Treinamento Operação e Emergência com Amônia

Curso Operação e Emergência com Amônia

Curso Capacitação Segurança na Operação e Emergência com Amônia - 24 horas

Cód: 13243

Curso Operação e Emergência com Amônia
O objetivo do Curso Operação e Emergência com Amônia é capacitar colaboradores para ter plenas condições de operar máquinas que utilizam Amônia a fim de evitar ocorrências que possam acarretar em vazamentos.
Este curso também prepara os trabalhadores para saber como agir em caso de emergência e visa principalmente a Saúde e Segurança de todas as pessoas envolvidas nas atividades com Amônia.

De quem é a Responsabilidade do Sistema de Amônia? 
No âmbito da assunção de competência, ser o responsável perante aos órgãos competentes, tais como:
Se não houver a figura do Projetista, responderá perante os órgãos competentes o Responsável pela  pela instalação, seja ele Gerente ou Proprietário.
É também responsabilidade do Projetista orientar a Instaladora, o Proprietário e usuário dos riscos e vantagens; bem como simular condições de acidente na instalação frigorífica no que se refere a segurança pessoal, ambiental e patrimonial.

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Conteúdo Programático

Curso Operação e Emergência com Amônia

Conteúdo Programático:
Sistemas de refrigeração por amônia;
A amônia;
Conscientização da Importância do PCE (Plano de Controle de Emergência);
Interpretação da FISPQ (Ficha de Informações de Produtos Químicos);
Riscos dos sistemas de refrigeração;
Gestão segura de sistemas de refrigeração;
Instalações;
Equipamentos e materiais;
Medidas de proteção;
Aspectos da auditoria fiscal;
Descrição do estabelecimento;
Circuito básico de refrigeração;
Compressor Alternativo e Parafuso;
Condensadores e Evaporadores;
Controle de nível magnético (Bóia);
Fluidos frigorígenos;
Óleo mineral x óleo sintético;
Pressostatos e Termostatos;
Refrigeração com compressão de vapor;
Reservatório de Líquido;
Separador de óleo;
Torre de Resfriamento;
Análise de fluxograma;
Carga de fluido frigorígeno e óleo;
Controlador eletrônico de compressores;
O que fazer em caso de vazamento;
Paralisações prolongadas da instalação;
Preparação do sistema para start-up;
Purga de gases incondensáveis e óleo;
Superaquecimento x Sub-resfriamento;
Teste de vazamento e limpeza do sistema;
Inspeções em áreas críticas;
Descrição do acidente;
Avaliação do Cenário;
Kit’s de Emergência;
Equipamentos de emergências;
Sinalização de Segurança;
Técnicas de contenção;
Noções sobre Primeiros Socorros;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis:.
NBR 16069:2015 Segurança em Sistemas Frigoríficos e suas atualizações;
NBR 11586: 2016 Solução de amônia – Determinação da densidade e do teor de NH3 (amônia) e suas atualizações;
NBR 11330:2014 Solução de amônia – Determinação do teor de resíduos após evaporação e calcinação – Método de ensaio  e suas atualizações;
NR 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados;
NR 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA.

Curso Operação e Emergência com Amônia

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui 

Carga Horária

Curso Operação e Emergência com Amônia

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima =24 horas/aula

Atualização (Reciclagem)
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais sobre Curso Operação e Emergência com Amônia
Norma para Segurança em Sistemas Frigoríficos NR 36
A notícia não é necessariamente recente, mas muitos ainda desconhecem. O Brasil possui, desde 2010, uma norma da ABNT relacionada à segurança e operação em sistemas frigoríficos. Publicada em 20 de abril de 2010, a norma estabelece padrões para a segurança no projeto, construção, instalação e operação de sistemas frigoríficos. Basicamente, essa norma foi influenciada e baseada na norma americana ASHRAE Standard 15:2007.

A NBR 16069:2010 representa um grande avanço na questão da segurança em instalações frigoríficas no país pois padroniza definições e conceitos e traz inúmeras recomendações relacionadas ao tema. O texto da NBR 16069 enaltece a importância do projetista, definindo suas responsabilidades e atribuições como profissional responsável pelo projeto de um novo empreendimento ou reforma, desde sua idealização, desenho, cálculos, definição do fluído, classificação em função da ocupação, construção, passando pela instalação, até a operação do mesmo.
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A norma também descreve exigências gerais e específicas para todas as instalações em um frigorífico, destacando a sala de máquinas, e a questão de sistemas de refrigeração por amônia (NH3), gás extremamente tóxico, porém muito utilizado na indústria de refrigeração por ser considerado um refrigerante de alto desempenho e baixo custo relativo.
Inclusive na questão específica dos riscos e cuidados em operações com amônia, a NBR 16069 destaca no tópico 8.11.2.1 a necessidade de instalação de detectores de amônia principalmente nas salas de máquinas, onde o sistema deve ser capaz de acionar automaticamente alarmes sonoros e luminosos caso a concentração do gás atinja níveis de risco, geralmente superiores ao LT estabelecido pela NR 15 do Ministério do Trabalho.
O documento também destaca e define procedimentos a serem adotados em caso de emergências em salas de máquinas, estabelecendo inclusive os limites de alarme dos detectores de amônia e o acionamento automático de sistemas de ventilação, e eventualmente de evacuação da planta.
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Ocorrências de vazamentos ou de impactos, até mesmo com vítimas, são relativamente comuns e a norma NBR 16069:2010 existe justamente para impedir essas ocorrências.
Vazamento/Derramamento: Estabeleça por escrito um plano de emergência para ações em caso de vazamento da NH3. Realize treinamentos práticos. Imediatamente avisar o pessoal da Segurança, evacue todas as pessoas se necessário, isole a área, remova toda fonte de ignição e providencie ventilação adequada para dispersar o gás. Antes de estancar o derramamento, use água em forma de spray para reduzir a concentração dos gases de amônia em volta do local derramado. Se a Amônia estiver liquefeita, isole os riscos na área e se possível vaporize-a . Neutralização em grandes quantidades de Amônia, muitas vezes não é recomendada, pelo fato de liberação de calor e exposições de pessoas aos riscos.
Previna danos físicos ao tanque, container, tambores etc. Armazene preferencialmente em área coberta, seca, ventilada, piso impermeável e afastado de materiais incompatíveis. Recomenda-se a existência de diques de contenção na área de armazenamento.
Controles de Engenharia (Proteção Coletiva): Para reduzir a possibilidade de risco potencial à saúde, assegure ventilação diluidora suficiente ou existência de exaustão no local para controlar a concentração ambiente a níveis baixos.
Controles Administrativos: Mantenha os locais de trabalho dentro dos padrões de higiene ocupacional e submeta os funcionários expostos ao produto a exames médicos periódicos, enfatizando testes de olhos, pele, trato respiratório.
Conscientize periodicamente os funcionários sobre o manuseio seguro e os riscos que o Amônia Anidra oferece.
Os dados acima dizem respeito ao produto no seu estado puro e estão baseados em nossa experiência e conhecimento atual.
Nas situações onde houver misturas ou combinações, deve-se considerar se estas poderão gerar algum risco.
Recomendamos que sejam considerados além dessas informações, os textos legislativos, administrativos e regulamentares existentes relacionados ao produto, a higiene e a segurança do trabalho.

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