Treinamento NR 13 Caldeira

Curso de Caldeira – NR 13

Curso Capacitação NR 13 Segurança na Operação de Caldeira - 40 Horas

Cód: 1521

Curso de Caldeira – NR 13

O Curso de Caldeira NR 13 aborda os requisitos mínimos para gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor,  e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos
trabalhadores.

O que é Caldeira?  São recipientes destinados a aquecer líquidos com a finalidade de produção de vapor, cocção de alimentos entre outros. Existem 03 categorias de caldeira que são A, B.
O treinamento atende ao currículo mínimo da Norma Regulamentadora NR 13.

Importante:

Além do treinamento de Segurança na Operação de Caldeira Caldeira é  obrigatório a aplicação do Estágio Prático Supervisionado conforme categoria da caldeira.

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40 Horas

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Semipresencial/Reciclagem

32hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso de Caldeira – NR 13

Currículo Mínimo para Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras.
Treinamento Operador de Caldeira

Noções de grandezas físicas e unidades.
Carga horária: 4 (quatro) horas
Pressão;
Pressão atmosférica;
Pressão interna de um vaso;
Pressão manométrica, pressão relativa e pressão absoluta;
Unidades de pressão;
Calor e temperatura;
Noções gerais: o que é calor, o que é temperatura;
Modos de transferência de calor;
Calor específico e calor sensível;
Transferência de calor a temperatura constante;
Vapor saturado e vapor superaquecido;
Tabela de vapor saturado;

Caldeiras – considerações gerais. Carga horária: 8 (oito) horas
Tipos de caldeiras e suas utilizações;
Partes de uma caldeira;
Caldeiras flamotubulares;
Caldeiras aquatubulares;
Caldeiras elétricas;
Caldeiras a combustíveis sólidos;
Caldeiras a combustíveis líquidos;
Caldeiras a gás;
Queimadores;
Instrumentos e dispositivos de controle de caldeiras;
Dispositivo de alimentação;
Visor de nível;
Sistema de controle de nível;
Indicadores de pressão;
Dispositivos de segurança;
Dispositivos auxiliares;
Válvulas e tubulações;
Tiragem de fumaça;

Operação de caldeiras. Carga horária: 12 (doze) horas
Partida e parada;
Regulagem e controle de:
Temperatura;
Pressão;
Fornecimento de energia;
Nível de água;
Poluentes;
Falhas de operação, causas e providências;
Roteiro de vistoria diária;
Operação de um sistema de várias caldeiras;
Procedimentos em situações de emergência;

Tratamento de água e manutenção de caldeiras. Carga horária: 8 (oito) horas
Impurezas da água e suas consequências;
Tratamento de água;
Manutenção de caldeiras;

Prevenção contra explosões e outros riscos. Carga horária: 4 (quatro) horas
Riscos gerais de acidentes e riscos à saúde;
Riscos de explosão;

Legislação e normalização. Carga horária: 4 (quatro) horas
Normas Regulamentadoras
Norma Regulamentadora 13 – NR 13

Complementos:
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas:
NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulação;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual EPI;
NR 35 – Trabalho em Altura;
NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;
NR 12 -Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EAD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui 

Carga Horária

Curso de Caldeira – NR 13

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Renovação (Reciclagem): É recomendável anualmente e sempre que  ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.
NR 13 ANEXO I item A1. 7 Deve ser realizada capacitação para reciclagem dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com a  operação das instalações sempre que nelas ocorrerem modificações significativas na operação de equipamentos  pressurizados ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.

CHECK LIST  PARA CALDEIRA 
Para dimensionamento real da carga horaria do treinamento, estágio prático supervisionado e elaboração do material didático “Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras”  informar:
Tipo de Caldeira:  (ex: Aquatubular, Flamotubular  ou mista)
Categoria:
Pressão:
Capacidade:
Tipo De Combustível / Energia: (ex: Sólido, Líquido, Gasoso, Elétrica)

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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NR-13 CALDEIRAS, VASOS DE PRESSÃO E TUBULAÇÃO

As Alterações / Modificações são editadas através de Portarias publicadas no Diário Oficial da União
Ultima Portaria Vigente: Portaria MTb  n.º 1.084, de 28 de setembro de 2017 29/09/17

Resumo das partes pertinentes da NR 13.

13.2 Abrangência
13.2.1 Esta NR deve ser aplicada aos seguintes equipamentos:
a) todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1 e 13.4.1.2;

13.4.1.1 Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, projetados conforme códigos pertinentes, excetuando-se refervedores e similares.

13.4.1.2 Para os propósitos desta NR, as caldeiras são classificadas em 2 (duas) categorias, conforme segue:
a) caldeiras da categoria A são aquelas cuja pressão de operação é igual ou superior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2), com volume superior a 50 L (cinquenta litros);
b) caldeiras da categoria B são aquelas cuja a pressão de operação seja superior a 60 kPa (0,61 kgf/cm2) e inferior a 1960 kPa (19,98 kgf/cm2), volume interno superior a 50 L (cinquenta litros) e o produto entre a pressão de operação em kPa e o volume interno em m³ seja superior a 6 (seis).
b) vasos de pressão cujo produto V seja superior a 8 (oito),onde P é a pressão máxima de operação em kPa, em módulo, e V o seu volume interno em m³ e com diâmetro interno maior que 150 mm (exceto item que segue);
c) vasos de pressão que contenham fluido da classe A, especificados no item 5.1.2, alínea “a” – ver abaixo,independente das dimensões e do produto P.V;

13.5.1.2 Para efeito desta NR, os vasos de pressão são classificados em categorias segundo a classe de fluido e o potencial de risco:
a) Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a seguir:

Classe A: fluidos inflamáveis; fluidos combustíveis com temperatura superior ou igual a 200 ºC (duzentos graus Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm (vinte partes por milhão); hidrogênio; acetileno.

Classe B: fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200 ºC (duzentos graus Celsius); fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm (vinte partes por milhão).

Classe C:  vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido.

Classe D:  outro fluido não enquadrado acima.
c) Os vasos de pressão são classificados em grupos de potencial de risco em função do produto P.V, onde P é a pressão máxima de operação em MPa, em módulo, e V o seu volume em m³, conforme segue:
Grupo 1 – P.V ≥ 100 ;
Grupo 2 – P.V < 100 e P.V ≥ 30 ;
Grupo 3 – P.V < 30 e P.V ≥ 2,5 ;
Grupo 4 – P.V < 2,5 e P.V ≥1 ;
Grupo 5 – P.V < 1
d) recipientes móveis com P.V superior a 8 (oito) ou com fluido da classe A, especificados no item 13.5.1.2, alínea “a”;
e) tubulações ou sistemas de tubulação interligados a caldeiras ou vasos de pressão,categorizados conforme itens 13.4.1.2 e 13.5.1.2, que contenham fluidos de classe A ou B conforme item 13.5.1.2, alínea “a” desta NR.
13.4.3.4 Toda caldeira a vapor deve estar obrigatoriamente sob operação e controle de operador de caldeira.
13.4.3.5 É considerado operador de caldeira aquele que satisfizer o disposto no item “A” do Anexo I desta NR.
Anexo I “A ” – Capacitação de Pessoal
Caldeiras
A1 Condições Gerais
A1.1 Para efeito desta NR, será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer uma das seguintes condições:
a) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras e comprovação de estágio prático conforme item A1.5 deste Anexo;
b) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras previsto na NR-13 aprovada pela Portaria SSMT n.° 02, de 08 de maio de 1984 ou na Portaria SSST nº 23, de 27 de dezembro de 1994.
13.5.3.3 A operação de unidades que possuam vasos de pressão de categorias I ou II deve ser efetuada por profissional capacitado conforme item “B” do Anexo I desta NR – ver nos links que seguem tabela no item d) do item 13.5.1.2 da NR 13.
http://trabalho.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR13.pdf

Ou seja, para operar CALDEIRAS o operador deve obrigatoriamente participar do treinamento exposto no item a) do tópico A.1.1 do Anexo I “A” (ver acima) ou possuir certificado tipificado no item b).
Já para Vasos de Pressão, incluindo Autoclaves, o treinamento só é exigido para os de Categorias I ou II (ver tabela no item 13.5.1.2.d da NR 13)

 

Curso de Caldeira NR 13
IMPORTANTE:  Alteração NR 13 de 28/09/17 vigor a partir de 28/12/17

Elaborar o Plano de Ação para realização de inspeção extraordinária especial de todos os vasos relacionados, considerando um prazo máximo de 60 (sessenta) meses.
Aceitação de Inspeção Não Intrusiva (INI) como alternativa a Inspeção Interna para estabelecimentos que dispõem de SPIE certificado.
Inspeção de recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo – GLP – com volume interno menor do que 500 L (quinhentos litros) e certificados pelo INMETRO.
Alteração nos Prazos para a Reconstituição de Prontuários de Vasos de Pressão.
Caldeira de Categoria C exclusão.
Vasos de pressão construídos sem códigos de projeto, instalados antes da publicação da Portaria, para os quais não seja possível a reconstituição da memória de cálculo por códigos reconhecidos, devem ter PMTA atribuída por PH a partir dos dados operacionais e serem submetidos a inspeções periódicas, até sua adequação definitiva, conforme os prazos abaixo:
01 ano, para inspeção de segurança periódica externa.
03 anos, para inspeção de segurança periódica interna.
Declaração do respectivo código de projeto para Caldeiras e Vasos de Pressão em seu prontuário e sua indicação na placa de identificação, para fabricação, importação, comercialização, leilão, locação, cessão a qualquer título, exposição e utilização.

Saiba mais: ANEXO I – CAPACITAÇÃO PESSOAL Curso de Caldeira – NR 13
Caldeiras A1 Condições Gerais

A1. 1 Para efeito desta NR, será considerado operador de caldeira aquele que satisfizer uma das seguintes condições:
a) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras e comprovação de estágio prático conforme item A1. 5 deste Anexo;

b) possuir certificado de Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras previsto na NR 13 aprovada pela Portaria SSMT n.° 02, de 08 de maio de 1984 ou na Portaria SSST n.º 23, de 27 de dezembro de 1994.

A1. 2 O pré-requisito mínimo para participação como aluno, no Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras é o atestado de conclusão do ensino fundamental.

A1. 3 O Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras deve, obrigatoriamente:

a) ser supervisionado tecnicamente por PH;
b) ser ministrado por profissionais capacitados para esse fim;
c) obedecer, no mínimo, ao currículo proposto no item A2 deste Anexo.
A1. 4 Os responsáveis pela promoção do Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras estarão sujeitos ao impedimento de ministrar novos cursos, bem como a outras sanções legais cabíveis, no caso de inobservância do disposto no item A1.3 deste Anexo.

A1. 6 O estabelecimento onde for realizado estágio prático supervisionado previsto nesta NR deve informar, quando requerido pela representação sindical da categoria profissional predominante no estabelecimento:

a) período de realização do estágio;
b) entidade, empregador ou profissional responsável pelo Treinamento de Segurança na Operação de Caldeira ou Unidade de Processo;
c) relação dos participantes do estágio.

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