Curso Mantenedor Operador Refrigeração por Amônia

Treinamento Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia

Curso Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia

Curso Capacitação Mantenedor e Operador de Refrigeração Industrial por Amônia

Cód: 18545

Curso Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia
O Curso Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia tem o objetivo de abranger aspectos de segurança e prevenção durante procedimentos operacionais de campo e serviços de manutenção no sistema.
Apresenta procedimentos e recomendações para operações e manutenções seguras em sistema de refrigeração por Amônia a serem aplicados pelas equipes de operação e manutenção do sistema.

Utilizar-se do sistema de Refrigeração por Amônia é eficaz, economiza recursos e, de modo geral, é seguro.
Entretanto, não é possível se prevenir totalmente quanto a possibilidade de vazamentos imprevistos de gases.
Com um sistema moderno de detecção de gases o risco de parada na produção é bastante reduzido pois, alguns segundos fazem muita diferença quando se trata de alarmes, garantindo a segurança e integridade do trabalhador e da corporação.

De quem é a Responsabilidade do Sistema de Amônia? 
No âmbito da assunção de competência, ser o responsável perante aos órgãos competentes, tais como:
Se não houver a figura do Projetista, responderá perante os órgãos competentes o Responsável pela pela instalação, seja ele Gerente ou Proprietário.
É também responsabilidade do Projetista orientar a Instaladora, o Proprietário e usuário dos riscos e vantagens; bem como simular condições de acidente na instalação frigorífica no que se refere a segurança pessoal, ambiental e patrimonial.

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16 Horas - Com Experiência

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Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia:
Conscientização da Importância do Manual de Instrução das Máquinas, Equipamentos e Acessórios;
Responsabilidades do operador do sistema;
Conhecimento básico;
Manutenção preventiva;
Sistemas de proteção;
Equipamentos de Proteção Individual – EPI;
Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC;
Equipamentos auxiliares;
Precauções para manuseio de Amônia;
Operação e manutenção contaminação com água;
Causas da contaminação com água;
Efeitos provocados pela contaminação com água;
Detecção da contaminação com água;
Regeneração da Amônia;
Líquido enclausurado;
Líquido enclausurado em linhas e/ou componentes;
Desaceleração súbita do líquido;
Como elaborar Análise Preliminar de Riscos (A.P.R);
Propulsão de líquido pelo vapor;
Modificações em sistemas existentes;
Recolhimento de Amônia;
Instalação do ponto de espera (Tie-In);
Testes;
Início da operação após a modificação;
Processo de operação e manutenção em instalações de Amônia;
Procedimento adequado e inadequado de drenagem de óleo em vaso de pressão;
Processo de recolhimento de Amônia do reservatório de líquido;
Técnica para inspeção e reparo nos condensadores evaporativos;
Procedimento sobre a manutenção geral do sistema de refrigeração;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados;
NR 13 – Caldeiras, Vaso de Pressão e Tubulação;
NR 15 – Atividades Insalubres;
ABNT NBR 16069 – Segurança em Sistemas Frigoríficos;

ABNT NBR 13598 – Vasos de Pressão para Refrigeração;
ABNT NBR 11586 – Solução de amônia — Determinação da densidade e do teor de NH3;
ABNT NBR 11330 – Solução de amônia – Determinação do teor de resíduos após evaporação e calcinação – Método de ensaio;
ABNT NBR 7500 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais.
ABNT NBR ISO 15859 – Sistemas espaciais – Características do fluído, amostragem e métodos de ensaio – Parte 11: Amônia;

P4.261 – Manual de Orientação para a Elaboração de Estudos de Análise de Riscos – CETESB.

