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Curso Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897

Curso Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897
Foto Ilustrativa

Curso Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897

Nome Técnico: Curso Aprimoramento Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897

Referência: 144450

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Japonês, Espanhol, Mandarim, Alemão entre outros.

Curso Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897
O curso especifica os requisitos mínimos para o projeto e a instalação de sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos. incluindo as características de suprimento de água, seleção de chuveiros automáticos, conexões, tubos, válvulas e todos os materiais e acessórios envolvidos em instalações prediais.

O que são Sistemas de Proteção por Chuveiros Automáticos?
O sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água para fins de proteção contra incêndio. A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste em uma rede de tubulações dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico. instalada em edifícios. estruturas ou áreas, normalmente junto ao teto, á qual são conectados chuveiros automáticos segundo um padrão regular, alimentado por uma tubulação que abastece o sistema, provida de uma válvula de controle e dispositivo de alarme. O sistema é ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio.

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Conteúdo Programático

Curso Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897

Termos, definições e ocupações;
Ocupações de risco leve, ordinário ou extra;
Áreas de armazenamento, materiais e componentes;
Chuveiros automáticos e fator PC de descarga;
Temperatura, revestimentos especiais, canoplas e invólucros;
Proteções e estoque de chuveiros automáticos sobressalentes;
Tubos de condução não enterrados, enterrados, de aço, de cobre e de CPVC;
Outros tipos de materiais e dobramento em tubos de condução;
Conexões e válvulas;
Conexões de teste de alarme;
Edificações térreas e de múltiplos pavimentos;
Requisitos dos sistemas e de instalação;
Sistemas de tubo molhado, auxiliares, de ação prévia e de dilúvio;
Conexão de recalque para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros;
Alarmes de fluxo de água e suporte;
Manômetros, válvulas de alívio e automática;
Detecção, localização e proteção de válvulas de controle do sistema;
Restrições de uso e sensibilidade térmica;
Área de cobertura por chuveiro automático, máxima de proteção e cobertura;
Determinação da área de cobertura e espaçamento de chuveiros automáticos;
Distância máxima entre chuveiros automáticos, à parede e mínima de distância;
Distância entre tetos/forros e defletor de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura-padrão e cobertura estendida;
Distância entre tetos/forros e o defletor de chuveiros automáticos de controle para área especifica (CCAE);
Distância entre tetos/forros e o defletor de chuveiros ESFR;
Orientação do defletor e de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura-padrão e cobertura estendida;
Orientação do defletor de chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura-padrão;
Orientação do defletor e obstruções à descarga de chuveiros automáticos de controle para aplicação especifica (CCAE);
Orientação do defletor e obstruções à descarga de chuveiros automáticos ESFR;
Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor;
Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros em pé e pendentes de cobertura-padrão e estendida;
Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros laterais de cobertura-padrão;
Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros de controle para aplicação específica (CCAE);
Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros ESFR;
Situações especiais e espaços encobertos;
Shaft, Escadas, aberturas verticais e poços e casas de máquinas de elevadores;
Espaços sob plataformas de carga externas
Marquises, similares e limpeza interna da rede de chuveiro;
Curvas de retorno e proteção de áreas sem armazenagem com tetos e/ou telhados altos (acima de 6,1 m);
Métodos de cálculo e utilizados;
Ocupações adjacentes e classificação de ocupações;
Demanda de água, método de cálculo por tabela e métodos de cálculo hidráulico;
Demanda mínima de água, curvas de densidade e área;
Demanda de hidrantes em áreas com várias classificações de risco
Método de cálculo por recinto e de densidade e área;
Áreas especiais de cálculo e cortinas d’água;
Plantas de trabalho e memória descritiva e cálculos;
Informações sobre o abastecimento de água;
Formulários procedimentos de cálculos hidráulicos;
Equações e pontos de união hidráulica;
Tabelas de dimensionamento, para riscos leves e riscos ordinários
Diâmetro das colunas de alimentação;
Pisos vazados, grandes aberturas em pisos, mezaninos e grandes plataformas;
Ocupações de risco extra ou extraordinária e de armazenamento;
Ensaio hidrostático, de aceitação e operacionais de sistemas;
Placa de identificação de sistema dimensionado por cálculo hidráulico;
Documentos a serem fornecidos na aceitação do sistema;
Abastecimento de água para sistemas de chuveiros automáticos;
Tanques e reservatórios;
Reservatório elevado, com fundo elevado ou com fundo ao nível do solo, piscinas, açudes, represas, rios, lagos e lagoas, com uma ou mais bombas de incêndio;
Tanques de pressão e desativações da proteção;
Inspeções, alarmes e tubulações;
Investigação e prevenção de obstruções;
Sistema tipo anel fechado e grelha;
Controle setorial
Tomada de recalque na fachada da edificação, em caixa de alvenaria e em coluna;
Comprimento máximo das derivações;
Distância máxima entre chuveiros automáticos da ponta de ramais e suportes;
Posição de suportes entre tesouras ou vigas;
Distância máxima até as paredes de risco leve e vista em plantas;
Distância entre chuveiros em caso de desnível do teto;
Posicionamento de chuveiro automático em pé de cobertura-padrão ou de cobertura estendida, sob teto obstruído;
Instalação de chuveiro lateral;

