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Curso Capacitação Investigação de Acidentes Método Tripod

Curso Investigação de Acidentes Método Tripod

Nome Técnico: Curso Capacitação Investigação de Acidentes Método Tripod

Cód: 21976

O Curso Investigação de Acidentes Método Tripod tem como objetivo identificar riscos e potencial medidas mitigadoras para reduzi-los, monitorar e verificar as condições de segurança, além de permitir o aprendizado a partir do feedback para a área de segurança.
A ideia central do método é que um acidente é apenas o desfecho de uma sequência de fatores, não ocorrendo por acaso.
Isto permite a identificação de fatores de risco, possibilitando tornar efetiva a prática da prevenção internamente à empresa.

O que é o Método TRIPOD: Trata-se de novo desenvolvimento na área do Gerenciamento Avançado de Segurança, tendo como alvo as causas bastante enraizadas de acidentes e visando o estabelecimento de uma base para implantação e manutenção de uma segurança intrínseca nas organizações”, com a adoção do TRIPOD, a empresa abandona a idéia de que os acidentes acontecem ao acaso e têm sempre um único culpado e passa a adotar uma postura de investigação das causas subjacentes dos mesmos, como conseqüência houve uma mudança na avaliação dos acidentes, deixando-se de considerar o fator humano (erro humano) como o único culpado no processo que conduz aos acidentes.

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100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company DDD 11

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Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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EAD (Ensino a Distância)

40 Horas - Com Experiência

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Conteúdo Programático

Curso Investigação de Acidentes Método Tripod;
Processo de investigação de incidentes;
Atos inseguros;
Acidentes;
Tipos Gerais de Falhas (TGF);
Decisões tomadas no topo da organização;
Gerências de linha e falhas latentes;
Pré-condições e gerências de linha;
Atos inseguros e disparadores locais;
Análise dos relatórios dos acidentes;
Defesas vencidas;
Decisões falíveis;
Posicionamento da metodologia Tripé em um contexto mais amplo de sistema de gerenciamento de segurança;
Gerenciamento de risco baseado em barreiras vs. gerenciamento de incidentes baseado em barreiras;
Entendendo o processo e as características do incidente;
Processo efetivo de investigação de incidentes, incluindo Termos de Referência apropriados;
Metodologia Beta Tripé, análise de incidentes;
Teoria por trás do modelo de tripé;
Introdução dos principais elementos do Tripé Beta;
Elementos Tripod Beta para construir diagramas precisos de evento, objeto, agente (EOA) (análise);
Teoria do Tripé Beta para completar o plano de investigação identificando as barreiras apropriadas e coletando informações relevantes;
Compreender a ética da investigação com base no comportamento humano e no modelo de comportamento humano;
Fatores Básicos de Risco;
Casos: Investigação e Análise do Incidente com Tripé Beta;
Aplicação do Tripé Beta em casos e exercícios práticos (próprios) da vida real;
Casos, acompanhamento e comunicação;
Casos práticos, exercícios e apresentação de conclusões de casos e recomendações;
Acompanhamento efetivo e comunicação gerencial.

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR- 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho;
NR- 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA;
ABNT NBR 14280- Cadastro de acidente do trabalho – Procedimento e classificação;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Investigação de Acidentes Método Tripod;

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Tripé (TRIPOD) A ideia de base do Tripé (TRIPOD) é que as roturas organizacionais são os principais fatores para a causa de acidentes (Sklet, 2004);
Estes fatores estão latentes, e, quando contribuem para um acidente, estão sempre associados a um certo número de erros técnicos e humanos;
Afinal, muitas manifestações de problemas ligados ao fator humano podem ter sua origem em ações ou aspectos relacionados com a empresa, que podem ter ficado camuflados ao longo do tempo e, mesmo, durante os processos usuais de investigação e de análise de acidentes;
O método TRIPOD foi criado a partir de um programa de pesquisa sobre fatores humanos nas investigações de acidentes na indústria;
Foi elaborado, por investigadores de universidade em 1990 e transformou-se numa teoria sobre os acidentes e o modo como eles acontecem;
Esta técnica consiste em identificar as fragilidades que contribuem para que um acidente ocorra e expor os mecanismos de falhas latentes que propiciariam a sua ocorrência;
Com a adopção do TRIPOD, abandona-se a ideia de que os acidentes acontecem por acaso e que têm sempre um único culpado, e passa a adoptar uma postura de investigação das causas subjacentes aos mesmos;
Como consequência, produziu-se uma mudança na avaliação dos acidentes, deixando-se de considerar o fator humano (erro humano) como o único culpado no processo que conduz aos acidentes;
O método TRIPOD visa, então, identificar as falhas latentes que permanecem inativas no interior dos sistemas, tornando-se evidentes somente quando uma combinação especial de fatores consegue vencer as defesas do sistema (um acidente, por exemplo);
O seu nome tem origem nos três aspectos chaves da casualidade dos acidentes, que formam um tripé Um ato inseguro é definido como uma “ação ou omissão que, contrariando preceito de segurança, pode causar ou favorecer a ocorrência de acidente”;
Durante muito tempo o termo erro foi utilizado, indistintamente, para designar todas as formas como os indivíduos contribuíam para a ocorrência de um acidente;
Porém, atualmente, consideram-se dois tipos distintos de comportamentos:
Os erros e as violações (o mais grave dos atos inseguros) de um procedimento padrão, cometidos na presença de um risco iminente que, não sendo controlado, pode causar lesão e/ou dano;
Um acidente é um evento raro que ocorre sempre que um ato inseguro consegue vencer as defesas do sistema;
Os acidentes constituem o “segundo pé” do TRIPOD;
Verifica-se que onde há uma atividade humana é impossível não existir qualquer tipo de risco (risco zero), prevalecendo sempre o risco de combinações imprevisíveis de oportunidade e de risco;
Idealmente, uma organização intrinsecamente segura seria capaz de resistir a eventos ocasionais totalmente inesperados;
A existência de aleatoriedade implica que, mesmo em organizações com uma política de segurança rigorosa, possam ocorrer sérios acidentes;
O principal conceito do TRIPOD é que os acidentes têm suas origens primárias nas falhas latentes e não nas falhas humanas ativas;
As falhas ativas são aquelas que têm um efeito imediato na ocorrência do acidente;
As falhas latentes, por outro lado, são decisões ou ações tomadas por outros níveis da organização, que, por não produzirem necessariamente e de imediato um acidente, não são facilmente identificáveis;
Para encontrar uma falha latente, por vezes há vários anos presente na organização, é necessário uma demorada e detalhada investigação;
Estas falhas latentes são os Tipos Gerais de Falhas (o terceiro “pé” do TRIPOD);
Este método permite uma investigação minuciosa dos acidentes, identificando os mecanismos de falhas latentes que os geraram;
Através desta técnica, pode-se chegar às decisões que conduziram às falhas na organização;
A técnica de análise consiste no uso do método da causalidade de acidentes do TRIPOD para a elaboração das árvores de acidentes, que auxiliam na determinação das fraquezas e das raízes causais de modo eficiente e rápido, partindo do acidente (presente) em direção às decisões dos dirigentes (passado);
A peça fundamental para o início do processo de investigação e análise é o relatório do acidente, que deve ser elaborado dentro de padrões pré-definidos, de forma a tornar mais fácil e objetiva a investigação;
Como vantagens da aplicação do método TRIPOD podem-se enumerar o levantamento das deficiências de atuação da empresa, a localização das falhas, facilitando o seu tratamento, e a possibilidade de serem proativos, através da eliminação dos Tipos Gerais de Falhas identificados e das decisões administrativas ou de gestão que criaram o cenário inicial para a ocorrência do acidente.

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