Curso GHS

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Nome Técnico: Curso Capacitação GHS

Cód: 29499

Curso GHS
O curso GHS em conformidade com as normas regulamentadoras e técnicas tem como objetivo capacitar os profissionais que lidam diariamente com produtos químicas, além disso dará aos usuários as informações necessárias para entender a rotulagem do GHS e, portanto, identificar corretamente o produto.

O que é produto químico?
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a segurança na utilização dos produtos químicos no trabalho, a expressão produtos químicos designa os elementos e compostos químicos e respetivas misturas, naturais ou sintéticos, como os obtidos através dos processos de produção.
Os produtos químicos perigosos são classificados em função do tipo e do grau dos riscos físicos e dos riscos que representam para a saúde.
As propriedades perigosas das misturas formadas por dois ou mais produtos químicos são determinadas através de avaliações dos riscos intrínsecos dos produtos químicos que as compõem.

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Conteúdo Programático

Curso GHS

A importância do conhecimento da tarefa;
Análise de posto de trabalho;
Aplicação de sistemas desenvolvidos por especialistas;
Apresentação das 4 partes da NBR 14725;
Avaliação Teórica e Prática;
Bases de dados para busca de informações de substâncias;
Carcinogenicidade;
Certificado de Participação.
Classes de perigo;
Classificação de substâncias e misturas perigosas;
Classificação GHS de misturas;
Classificação GHS de substâncias simples;
Comunicação do perigo;
Conscientização sobre os perigos;
Consequências da Habituação do risco;
Contêineres de produtos perigosos deverão conter símbolos gráficos (pictogramas) para se referir à toxicidade aguda, aos perigos físicos e aos ambientais;
Corrosão/Irritação à pele;
Elaboração da FISPQ conforme NBR 14725;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Estudo de casos;
Exemplos de classificação e rotulagem de produtos químicos;
Exercícios práticos;
Fator medo;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Implementação do GHS no Brasil;
Introdução à gestão segura de produtos químicos e GHS;
Lesões oculares graves/irritação ocular;
Maior proteção aos trabalhadores e ao público em relação aos perigos químicos;
Mutagenicidade em células terminativas;
O GHS deve ser adotado nas atividades de transporte para os perigos físicos, bem como para os perigos agudos e ambientais;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Perigo por aspiração;
Perigos à saúde:
Critérios de Classificação e Rotulagem de acordo com o GHS;
Perigos físicos e Perigos ao meio ambiente;
Plano de ação para implantação do GHS;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Riscos ergonômicos;
Rotulagem de produtos químicos conforme NBR 14725;
Rótulos que tenham as informações centrais harmonizadas sob o GHS (palavras de atenção, símbolos de perigo etc);
Safety Data Sheets (SDS)/FISPQ;
Sensibilização respiratória ou à pele;
Toxicidade à reprodução;
Toxicidade aguda:
Oral, Dérmica e Inalação;
Toxicidade para órgãos-alvo específicos – Exposição única;
Toxicologia para classificação GHS;
Toxidade para órgãos-alvo específicos – Exposição repetida;
Treinamento em saúde e segurança;
Uso seguro de produtos químicos no local de trabalho e no lar;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR – 15 – Atividades e Operações Insalubres;
NR – 26 – Sinalização de Segurança;
ABNT NBR 14725 – Produtos químicos – Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente;
ABNT NBR 14191 – Segurança de máquinas – Redução dos riscos à saúde resultantes de substâncias perigosas emitidas por máquinas;
ABNT NBR 11175 – Incineração de resíduos sólidos perigosos – Padrões de desempenho – Procedimento;
ABNT NBR 11564 – Embalagem de produtos perigosos – Classes 1, 3, 4, 5, 6, 8 e 9 – Requisitos e métodos de ensaio;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Curso GHS

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso GHS

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso GHS:

A produção e a utilização de produtos químicos nos locais de trabalho em todo o mundo, apresenta-se como um dos desafios mais importantes dos programas de proteção no local de trabalho. Os produtos químicos são essenciais para a vida e os seus benefícios são generalizados e amplamente reconhecidos.
Desde os pesticidas, que melhoram a quantidade e a qualidade da produção de 
alimentos, até aos fármacos, que curam as doenças, aos produtos de limpeza, que ajudam a criar condições de vida higiênicas, os produtos químicos são indispensáveis para uma vida saudável e bem estar da vida moderna.
São igualmente uma parte crítica de muitos processos industriais, de desenvolvimento de produtos que são importantes para os padrões de vida mundiais.
Porém, o 
controlo das exposições a estes produtos químicos no local de trabalho, assim como a limitação das emissões para o meio ambiente, continuam a ser alvo dos esforços dos governos, empregadores e trabalhadores.

O principal dilema que se coloca prende-se com o balanço entre os beneficios e os riscos associados à exposição a estes produtos químicos.
O pesticida que é vantajoso para a agricultura, ao 
produzir mais e melhores colheitas, pode ter efeitos adversos na saúde dos trabalhadores envolvidos na sua produção, na sua aplicação nos campos ou na exposição aos seus resíduos.
Os resíduos da produção e da utilização de pesticidas também podem ter efeitos ecológicos adversos, que persistem no meio ambiente durante muitos anos após a sua utilização.
O fármaco que salva a vida de um doente em estado grave pode ser prejudicial para a saúde dos trabalhadores expostos durante a sua produção ou administração.
Os produtos de limpeza que permitem obter condições de higiene adequadas podem afetar negativamente as pessoas que trabalham com esses produtos e que estão expostas a eles diariamente.
Os produtos químicos têm uma grande variedade de efeitos potencialmente adversos, desde os perigos para a saúde, como a carcinogenicidade, aos perigos físicos, como a inflamabilidade, até aos perigos ambientais, sob a forma de contaminação 
generalizada e toxicidade para a vida aquática. Muitos incêndios, explosões e outros desastres resultam do controlo inadequado dos seus perigos físicos.

Ao longo dos anos, a segurança química tem sido uma das áreas que mais evoluiu no domínio da segurança e saúde no trabalho (SST).
Todavia, se bem que nos últimos anos se tenham observado avanços importantes no domínio da regulamentação e da gestão dos produtos químicos e os governos, empregadores e trabalhadores continuem a esforçar-se por minimizar os efeitos negativos da utilização de substâncias perigosas tanto a nível nacional como internacional, esse esforço ainda não é suficiente.
Continuam a ocorrer incidentes graves, ainda com repercussões negativas tanto para a saúde dos seres humanos como para o meio ambiente.
Os trabalhadores que estão diretamente expostos às substâncias perigosas devem ter o direito de trabalhar num ambiente seguro e saudável e de estar devidamente informados, formados e protegidos.

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