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Treinamento BPL - Boas Práticas Laboratoriais

Curso BPL – Boas Práticas Laboratoriais

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-32 Boas Práticas Laboratoriais – BPL

Cód: 22982

O Curso BPL – Boas Práticas Laboratoriais tem por objetivo fixar os padrões mínimos para um laboratório funcionar adequadamente, visando à segurança e a saúde humana, vegetal, animal e meio ambiente.

O que são Boas Práticas de Laboratório?
Conjunto de ações que visam proporcionar a diminuição dos riscos do ambiente laboratorial.
Estas medidas são constituídas por atividades organizacionais do ambiente de trabalho e por procedimentos básicos como a utilização de EPIs e EPCs, higienização e limpeza do ambiente laboratorial entre outras.

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100% Presencial

16 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company DDD 11

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Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso BPL – Boas Práticas Laboratoriais

Higienização;
Manual de Biossegurança;
Identificação de Produtos Químicos;
Riscos Químicos;
Iluminância;
Sinalização de Emergência;
Primeiros Socorros;
Equipamentos de Proteção Individual e Coletivos;
Utilização de Equipamentos como:
Jaleco;
Luvas;
Máscara;
Touca;
Óculos de Proteção;
Protetor Facial;
Chuveiro de Emergência;
Lava-Olhos;
Autoclave;
Cabine de Segurança Biológica;
Extintores de Incêndio;
Kit de derramamento;
Orientação sobre Uso de Acessórios;
Descontaminação;
Procedimentos para descarte de materiais:
Perfurocortante;
Biológicos;
Químicos;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde;

ABNT NBR ISO/IEC 17025 – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração;
ISO 9000 – Quality management systems – Fundamentals and vocabulary;
NIT-DICLA-035/INMETRO.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso BPL – Boas Práticas Laboratoriais

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anual e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso BPL – Boas Práticas Laboratoriais:

Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC:
São equipamentos de contenção que possibilitam a proteção dos profissionais no ambiente de trabalho.
Principais Equipamentos de Proteção Coletiva:
Lava-olhos: usado em casos de acidentes na mucosa ocular, promovendo a remoção da substância e diminuindo os danos.
Chuveiro de emergência: para banhos em caso de acidentes com produtos químicos e fogo. É instalado em local de fácil acesso sendo acionado por alavancas de mão, cotovelos ou joelhos.
Cabines de Segurança Biológica: protege o profissional e o ambiente laboratorial dos aerossóis potencialmente infectantes que podem se espalhar durante a manipulação dos materiais biológicos. Alguns tipos de cabine protegem também o produto manipulado do contato com o meio externo, evitando contaminação.
Autoclave: para o processo de esterilização de materiais ou resíduos produzidos em laboratório, diminuindo os efeitos contaminantes dos resíduos sobre o meio ambiente.
Kit de derramamento: composto por luvas, vermiculita e máscara com filtros.
Deve-se manter o kit em local visível e de fácil acesso
Extintores de incêndio: para acidentes envolvendo fogo. São classificados de acordo com o material envolvido no incêndio.
Equipamentos de Proteção Individual – EPI:
São elementos de contenção, de uso individual, utilizados para proteger o profissional do contato de agentes biológicos, físicos, químicos, calor ou frio excessivo entre outros riscos presentes no ambiente de trabalho.
Principais Equipamentos de Proteção Individual:
Luvas: Devem ser utilizadas para manipulação de materiais potencialmente infectantes, produtos químicos ou em condições de temperaturas extremas.
Jaleco: Fornece uma barreira de proteção e reduz a possibilidade de contaminação por microorganismos. Previne a contaminação das roupas e protege a pele da exposição de sangue e fluídos. Deve ser de manga longa, algodão ou fibra sintética (não inflamável). Recomenda-se o uso constante no ambiente laboratorial e a descontaminação antes da lavagem.
Touca: Protege o cabelo do contato com materiais infectantes e produtos químicos.
Óculos de proteção e protetor facial: Protege os olhos e o rosto contra gotas, impacto, borrifo, salpicos e radiação ultravioleta.
Máscara: Protege ou minimiza a inalação de gases, poeira, névoas e voláteis. Pode ser de tecido, sintética e com filtro. Os filtros são Classificados da seguinte forma:
PFF*1: poeiras e névoas.
PFF*2: poeiras, névoas, fumos e agentes biológicos/voláteis.
PFF*3: poeiras, névoas, fumos, radionuclídeos e preparação de quimioterápicos e citostáticos/ voláteis.
PPF* – Peças Faciais Filtrantes

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