Curso Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia:
Atenção:

EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EAD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui 

Carga Horária

Curso Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais: Curso Mantenedor e Operador de Refrigeração por Amônia
Este capítulo trata da capacitação e das qualificações mínimas necessárias ao operador do sistema e tem como base o Bulleti n R1 – 1983: A Guide to Good Practices for the Operation of an Ammmonia Refrigeration System [1].
Deve-se enfatizar que é essencial um treinamento específico, com programa de reciclagem educacional contínua, para se manter uma equipe de operação capacitada e para garanti a da operação segura do sistema.
Conhecimento básico
Inicialmente, para operação de um sistema de refrigeração por Amônia, é necessário um conhecimento pleno dos fundamentos básicos de refrigeração, incluindo as características do ciclo de compressão à vapor, as relações pressão x temperatura do fluido refrigerante, as funções e características principais dos componentes do sistema de refrigeração e os aspectos envolvendo a sua segurança. Não significa que o operador saiba como projetar um sistema, mas precisa ter conhecimento sufi ciente dos vários aspectos do mesmo, principalmente sobre o sistema no qual ele opera. O Operador deve: Operar o sistema de maneira segura, conforme os requisitos de projeto e dentro das faixas limites de operação normal; Conhecer a função e operação de cada componente do sistema; Entender a operação combinada entre os vários componentes do sistema. O operador deve estar familiarizado com os seguintes componentes e operação:
Compressor
Cada tipo e modelo de compressor (ainda que do mesmo fabricante) possui uma série de limites operacionais. Estes limites (relacionados principalmente a pressões, temperaturas e rotação) definem a faixa de aplicação na qual cada compressor pode operar de maneira segura. Os limites mais importantes são protegidos por controles de segurança, os quais o operador deve estar familiarizado com os pontos de ajuste e função. A seguir, os principais elementos de controle: Baixa pressão de sucção; Alta pressão de descarga; Baixa pressão diferencial de óleo; Alta temperatura de descarga; Baixa temperatura de descarga; Alta temperatura de óleo; Alta corrente do motor elétrico; Outros controles de segurança específicos para cada tipo de compressor.
Válvulas de controle automático
A função básica das válvulas de controle é de regular automat camente a pressão, temperatura, nível ou vazão de injeção de fluido refrigerante nos vários componentes do sistema. É importante saber: O funcionamento da válvula (princípio de operação e condições); Qual a função de regulagem da válvula; Quais os ajustes da válvula e como ajustá-la para determinada condição de operação e controle; O que acontece com o sistema quando a válvula abre ou fecha; O que acontece com o sistema quando a válvula é isolada do restante do sistema ou quando há um “by-pass” manual; O que acontece com a válvula e o sistema quando há uma falha de energia. O que acontece quando a válvula é ré energizada.
Válvulas de bloqueio
Estas válvulas são instaladas no sistema com a função de isolar certos componentes do restante do sistema ou de bloquear/parar o fluxo de fluido refrigerante. Elas podem
RECOMENDAÇÕES SOBRE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO POR AMÔNIA
ser operadas manualmente, ou através de comando elétrico, pneumático e até através de piloto pelo fluido refrigerante pressurizado. É importante saber: Onde cada válvula de bloqueio está localizada no sistema; O que acontece com o sistema quando se abre ou fecha a válvula; Qual a posição normal de operação da válvula (normalmente aberta ou normalmente fechada); Como determinar se a válvula está aberta ou fechada (quando não há uma indicação externa evidente).
Válvulas de alívio de pressão (válvulas de segurança)
As válvulas de alívio de pressão tem a função essencial de evitar que haja rupturas devido à pressão excessiva em vasos de pressão, compressores, trocadores de calor, descargas de bombas de Amônia e em alguns trechos da tubulação. Todas as válvulas de segurança precisam ser inspecionadas periodicamente, conforme os requisitos da legislação. O operador deve saber: A localização das válvulas de alívio de pressão no sistema; O ponto de ajuste correto de cada válvula de alívio de pressão. Cada válvula deve ser distintamente identificada e “tagueada”; Qual componente ou parte do sistema cada válvula foi designada para proteger; Qual ação (condição de desvio de operação) deve ocorrer para que a válvula eventualmente venha a atuar.
Controles elétricos/eletrônicos
O sistema de refrigeração possui vários componentes de controle elétrico ou eletrônico tais como disjuntores, fusíveis, relés, temporizadores, malhas de controle e várias funções de proteção controladas por sistema computadorizados. Muitos deles localizados em um painel elétrico, painel microprocessador ou ainda na tela de um sistema de supervisão e gerenciamento do sistema de refrigeração. É responsabilidade do operador conhecer plenamente: Qual o propósito de cada controle; Qual componente ou parte do sistema cada controle é designado para proteger;
O que fazer em caso de falha de energia; O que acontece com o sistema em um período longo de desligamento; Qual a sequência de operação para desligamento completo do sistema; Qual a sequência de operação para a entrada em funcionamento do sistema; Como aliviar o sistema devido a uma elevação de pressão provocada por uma parada do sistema, durante a uma falha de energia.
3.1.6 Mudanças de temperatura/pressão no sistema
São muitos os fatores que podem afetar as temperaturas e pressões normais de operação do sistema de refrigeração incluindo mal funcionamento mecânico ou elétrico, temperatura ambiente, carga de produto, etc. É importante saber: Quais as condições de projeto e as condições normais de operação do sistema, incluindo temperaturas e pressão de cada regime de operação; Quais as causas e efeitos em caso de mudança de temperatura ou pressão: No lado de baixa pressão do sistema; Na pressão intermediária do sistema (para sistemas de duplo estágio); No lado de alta pressão do sistema. Em caso de desvio operacional, quais ações serão tomadas de modo a restaurar as condições normais de temperatura e pressão nos vários pontos do sistema.
Recolhimento de fluído refrigerante
Um sistema de refrigeração bem projetado inclui a facilidade de se transferir o fluido refrigerante de uma parte para outra do sistema com o propósito de manutenção. Cada operador deve ser bem treinado para realizar operações de recolhimento e transferência em todas as partes do sistema. Além disso deve saber: Qual ação tomar quando houver uma elevação de pressão no sistema; Qual ação tomar em caso de um vazamento não previsto; Como realizar as operações de recolhimento no sistema ou manter vácuo nos diferentes componentes do sistema, para realização de reparos.
RECOMENDAÇÕES SOBRE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO POR AMÔNIA
Manutenção preventiva
Um dos fatores mais importantes para a operação segura do sistema de refrigeração é o conhecimento do operador com relação à manutenção preventiva dos vários componentes do sistema. Cada componente requer uma rotina de inspeção, limpeza ou ajuste interno e possivelmente a substituição. As seguintes operações/ revisões devem ser realizadas periodicamente: Compressores devem ser revisados conforme a periodicidade e requisitos do fabricante; Óleo lubrificante deve ser inspecionado e substituído conforme a periodicidade e requisitos do fabricante do compressor; Filtros devem ser limpos ou substituídos conforme recomendação do fabricante. Caso seja necessário realizar manutenções com maior frequência, pode ser um indicativo de problemas relacionados à qualidade e pureza da Amônia no sistema; Controles de Segurança devem ser inspecionados e testados através de operação manual para garanti r que os mesmos estão funcionando corretamente. Quando em falha, deverão ser substituídos imediatamente; Válvulas de Bloqueio devem ser verificadas quanto à vedação completa através de manobras periódicas de inspeção de cada válvula. O castelo deve estar livre de pintura ou ferrugem e o corpo da válvula livre de vazamento; Válvulas de Controle Automático devem ser verificadas através da sua operação manual. Componentes defeituosos tais como bobinas de solenoides, pilotos e as partes internas (mecânicas) devem ser imediatamente substituídas. Filtros de linha antes das válvulas devem ser limpos, especialmente se for verificado alguma perda de capacidade; Drenos de Óleo devem ser verificados e o excesso de óleo deve ser removido com a frequência necessária. Se houver um aumento da frequência de drenagem de óleo é um sintoma que há arraste excessivo de óleo dos compressores para o sistema;
Válvulas de Expansão devem ser verificadas quanto ao ajuste correto. Em caso de válvulas eletrônicas os sensores de pressão e temperaturas deverão ser calibrados periodicamente; Manômetros e Termômetros de Campo, Sensores Temperatura e Transdutores de Pressão devem possuir um programa de calibração periódico; Visores de Nível devem ser mantidos limpos e desobstruídos. Devem ser protegidos de maneira adequada. Tubos de vidro devem ser evitados e substituídos por visores blindados com proteção externa; Controladores de Nível e Sensores de Nível e Alarmes de Nível devem ser inspecionados e testados através de operação manual para garanti r que os mesmos estão funcionando corretamente. Quando em falha, deverão ser substituídos imediatamente; Bombas de Refrigerante devem ser verificadas quanto ao desempenho através de medições constantes das pressões de sucção e descarga e da corrente dos motores. Devem ser revisadas conforme a periodicidade e requisitos do fabricante; Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva tais como máscaras, luvas, aparelhos autônomos de respiração, lava-olhos, chuveiros e sinalização de emergência devem ser verificados regularmente; Procedimentos de Emergência devem ser frequentemente executados em exercícios simulados e revisados pelo menos a cada 2 anos. Outros itens a serem constantemente inspecionados: Tubulação de Amônia e suportes da tubulação devem ser inspecionados quanto à vibração. O isolamento térmico também deve ser verificado em toda sua extensão quanto a danos ou rompimento da barreira de vapor, condensação ou congelamento no revesti mento externo; Vazamentos . Uma boa instalação de Amônia não deve ter vazamentos.
Caso sejam verificados traços de óleo em conexões flangeadas ou próximo a válvulas se perceber o odor de Amônia, os mesmos devem ser verificados. É importante uma verificação periódica nos vários pontos sujeitos a vazamentos na instalação; Sistemas Hidrônicos devem ser verificados quanto à possibilidade de vazamentos através de análise periódica da qualidade de água se há traços de contaminação com Amônia.
RECOMENDAÇÕES SOBRE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO POR AMÔNIA
Sistemas de proteção
Equipamentos de proteção individual
Todo operador trabalhando na sala de máquinas deve normalmente usar um conjunto de equipamentos para proteção individual, que dependerá da atividade em questão. Tradicionalmente se adotam óculos, botas e capacete na maioria dos casos. Nas operações onde há risco de vazamento de Amônia a proteção respiratória é essencial, e deve incluir pelo menos uma máscara de proteção facial com filtro apropriado. As situações de emergência podem gerar condições bem mais severas que aquelas observadas na operação do dia a dia. Para essas situações, uma brigada de emergência deve assumir o controle da situação, a qual deverá estar munida de equipamentos de proteção individual especiais antes de iniciar qualquer ação corretiva. Em sistemas de refrigeração por Amônia, recomenda-se os seguintes equipamentos de auxílio aos operadores e à brigada de emergência: Capacetes, Óculos, Botas, Capas e Luvas de Neoprene, para proteção corporal contra radiação, respingos, objetos em queda, para todos os operadores e membros da brigada de emergência; Máscaras Panorâmicas , que proporcionam proteção respiratória para atividades operacionais sujeitas a pequenos vazamento de Amônia onde a concentração de Amônia for menor que 500 ppm. Não deve ser uti lizada em locais confinados, onde existam excesso de vapores ou nuvem tóxica. Recomenda-se que cada operador possua sua máscara e seja treinado para utilizá-la.
