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Conteúdo Programático

Conteúdo Programático: Curso de Monovias NR-11
Conscientização da importância do Manual de Instruções do Equipamento;
Histórico da regulamentação de segurança sobre a máquina especificada;
Tipos de Monovias;
Descrição e funcionamento;
Medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes;
Tipos de Alimentação Elétrica;
Principais área de perigo;
Riscos da Operação;
Medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes;
Proteções – portas, e distâncias de segurança;
Exigências mínimas de segurança previstas nesta Norma e na NR-10;
Demonstração prática dos perigos e dispositivos de segurança.
Barramentos Blindados;
Cortinas de Cabos/ Festoon;
Enrolador de Cabos;
Monovias Curvas;
Tipos de Sustentação ou Apoios;

Curso de Monovias NR-11:
Quando o sistema for elétrico, haverá que ser definido a forma de alimentação, que pode ser por cortina de cabos do tipo festoon, barramento blindado, trolleys de cabo por tráz da talha ou enroladores de cabo / cable reels (menos comum para esta aplicação). O sistema de alimentação pode sofrer influência por diversos fatores, dentre eles: comprimento da monovia, se a monovia tem curvas e/ou bifurcações/interlock, a quantidade de talhas na monovia, classificação de área explosiva, temperatura e umidade, dentre outros.
Curso de Monovias NR-11:
Monovias Curvas
São muito comuns quando o trajeto tem obstáculos, e a viga da monovia precisa ter curvas. Um ponto dos mais importantes é que os trolleys tem distâncias das mais variadas entre suas rodas, mas estas distâncias podem ser empecilhos para o avanço suave em uma curva.Quando for identificada a necessidade de uma monovia curva, faz-se necessário verificar como fornecedor da talha qual é o raio mínimo que a talha exige na monovia, e então, usar esta informação no desenvolvimento do trajeto completo da monovia.

Tipos de Sustentação ou Apoios:
Tipos H: Goleira, ou Travessão (trave) de Gol
Cada uma delas é composta por uma viga transversal, apoiada em duas colunas. Pode ser referida como um travessão bi-apoiado ou bi-sustentado. A viga da monovia pode ser montada com parafusos ou soldada abaixo do travessão, permitindo a passagem da talha, ou acima do travessão, impedindo a passagem da talha (seria usado nas extremidades da monovia). É uma solução que, por ser bi-apoiada, pode gerar economia para o projeto se comparada com a mono-apoiada. Quando a distância a ser percorrida pela talha é considerada grande, faz-se necessário o uso de várias traves de gol, com passagem da viga por baixo do travessão. Cálculos dos fornecedores entregarão a carga gerada no piso, e normalmente, a fundação, quando necessária, será realizada por empresa de Civil, contratada pelo cliente.
Distância “A” e “B”
Um dos pontos importante para ajudar a definir pelo uso desta trave de gol está relacionada à distância “a, que deve sofrer influência do tamanho da peça que está sendo içada. Claro que se for uma peça comprida, sempre se pode girá-la de forma que ela consiga passa pela abertura. No entanto, cabe na análise de segurança, que a maior medida da peça deve ser inferior à distância “a” mostrada na figura, para evitar colisões por falta de atenção.
Já a distância “b”, que é a distância a ser vencida até a próxima sustentação ou apoio da monovia, é crucial para determinar o perfil da monovia. Pode acontecer de esta distância ser definida por características do layout da planta, e neste caso, o cliente é quem define esta distância, e o fabricante calcula o perfil adequado. Caso não haja problema de interferências de layout ao longo da monovia, recomenda-se que o fabricante da monovia dimensione a melhor distância em função do melhor custo benefício na relação do número de traves de gol ou diversos outros tipos de apoios, e o aumento ou redução da massa do perfil da monovia para cada metro.
Tipo A – Formato A, A- Frame
Cada uma delas é composta por duas colunas em ângulo que se unem no topo, e devem estar amarradas por pelo menos uma barra transversal (na imagem, há 3 barras transversais), criando portanto, a “letra A”. Este também é o conceito de muitos pórticos manuais montados sobre rodízios ou rodas de diversos tipos. É possível unir os dois conceitos, mediante necessidades analisadas.
Tipo L – Formato L, L- Frame, Mão Francesa, Coluna Unilateral
Cada uma delas é composta por apenas uma coluna em um dos lados, e com uma mão francesa sustentando ou apoiando uma barra transversal engastada na coluna. Soldada ou montada com parafusos, a monovia será sustentada pela barra transversal. É possível unir os dois conceitos, mediante necessidades.
Tipo Mix- Uso de vários apoios
Cada projeto é um projeto distinto, e não pode ser estimado por um profissional que não esteja preparado legalmente para esta função. Consulte os fornecedores de pontes rolantes e talhas.

