes de desenvolver um enfoque efetivamente problematizador na educação e a necessidade de capacitar instrutores e multiplicadores com certificação e capacitação pedagógica para atender à demanda existente é que este Regulamento Técnico propõe aos gestores do SUS a criação, organização e implantação de Núcleos de Educação em Urgências – NEU.

Aspectos Gerais
1.1 Definição:
Os Núcleos de Educação em Urgências devem se organizar como espaços de saber interinstitucional de formação, capacitação, habilitação e educação continuada de recursos humanos para as urgências, sob a administração de um conselho diretivo, coordenado pelo gestor público do SUS, tendo como integrantes as secretarias estaduais e municipais de saúde, hospitais e serviços de referência na área de urgência, escolas de bombeiros e polícias, instituições de ensino superior, de formação e capacitação de pessoal na área da Saúde, escolas técnicas e outros setores que prestam socorro à população, de caráter público ou privado, de abrangência municipal, regional ou estadual.

1.2 Princípios Norteadores
São princípios norteadores dos Núcleos de Educação em Urgências:
– a organicidade com o processo de formulação de políticas públicas para a atenção integral às urgências, buscando organizar o sistema regional de atenção às urgências a partir da qualificação assistencial com equidade;
– a promoção integral da saúde com o objetivo de reduzir a morbimortalidade regional, preservar e desenvolver a autonomia de indivíduos e coletividades, com base no uso inteligente das informações obtidas nos espaços de atendimento às urgências, considerados observatórios privilegiados da condição da saúde na sociedade;
– a educação continuada como estratégia permanente de acreditação dos serviços, articulada ao planejamento institucional e ao controle social;
– a transformação da realidade e seus determinantes, fundamentada na educação, no processamento de situações-problema, extraídas do espaço de trabalho e do campo social.

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