Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35

Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35

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Nome Técnico: Curso de Resgate Técnico - 16 horas

Cód: 10260

Curso de Resgate Técnico
O objetivo do curso de resgate técnico em conformidade com as normas regulamentadoras e técnicas é proporcionar aos profissionais de operação a capacitação para atuação como resgatistas durante as atividades em espaço confinado e trabalhos em altura.
O Curso aborda técnicas, aspectos administrativos e legais, o treinamento habilita os empregados a atuarem nos serviços de espaço confinado, em atendimento a Norma Regulamentadora NR-33 e NR-35.
A parte prática proporciona que tenham visão e conhecimento geral de todo o risco e técnicas para resgate e salvamento.
O que é Trabalho em Altura?
Trabalho em altura é toda atividade executada por um profissional acima de dois metros de altura com risco de queda.
O que é Espaço Confinado?
Espaço confinado é todo espaço não projetado para ocupação humana contínua, possuindo locais de entrada e saída com limitações e uma baixa ventilação, dificultando assim a retirada de gases tóxicos e o nível de oxigênio baixo.

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Semipresencial/Reciclagem

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Conteúdo Programático

Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35
Segurança e Norma Específicas;
Etapas de Atendimento;
Avaliação e Preparação;
Procedimento Operacional;
Reavaliação;
Nós, Amarração e Aplicação;
Equipamentos Rígidos e flexíveis;
Fator de Queda e Fator de Choque;
Âncoras e Ancoragens;
Ângulos Críticos;
Cadeia Dinâmica de Segurança;
Transporte e Movimentação de Vítima;
Acondicionamento de Vítima;
Macas rígidas;
Triângulo de resgate (Fraldão);
Macas envelopes;
Imobilizador Mille;
Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35:
Técnicas de Rappel;
Descida com Freio Oito;
Descida com Freio Stop;
Sistema de Redução de Força;
Sistemas 3X1 e 4X1;
Sistema Cavalo;
Sistema em Z;
Movimentação de Vítima (Resgate em Altura);
Movimentação Vertical Descendente;
Movimentação Vertical Ascendente;
Movimentação em Tirolesa;
Resgate em Escada de Marinheiro;
Transporte e Movimentação de Vítima em Espaço Confinado;
Acondicionamento de Vítima em Espaço Confinado;
Uso do KED com Fraldão;
Macas Envelopes;
Imobilizador Mille;
Sistema de comunicação;
Resgate com uso de Sistema de Ar. Respirável;
Sistema de Ar Mandado;
Conjunto autônomo de Ar Respirável;
Manuseio de desencarcerador;
Reconhecimento geral da VR;
Formação de equipe;
Simulado de resgate.
Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 15 – Atividades e Operações Insalubres;
NR – 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;
NR – 35 – Trabalho em Altura;
ABNT NBR 14626 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda deslizante guiado em linha flexível;
ABNT NBR 14627 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda guiado em linha rígida;
ABNT NBR 14628 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda retrátil;
ABNT NBR 14629 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Absorvedor de energia;
ABNT NBR 15834 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Talabarte de segurança;
ABNT NBR 15835 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição;
ABNT NBR 15836 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo para-quedista;
ABNT NBR 15837 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Conectores;
ABNT NBR 16325 – Proteção contra quedas de altura;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem): NR 35 Item 35.3.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35
Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Rescue Cursos

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Saiba Mais: Curso de Resgate Técnico NR 33 e NR 35:

Resgate:
Em caso de acidente, é necessário intervir rapidamente com a técnica mais adequada a cada situação.
Os cenários de resgate podem ser os mais diversos.
Eles dependem do local, da situação em que a vítima se encontra, do tipo de acesso ao local e dos recursos disponíveis.
Seguem diversas situações com as que os resgatistas podem se deparar e sugestões de acesso e resgate possíveis.
Suspensão Inerte:
Após uma queda de altura, a suspensão em um cinturão de segurança, ainda que ela seja de curta duração, pode ocasionar danos fisiológicos graves na vítima.
Em caso de acidente, torna-se necessária uma intervenção rápida do resgatista, utilizando a técnica mais adequada à situação em que a vítima se encontra.
Auto Evacuação:
Em locais onde o acesso principal possa ficar interditado por incêndio ou desabamento, as pessoas devem ter condições de se evacuar rapidamente dos prédios.
Para isso devem ser disponibilizados kits de evacuação que podem ser portáteis ou ser instalados de forma permanente nas estruturas.
Quando não existe uma ancoragem identificada, as vítimas podem utilizar sistemas com ganchos.
Em ambos os casos, os usuários devem ser treinados regularmente, para evitar o pânico quando o evento vir a acontecer.
Resgate ao Local:
Antes de se iniciar um trabalho, a empresa deve estabelecer um Plano de Prevenção de Risco, identificando as possíveis situações de risco.
As proteções podem ser coletivas ou individuais e devem proteger ao trabalhador durante a execução do trabalho.
Os trabalhadores devem estar protegidos contra quedas de altura ou com diferencia de nível.
As proteções podem ser coletivas ou individuais.

