Curso Operador Cesto Aéreo Acoplado NR 12, Curso Cesto Acoplado NR 12, Treinamento Operador Cesto Acoplado NR 12, O Que É Curso Cesto Acoplado?

Treinamento Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12

Nome Técnico: Curso Capacitação NR 12 Segurança na Operação de Cesto Aéreo Acoplado

Referência: 13541

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12

O objetivo do Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12 é capacitar trabalhadores para operar com segurança o Cesto Aéreo Acoplado, atentando-se a todos os detalhes como preparar o local antes da execução do serviço e realizar o serviço com paciência e segurança.

O que é Cesto Aéreo Acoplado? O cesto acoplado é uma caçamba ou plataforma acoplada a um guindaste veicular para elevação de pessoas e execução de trabalho em altura, com ou sem isolamento elétrico, podendo também elevar material de apoio indispensável para realização do serviço.

Escolha Seu Plano

100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company DDD 11

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

Nossa Sede ou In Company DDD 11

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

EAD (Ensino a Distância)

40 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Imperdível!

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Preços Especiais

para Empresas/Turmas

Consulte

Conteúdo Programático

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12

Conscientização da Importância do Manual de Instruções;
Equipamento de Proteção Individual – EPI;
Equipamento de Proteção Coletiva – EPC;
Funcionalidade básica do Equipamento;
Inspeção visual;
Checklist;
Instruções de segurança;
Características técnicas do equipamento;
Sistema básico de operação;
Posicionamento e patolamento do equipamento;
Sistema de operação com segurança;
Interpretação do gráfico de carga;
Cálculo da carga e do momento do guindaste;
Trabalhos inadequados e proibidos com o guindaste;
Dispositivos de segurança e suas finalidades;
Sistema de giro – movimentação diária;
Aplicação;
Definições;
Situações impeditivas ao uso do cesto acoplado em guindauto;
Condições mínimas de segurança exigidas para a utilização do cesto;
Plano de movimentação de carga;
Análise dos riscos da área e do material a ser manipulado;
Acoplado em guindauto;
Tarefas liberadas para serem executadas com o auxílio do cesto acoplado em guindauto em redes desenergizadas;
Tarefas liberadas para serem executadas por eletricistas;
Autorizados com o auxílio do cesto acoplado em guindauto em redes de baixa tensão energizadas;
Tarefas liberadas para serem executadas por eletricistas;
Autorizados com auxílio do cesto aéreo acoplado em guindauto em redes de média tensão energizadas;
Controle de revisões;
Noções de Manutenção e conservação do equipamento;
Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 35 – Trabalho em Altura;
NR 17 – Ergonomia;
ABNT NBR 16601 – Ensaio não destrutivo – Emissão acústica – Procedimento para ensaios em guindastes articulados hidráulicos com ou sem cesto acoplado;
ABNT NBR 16593 – Ensaio não destrutivo – Emissão acústica – Procedimento para ensaio em cestas aéreas isoladas e não isoladas.
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Rescue Cursos

Nossos Cursos são completos e dinâmicos

Reproduzir vídeo

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

Saiba mais: Curso Operador Cesto Acoplado NR 12
CESTO ACOPLADO: Caçamba ou plataforma acoplada a um guindaste veicular para elevação de pessoas e execução de trabalho em altura, com ou sem isolamento elétrico, podendo também elevar material de apoio indispensável para realização do serviço.