Os filtros devem ser constantemente verificados e mantidos dentro do prazo de validade; Equipamento de Respiração Autônoma (SCBA) , que proporciona proteção respiratória total numa operação de resgate de pessoas intoxicadas ou controle de situações críticas, principalmente em locais confinados. O cilindro deve ter autonomia mínima de 20 min. Recomenda-se que hajam pelo menos dois equipamentos desses na instalação e que estejam estrategicamente localizados, em abrigos apropriados e em posição de serem rapidamente vesti dos; Roupas de Proteção de Nível “A” (Macacão de PVC ou Borracha Cloro butílica, com Botas e Luvas de Neoprene ou Borracha incorporadas ao macacão), que proporcionam total proteção corporal para os casos onde há necessidade de controlar vazamentos de Amônia líquida ou quando for necessário entrar dentro da nuvem tóxica. Recomenda-se que haja pelo menos um conjunto completo desses na instalação junto com os equipamentos de respiração autônoma. Os operadores da sala de máquinas devem ser treinados na sua utilização pois em caso de grande vazamento, os mesmos deverão utilizá-las para acesso à sala de máquinas para identificação da fonte de vazamento e procedimentos específicos (como o fechamento válvulas) para cessar o vazamento.
Equipamentos de proteção coletiva
Nas operações de resgate de pessoas atingidas por respingos ou jatos de Amônia e/ou intoxicadas pela inalação de vapores, são necessários os seguintes equipamentos: Chuveiro de Emergência e Lava–olhos, que deverão ser instalados próximos às portas de saída da sala de máquinas; Manta para Fogo e Maca, Cobertor, Estojo de Primeiros Socorros e Garrafa de Oxigênio com Máscara a serem mantidos em abrigos apropriados e de fácil acesso à brigada de emergência.
Equipamentos auxiliares
Rádio portátil, para uso constante do coordenador local de emergência do turno, possibilitando uma localização e comunicação rápida entre a portaria da instalação, o coordenador e os vários agentes externos (bombeiros, polícia, etc.); Birutas, com iluminação noturna, instaladas em pontos distintos da instalação, sem as quais não será possível orientar a ação da brigada de emergência e nem decidir pela forma de evacuação durante um escape; Elementos de Sinalização, incluindo: Cones reflexíveis; Rolos de fitas de isolamento reflexivo; Placas de aviso sinalizadoras; Bandeirolas de sinalização;
RECOMENDAÇÕES SOBRE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO POR AMÔNIA
Lanternas à prova de explosão com baterias de longa duração; Megafone à prova de explosão; Ventiladores portáteis; Gerador portátil de emergência; Detectores Eletrônicos de Amônia portáteis. Todos os equipamentos de emergência devem ser frequentemente submeti dos a uma inspeção rigorosa, por uma pessoa tecnicamente qualificada a qual deve relatar sempre que haja a necessidade de manutenção ou substituição.
Precauções para manuseio de Amônia
EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – não substituem condições seguras de trabalho, mas certas operações podem exigir alguma proteção mínima, enquanto que situações de emergência demandarão um alto grau de proteção pessoal. Qualquer pessoa que eventualmente tenha que usar estes equipamentos deve estar totalmente treinada e conhecer suas limitações. A seguir algumas recomendações sobre o uso de EPIs e precauções em operações de manuseio com Amônia: Óculos ampla-visão e luvas, de Neoprene ou borracha, são os equipamentos mínimos a serem usados por qualquer pessoa trabalhando na instalação, em condições normais; Para as operações de drenagem de óleo, purgas, retirada de amostras, deve-¬se proteger o corpo contra respingos e projeções, botas de borracha, luvas e além disso usar máscara panorâmica para proteção respiratória. Em alguns casos será necessário o uso de avental de PVC ou borracha cloro butílica; Use, sempre que for trabalhar com Amônia, máscaras com o filtro apropriado e dentro do prazo de validade; O local de trabalho deverá ter ventilação adequada; Saiba onde se encontram os sistemas de respiração autônoma e como usá-los. No caso de uma emergência, deve-se usar equipamento de respiração autônoma, que proporciona a proteção total necessária numa manobra de resgate ou controle de situações críticas;
Ao mais leve cheiro de Amônia, coloque máscara e procure o vazamento, avisando a manutenção e interditando a área; Evitar que pessoas com doenças na visão e/ou pulmões transitem pela área e muito menos trabalhem neste local; Quando houver Amônia líquida em tubulações ou vasos, esta deverá ser totalmente evaporada antes de qualquer serviço nestes itens, deixando a área livre e demarcada durante a operação.; O supervisor de segurança deverá autorizar os serviços de manutenção mediante uma permissão para trabalho; Manter quaisquer outros compostos gasosos afastados da Amônia, tais como Cloro, GLP, ácidos, etc.

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