Em caso de acidente, a empresa deve ter previsto de antemão os sistemas de resgate para poder acessar a vítima e proceder a sua remoção e evacuação.
Estas soluções se executam a partir de:
Kits de resgate prontos para ser utilizados, adaptados a várias situações e fáceis de utilizar.
Material individual para o trabalhador em altura. Esta solução requer que os operários possuam experiência e treinamento adequados.
Em ambos os casos, os trabalhadores devem ser treinados regularmente para poder agir com rapidez no caso de acidente.
Resgate Técnico:
As equipes de resgate técnico devem ter condições de intervir com rapidez em qualquer situação e escolher a forma de acesso à vítima que seja a mais eficaz e rápida possível, especialmente quando a situação é particularmente difícil ou perigosa.
Seus integrantes devem ser pessoas formadas e treinadas de forma intensiva e devem atuar em qualquer circunstância.
Estes especialistas dominam perfeitamente todas as técnicas de progressão e de retenção com cordas, incluindo situações muito complexas: evacuações por descenso, por ascensão, com tirolesa, etc.

Quando o acesso à vítima é fácil e com possibilidade de usar recursos motorizados, o material de resgate poderá ser transportado com facilidade os equipamentos de resgate.
Nos casos de acesso mais difíceis, podem se utilizar técnicas de acesso por corda desde cima ou desde baixo, com equipamentos mais leves polivalentes.
Outro recurso de acesso é o uso de um helicóptero, em casos em que o acesso a vítima seja muito complicado ou de localização muito afastada.
Evacuação por Descaso:
Por se tratar de um método de mais fácil execução, tem prioridade quando sua realização é possível.
A evacuação das vítimas se realiza para abaixo, ajudada pela ação da gravidade, conforme diferentes técnicas em função das particularidades do local.

Evacuação por Ascensão:
A evacuação para cima às vezes precisa da implementação de técnicas especialmente complexas: subida com guincho resgatador mecânico (por corda ou por cabo de aço), criação de um sistema de redução com polias leves, técnicas de contrapeso, etc.
A evacuação para cima é uma operação coletiva que precisa de uma coordenação perfeita de todos os participantes.

Evacuação Mediante Tirolesa:
Quando a evacuação da vítima é difícil devido às características do local (espaços urbanos, espaços industriais, espaços confinados, barrancos, etc.), ou pela presença de obstáculos, a evacuação se realiza mediante a técnica de tirolesa.
Este sistema complexo somente pode ser utilizado por unidades de resgate especialmente treinadas para garantir a viabilidade do equipamento e a escolha da técnica mais adequada (tirolesa simples duplicada, com corda portadora e corda de backup; sistema teleférico, tirolesas especializadas para movimentar a vítima em qualquer direção e adequação ao terreno, etc.).

Evacuação de Teleféricos:
Em caso de avaria de um teleférico, o responsável da operação deve evacuar aos passageiros conforme um plano de evacuação que especifique como devem ser executadas todas as operações e os recursos humanos e materiais que devem intervir.
Na maioria das vezes, estas operações são executadas por funcionários da própria instalação.
O tempo de evacuação dos passageiros vai depender das condições meteorológicas, do tipo de instalação e da quantidade de passageiros.
Em caso de dificuldade, o responsável pela instalação deverá procurar serviços de resgate organizados (Bombeiros, Defesa civil, etc.).
A evacuação de um teleférico requer a utilização de técnicas específicas de deslocamento por cabo de aço.
Para maior eficiência, estas operações são executadas simultaneamente por várias equipes autônomas, geralmente compostas por duas pessoas (uma em suspensão no cabo para evacuar os passageiros e outra no solo para recebê-los e guiar o deslocamento do companheiro).
Para o sucesso das evacuações é essencial formação e treinamento adequados do pessoal da instalação.

Evacuação por Ascensão:
A evacuação para cima às vezes precisa da implementação de técnicas especialmente complexas: subida com guincho resgatador mecânico (por corda ou por cabo de aço), criação de um sistema de redução com polias leves, técnicas de contrapeso, etc.
A evacuação para cima é uma operação coletiva que precisa de uma coordenação perfeita de todos os participantes.

Evacuação Mediante Tirolesa:
Quando a evacuação da vítima é difícil devido às características do local (espaços urbanos, espaços industriais, espaços confinados, barrancos, etc.), ou pela presença de obstáculos, a evacuação se realiza mediante a técnica de tirolesa.
Este sistema complexo somente pode ser utilizado por unidades de resgate especialmente treinadas para garantir a viabilidade do equipamento e a escolha da técnica mais adequada (tirolesa simples duplicada, com corda portadora e corda de backup; sistema teleférico, tirolesas especializadas para movimentar a vítima em qualquer direção e adequação ao terreno, etc.).

Evacuação de Teleféricos:
Em caso de avaria de um teleférico, o responsável da operação deve evacuar aos passageiros conforme um plano de evacuação que especifique como devem ser executadas todas as operações e os recursos humanos e materiais que devem intervir.
Na maioria das vezes, estas operações são executadas por funcionários da própria instalação.
O tempo de evacuação dos passageiros vai depender das condições meteorológicas, do tipo de instalação e da quantidade de passageiros.
Em caso de dificuldade, o responsável pela instalação deverá procurar serviços de resgate organizados (Bombeiros, Defesa civil, etc.).
A evacuação de um teleférico requer a utilização de técnicas específicas de deslocamento por cabo de aço.
Para maior eficiência, estas operações são executadas simultaneamente por várias equipes autônomas, geralmente compostas por duas pessoas (uma em suspensão no cabo para evacuar os passageiros e outra no solo para recebê-los e guiar o deslocamento do companheiro).
Para o sucesso das evacuações é essencial formação e treinamento adequados do pessoal da instalação.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 – Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões de zero a 10 minutos.

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