CESTOS ACOPLADOS

3.1 Os cestos acoplados devem dispor de:
a) ancoragem para cinto de segurança tipo paraquedista, conforme projeto e sinalização do fabricante;
b) todos os controles claramente identificados quanto a suas funções e protegidos contra uso inadvertido e acidental;
c) controles para movimentação da caçamba na parte superior e na parte inferior, que voltem para a posição neutra quando liberados pelo operador;
d) dispositivo ou sistema de segurança que impeça a atuação inadvertida dos controles superiores;
e) controles superiores na caçamba ou ao seu lado e prontamente acessíveis ao operador;
f) controles inferiores prontamente acessíveis e dotados de um meio de prevalecer sobre o controle superior de movimentação da caçamba;
g) dispositivo de parada de emergência nos comandos superior e inferior, devendo manter-se funcionais em ambos os casos;
h) válvulas de retenção nos cilindros hidráulicos das sapatas estabilizadoras, e válvulas de retenção e contrabalanço ou holding nos cilindros hidráulicos do braço móvel, a fim de evitar movimentos indesejáveis em caso de perda de pressão no sistema hidráulico;
i) controles dos estabilizadores protegidos contra o uso inadvertido, que retornem à posição neutra quando soltos pelo operador, localizados na base do guindaste, de modo que o operador possa ver os estabilizadores movimentando;
j) válvula ou chave seletora, junto ao comando dos estabilizadores, que numa posição bloqueie a operação dos estabilizadores e na outra posição, os comandos de movimentação do equipamento de guindar;
k) sistema que impeça a operação das sapatas estabilizadoras sem o prévio recolhimento do braço móvel para uma posição segura de transporte;
l) sistema de operação de emergência que permita a movimentação dos braços e rotação da torre em caso de pane, exceto no caso previsto na alínea “m”;
m) recurso para operação de emergência que permita a movimentação dos braços e rotação da torre em caso de ruptura de mangueiras hidráulicas;
n) sistema estabilizador, com indicador de inclinação instalado junto aos comandos dos estabilizadores, em ambos os lados, para mostrar se o equipamento está posicionado dentro dos limites de inclinação permitidos pelo fabricante;
o) sistema limitador de momento de carga que, quando alcançado o limite do momento de carga, emita um alerta visual e sonoro automaticamente e impeça o movimento de cargas acima da capacidade máxima do guindaste, bem como bloqueie as funções que aumentem o momento de carga.
p) ponto para aterramento no equipamento de guindar;
q) sistema mecânico e/ou hidráulico, ativo e automático, que promova o nivelamento do cesto, evite seu basculamento e assegure que o nível do cesto não oscile além de 5 graus em relação ao plano horizontal durante os movimentos do braço móvel ao qual o cesto está acoplado.

3.2 A caçamba ou plataforma deve ser dimensionada para suportar e acomodar o(s) operador(es) e as ferramentas indispensáveis para realização do serviço.

3.2.1 As caçambas fabricadas em material não condutivo devem atender às dimensões do Anexo “C” da norma ABNT NBR 16092:2012.

3.2.2 Plataformas metálicas (condutivas):

a) devem possuir sistema de proteção contra quedas com no mínimo 990 mm de altura e demais requisitos dos itens 12.70, alíneas “a”, “b”, “d” e “e”, 12.71, 12.71.1 e 12.73, alíneas “a”, “b” e “c” desta Norma Regulamentadora;
a) quando o acesso à plataforma for por meio de portão, não pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impeça a abertura acidental;
b) possuir o piso com superfície antiderrapante e sistema de drenagem cujas aberturas não permitam a passagem de uma esfera com diâmetro de 15 mm;
c) possuir degrau, com superfície antiderrapante, para facilitar a entrada do operador quando a altura entre o nível de acesso à plataforma e o piso em que ele se encontra for superior a 0,55 m;
d) possuir borda com cantos arredondados.

3.3 Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões iguais ou superiores a 1.000V, a caçamba e o equipamento de guindar devem possuir isolamento, garantido o grau de isolamento, categorias A, B ou C, conforme norma ABNT NBR 16092:2012, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10.

3.4 Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões inferiores a 1.000V, a caçamba deve possuir isolação própria e ser equipada com cuba isolante (liner), garantindo assim o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10.

3.5 Para serviços em proximidade de linhas, redes e instalações energizadas ou com possibilidade de energização acidental, em que o trabalhador possa entrar na zona controlada com uma parte do seu corpo ou com extensões condutoras, o equipamento também deve possuir o grau de isolamento adequado, observando-se que:

a) caso o trabalho seja realizado próximo a tensões superiores a 1.000 V, a caçamba e o equipamento de guindar devem ser isolados, conforme previsto no item 3.3 deste anexo;
b) caso o trabalho seja próximo a tensões igual ou inferiores a 1.000 V, a caçamba deve garantir o isolamento, conforme previsto no item 3.4 deste anexo.
c) devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10.

3.6 O posto de trabalho do equipamento de guindar, junto aos comandos inferiores, não deve permitir que o operador tenha contato com o solo na execução de serviços em proximidade de energia elétrica.

3.6.1 O posto de trabalho deve ser fixado na parte inferior do equipamento de guindar ou no chassi do veículo.

3.7 Os equipamentos de guindar que possuam mais de um conjunto de controle inferior devem possuir meios para evitar a operação involuntária dos controles, enquanto um dos controles estiver sendo operado.

3.8 Em cestos acoplados com duas caçambas, os controles superiores devem estar posicionados ao alcance dos operadores, sem que haja a necessidade de desengatar seu cinto de segurança.

3.9 Os controles inferiores do guindaste não devem ser operados com trabalhadores na caçamba, exceto em situações de emergência ou quando a operação ou atividade assim o exigir.

3.10 Quando o acesso da caçamba for por meio de portão, este não pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impeça a abertura acidental.

3.11 O sistema de estabilização deve ser utilizado conforme orientações do fabricante para garantir a estabilidade do conjunto guindaste/cesto.

3.12 O conjunto guindaste/cesto acoplado deve ser ensaiado com carga de 1,5 vezes a capacidade nominal, a ser aplicada no centro da caçamba na sua posição de máximo momento de tombamento, registrado em relatório do ensaio.

3.13 Estabilizadores com extensão lateral devem ser projetados para evitar sua abertura involuntária e devem ter o seu curso máximo limitado por batentes mecânicos ou cilindros hidráulicos projetados para esta função.

3.14 As caçambas dos cestos acoplados devem ter placa de identificação na qual constem, no mínimo, as seguintes informações:
a) razão social e CNPJ do fabricante ou importador;
b) modelo;
c) data de fabricação;
d) capacidade nominal de carga;
e) número de ocupantes;
f) eventuais restrições de uso;
g) grau de isolação elétrica da caçamba, se aplicável.

3.15 As caçambas devem possuir sinalização, atendidos os requisitos desta Norma Regulamentadora, destacando a capacidade de carga nominal, o número de ocupantes e a tensão máxima de uso, quando aplicável.

3.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.

3.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.

3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12. Consulte-nos.

