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Treinamento de Formação de Rigger

Curso de Formação de Rigger

Nome Técnico: Curso Capacitação Rigger (Sinaleiro e Amarrador de Cargas) - NR 18

Cód: 1399

O objetivo do Curso de Formação de Rigger visa capacitar profissionais a planejar e executar estudos de rigging que atuam na área de içamento de cargas para elaboração e supervisão de plano de içamento de carga (plano de rigging), utilizando as especificações dos fabricantes dos guindastes, bem como outros equipamentos de elevação,em conformidade com as  normas regulamentadoras, NBRs e assim otimizando os recursos e a segurança operacional.

O que é Rigger? O Rigger é definido como o profissional qualificado e treinado a atuar no manuseio e transporte de cargas utilizando dispositivos mecânicos, motorizados, equipamentos, acessórios e auxiliando o operador de guindaste e outros equipamentos de elevação para realização de manobras seguras.

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Conteúdo Programático

Curso de Formação de Rigger

Definições e Normas;
Unidades de medida;
Atribuições e responsabilidades do Rigger;
Tipos de guindastes;
Partes e componentes dos guindastes telescópicos;
Conceitos fundamentais de amarração e içamento de cargas;
Determinação do peso e centro de gravidade;
Cabos de aço para eslingas: tipos, características e especificações;
Acessórios para eslingas;
Eslingas de cabo de aço: Dimensionamento para os casos mais utilizados;
Balancins;
Eslingas de cintas;
Especificação e utilização correta dos acessórios;
Dimensionamento do moitão e passada de cabos;
Planejamento próximo a redes elétricas;
Utilização das tabelas de carga do guindaste;
Composição da carga para içamento;
Planejamento do apoio do guindaste sobre o solo, próximo a muros e taludes;
Cálculo da força transmitida ao solo pelas patolas;
Orientação quanto aos estudos de solo;
Efeito do vento no guindaste e na carga;
Planejamento do içamento com 1 guindaste telescópico;
Configuração do guindaste;
Checklist para o plano de rigging;
Checklist para a memória de cálculo do plano de rigging;
Inovações tecnológicas para elaboração dos projetos de içamento;

Complementos

Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 17 – Ergonomia;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
ABNT NBR ISO4309 – Guindaste – Cabo de Aço – Critérios de Inspeção e Descarte;
ABNT NBR 11436 – Sinalização Manual para Movimentação de Carga por meio de Equipamento Mecânico de Elevação;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Normas Regulamentadoras: NR 12, NR 06, NR 17, NR 35 e Legislação Ambiental;
Anexo XII  da NR 12  Equipamentos de guindar para elevação de pessoas e realização de trabalho em Altura,  item 4.30 A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento de guindar,sinaleirodesignado e supervisor da operação

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso de Formação de Rigger

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Capacitação para Operadores de Gruas e Sinaleiro/Amarrador de Cargas:
Capacitação participantes com experiência – Carga horária  mínima = 08 horas/aula
Veja NR 18 ANEXO III  ITEM XIV -Conteúdo Programático:
O conteúdo para treinamento dos Operadores de Gruas e Sinaleiro/Amarrador de Cargas deverá conter pelo menos as seguintes informações:
Definição;
Funcionamento;
Montagem e Instalação;
Operação;
Sinalização de Operações;
Amarração de Cargas;
Sistemas de Segurança;
Legislação e Normas Regulamentadoras – NR-5, NR-6, NR-17 e NR-18.

X – PESSOAL TÉCNICO – QUALIFICAÇÃO MÍNIMA EXIGIDA:
a) Operador da Grua – deve ser qualificado de acordo com o item 18.37.5 desta NR e ser treinado conforme o conteúdo programático mínimo, com carga horária mínima definida pelo fabricante, locador ou responsável pela obra, devendo, a partir do treinamento, ser capaz de operar conforme as normas de segurança utilizando os Equipamentos de Proteção Individual – EPI necessários para o acesso à cabine e para a operação, bem como, executar inspeções periódicas semanais.
Este profissional deve integrar cada “Plano de Carga” e  ser capacitado para as seguintes responsabilidades: operação do equipamento de acordo com as determinações do fabricante e realização de “Lista de Verificação de Conformidades” (check-list) com freqüência mínima semanal ou periodicidade inferior, conforme especificação  do responsável técnico do equipamento;
b) Sinaleiro/Amarrador de cargas – deve ser qualificado de acordo com o item 18.37.5 desta NR e ser treinado conforme o conteúdo programático mínimo, com carga  horária mínima de 8 horas.
Deve estar qualificado a operar conforme as normas de segurança, bem como, a executar inspeção periódica com periodicidade semanal  ou outra de menor intervalo de tempo, conforme especificação do responsável técnico pelo equipamento;
Este profissional deve integrar cada “Plano de Carga” e  ser capacitado para as seguintes responsabilidades:
Amarração  de cargas para o içamento;
Escolha correta dos materiais de amarração de acordo com as características das cargas;
Orientação para o operador da grua referente e aos movimentos a serem executados;
Observância às determinações do Plano de Cargas e sinalização e orientação dos trajetos;

Atenção
NR 12
12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

 

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Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
a) reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
b) inspeção visual;
c) checagem do funcionamento do rádio;
d) confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) impacto com estruturas externas;
b) movimento inesperado;
c) queda de altura;
d) outros específicos associados com o içamento.
A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.

