Curso PPR Programa Prot. Respiratória Supervisor

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Nome Técnico: Curso Capacitação PPR Programa Proteção Respiratória - Nível Supervisor 16 horas

Cód: 10311

Curso PPR Programa Prot. Respiratória Supervisor
O Curso PPR Programa Prot. Respiratória Supervisor tem como objetivo a capacitação do colaborador para a execução das funções como Supervisor de PPR, o supervisor é aquele que tem a responsabilidade de acompanhar a realização do trabalho de uma ou mais pessoas que necessitam usar respirador, visando a segurança e saúde da equipe.

O que é Programa Proteção Respiratória (PPR)?
O Programa de Proteção Respiratória (PPR) é o conjunto de medidas de segurança implementadas para proteger a saúde do trabalhador contra a exposição aos riscos químicos e biológicos existentes no local de trabalho.
O intuito do programa é controlar as doenças ocupacionais causadas pela inalação das impurezas do ar que são prejudiciais à saúde como poeiras, névoas, fumos, vapores e gases químicos.

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Conteúdo Programático

Curso PPR Programa Prot. Respiratória Supervisor
Conhecimentos básicos sobre práticas de proteção respiratória;
Natureza e extensão dos riscos respiratórios a que as pessoas que estão sob sua supervisão poderão ficar expostas;
Reconhecimento e resolução dos problemas decorrentes do uso de respiradores;
Princípios e critérios de seleção de respiradores usados pelas pessoas que estão sob sua supervisão;
Treinamento de usuários de respiradores;
Verificação de vedação, ensaio de vedação e distribuição dos respiradores;
Inspeção de respiradores;
Uso e monitoramento do uso de respiradores;
Manutenção e guarda dos respiradores;
Regulamentos e legislação relativos ao uso dos respiradores;
Conscientização sobre a importância em Conhecer o Manual de Instrução do produto;
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
NR – 15 – Atividades e Operações Insalubres;
ABNT NBR 12543 – Equipamentos de proteção respiratória – Classificação;
ABNT NBR 13694 – Equipamentos de proteção respiratória – Peças semifacial e um quarto facial;
ABNT NBR 13695 – Equipamentos de proteção respiratória – Peça facial inteira;
ABNT NBR 13696 – Equipamento de proteção respiratória – Filtros químicos e combinados;
ABNT NBR 13697 – Equipamento de proteção respiratória — Filtros para partículas;
ABNT NBR 13698 – Equipamento de proteção respiratória — Peça semifacial filtrante para partículas;
ABNT NBR 13716 – Equipamento de proteção respiratória – Máscara autônoma de ar comprimido com circuito aberto;
ABNT NBR 14372 – Equipamentos de proteção respiratória – Respirador de linha de ar comprimido para uso com peça facial inteira ou semifacial;
ABNT NBR 14749 – Equipamento de proteção respiratória – Respirador de adução de ar – Respirador de linha de ar comprimido com capuz;
ABNT NBR 14750 – Equipamento de proteção respiratório – Respirador de linha de ar comprimido com capuz, para uso em operações de jateamento – Especificação;
ABNT NBR ISO 16972 – Equipamentos de proteção respiratória — Termos, definições, símbolos gráficos e unidades de medida;

OHSAS 18001;
OSHA 1910.134;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Curso PPR Programa Prot. Respiratória Supervisor

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso PPR Programa Prot. Respiratória Supervisor

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso PPR Programa Prot. Respiratória Supervisor:

INTRODUÇÃO
A responsabilidade e a autoridade pelo programa de proteção respiratória devem ser atribuídas a uma só pessoa. É preferível que seja da área de Higiene Ocupacional da própria empresa, da Medicina do Trabalho ou do departamento de Engenharia de Segurança. Nas empresas em que essas áreas ou departamentos não existem, o administrador do programa pode ser uma pessoa qualificada responsável pela supervisão da fábrica.

QUALIFICAÇÕES
Para assumir as responsabilidades da administração do programa, a pessoa deve ter conhecimentos de proteção respiratória, bem como conhecer e estar atualizada no que se refere às publicações e aos regulamentos legais vigentes.

REPONSABILIDADES
As responsabilidades do administrador do programa devem incluir:
Preparação dos procedimentos operacionais escritos;
Edições, estimativas ou informações atualizadas sobre a concentração do contaminante na área de trabalho, antes de ser feita a seleção do respirador, e periodicamente durante o uso de respiradores, com a finalidade de garantir que o respirador apropriado está sendo usado;
Seleção do tipo ou classe de respirador apropriado que proporcione proteção adequada para cada contaminante presente ou em potencial;
Manutenção de registros e procedimentos escritos, de tal maneira que o programa fique documentado e permita uma avaliação da sua eficácia;
Avaliação da eficácia do programa.

O programa, por mais abrangente que seja, terá pouco valor se não for mantido e executado conforme planejado, Portanto, além de ter acompanhado o seu desenvolvimento, ele deve ser avaliado periodicamente para verificar se:
Os procedimentos contidos no programa atendem aos requisitos dos regulamentos legais vigentes aplicáveis e os padrões aceitáveis da indústria;
O programa executado reflete os procedimentos operacionais escritos.

Para ser objetiva, a avaliação do PPR deve ser realizada por pessoa conhecedora do assunto, não ligada ao programa nem ao seu administrador.
A lista de pontos a serem verificados deve ser preparada e atualizada, quando necessário, e deve abranger as seguintes áreas:
Administração do programa;
Treinamento;
Avaliação médica
Ensaios de vedação;
Avaliação da exposição;
Seleção e distribuição do respirador;
Monitoramento do uso;
Limpeza, manutenção e inspeção;
Fontes de ar respirável;
Guarda dos respiradores;
Procedimentos para emergência;
Problemas especiais.
A avaliação médica, quando realizada, pode incluir ensaios biológicos conduzidos periodicamente para verificar se o usuário do respirador está protegido adequadamente.
Os requisitos de um programa de avaliação médica devem ser determinados por um médico da área de Saúde Ocupacional.
As falhas ou deficiências detectadas durante a avaliação do PPR deve ser corrigidas.
A situação encontrada durante a avaliação do PPR deve ser documentada, inclusive os planos para correção das falhas observadas, bem como os prazos para sua correção.

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ESCRITOS
O administrador do programa deve estabelecer procedimentos operacionais para o uso correto dos respiradores em situações de rotina e de emergência. Cópias destes procedimentos devem estar disponíveis para que os usuários as possam ler. O administrador deve ler e revisar os procedimentos periodicamente, se necessário.

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ESCRITOS PARA O USO ROTINEIRO DE RESPIRADORES
Os procedimentos operacionais devem ser escritos e cobrir o programa completo de uso de respiradores para proteção respiratória.
Deve incluir, no mínimo:
Política da empresa na área de proteção respiratória;
Seleção;
Ensaios de vedação;
Treinamento dos usuários;
Distribuição dos respiradores;
Limpeza, inspeção, higienização, guarda e manutenção;
Monitoramento do uso;
Monitoramento do risco.

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ESCRITOS PARA O USO EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA E DE SALVAMENTO
Embora não seja possível prever todas as situações de emergência e de salvamento para cada tipo de operação industrial, podem-se prever muitas condições nas quais será necessário o uso de respiradores. A análise cuidadosa dos riscos potenciais devidos a enganos na condução do processo industrial ou a defeitos ou falhas no funcionamento permite a escolha de respiradores apropriados para uma situação concreta.
Os procedimentos escritos para emergência ou salvamento devem:
Definir os prováveis respiradores a serem usados, considerando os materiais e as substâncias utilizados, os equipamentos, a área de trabalho, o processo e as pessoas envolvidas em cada operação;
Com base nesta análise preliminar, verificar se os respiradores disponíveis podem proporcionar a proteção adequada quando os usuários necessitarem de entrar na área potencialmente perigosa. Existem situações que podem impedir usuários de respiradores de entrar em uma atmosfera IPVS (por exemplo, ambientes onde haja o risco potencial de atmosferas inflamáveis ou explosivas).
Selecionar os respiradores apropriados e distribuí-los em quantidade adequada para uso nas situações de emergência ou salvamento;
Indicar como esses respiradores devem ser mantidos, inspecionados e guardados de modo que sejam acessíveis e estejam em condições de uso imediato, quando necessário.
Os procedimentos devem ser revistos por pessoa que esteja familiarizada com o processo em particular ou com a operação. Deve-se levar em conta as ocorrências passadas que exigiram o uso de respiradores para situações de emergência e de salvamento e as conseqüências que resultaram do seu uso. Devem ser levadas em consideração as possíveis conseqüências provocadas por falhas eventuais dos respiradores, falta de energia, ocorrência de reações químicas não controláveis, fogo, explosão, falhas humanas e os riscos potenciais que podem resultar do uso desses respiradores.

SELEÇÃO, LIMITAÇÕES E USO DE RESPIRADORES
FATORES QUE INFLUEM NA SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR
Atividade do usuário
Na seleção de um respirador deve ser considerada a atividade do usuário e a sua localização na área de risco. Por exemplo: se permanece continuamente ou não na área de risco durante o turno de trabalho, se o trabalho é leve, médio ou pesado. Em casos de extremo esforço, a autonomia de uma máscara autônoma fica reduzida pela metade, ou mais.

Condições de uso do respirador:
É importante, na seleção, atentar para o tempo durante o qual ele deve estar sendo usado. Cada tipo de respirador tem as características que o tornam apropriado para uso rotineiro, não rotineiro, emergências ou resgate.

Localização da área de risco:
Na seleção deve-se levar em conta a localização da área de risco relativamente a áreas seguras que tenham ar respirável. Isso permite planejar a fuga na ocorrência de uma emergência, a entrada de pessoas para a realização dos serviços de manutenção ou reparos ou para as operações de resgate.
Características e limitações dos respiradores
Também devem ser consideradas as características físicas e funcionais dos respiradores, bem como as suas limitações.

Características da tarefa:
As condições do ambiente e o nível de esforço exigido do usuário de um respirador podem reduzir drasticamente a vida útil do respirador. Por exemplo, em casos de extremo esforço, a autonomia de uma máscara autônoma fica reduzida pela metade, ou mais.

SELEÇÃO DE RESPIRADORES PARA USO ROTINEIRO
Uso de respiradores aprovados
Devem ser usados somente respiradores aprovados, isto é, com Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Qualquer modificação, mesmo que pequena, pode afetar de modo significativo o desempenho do respirador e invalidar a sua aprovação.
A seleção de um respirador exige o conhecimento de cada operação, para determinar os riscos que possam estar presentes e, assim, selecionar o tipo ou a classe de respirador que proporcione proteção adequada.
Etapas para identificação do risco
A natureza do risco respiratório deve ser determinada do seguinte modo:
Determinar os contaminantes que podem estar presentes no ambiente de trabalho;
Verificar se existe limite de tolerância, ou qualquer outro limite de exposição, ou estimar a toxidez dos contaminantes.
Verificar se existem regulamentos ou legislação específica para os contaminantes (exs.: asbesto, sílica, etc.). Se existir, a seleção do respirador dependerá dessas indicações;
Se existir risco provável de deficiência de oxigênio, medir o teor de oxigênio no ambiente;
Medir ou estimar a concentração dos contaminantes no ambiente;
Determinar o estado físico do contaminante. Verificar se a pressão de vapor da partícula é significativa na máxima temperatura prevista no ambiente de trabalho;
Verificar se o contaminante presente é absorvido pela pele, produz sensibilização da pele, se é irritante ou corrosivo para os olhos ou a pele;
Se o contaminante é vapor ou gás, verificar se é conhecido o limiar de odor, de paladar ou de irritação da pele.

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