Teste de Continuidade Elétrica SPDA
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Teste de Continuidade Elétrica SPDA

Nome Técnico: Teste de Continuidade Elétrica SPDA + Elaboração de Relatório Técnico

Referência: 144000

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês, Japonês, Espanhol, Mandarim, Alemão entre outros.

Teste de Continuidade Elétrica SPDA
O ensaio de continuidade elétrica SPDA visa determinar se é possível utilizar partes integrantes SPDA e possibilitar a identificação de quais pilares devem ser utilizados em projeto. É analisado o projeto estrutural da edificação visando auxiliar o ensaio das partes integrantes SPDA.

O que é o Teste de Continuidade Elétrica SPDA?
O ensaio de continuidade elétrica de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas é um método de medição realizado com um instrumento para verificar continuidade elétrica a fim de analisar se podem ser utilizadas partes integrantes do SPDA, assim também medições dos elementos dos sistemas instalados e se estão em estado de operação segundo as exigências da norma.

Escopo do Serviço

Teste de Continuidade Elétrica SPDA

Analise dos pontos de medição;
Avaliação do método para a primeira verificação;
Verificação do procedimento para medição;
Analise de procedimento para verificação final;
Inspeção de aparelhagem de medição;
Avaliação do sistema de proteção contra descargas atmosféricas – SPDA;
Verificação da classe e projeto do SPDA;
Analise do sistema externo e interno de proteção contra descargas atmosféricas;
Inspeção da aplicação e escolha de um SPDA externo;
Avaliação do uso de componentes naturais;
Analise do subsistema de captação, de descida e de aterramento;
Verificação do posicionamento e captores para descargas laterais de estruturas altas;
Inspeção de construção e componentes naturais;
Avaliação do posicionamento para um SPDA isolado e não isolado;
Analise da construção e componentes naturais;
Verificação de conexões de ensaio e eletrodos de aterramento naturais;
Avaliação condições gerais nos arranjos e instalação dos eletrodos de aterramento;
Inspeção de fixação, conexões materiais e dimensões;
Analise da equipotencialização para fins de proteção contra descargas atmosféricas e instalações metálicas;
Avaliação da equipotencialização para elementos condutores externos e para sistemas internos;
Verificação da equipotencialização para as linhas conectadas à estrutura a ser protegida;
Inspeção da isolação elétrica do SPDA externo;
Analise da aplicação simplificada e das inspeções e ordem;
Inspeção de manutenção e documentação de um SPDA;
Verificação de medidas de proteção contra acidentes com seres vivos devido a tensões de passo e de toque;
Analise do posicionamento do subsistema de captação utilizando-se o método do ângulo de proteção, da esfera rolante e das malhas;
Inspeção do volume de proteção provido por mastro e por condutor suspenso;
Avaliação da seção mínima da blindagem do cabo de entrada de modo a evitar centelhamento perigoso;
Verificação da divisão da corrente da descarga atmosférica entre os condutores de descida;
Analise da informação adicional para SPDA no caso de estruturas com risco de explosão;
Analise das condições adicionais e definições;
Avaliação dos requisitos básicos e informações exigidas;
Verificação de ligação a terra e equipotencial ou equipotencialização;
Inspeção de estruturas contendo material explosivo sólido e zonas de risco;
Inspeção de proteção contra surtos e correspondentes á classe de SPDA;
Avaliação da ligação equipotencial (equipotencialização);
Inspeção de estruturas contendo zonas 2, 22, 1, 21, 0 e 20;
Analise das aplicações especificas linhas de tubulação;
Inspeção de postos de abastecimento de combustível e tanques de armazenamento;
Avaliação do laço em um condutor de descida
Verificação do comprimento de cabo a ser considerado segundo a condição da blindagem;
Estado de conservação dos suportes e acessórios do SPDA;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) – exceto Laudo Pericial;

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR – 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
ABNT NBR 5419 – 3 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 3: Danos físicos a estruturas e perigos à vida; *
ABNT NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão;
ABNT NBR 5419 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 1: Princípios gerais;
ABNT NBR 5419-2 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 2: Gerenciamento de risco;
ABNT NBR 5419-4 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 4: Sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura;
ABNT NBR IEC 60079-14 – Atmosferas explosivas – Parte 14: Projeto, seleção e montagem de instalações elétricas;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Teste de Continuidade Elétrica SPDA

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Saiba Mais: Teste de Continuidade Elétrica SPDA:

Introdução: O uso das armaduras do concreto como parte integrante do SPDA natural deve ser estimulado desde que sejam seguidas as recomendações descritas na Norma e complementadas neste Anexo. É importante analisar o projeto estrutural da edificação visando auxiliar o ensaio das estruturas do concreto armado. A definição dos pilares utilizados é feita, se possível por meio da análise do projeto estrutural da edificação, com consulta ao responsável pela execução da obra em relação à amarração das armaduras e de forma prioritária pela medição da continuidade elétrica dos pilares e vigas. Com o SPDA instalado, uma verificação final deve ser realizada. Primeiramente, os componentes naturais devam obedecer aos requisitos mínimos descritos nesta Norma sendo: condutores de descidas; subsistema de aterramento. Os ensaios de continuidade das armaduras nevem ser realizados com dois objetivos: para verificação de continuidade elétrica de pilares e trechos de armaduras na fundação (primeira verificação); após a instalação do sistema, para verificar a continuidade de todo o sistema envolvido (verificação final). Procedimento para a primeira verificação: Objetivo: A primeira verificação tem por objetivo determinar se é possível utilizar as armaduras do concreto armado como parte integrante do SPDA e possibilitar a identificação de quais pilares devem ser utilizados em projeto. Pontos de medição: A continuidade elétrica das armaduras de uma edificação deve ser determinada medindo-se, com o instrumento adequado, a resistência ôhmica entre segmentos da estrutura. executando-se diversas medições entre trechos diferentes. Todos os pilares que serão conectados ao subsistema de captação devem ser individualmente verificados, a menos que. durante a medição de edificações extensas (perímetros superiores a 200 m). e que a medição em pelo menos 50 % do total de pilares a serem utilizados resultar em valores na mesma ordem de grandeza, e que nenhum resultado seja maior que 1 SI, o número de medições pode ser reduzido. Medições cruzadas, ou seja, parte superior de um pilar contra parte inferior de um outro pitar. devem ser realizadas para verificar interligações entre pilares. Medições somente na parte inferior são necessárias para verificação da continuidade de baldrames e trechos da fundação. Medições em trechos intermediários dos pilares são necessárias para verificação de eventuais pontos de descontinuidade na armadura. Os pontos de conexão do subsistema de captação com o pilar devem ser os mesmos utilizados nos ensaios. Procedimento para medição: Edifício em construção: Se for possível acompanhar a construção do edifício, verificar se as condições previstas para o uso das armaduras de concreto, foram satisfeitas. registrando, por meio de documento técnico oficial com fotos identificando os locais. Neste caso a primeira verificação não é necessária. Edifício já construído: Se o edifício já estiver construído e não houver evidências de que as condições previstas para o uso das armaduras de concreto foram satisfeitas, a primeira verificação deve ser realizada conforme contido neste Anexo. Neste caso, identificar os pilares de concreto que devem ser ensaiados. Em cada um dos pilares. na parte mais alta, próxima à cobertura, e na parte mais baixa, próxima à fundação da edificação. utilizando uma ferramenta adequada. fazer a remoção do cobrimento de concreto com o objetivo de expor a armadura de aço. Essa exposição deve ser realizada de forma a tornar possível a fixação dos conectores terminais dos cabos de ensaio. Antes de conectar estes cabos, limpar o aço para garantir o melhor contato elétrico possível. A medição deve ser realizada com aparelhos que forneçam corrente elétrica entre 1 A e 10 A, com frequência diferente de 60 Hz e seus múltiplos. Importante notar que a corrente utilizada deve ser suficiente para garantir precisão no resultado sem danificar as armaduras. No caso da primeira verificação, pode-se admitir que a continuidade das armaduras é aceitável, se os valores medidos para trechos semelhantes forem da mesma ordem de grandeza e inferiores a 1 a. Procedimento para verificação final A verificação final deve ser realizada nos sistemas de proteção contra descargas atmosféricas que utilizam componentes naturais nas descidas, após a conclusão da instalação do sistema. A medição da resistência deve ser realizada entre a parte mais alta do subsistema de captação e o de aterramento. preferencialmente no BEP. O valor máximo permitido para o ensaio de resistência nesse trecho é de 0,2 S.l. Aparelhagem de medição: O instrumento adequado para medir a continuidade deve injetar uma corrente elétrica entre 1 A e 10 A, com corrente continua ou alterada com frequência diferente de 60 Hz e seus múltiplos, entre os pontos extremos da armadura sob ensaio, sendo capaz de. ao mesmo tempo que injeta esta corrente, medir a queda de tensão entre estes pontos. A resistência ôhmica obtida na verificação da continuidade é calculada dividindo-se a tensão medida pela corrente injetada. Considerando que o afastamento dos pontos onde se faz a injeção de corrente pode ser de várias dezenas de metros, o sistema de medida deve utilizar a configuração de quatro fios. sendo dois para corrente e dois para potencial, evitando assim o erro provocado pela resistência própria dos cabos de ensaio e de seus respectivos contatos. Por exemplo, podem ser utilizados mil ohmímetros ou micro ohmímetros de quatro terminais, em escalas cuja corrente atenda às exigências anteriormente prescritas. Não é admissível a utilização de multímetro convencional na função de ohm imetro. pois a corrente que este instrumento injeta no circuito é insuficiente para obter resultados estáveis e confiáveis. Conexões entre partes do sistema: Uma vez constatada, na verificação inicial, a continuidade dos pilares ensaiados. a conexão entre o subsistema de captação e as armaduras devem ser realizadas com critério. A quantidade de pilares a serem utilizados no SPDA deve ser calculada da mesma forma que nos projetos tradicionais (descidas para sistemas convencionais), sendo que é recomendável um número de interligações entre o subsistema de captação e os pilares. no mínimo igual ou preferencialmente o dobro da quantidade de descidas calculada. caso a quantidade de pilares permita. As conexões realizadas dentro dos pilares devem ser feitas de tal forma que garanta um bom contato entre os condutores. uma boa robustez mecânica e térmica, bem como previnam a corrosão. A restauração dos pilares deve ser feita de tal forma que evite penetração de umidade e restabeleça as condições do concreto o mais perto possível de antes da realização da quebra. Sempre que possível, o projeto da fundação do edifício deve ser analisado no sentido de verificar a viabilidade da sua utilização como subsistema de aterramento No caso de se utilizar outro sistema de aterramento, um anel enterrado ao redor da edificação, por exemplo, as conexões entre as armaduras dos pilares e este sistema, devem ser realizadas com os mesmos cuidados descritos anteriormente.

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