APR – Trabalho em Altura

APR – Trabalho em Altura

Nome Técnico: Elaboração de Análise Preliminar de Risco – Trabalho em Altura – NR-35.

Cód: 29550

A APR – Trabalho em Altura visa definir os riscos e as medidas preventivas antes da fase operacional, utilizando como metodologia a revisão geral de aspectos de segurança, através de um formato padrão, levantando as causas e efeitos de cada risco, medidas e prevenção ou correção e categorização dos riscos.

O que é Análise Preliminar de Riscos?
Método de análise de perigos e riscos que incide em identificar acontecimentos inseguros, causas e resultados e determinar meios de controle. Preliminar, porque é empregada como primeira abordagem do objeto de estudo.

NR-35 – Trabalho em Altura – ITEM 35.4.5.1:
“A Análise de Risco deve, além dos riscos inerentes ao trabalho em altura, considerar:
a) O local em que os serviços serão executados e seu entorno;
b) O isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho;
c) O estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem;
d) As condições meteorológicas adversas;
e) A seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;
f) O risco de queda de materiais e ferramentas;
g) Os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos;
h) O atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras;
i) Os riscos adicionais;
j) As condições impeditivas;
k) As situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros, de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador;
l) A necessidade de sistema de comunicação;
m) A forma de supervisão”.

APR – Trabalho em Altura

Análise de Risco e condições impeditivas;
Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura;
Medidas de prevenção e controle;
Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva (EPC);
Equipamentos de EPI para trabalho em altura;
Acidentes típicos em trabalhos em altura;
Condutas em situações de emergência;
Análise do local de execução dos serviços e seu entorno;
Isolamento e sinalização no entorno da área de trabalho;
Estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem;
Condições meteorológicas adversas;
Risco de queda de materiais e ferramentas;
Trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos;
Atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras;
Riscos adicionais;
Situações de emergência;
Planejamento de resgate e primeiros socorros;
Necessidade de sistema de comunicação;
Forma de supervisão;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 35 – Trabalho em Altura;

ABNT NBR 14626 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda deslizante guiado em linha flexível;
ABNT NBR 14627 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda guiado em linha rígida;
ABNT NBR 14628 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda retrátil;
ABNT NBR 14629 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Absorvedor de energia;
ABNT NBR 15834 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Talabarte de segurança;
ABNT NBR 15835 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição;
ABNT NBR 15836 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo para-quedista;
ABNT NBR 15837 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Conectores;
ABNT NBR 16325 – Proteção contra quedas de altura;
ABNT NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR NM 260 – Medidor de altura – Características construtivas e requisitos metrológicos;
Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991.

APR – Trabalho em Altura

Validade: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova análise;
c) mudança de empresa;
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

Rescue Cursos

Laudos, Perícias Programas, ART's e muito mais!

Reproduzir vídeo

Saiba mais: APR – Trabalho em Altura :

Acidentes de trabalho:
Conforme regulamenta a Lei 8.213 de 1991, que dispõe sobre os planos de benefícios da previdência social, “consideram-se como acidente de trabalho, doença profissional, produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade ou aquela adquirida ou desencadeada em função das condições especiais em que o trabalho é realizado e como ele se relaciona”.
Ainda, segundo a Lei 8.213, “equivalem-se ao acidente de trabalho, o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido causa única, haja contribuído diretamente para a morte do trabalhador, para redução ou perda de sua capacidade ou que produza lesão que exija atenção médica para sua recuperação, não excluindo o sofrido fora do local e horário de trabalho, mas na execução de ordem ou realização de serviço e também na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito”.
Trabalho em altura:
No Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego é o órgão responsável por regulamentar e fiscalizar tudo o que se refere a saúde, segurança e medicina do trabalho, utilizando-se para isso diversas normas regulamentadoras, dentre elas a norma 35, que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção dos trabalhos em altura.
Define-se que o trabalho em altura é toda atividade executada acima de dois metros de altura do nível inferior, onde haja risco de queda. Devendo sua execução ser precedida de aptidão para este tipo de trabalho através do atestado de saúde ocupacional do trabalhador (MTE, 2012).
A norma regulamentadora 35 do Ministério do Trabalho e Emprego, em seu item 35.4.5, torna obrigatória a análise de risco prévia a execução da atividade e que este estudo deve avaliar além dos riscos inerentes ao trabalho em altura os riscos adicionais relacionados com a realização da tarefa. A norma divide os trabalhos em rotineiros e não rotineiros, podendo o segundo somente ser realizado, com autorização mediante permissão de trabalho.
Prevenção de acidentes nos trabalhos em altura:
As principais causas das quedas em altura são devidas a perda de equilíbrio, falta de proteção, falha de instalação de equipamentos de proteção, método incorreto de trabalho e inaptidão do trabalhador.
A redução do grande número de acidentes é o principal objetivo de todo profissional da área da saúde e segurança do trabalho, o que fomenta há anos a busca por soluções que guiassem essa atenuação de forma definitiva.
A análise preliminar de risco é utilizada em fase primária, na caracterização e desenvolvimento das atividades determinando os riscos que possam a vir existir no decorrer da jornada de trabalho.

Saiba mais: APR – Trabalho em Altura : Consulte-nos.

APR - Trabalho em Altura,

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos