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Lubrificação

Curso Lubrificação de Máquinas NR 12

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-12 Segurança na Lubrificação de Máquinas e Equipamentos

Cód: 1510

O Curso Lubrificação Máquinas tem por objetivo instruir como lubrificar com segurança máquinas e equipamentos como, por exemplo, em sistemas de lubrificação centralizada progressivo, onde operam tanto com óleo quanto com graxa e são os mais frequentes.

 O que é Lubrificação?
É uma operação que consiste em introduzir uma substância específica entre superfícies sólidas que estejam em contato entre si e que executam movimentos relativos.
Essa substância específica normalmente se trata de um óleo ou uma graxa que impede o contato direto entre as superfícies sólidas.

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Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso Lubrificação Máquinas

Força de Trabalho da Lubrificação – Apoio, Treinamento e Cultura;
Fundamentos da Lubrificação;
Óleos Básicos: Mineral, Sintético e Vegetal;
Espessantes da Graxa;

Propriedades de Desempenho dos Lubrificantes;
Lubrificantes, Grau Alimentício e Amigáveis ao Meio Ambiente;
Degradação do Lubrificante por Esgotamento de Aditivos, Armazenamento Prolongado e Mistura Incompatível;
Métodos de Aplicação de Graxas Lubrificantes;
Métodos de Aplicação de Óleos Lubrificantes;
Controle de Contaminação;
Instalação de Acessórios em Equipamentos;
Drenagem de Óleos, Flushing e Administração de Tanques;
Lubrificantes Novos;
Armazenamento, Manuseio e Administração de Lubrificantes;
Sala de Lubrificação;
Projeto e Otimização da Manutenção Pró-Ativa com a Lubrificação;
Controle de Vazamentos;
Seleção e Uso de Lubrificantes;
Análise de Óleo na Excelência da Lubrificação;
Medidas de Lubrificação e Análise de Óleo.

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações: 
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR – 17 – Ergonomia;
ABNT NBR 15353 – Óleos e fluidos lubrificantes — Determinação das propriedades de extrema pressão — Método das quatro esferas;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Lubrificação Máquinas

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.
A Legislação e a Segurança em Máquinas;
As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores;
A adoção de sistemas de segurança, em especial nas zonas de operação que apresentem perigo, deve considerar as características técnicas da máquina e do processo de trabalho e as medidas e alternativas técnicas existentes, de modo a atingir o nível necessário de segurança previsto nesta Norma;
Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos;
a) ter categoria de segurança conforme prévia análise de riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes;
b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado;
c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados;
d) instalação de modo que não possam ser neutralizados ou burlados;
e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, de acordo com a categoria de segurança requerida, exceto para dispositivos de segurança exclusivamente mecânicos;
f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem falhas ou situações anormais de trabalho;
Os sistemas de segurança, de acordo com a categoria de segurança requerida, devem exigir rearme, ou reset manual, após a correção da falha ou situação anormal de trabalho que provocou a paralisação da máquina.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais sobre o Curso Lubrificação de Máquinas NR 12:

Deve-se, sempre que possível, evitar a mistura dos diferentes tipos de graxa. Porém, muitas vezes torna-se necessário, e nestes casos é recomendado primeiramente, a substituição de toda a graxa contida no sistema, bombeando-se a nova graxa em grande quantidade, e em seguida, deve-se ajustar os próximos ciclos de lubrificação, para um período de tempo mais curto.
Misturas de graxas relativamente sem inconvenientes são:
Graxas de mesma base de sabão.
Graxas de lítio com graxas a base de cálcio.
Graxas de cálcio com graxas de bentonita.
Misturas de graxas que devem ser evitadas são:
Graxas de sódio com graxas de lítio.
Graxas de sódio com graxas de cálcio.
Graxas de sódio com graxas de alumínio.
Graxas de sódio com graxas de bentonita.
Graxas de alumínio com graxas de bentonita.
• Óleo:
A lubrificação de guias e barramentos de máquinas operatrizes, onde a precisão ou as baixas
velocidades de trabalho, exige um óleo com alta resistência de película (filme) e que elimine o efeito
“stick-slip” (deslize por solavancos).
O óleo ainda deverá possuir:
• Extraordinária capacidade de adesividade.
• Grande capacidade de lubrificação.
• Proteção contra desgaste das superfícies em movimento.
• Proteção contra a corrosão e a ferrugem.
• Boa estabilidade química contra a oxidação.
Normalmente são fornecidos na viscosidade ISO VG 68, para aplicações diversas, sendo que, para
máquinas que trabalham com as guias sob altas pressões é utilizado óleo na viscosidade ISO VG
220.
Desde 01/01/78, os lubrificantes industriais passaram a ser designados em função da viscosidade
cinemática a 40ºC {mm2/s ou centistokes (cSt)}, conforme estabelece o sistema ISO (Internacional
Standards Organization). 
A viscosidade de um óleo é diretamente afetada pela temperatura, na razão inversa, ou seja, quanto
maior for a temperatura menor será a sua viscosidade, e vice e versa.
Esta é uma característica muito importante e deverá ser considerada no projeto de um sistema de
lubrificação centralizada, pois em alguns sistemas, existem limitações de viscosidade máxima e
mínima, na temperatura de trabalho.
País como o Brasil, cujas dimensões equivalem a um continente, devemos sempre ter em mente a
região em que o sistema irá operar.
Por exemplo: Uma determinada máquina foi montada numa região, cuja a temperatura média é
30ºC, sendo equipada com um sistema que possua uma restrição quanto a viscosidade do
lubrificante de 1000 cSt na temperatura de trabalho, e está sendo utilizado um óleo ISO VG 460.
A máquina foi testada e dada como satisfatória, sendo comercializada para uma região cuja a
temperatura média seja 15ºC, onde começou apresentar problemas no funcionamento do sistema de
lubrificação.
O motivo é claro, está na variação da viscosidade do óleo utilizado, vejamos: quando a máquina foi
testada na origem a viscosidade do óleo na temperatura de trabalho era 900 cSt (dentro da
capacidade do sistema), porém no local de operação, esse mesmo óleo teve sua viscosidade alterada
para acima de 3500 cSt na temperatura de trabalho, três vezes e meia a mais que o limite do sistema.
Nesse caso, deveríamos substituir o óleo por outro de viscosidade mais baixa, por exemplo: ISO VG
150, ou promover o seu aquecimento.
(Fonte Manual de Instrução Dropsa)

Saiba mais: Curso Lubrificação de Máquinas NR 12: Consulte-nos.

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