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
ABNT NBR 8400: Esta Norma fixa as diretrizes básicas para o cálculo das partes estruturais e componentes mecânicos dos equipamentos de levantamento e movimentação de cargas, independendo do grau de complexidade ou do tipo de serviço do equipamento.
ABNT NBR 5410: Transmitir e exercitar os procedimentos da norma NBR 5410, com foco na proteção e segurança das instalações, de forma a serem evitados choques elétricos fatais e aquecimentos perigosos. É abordada a especificação completa de quadros terminais de distribuição, respectivos alimentadores e as exigências de segurança da NR 10. O curso capacita os participantes a atenderem às exigências legais, pois uma instalação projetada e construída de acordo com a NBR 5410 estará atendendo o código de defesa do consumidor e o código de edificações.
ABNT NBR 8800: Esta Norma, com base no método dos estados-limites, estabelece os requisitos básicos que devem ser obedecidos no projeto à temperatura ambiente de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edificações.

 

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.
Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

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Saiba mais sobre os Curso de Monovias NR-11:
Capacitação.
NR-12.135 A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim.
12.136 Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças. 12.137 (Revogado pela Portaria MTPS n.º 509, de 29 de abril de 2016)

12.138 A capacitação deve:
a) ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função;
b) ser realizada sem ônus para o trabalhador; (Alterada pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015).
c) ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo 08 (oito)  horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho;
d) ter conteúdo programático conforme o estabelecido no Anexo II desta Norma; e
e) ser ministrada por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional legalmente habilitado que se responsabilizará pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos capacitados.
12.138.1 A capacitação dos trabalhadores de microempresas e empresas de pequeno porte poderá ser ministrada por trabalhador da própria empresa que tenha sido capacitado nos termos do item 12.138 em entidade oficial de ensino de educação profissional. (Inserido pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015).
12.138.1.1 O empregador é responsável pela capacitação realizada nos termos do item 12.138.1. (Inserido pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015).
12.138.1.2 A capacitação dos trabalhadores de microempresas e empresas de pequeno porte, prevista no item 12.138.1, deve contemplar o disposto no item 12.138, exceto a alínea “e”. (Inserido pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015).
12.138.2 É considerado capacitado o trabalhador de microempresa e empresa de pequeno porte que apresentar declaração ou certificado emitido por entidade oficial de ensino de educação profissional, desde que atenda o disposto no item 12.138. (Inserido pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015).
12.139 O material didático escrito ou audiovisual utilizado no treinamento e o fornecido aos participantes, devem ser produzidos em linguagem adequada aos trabalhadores, e ser mantidos à disposição da fiscalização, assim como a lista de presença dos participantes ou certificado, currículo dos ministrantes e avaliação dos capacitados.
12.140 Considera-se trabalhador ou profissional qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico na área de atuação, reconhecido pelo sistema oficial de ensino, compatível com o curso a ser ministrado.
12.141 Considera-se profissional legalmente habilitado para a supervisão da capacitação aquele que comprovar conclusão de curso específico na área de atuação, compatível com o curso a ser ministrado, com registro no competente conselho de classe.
12.142 A capacitação só terá validade para o empregador que a realizou e nas condições estabelecidas pelo profissional legalmente habilitado responsável pela supervisão da capacitação, exceto quanto aos trabalhadores capacitados nos termos do item 12.138.2. (Alterada pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015).
12.142.1 Fica dispensada a exigência do item 12.142 para os operadores de injetoras com curso de capacitação conforme o previsto no item 12.147 e seus subitens.
12.143 São considerados autorizados os trabalhadores qualificados, capacitados ou profissionais legalmente habilitados, com autorização dada por meio de documento formal do empregador.
12.143.1 Até a data da vigência desta Norma, será considerado capacitado o trabalhador que possuir comprovação por meio de registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS ou registro de empregado de pelo menos dois anos de experiência na atividade e que receba reciclagem conforme o previsto no item 12.144 desta Norma.
12.144 Deve ser realizada capacitação para reciclagem do trabalhador sempre que ocorrerem modificações significativas nas instalações e na operação de máquinas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.
12.144.1 O conteúdo programático da capacitação para reciclagem deve atender às necessidades da situação que a motivou, com carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho.
12.145 A função do trabalhador que opera e realiza intervenções em máquinas deve ser anotada no registro de empregado, consignado em livro, ficha ou sistema eletrônico e em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social -CTPS.
12.146 Os operadores de máquinas autopropelidas devem portar cartão de identificação, com nome, função e fotografia em local visível, renovado com periodicidade máxima de um ano mediante exame médico, conforme disposições constantes das NR-7 e NR-11.
12.147 O curso de capacitação para operadores de máquinas injetoras deve possuir carga horária mínima de oito horas por tipo de máquina citada no Anexo IX desta Norma.
12.147.1 O curso de capacitação deve ser específico para o tipo máquina em que o operador irá exercer suas funções e atender ao seguinte conteúdo programático:
a) histórico da regulamentação de segurança sobre a máquina especificada;
b) descrição e funcionamento;
c) riscos na operação;
d) principais áreas de perigo;
e) medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes;
f) proteções – portas, e distâncias de segurança;
g) exigências mínimas de segurança previstas nesta Norma e na NR 10;
h) medidas de segurança para injetoras elétricas e hidráulicas de comando manual; e
i) demonstração prática dos perigos e dispositivos de segurança.

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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