Saiba mais: Curso de Formação de Rigger

NR 18 – CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
ANEXO III – PLANO DE CARGAS PARA GRUAS (Incluído pela Portaria SIT n.º 114, de 17 de janeiro de 2005).
I –  DADOS DO LOCAL DE INSTALAÇÃO DO(s) EQUIPAMENTO(s):
nome do empreendimento, endereço completo e número máximo de trabalhadores na obra.

II – DADOS DA EMPRESA RESPONSÁVEL PELA OBRA: razão sociaL; l; endereço completo; CNPJ; telefone;  fac-símile, endereço eletrônico e Responsável Técnico com número do registro no CREA.

III – DADOS DO(s) EQUIPAMENTO(s): tipo; altura inicial e  final; comprimento da lança; capacidade de ponta;  capacidade máxima; alcance; marca; modelo e ano de  fabricação e demais características singulares do  equipamento.

IV – Não havendo identificação de fabricante, deverá ser atendido o disposto no item 18.14.24.15.

V – FORNECEDOR(es) / LOCADOR(es) DO(s) EQUIPAMENTO(s) / PROPRIETÁRIO(s) DO(s)
EQUIPAMENTO(s): razão social; endereço completo; CNPJ; telefone; fac-símile, endereço eletrônico (se houver) e  Responsável Técnico com número do registro no CREA.

VI – RESPONSÁVEL(is) PELA MANUTENÇÃO DA(s) GRUA(s): razão o social; endereço completo; CNPJ; telefone; fac-símile, endereço eletrônico e Responsável Técnico com número do registro no CREA e número o de  registro da Empresa no CREA.

VII – RESPONSÁVEL(is) PELA MONTAGEM E OUTROS SERVIÇOS DA( s) GRUA(s): razão social; endereço completo; CNPJ; telefone; fac-símile, endereço eletrônico e Responsável Técnico com número do registro no CREA e número de registro da Empresa no CREA.

VIII – LOCAL DE INSTALAÇÃO DA(s) GRUA(s) – Deverá ser elaborado um croqui ou planta de localização do equipamento no canteiro de obras, a partir da Planta Baixa da obra na projeção do térreo e ou níveis pertinentes,  alocando, pelo menos, os seguintes itens:

a) Canteiro(s) / containers / áreas de vivência;
b) Vias de acesso / circulação de pessoal / veículos;
c) Áreas de carga e descarga de materiais;
d) Áreas de estocagem de materiais;
e) Outros equipamentos (elevadores, guinchos, geradores e outros);
f) Redes elétricas, transformadores e outras interferências aéreas;
g)Edificações vizinhas, recuos, vias, córregos, árvores e outros;
h) Projeção da área de cobertura da lança e contra- lança;
i) Projeção da área de abrangência das cargas com indicações dos trajetos.
j) Todas as modificações tanto nas áreas de carregamento quanto no posicionamento ou outras alterações verticais  ou horizontais.

IX – SISTEMA DE SEGURANÇA – Deverão ser observados, no mínimo, os seguintes itens:

a) Existência de plataformas aéreas fixas ou retráteis para carga e descarga de materiais;
b)Existência de placa de advertência referente às cargas aéreas, especialmente em áreas de carregamento e  descarregamento, bem como de trajetos de acordo com o item 18.27.1 – alínea “g” desta NR;
c) Uso de colete refletivo;
d) A comunicação entre o sinaleiro/amarrador e o operador de grua, deverá estar prevista no Plano de Carga,
observando-se o uso de rádio comunicador em freqüência exclusiva para esta operação.
Curso Formação de Rigger:

XI – RESPONSABILIDADES:

a) Responsável pela Obra – Deve observar o atendimento dos seguintes itens de segurança: aterramento da estrutura  da grua, implementação do PCMAT prevendo a operação com gruas, independentemente do Plano de Cargas;  fiscalização do isolamento de áreas, de trajetos e da correta aplicação das determinações do Plano de Cargas;

XIII –  DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA NO CANTEIRO

No canteiro de obras deverá ser mantida a seguinte  documentação mínima relativa à(s) grua(s):
a) Contrato de locação, se houver;
b) Lista de Verificação de Conformidades ( check-list) a cargo do operador da grua;
c) Lista de Verificação de Conformidades (check-list) a cargo do Sinaleiro/Amarrador de cargas referente aos materiais de içamento.
d) Livro de inspeção da grua conforme disposto no item 18.22.11 desta NR-18;
e) Comprovantes de qualificação e treinamento do pessoal envolvido na operacionalização e operação da grua;
f) Cópia da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – do engenheiro responsável nos casos previstos nesta NR;
g) Plano de Cargas devidamente preenchido e assinado e m todos os seus itens;
h) Documentação sobre esforços atuantes na estrutura do edifício conforme disposto no item 18.14.24.3 desta NR;
i) Atestado de aterramento elétrico com medição ômica, conforme NBR 5410 e 5419, elaborado por profissional legalmente habilitado e realizado semestralmente.
j) Manual do fabricante e ou operação contendo no mínimo:
Lista de Verificação de Conformidades ( check-list) ) para o operador de grua;
Lista de Verificação de Conformidades ( check-list) para o sinaleiro/amarrador de carga;
Instruções de segurança e operação.

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