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Estágio Prático Supervisionado de Caldeira

Estágio Prático Supervisionado de Caldeira NR 13

Estágio Prático Supervisionado de Caldeira NR 13

Cód: 9037

O estágio prático supervisionado de Caldeira tem como objetivo proporcionar uma experiência direta ou indireta com a análise do sistema de segurança na operação e  manutenção da Caldeira conforme Categoria do equipamento  como determina a NR 13,  norma esta que, estabelece requisitos mínimos para a gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos trabalhadores.

O que a  NR 13 preconiza sobre Estágio Supervisionado de Caldeira?
NR-13 . A1.5 Todo operador de caldeira deve cumprir um estágio prático, na operação da própria caldeira que irá operar, o qual deverá ser supervisionado, documentado e ter duração mínima de:
a) caldeiras da categoria A: 80 (oitenta) horas;
b) caldeiras da categoria B: 60 (sessenta) horas;
A1.6 O estabelecimento onde for realizado estágio prático supervisionado previsto nesta NR deve informar, quando requerido pela representação sindical da categoria profissional predominante no estabelecimento:
a) período de realização do estágio;
b) entidade, empregador ou profissional responsável pelo Treinamento de Segurança na Operação de Caldeira ou Unidade de Processo;
c) relação dos participantes do estágio

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Conteúdo Programático

NR-13.3.10 O estabelecimento onde for realizado o estágio prático supervisionado, deve informar previamente à representação sindical da categoria profissional predominante no estabelecimento:
a) período de realização do estágio;
b) entidade, empresa ou profissional responsável pelo “Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras”;
c) relação dos participantes do estágio.
NR-13.3.11 A reciclagem de operadores deve ser permanente, por meio de constantes informações das condições físicas e operacionais dos equipamentos, atualização técnica, informações de segurança, participação em cursos, palestras e eventos pertinentes.

Estágio Prático Supervisionado de Caldeira  NR 13:
AÇÕES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO:
01 – Conhecimento do equipamento;
02 – Preparação para partida do equipamento;
03 – Como ligar o equipamento;
04 – Como operar o equipamento;
05 – Como desligar o equipamento;
06 – Situações de emergência;
07 – Elaboração dos procedimentos, conforme relatório anexo;
Estágio Prático Supervisionado de Caldeira  NR 13:
PRÉ-PARTIDA.
01 – Verificar nível do tanque de água de abastecimento da bomba de alimentação;
02 – Verificar nível do gás, pressão nos tanques e na tubulação de alimentação;
03 – Verificação das válvulas linhas de água, gás. Ar e vapor;
Tubulação de água: abrir a válvula na saída do tanque pulmão e válvula, na saída da bomba de água;
Tubulação do gás: abrir válvula manual na tubulação de alimentação de gás;
Entrada de ar: Verificar abertura do ar na entrada do ventilador;
Obs: a abertura de entrada do ar deve ficar totalmente desobstruída;
Tubulação de vapor: Manter a válvula manual de liberação do vapor fechada;
Estágio Supervisionado de Caldeira  NR 13:
PARTIDA.
01 – Ligar o painel de comando, na lateral do painel;
02 – Ligar o comando, parte frontal inferior do painel;
03 – Verificar o nível da água da caldeira, no visor de nível, corrigir se necessário. Nível alto dar descarga na caldeira, nível baixo ligar a bomba;
03 – Ligar a bomba de alimentação de água;
04 – Ligar o queimador;
05 –  Acompanhar elevação da pressão através do manômetro;
06 – Abrir a válvula de saída do vapor quando a pressão atingir 5,0 Kgf/cm2;
06 – Acompanhar a elevação da pressão até atingir 7,0 Kgf/cm2;
Estágio Prático Supervisionado de Caldeira  NR 13:
OPERAÇÃO:
Tratamento de água da caldeira;
01 – Verificar o nível dos tanques de produtos químicos. (Utilizar os EPIs., óculos e luvas de segurança apropriados).
02 – Verificar se a bomba dosadora entrou em funcionamento ao ligar a bomba de água de alimentação da caldeira;
03 – Verificar se está ocorrendo a dosagem de produto no tanque de água e na entrada da bomba de alimentação de água;
04 – Dar as descargas de fundo da caldeira conforme orientação do técnico responsável pelo tratamento químico;
05 – Descarga manual: acionar abertura da válvula de descarga com auxilio da alavanca instalada na válvula;
06 – Descarga automática: conectar mangueira pneumática na válvula solenoide, abrir válvula manual de entrada de ar, dar um “reset” no relógio digital na lateral do painel de comando.
07 – Inspeção visual: verificar funcionamento dos equipamentos e anotar no check-list: ruídos acima do normal, aquecimento, vibração, vazamentos;
08 – Manter a área organizada e limpa;
Estágio Prático Supervisionado de Caldeira  NR 13:
PARADA:
01 – Final do expediente, perguntar ao pessoal responsável da necessidade do consumo de vapor;
02 – Desligar o queimador;
03 – Fechar a válvula manual de entrada de gás;
04 – Desligar a bomba de alimentação de água;
05 – Fechar a válvula manual na saída da bomba de alimentação de água;
06 – Desligar o botão de comando do painel;
07 – Desligar o painel;
08 – Fechar a válvula manual na tubulação de saída do vapor;
09 – Fechar portão de acesso à área de utilidades;
10 – Guardar a chave do cadeado do portão no quadro de chaves da manutenção;
Estágio Supervisionado de Caldeira  NR 13:
EMERGÊNCIA:
Alarme sonoro de nível de água baixo:
01 – Verificar se a bomba de alimentação de água está ligada;
02 – Verificar se o motor elétrico está funcionando;
03 – Verificar o nível da água no reservatório;
04 – Verificar se as válvulas na tubulação de água estão abertas;
05 – Acionar manutenção elétrica para inspeção no painel de comando;
Estágio Supervisionado de Caldeira  NR 13:
QUEIMADOR NÃO LIGA:
01 – O exaustor não liga, acionar manutenção elétrica.
02 – O exaustor liga, mas não libera o acendimento da caldeira, verificar se está entrando ar no exaustor.
03 – Verificar pressão do gás na tubulação de alimentação.
04 – Verificar se a válvula manual de entrada de gás está aberta.
05 – Verificar se o bloqueio da válvula de falta de gás está atuado. Observação: Para verificação soltar tampa plástica rosqueada (cor laranja) na parte inferior da válvula de bloqueio, se o pino estiver acionado liberar o bloqueio empurrando o pino com o dedo.
Estágio Supervisionado de Caldeira  NR 13:
ALARME DE VAZAMENTO DE GÁS ATUADO:
01 – Fechar a válvula de entrada de gás.
02 – Iniciar procedimento de desligar a caldeira.
03 – Acionar manutenção para eliminar o vazamento do gás.
Abertura da válvula de segurança:
01 – Verificar a tendência de evolução da pressão da caldeira, se a pressão der sinal de queda, aguardar o fechamento da válvula de segurança. Se a tendência por de aumento da pressão, fechar o gás e iniciar sequência de desligamento da caldeira.
02 – Após normalizar o funcionamento anotar no checklist as causas da elevação da pressão.
03 – Realizar teste de funcionamento das válvulas de segurança uma vez por mês, (Realizar os testes no último dia do mês).
04 – Ficar atento ás datas de calibração das válvulas de segurança.

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
NR-13 – Caldeiras, vasos de pressão e tubulações;
ABNT NBR 15151 – Qualificação e certificação de caldeireiro montador – Requisitos;
ABNT NBR 15523 – Qualificação e certificação de inspetor de controle dimensional;       
ABNT NBR 16035-1 – Caldeiras e vasos de pressão — Requisitos mínimos para a construção;
ABNT NBR 16035-2 – Caldeiras e vasos de pressão — Requisitos mínimos para a construção;
ABNT NBR 16035-3 -Caldeiras e vasos de pressão — Requisitos mínimos para a construção;       
ABNT NBR 16035-4 – Caldeiras e vasos de pressão — Requisitos mínimos para a construção;
ABNT NBR 16035-5 – Caldeiras e vasos de pressão – Requisitos mínimos para a construção;
ABNT NBR 16342 – Ensaio não destrutivo – Ultrassom – Inspeção de tubos de trocadores de calor e caldeiras pela técnica IRIS;
ABNT NBR 16342 – Ensaio não destrutivo – Ultrassom – Inspeção de tubos de trocadores de calor e caldeiras pela técnica IRIS;
ABNT NBR ISO 16528-1 -Caldeiras e vasos de pressão;
ABNT NBR ISO 16528-1- Caldeiras e vasos de pressão;
ABNT NBR ISO 16528-2 – Caldeiras e vasos de pressão.

 Estágio Prático Supervisionado de Caldeira  NR 13: Consulte-nos.

Carga Horária

Carga horária do Estágio Prático Supervisionado de Caldeira:

a) caldeiras da categoria A: 80 (oitenta) horas;
b) caldeiras da categoria B: 60 (sessenta) horas;

Reciclagem do Treinamento de Caldeiras:
NR-13.3.11 A reciclagem de operadores deve ser permanente, por meio de constantes informações das condições físicas e operacionais dos equipamentos, atualização técnica, informações de segurança, participação em cursos, palestras e eventos pertinentes.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais sobre  Estágio Prático Supervisionado de Caldeira NR 13:
A1.1 Para efeito desta NR, será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer uma das seguintes condições:
a) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras e comprovação de estágio prático conforme item A1.5 deste Anexo;
b) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras previsto na NR 13 aprovada pela Portaria SSMT n.° 02, de 08 de maio de 1984 ou na Portaria SSST n.º 23, de 27 de dezembro de 1994.
13.3.12 Constitui condição de risco grave e iminente a operação de qualquer caldeira em condições diferentes das previstas no projeto original, sem que:
a) seja reprojetada levando em consideração todas as variáveis envolvidas na nova condição de operação;
b) sejam adotados todos os procedimentos de segurança decorrentes de sua nova classificação no quB1.6 Todo profissional com Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo deve cumprir estágio prático, supervisionado, na operação de vasos de pressão de 300 (trezentas) horas para o conjunto de todos os vasos de pressão de categorias I ou II.
e se refere a instalação, operação, manutenção e inspeção.

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