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade;
NR 13 – Caldeiras, Vasos De Pressão E Tubulações E Tanques Metálicos De Armazenamento;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 10897 – Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos – requisitos; *
ABNT NBR 5580 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluidos – Especificação;
ABNT NBR 5590 – Tubos de aço-carbono com ou sem solda longitudinal, pretos ou galvanizados -requisitos;
ABNT NBR 5647-1 – Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC-U 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais para tubos e métodos de ensaio;
ABNT NBR 5647-2 – Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC-U 6.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1.00 Mpa;
ABNT NBR 5647-3 – Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC-U 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,75 Mpa;
ABNT NBR 5647-4 – Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC-U 6.3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,60 Mpa;
ABNT NBR 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações industriais;
ABNT NBR 6925 – Conexão de ferro fundido maleável. de classes 150 e 300. com rosca NPT para tubulação;
ABNT NBR 6943 – Conexões de ferro fundido maleável, com rosca ABNT NBR NM ISO 7-1, para tubulações;
ABNT NBR 7674 – Junta elástica para tubos e conexões de ferro fundido dúctil;
ABNT NBR 7675 – Tubos e conexões de ferro dúctil e acessórios para sistemas de adução e distribuição de água – Requisitos;
ABNT NBR 9442 – Materiais de construção – Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante;
ABNT NBR 11720 – Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar -Requisitos;
ABNT NBR 12912 – Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização;
ABNT NBR 13206 – Tubo de cobre leve, médio e pesado, sem costura, para condução de fluidos -Requisitos;
ABNT NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio;
ABNT NBR 13792 – Proteção contra incêndio, por sistema de chuveiros automáticos, para áreas de armazenamento em geral – Procedimento;
ABNT NBR 15345 – Instalação predial de tubos e conexões de cobre e ligas de cobre – Procedimento;
ABNT NBR 15489 – Soldas e fluxos para união de tubos e conexões de cobre e ligas de cobre -Especificação;
ABNT NBR 15647 – Tubos e conexões de poli(cloreto de vinila) clorado (CPVC) para sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos – Requisitos e métodos de ensaio;
ABNT NBR 15648 – Tubos e conexões de poli (cloreto de vinila) clorado (CPVC) para sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos – Procedimentos de instalação;
ABNT NBR 15561 – Tubulação de polietileno PE 80 e PE 100 para transporte de água e pressão – Requisitos;
ABNT NBR 15593 – Sistemas enterrados para distribuição e adução de água e transporte sob pressão – Requisitos para conexões soldáveis de polietileno PE 80 e PE 100;
ABNT NBR 16400 – Chuveiros automáticos para controle e supressão de incêndios – Especificações e métodos de ensaio;
ABNT NBR 16704 – Conjuntos de bombas estacionárias para sistemas automáticos de proteção contra incêndios – Requisitos;
ABNT NBR 17240 – Sistemas de detecção e alarme de incêndio- Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR NM ISO 7-1 – Rosca para tubos onde a junta de vedação sob pressão é feita pela rosca -Parte 1: Dimensões, tolerâncias e designação;
ISO 1182 – Testes de reação ao fogo para produtos – Teste de não combustibilidade;
ISO 2531 – Tubos de ferro dúctil, conexões, acessórios e suas juntas para aplicações de água;
ISO 6182-12 -Proteção contra incêndio – Sistemas automáticos de sprinklers – Parte 12: Requisitos e métodos de teste para componentes de extremidade ranhurada para sistemas de tubos de aço;
C 606 – Padrão AWWA Para Juntas Ranhuradas E Com Ombro;
ASME 816.9 – Acessórios de solda de topo forjados feitos de fábrica;
AWS B2.1 – Especificação Para Procedimento De Soldagem E Qualificação De Desempenho;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo. 
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Carga Horária

Curso Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais: Curso Sistemas de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos NBR 10897:

Dilúvio: sistema automático de chuveiros que utiliza chuveiros abertos acoplados a uma tubulação conectada a uma fonte de abastecimento de água por urna válvula de dilúvio. Esta válvula é aberta pela operação de um sistema de detecção instalado na mesma área dos chuveiros. Com a abertura da válvula ocorre a entrada de água na tubulação, sendo descarregada por todos os chuveiros simultaneamente
Grelha: sistema de chuveiros automáticos no qual as tubulações subgerais são conectadas a ramais múltiplos. Um chuveiro em operação recebe água pelas duas extremidades do ramal, enquanto outros ramais auxiliam a transportar água entre as tubulações subgerais.
Sistema calculado por tabela: sistema de chuveiros automáticos cujos diâmetros de tubulação são selecionados em tabelas preparadas conforme a classificação da ocupação e no qual um dado número de chuveiros automáticos pode ser alimentado por diâmetros específicos de tubulação.
Sistema projetado por cálculo hidráulico: sistema de chuveiros automáticos no qual os diâmetros de tubulação são selecionados com base na perda de carga. de modo a fornecer a densidade de descarga de água necessária ou a pressão mínima de descarga ou vazão por chuveiro automático exigida. distribuída com um grau razoável de uniformidade sobre uma área especifica.
Tubo molhado: sistema de chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contenha água e conectada a uma fonte de abastecimento, de maneira que a água seja descarregada imediatamente pelos chuveiros automáticos, quando abertos pelo calor de um incêndio.
Tubo seco: sistema de chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contenha ar ou nitrogênio sob pressão. A partir da abertura de um chuveiro, a pressão de água abre uma válvula, conhecida como válvula para sistema seco, deixando a água entrar na tubulação para controle do incêndio, sendo descarregada pelos chuveiros abertos.
Pé-direito: altura livre de um andar de um edifício, medida do piso à parte inferior do teto (ou telhado)
Pressão de trabalho do sistema: máxima pressão estática (sem vazão) ou dinâmica esperada, que é aplicada aos componentes do sistema, excetuando-se surtos de sobre pressão esporádica.
Responsável técnico: pessoa física ou jurídica responsável, legalmente habilitada. que goza da prerrogativa legal de prestar serviços especializados de execução, projeto e manutenção da instalação do sistema de proteção contra incêndio de uma edificação.
Sensibilidade térmica: medida da velocidade de operação de um elemento termos sensível, na maneira como instalado em um chuveiro automático especifico. Uma medida da sensibilidade térmica é o índice de tempo de resposta (ITR) medido sob condições padronizadas de ensaio.
Sistemas de chuveiros automáticos: sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água para fins de proteção contra incêndio. A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste em uma rede de tubulações dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico, instalada em edifícios, estruturas ou áreas, normalmente junto ao teto. à qual são conectados chuveiros automáticos segundo um padrão regular, alimentado por uma tubulação que abastece o sistema, provida de uma válvula de controle e dispositivo de alarme. O sistema é ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio.
Ocupações de risco leve: São compreendidas as ocupações ou parte das ocupações onde a quantidade e/ou a combustibilidade do conteúdo (carga incêndio) for baixa, tendendo á moderada, e onde for esperada uma taxa de liberação de calor de baixa a média.
Ocupações de risco ordinário: Grupo 1: São compreendidas as ocupações ou parte de ocupações onde a combustibilidade do conteúdo for baixa e a quantidade de materiais combustíveis for moderada. São esperados incêndios com moderada taxa de liberação de calor. Grupo II: São compreendidas as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade do conteúdo forem de moderada a alta. São esperados incêndios com alta taxa de liberação de calor.
Ocupações de risco extra ou extraordinário: Grupo I: São compreendidas as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade do conteúdo forem muito altas. podendo haver a presença de pós e outros materiais que provocam incêndios de rápido desenvolvimento, produzindo alta taxa de liberação de calor. Neste grupo, as ocupações não podem possuir líquidos combustíveis e inflamáveis. Grupo II: Compreendem as ocupações com moderada ou substancial quantidade de líquidos combustíveis ou inflamáveis.
Áreas de armazenamento: Qualquer tipo de armazenamento, mesmo transitório, e de qualquer altura, deve ser protegido.
Materiais e componentes: Os componentes do sistema devem estar em conformidade com as Normas Brasileiras aplicáveis ou, na falta destas, com as normas internacionalmente reconhecidas. Recomenda-se que os componentes dos sistemas de chuveiros automáticos sejam avaliados com relação à conformidade dos requisitos estabelecidos nas Normas Brasileiras aplicáveis. Os componentes do sistema devem estar classificados para a máxima pressão de trabalho à qual são empregados. porém nunca inferior a 1 200 kPa. Os trechos aparentes da instalação do sistema de chuveiros automáticos devem ser identificados com a cor vermelho-segurança. Opcionalmente, a tubulação pode ser identificada com anéis pintados em vermelho, com 0,20 m de largura, a cada 5 m de distância. Sistemas com tubulações aparentes de CPVC não necessitam de pintura vermelha para identificação. Para efeito de aplicação desta norma, combustibilidade limitada serão os materiais de construção. incluindo revestimentos, forros. coberturas. subcobertura e isolantes termo acústicos, que não atendem à definição de material incombustível e atendem ao descrito em a) ou b). Quando as características de combustibilidade limitada puderem ser comprometidas em função do tempo de uso do material ou da variação cíclica de seu conteúdo de umidade em razão das variações da umidade do ar, não podem ser considerados como sendo de combustibilidade limitada: materiais que tenham substrato composto por material incombustível e espessura máxima de 3.2 mm, com índice de propagação superficial de chama, determinado, menor ou igual a 50; materiais, na forma e espessura utilizadas. que não atendam ao descrito em a) e que apresentem índice de propagação superficial de chama até 25. Determinado, nem evidência de combustão progressiva continua.

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