Curso Avaliação de Impacto e Riscos

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Curso Avaliação de Impacto e Riscos

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-09 Avaliação de Impacto e Riscos – 16 Horas

Cód: 9488

Curso Avaliação de Impacto e Riscos
O Curso Avaliação de Impacto e Riscos tem por objetivo capacitar os colaboradores na execução de avaliações dos impactos e riscos visando sua minimização ou mitigação, consequentemente garantindo a saúde e segurança dos trabalhadores bem como a proteção do patrimônio.

O que é Impacto Ambiental?
Impacto ambiental é a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana.

O que é Risco Ambiental?
Riscos ambientais são elementos ou substancias presentes em diversos ambientes, que acima dos limites de tolerância podem ocasionar danos à saúde das pessoas.

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Conteúdo Programático

Curso Avaliação de Impacto e Riscos

A importância do conhecimento da tarefa;
Aceitabilidade do risco;
Análise de posto de trabalho;
Análise de riscos;
Análise de riscos qualitativa;
Análise de riscos quantitativa;
Classificação dos riscos e impactos;
Conceitos sobre riscos, perigos e impactos;
Consequências da Habituação do risco;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Fator medo;
Histórico do estudo de riscos;
Impacto dos riscos e a confiabilidade;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Introdução às principais técnicas de Avaliação de riscos: identificação de eventos, cálculo de frequência;
Medidas de tratamento dos riscos;
Monitoramento de controle de riscos;
Padrões e normas;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Planejamento de respostas a riscos;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Programa de prevenção do risco ambiental;
Riscos ergonômicos;
Valor da informação e dos recursos;
Exercícios práticos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

NR 17 Ergonomia:
Entendimentos sobre Ergonomia NR 17;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Nível de iluminação de Ambiente de Trabalho – Norma ABNT NBR ISO/CIE 8995

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
NR – 17 – Ergonomia;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT
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Carga Horária

Curso Avaliação de Impacto e Riscos

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Avaliação de Impacto e Riscos:

Comunicação de Risco
Tem ganho cada vez mais espaço na área de gerenciamento de risco;
Trata da maneira como as informações relacionadas a riscos são comunicadas às partes interessadas;
Diretamente relacionada à percepção de risco;
Pode ser uma transmissão de uma única via;
Ex.: Propaganda de segurança de determinado processo;
Pode ser uma via de mão dupla;
Troca de informações entre os avaliadores e as partes interessadas (audiência pública, debates, workshops, etc);

Percepção de Risco
Envolve crenças, atitudes, julgamentos e sentimentos de pessoas;
Envolve valores sociais e culturais adotados pelas pessoas em relação aos perigos e seus benefícios;
Um fator fundamental no julgamento sobre se determinado risco é “aceitável” e se as medidas de gerenciamento de risco são suficientes ou não para a solução do problema.

Uma das formas de classificação de riscos reside na sua diferenciação quanto ao tipo de recurso vulnerável que é objeto do dano causado pelo acidente.
Dessa forma, os riscos podem ser: para pessoas, para o meio ambiente e para o patrimônio da empresa ou da sociedade.

No que se refere aos riscos para pessoas, existe ainda uma forma de classificação baseada no tipo de consequência avaliada, as consequências podem ser: fatalidades, ferimentos, doenças e defeitos genéticos.
As fatalidades podem ser imediatas (na mesma época da ocorrência do acidente) ou retardadas (alguns ou vários anos após o acidente).
Os ferimentos podem também ser classificados em temporários ou permanentes e as doenças podem ser agudas ou crônicas.

O risco de defeito genético causado pelos efeitos do acidente refere-se à possibilidade de ocorrência mutações indesejadas em indivíduos descendentes daqueles que sofreram os efeitos
causados pelo acidente.
De um modo geral, nas análises quantitativas de risco realizadas para instalações que lidam com produtos perigosos, avalia-se apenas os riscos de fatalidades imediatas, como indicador dos riscos das instalações analisadas.
De um modo geral, esse indicador é suficiente para se obter uma clara diferenciação das instalações de alto risco das de baixo risco.

A segurança das instalações que lidam com produtos perigosos é garantida através da colocação de uma série de camadas de proteção, as quais constituem barreiras com o objetivo de
prevenir a ocorrência de acidentes, reduzir a sua chance de propagação e minimizar as suas consequências, caso venha a ocorrer. Tipicamente, as camadas de proteção existentes nas
instalações com produtos perigosos são as seguintes (ver quadro abaixo):
O próprio projeto da instalação que é feito de acordo com normas que refletem a experiência e as boas práticas de engenharia de segurança;
Os sistemas de controle, os alarmes de desvios de controle de processo e os operadores que são treinados para responder a esses alarmes;
Os sistemas de alarmes críticos, indicadores da ocorrência de um desvio crítico para a segurança e a intervenção manual dos operadores, também treinados para essas situações;
Os sistemas instrumentados de segurança (SIS), constituídos atualmente por sistemas eletrônicos computadorizados;
Os dispositivos de proteção física, tais como os dispositivos (válvulas) de alívio de pressão e os diques de contenção;
Como últimas camadas, visando minimizar a magnitude das consequências, estão os planejamentos de emergência internos e externos à instalação.

NR-09.1.1 – Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
9.1.2 – As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.
9.1.3 – O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO previsto na NR-7.
9.2.1.1 – Deverá ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.

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