Alerta sobre segurança de cestas aéreas
Criado: 06 Outubro 2017
Especialista afirma que acidentes continuam acontecendo porque normas não são cumpridas.
A realização de ensaios e inspeções regulares em cestas aéreas e guindastes com cesto acoplado é obrigatória, por determinação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O Anexo XII da Norma Regulamentadora nº 12, publicado em dezembro de 2011 por meio da Portaria nº 193, traz essa exigência e outras relacionadas a construção e manutenção desses equipamentos destinados à elevação de pessoas para execução de trabalho em altura.
A obrigatoriedade de ensaios e inspeções foi reforçada em setembro de 2016, com a publicação da revisão do Anexo XII, tendo como principal objetivo reduzir o número de acidentes, que geralmente têm graves consequências. Mas a situação não mudou muito.
“Apesar de passados quase seis anos desde a publicação deste Anexo, o número de acidentes graves gerados por falhas estruturais em equipamentos não parece ter reduzido”, afirma o engenheiro Hélio Domingos R. Carvalho, coordenador da Comissão de Estudos de Cestas Aéreas Isoladas (CE 003:519.006), que atua no âmbito do Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-003). Ele ressalta que os acidentes poderiam ter sido evitados se boas práticas de manutenção, aliadas à realização de ensaios estruturais não destrutivos, já fossem adotadas pelas empresas.
Tanto o Anexo XII da NR 12 como a ABNT NBR 16092:2012 – Cestas aéreas — Especificações e ensaios estabelecem três tipos de inspeções e ensaios que devem ser realizados e as respectivas periodicidades, com a finalidade de identificar defeitos que possam colocar em risco a integridade do equipamento, dos usuários ou de terceiros.
Também os guindastes com cestos acoplados devem ser submetidos a inspeções e ensaios periódicos para garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural. Nesse caso, a norma a ser atendida é a ABNT NBR 14768:2015 – Guindastes – Guindaste articulado hidráulico – Requisitos, que especifica os requisitos mínimos para projeto, cálculo, inspeções e ensaios de guin­dastes articulados hidráulicos, bem como a respectiva instalação sobre veículos ou bases fixas.
“É certo que um acidente estrutural de um equipamento sempre terá algumas causas possíveis, dentre elas, falta de manutenção adequada, fadiga do material, mau uso da máquina ou mesmo outros acidentes menores, muitas vezes, não relatados pelos usuários, que debilitam a estrutura do equipamento”, afirma o engenheiro Hélio Carvalho, que também é membro do Grupo Técnico do Anexo XII da NR 12.
Da mesma forma, como garante o especialista, é certo que a identificação prévia da debilidade estrutural de um equipamento irá minimizar ou eliminar o risco da ocorrência de um acidente grave e, consequentemente, irá reduzir consideravelmente a ocorrência de prejuízos humanos e patrimoniais devido a um acidente e, em casos mais extremos, evitará a perda de vidas.
Hélio Carvalho destaca que os danos e prejuízos gerados a partir de um acidente com uma cesta aérea ou guindaste, especialmente quando há vítimas, já seriam suficientes para justificar a inclusão da realização dos ensaios e inspeções regulares no planejamento de manutenção preventiva das empresas.
“Não bastasse isto, o Anexo XII da NR 12 foi categórico ao incluir em seus itens 2.15 e 3.16 que as cestas aéreas e os guindastes com cesto acoplado devem ser submetidos a inspeções e ensaios previstos nas normas ABNT NBR 16092:2012 e ABNT NBR 14768:2015, respectivamente”, comenta o engenheiro. Ele reitera que a medida torna obrigatória a realização periódica dos ensaios e inspeções previstos nos itens das normas, dentre eles, inspeções visuais, funcionais, aplicação de carga, tensão aplicada e ensaios não destrutivos e, em destaque, o ensaio de emissão acústica.
Especificamente sobre o ensaio de emissão acústica, o engenheiro observa que o Brasil já dispõe de normalização própria recentemente elaborada no âmbito da ABNT. As normas são as seguintes:
ABNT NBR 16601:2017 – Ensaio não destrutivo – Emissão acústica – Procedimento para ensaios em guindastes articulados hidráulicos com ou sem cesto acoplado;

ABNT NBR 16593:2017 – Ensaio não destrutivo – Emissão acústica – Procedimento para ensaio em cestas aéreas isoladas e não isoladas.
O engenheiro adverte que a não realização dos ensaios e inspeções regulares e a falta do seu devido registro em relatório elaborado e assinado por pessoa qualificada e certificada poderá resultar na autuação e, em casos mais extremos, na interdição dos equipamentos pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.
A questão se torna mais delicada ainda no caso da ocorrência de um acidente com equipamento que não tenha sido submetido aos ensaios e inspeções regulares. “As consequências de um acidente com vítimas em equipamentos nesta situação serão certamente terríveis, seja no campo humano, administrativo e ainda diante do Ministério Público”, conclui Hélio Carvalho.
Sobre a ABNT
A ABNT é o Foro Nacional de Normalização, por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo Governo Federal por meio de diversos instrumentos legais. É responsável pela gestão do processo de elaboração das Normas Brasileiras (NBR), destinadas aos mais diversos setores. A ABNT participa da normalização regional na Associação Mercosul de Normalização (AMN) e na Comissão Pan-Americana de Normas Técnicas (Copant) e da normalização internacional na International Organization for Standardization (ISO) e na International Electrotechnical Commission (IEC), influenciando o conteúdo de normas e procurando garantir condições de competitividade aos produtos e serviços brasileiros, além de exercer seu papel social. Além disso, a ABNT também é um Organismo de Avaliação da Conformidade acreditado pelo Inmetro para a certificação de diversos produtos, sistemas e programas ambientais, como o rótulo ecológico e a verificação de inventários de gases de efeito estufa.
Fonte: 

Assessoria de Imprensa
Monalisa Zia/ABNT

Curso Operador de Cesto Aéreo Acoplado NR 12. Consulte-nos.

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos