Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória

Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória

Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória

Nome Técnico: Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória - 08 horas

Cód: 10303

Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória
O Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória tem por objetivo capacitar o profissional para a execução das atividades de forma segura onde há risco de exposição a determinados agentes biológicos ou químicos.
O treinamento é aplicado aos colaboradores com a finalidade de garantir o uso correto dos equipamentos de proteção respiratória, garantindo a segurança e saúde do trabalhador durante a execução de suas atividades profissionais.

O que é Programa Proteção Respiratória (PPR)?
O Programa de Proteção Respiratória (PPR) é o conjunto de medidas de segurança implementadas para proteger a saúde do trabalhador contra a exposição aos riscos químicos e biológicos existentes no local de trabalho.
O intuito do programa é controlar as doenças ocupacionais causadas pela inalação das impurezas do ar que são prejudiciais à saúde como poeiras, névoas, fumos, vapores e gases químicos.

Escolha Seu Plano

100% Presencial

08 Horas - Com Experiência

Nossa Sede ou In Company DDD 11

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Semipresencial/Reciclagem

04hs EAD / 04hs Presenciais

Nossa Sede ou In Company DDD 11

Outros Locais Consultar

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

EAD (Ensino a Distância)

40 Horas - Com Experiência

Totalmente Online

Imperdível!

R$ 
Consultar

Por Pessoa/Turma (PagSeguro)

Preços Especiais

para Empresas/Turmas

Consulte

Conteúdo Programático

Treinamento PPR Programa de Proteção Respiratória

Introdução;
Medidas de controle coletivo e administrativo;
Conhecendo os riscos;
Efeitos dos contaminantes à saúde;
Como se proteger dos contaminantes;
Selecionando o respirador adequado;
Como identificar um bom respirador;
Como colocar adequadamente um respirador;
Vida útil dos filtros e os respiradores utilizados;
Cuidados com o respirador;
Frequência do treinamento;
Situações de Emergência;
Estudos de Caso (Positivos e Negativos);
Energias Perigosas relativas ao PPR (LOTO);
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
NR – 15 – Atividades e Operações Insalubres;
ABNT NBR 12543 – Equipamentos de proteção respiratória – Classificação;
ABNT NBR 13694 – Equipamentos de proteção respiratória – Peças semifacial e um quarto facial;
ABNT NBR 13695 – Equipamentos de proteção respiratória – Peça facial inteira;
ABNT NBR 13696 – Equipamento de proteção respiratória – Filtros químicos e combinados;
ABNT NBR 13697 – Equipamento de proteção respiratória — Filtros para partículas;
ABNT NBR 13698 – Equipamento de proteção respiratória — Peça semifacial filtrante para partículas;
ABNT NBR 13716 – Equipamento de proteção respiratória – Máscara autônoma de ar comprimido com circuito aberto;
ABNT NBR 14372 – Equipamentos de proteção respiratória – Respirador de linha de ar comprimido para uso com peça facial inteira ou semifacial;
ABNT NBR 14749 – Equipamento de proteção respiratória – Respirador de adução de ar – Respirador de linha de ar comprimido com capuz;
ABNT NBR 14750 – Equipamento de proteção respiratório – Respirador de linha de ar comprimido com capuz, para uso em operações de jateamento – Especificação;
ABNT NBR ISO 16972 – Equipamentos de proteção respiratória — Termos, definições, símbolos gráficos e unidades de medida;

OHSAS 18001;
OSHA 1910.134;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 04 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória

Rescue Cursos

Nossos Cursos são completos e dinâmicos

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória:

A implantação da OHSAS 18001 retrata a preocupação da empresa com a integridade física de seus colaboradores e parceiros.
O envolvimento e participação dos funcionários e da alta direção no processo de implantação desse sistema de qualidade é, assim como outros sistemas, de fundamental importância.

OSHA 1910.134 – Norma de Proteção Respiratória exige que o empregador tenha um programa escrito que inclui anuais:
Exames médicos para determinar se o empregado é fisicamente capaz de usar um respirador;
Teste de ajuste para determinar se o respirador se encaixa adequadamente no rosto do empregado;
Treinamento sobre a seleção, uso, armazenamento e limitações do respirador usado;

Etapas da avaliação de riscos em conformidade com programa de proteção respiratória:
A análise dos parâmetros contidos nessas etapas deve ser realizada antes de serem iniciadas as tarefas, sejam de rotina ou de emergência.
Avaliação da adequação do respirador à exposição;
Avaliação da adequação do respirador à tarefa, ao usuário e ao ambiente de trabalho;
Avaliação dos perigos no ambiente;
Na seleção do respirador, deve-se levar em conta a localização da área de risco relativamente às áreas seguras que tenham ar respirável e também as características físicas e funcionais dos respiradores, bem como suas limitações.

Certas aplicações especiais podem exigir respiradores com características de desempenho adicionais, tais como os usados para:
Fuga, combate a incêndio, Riscos Químicos/Biológicos/Radiações Nucleares (CBRN);
Operações de marinha e para proteção contra agentes biológicos.
A seleção de respiradores para aplicações especiais, inclui outros fatores além dos considerados nas exposições tradicionais.
O administrador do programa deve manter e arquivar os registros da avaliação dos riscos respiratórios.
O mesmo deve também arquivar todos os resultados da avaliação dos perigos no ambiente e da adequação do respirador à tarefa, ao usuário e ao local de trabalho.

Práticas Permitidas:
No controle das doenças ocupacionais provocadas pela inalação de ar contaminado com, por exemplo, poeiras, fumos, névoas, gases e vapores, o objetivo principal deve ser minimizar a contaminação do local de trabalho. Isto deve ser alcançado, tanto quanto possível, pelas medidas de controle de engenharia (enclausuramento, ventilação, ou substituição de substâncias por outras menos tóxicas).
Quando as medidas de controle não são viáveis, ou enquanto estão sendo implantadas ou avaliadas, ou em situações de emergência, devem ser usados respiradores apropriados em conformidade com os requisitos apresentados nesta publicação.

Responsabilidade do Empregador:
Para que a saúde do usuário seja preservada, o empregador devem no mínimo:
Fornecer o respirador, quando necessário, para proteger a saúde do trabalhador;
Fornecer o respirador conveniente e apropriado para o fim desejado;
Ser responsável pelo estabelecimento e manutenção de um programa de uso de respiradores para proteção respiratória;
Permitir ao empregado que usa o respirador deixar a área de risco por qualquer motivo relacionado com o seu uso.

Essas razões pode incluir, mas não se limitam às seguintes:
Falha do respirador que altere a proteção por ele proporcionada;
Mau funcionamento do respirador;
Detecção de penetração de ar contaminado dentro do respirador;
Aumento da resistência à respiração;
Grande desconforto devido ao uso do respirador;
Mal-estar sentido pelo usuário do respirador, tais como náusea, fraqueza, tosse, espirro, dificuldade para respirar, calafrio, tontura, vômito, febre;
Lavar o rosto e a peça facial do respirador, sempre que necessário, para diminuir a irritação da pele;
Trocar o filtro ou outros componentes, sempre que necessário;
Descanso periódico em área não contaminada;
Investigar a causa do mau funcionamento do respirador e tomar providências para saná-la. Se o defeito for de fabricação, o empregador deverá comunicá-lo ao fabricante e ao órgão oficial de competência na área de EPI.

Responsabilidades do Empregado:
Para que as medidas implantadas surtam efeito o usuário deve, no mínimo:
Usar o respirador fornecido de acordo com as instruções de treinamento recebidos.
Guardar o respirador, quando não estiver em uso, de modo conveniente para que não se danifique ou deforme.
Se observar que o respirador não está funcionando bem, deverá deixar imediatamente a área contaminada e comunicar o defeito à pessoa responsável indicada pelo empregador nos “Procedimentos operacionais escritos”.
Comunicar à pessoa responsável qualquer alteração do seu estado de saúde que possa influir na capacidade de uso do respirador de modo seguro.

Programa de Proteção Respiratória: Mínimo Aceitável
No texto do programa de proteção respiratória deve haver referência explícita, no mínimo, aos tópico: administração do programa, existência de procedimentos operacionais escritos, exame médico do candidato ao uso de respiradores, seleção de respiradores, treinamento, uso de barba, ensaios de vedação, manutenção, higienização e guarda dos respiradores, uso de respiradores para fuga, emergências e resgates e avaliação periódica do programa.
Administração do programa
O empregador deve atribuir a uma só pessoa a responsabilidade e a autoridade pelo programa de uso de respiradores. Essa pessoa deve possuir conhecimentos de proteção respiratória suficientes para administrar de modo apropriado o programa. A responsabilidade do administrador pelo programa inclui, entre outros, a preparação dos procedimentos operacionais escritos, o monitoramento dos riscos respiratórios, a atualização dos registros e a realização da avaliação do PPR.

Procedimentos operacionais escritos:
Em toda empresa cujo uso de respiradores é necessário, devem existir procedimentos operacionais escritos abrangendo o programa completa de uso respiradores, os quais deverão ser cumpridos.

Limitações fisiológicas e psicológicas dos usuários de respiradores:
Cabe ao médico determinar se uma pessoa tem ou não condições médicas de usar um respirador.
Com a finalidade de auxiliar o médico na sua avaliação, o administrador do programa deve informá-lo sobre:
O tipo de respiradores para uso rotineiro e de emergências;
As atividades típicas no trabalho; condições ambientais, freqüência e duração da atividade que exige o uso do respirador;
As substâncias contra as quais o respirador deve ser usado, incluindo a exposição provável a uma atmosfera com deficiência de oxigênio.

Seleção de respiradores:
A seleção do(s) tipo(s) de respirador(es), deve ser feita considerando-se:
A natureza da operação ou processo perigoso;
O tipo de risco respiratório (incluindo as propriedades físicas, deficiência de oxigênio, efeitos fisiológicas sobre o organismo, concentração do material tóxico, ou nível de radioatividade, limites de exposição estabelecidos para os materiais tóxicos, concentração permitida para o aerossol radioativo e a concentração IPVS estabelecida para o material tóxico);
A localização da área de risco em relação à área mais próxima que possui ar respirável;
O tempo durante o qual o respirador dever ser usado;
As atividades que os trabalhadores desenvolvem na área de risco;
As características e as limitações dos vários tipos de respiradores;

Treinamento:
Cada usuário de respirador deve receber treinamento (e reciclagem), que deve incluir explanação e discussão sobre:
O risco respiratório e o efeito sobre o organismo humano se o respirador não for usado de modo correto;
As medidas de controle coletivo e administrativo que estão sendo adotadas e a necessidade do uso de respiradores para proporcionar a proteção adequada;
As razões que levaram à seleção de um tipo específico de respirador;
O funcionamento, as características e as limitações do respirador selecionado;
O modo de colocar o respirador e de verificar se ele está colocado corretamente no rosto;
O modo correto de usar o de usar o respirador durante a realização do trabalho;
Os cuidados de manutenção , inspeção e guarda, quando não estiver em uso;
O reconhecimento de situações de emergência e como enfrentá-las;
As exigências legais sobre o uso de respiradores para certas substâncias.

Treinamento PPR Programa Proteção Respiratória: Consulte-nos.

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos