Treinamento de Primeiros Socorros e DEA curso primeiros socorros curso dea

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Conteúdo Programático

Curso Treinamento de Primeiros Socorros e DEA

Treinamento de Primeiros Socorros e D.E.A.
Princípios da Psicologia do Comportamento aplicados à Segurança.
Parada cardiorrespiratória;
Algoritmo Universal;
A MRCP -Massagem Cardíaca Externa;
Emergências Clínicas;
Identificação da Emergência;
Importância do SAMU -192;
Aspectos Clínicos;
Urgências Traumáticas;
Trauma;
Choque Hemorrágico;
Queimaduras;
Intoxicações;
Desmaios;
Sinais Vitais;
Convulsões;
Autocontrole;
Autoproteção;
Esmagamento;
Afogamento;
Desfibrilação;
Fibrilação Ventricular: Conceito e Importância;
Desfibrilador Automático Externo – DEA;
Parada cardiorrespiratória em Crianças;
Aspectos legais e éticos do uso do DEA no Brasil;
Anatomia e fisiologia do Sistema Circulatório;
Avaliação do Cenário: Cinemático do trauma;
Avaliação Inicial: Vias Aéreas; Respiração; Circulação;
Ressuscitação Cardiopulmonar;
Como e Quando utilizar o DEA;
Diferentes modelos de DEA;
Inspeção e Manutenção do DEA;
Marca-passo e Desfibriladores Implantados.

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Treinamento de Primeiros Socorros e DEA

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

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Saiba mais sobre Treinamento de Primeiros Socorros e DEA:
APLICANDO PRIMEIROS SOCORROS DURANTE A CRISE CONVULSIVA; – Acionar o SAMU 192; – Se possível, proteger o paciente da queda; – Afastar objetos que possam causar ferimentos (móveis, pedras, etc.); – Proteger a cabeça contra pancadas no chão; – Procurar manter a cabeça lateralizada, para evitar que o paciente engasgue com a saliva; – Não realizar este procedimento se houver suspeita de trauma na coluna cervical; – Afrouxar as roupas e retirar óculos; -Manter a tranqüilidade e procurar afastar os curiosos, garantindo a privacidade do funcionário; – Cobrir o paciente, se necessário.

O QUE NÃO SE DEVE FAZER – Não tentar segurar o paciente; – Não tentar impedir os movimentos do paciente; – Não jogar água ou bater no rosto do paciente na tentativa de acabar com a crise; – Não tentar abrir a boca do paciente, mesmo que apresente sangramento (geralmente  devido ao fato de morder a língua); – Não colocar qualquer objeto ou tecido entre os dentes ou dentro da boca da paciente. – Não tentar oferecer líquidos ou medicamentos pela boca, mesmo na fase de  relaxamento; – Não transportar o paciente durante a crise.

APLICANDO PROCEDIMENTOS APÓS CESSAR A CRISE – Aguardar a chegada do SAMU 192; – Não deixar o Paciente sozinho; – Na fase de relaxamento, colocar o paciente em decúbito lateral, para facilitar a drenagem das secreções da boca, se não houver traumas associados; – Cuidar de eventuais ferimentos (ver capítulo “Ferimentos”); – Avaliar o ABC da reanimação repetidas vezes e, se necessário, iniciar as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).

DESMAIO: Desmaio é o episódio breve de perda da consciência, que raramente ultrapassa dois minutos, não acompanhado de outras manifestações. A principal causa é a diminuição rápida e reversível da circulação sanguínea no cérebro. Pode ocorrer como resultado de dor, medo, excitação, fadiga, longos períodos em pé em ambientes quentes, nervosismo e exercícios físicos prolongados. O desmaio geralmente é precedido de mal-estar, embaçamento ou escurecimento da visão e tonturas. Durante o episódio ocorre relaxamento dos músculos dos braços e pernas e o paciente fica muito pálido e suando frio. A recuperação é rápida, com retorno completo da lucidez, sem a ocorrência de desorientação após o evento.

APLICANDO PRIMEIROS SOCORROS – Avaliar o ABC da reanimação; – Manter a tranquilidade e afastar os curiosos; – Colocar o paciente deitado de costas no chão, com as pernas mais elevadas do que o corpo; – Afrouxar as roupas; – Depois que o paciente recuperar a consciência, deixá-lo deitado por 5 minutos e depois mais 5 minutos sentado, pois, caso levante-se de forma rápida, poderá ocorrer novo desmaio; – Encaminhar o funcionário para o Pronto Socorro ou UBS de referência.

O QUE NÃO SE DEVE FAZER – Não jogar água no paciente; – Não esfregar os pulsos com álcool; – Não oferecer álcool ou amoníaco para cheirar; – Não sacudir o paciente; – Não tentar dar água ou outros líquidos enquanto o  paciente  estiver inconsciente; – Não colocar sal na boca; – Não tentar “acordar” o  paciente com tapas no rosto.
Treinamento de Primeiros Socorros e DEA:

Requisitos para ser Instrutor em Primeiros Socorros:
Em conformidade com a Portaria Nº CCB 008/600/14 – Secretaria de Estado Dos Negócios da Segurança Pública Polícia Militar do Estado de São Paulo Corpo de Bombeiros.
Nível escolar igual ou superior ao ensino médio

Formação em primeiros socorros com carga horária mínima de 240h, realizada em instituição oficial de ensino nacional ou estrangeira, ou empresa de formação e especialização de equipes de emergência, legalmente constituída, ou profissional que tenha ministrado primeiros socorros para bombeiros profissionais civis nos últimos cinco anos, confirmados por atestado de capacitação técnica emitido por instituição ou empresa de notório reconhecimento no Brasil.

Formação em técnicas de ensino com carga horária mínima de 40h em instituição de ensino nacional ou estrangeira.

Saiba mais sobre  Treinamento de Primeiros Socorros e DEA:
DIREITOS DO PACIENTE:

Como Socorrista, você não deve comentar os detalhes do atendimento de um paciente com seus amigos, familiares ou pessoas da comunidade (incluindo imprensa ou outros órgãos de comunicação).
Você não deverá fornecer a identificação do paciente a pessoas que delas não tenha o dever de ter o conhecimento; ao comentar sobre o acidente, não deverá repetir o que foi dito pelo paciente ou descrever um comportamento inadequado ou qualquer aspecto da aparência pessoal. Ao cometer esta falta você transgredirá a privacidade do paciente, quebrando o sigilo
A necessidade do sigilo não se aplica quando você é questionado pelos policiais civis ou militares presentes no local, pessoal do Resgate do Corpo de Bombeiros ou do Serviço de Atendimento Médico às Urgências, pelo médico responsável pelo atendimento do paciente no hospital ou, também ao testemunhar em tribunal de justiça. Poderá ser solicitado que você relate as informações obtidas junto ao paciente e  aos acompanhantes.
Treinamento de Primeiros Socorros e DEA:

BIO SEGURANÇA
Como primeira preocupação numa cena de emergência atente exclusivamente para a segurança.

Estabeleça como prioridade a sua segurança pessoal. O desejo de ajudar as pessoas que têm necessidade de atendimento pode favorecer o esquecimento dos riscos no local.  Em seguida, atente para a segurança do local da ocorrência e para a segurança da próprio paciente.
Tenha a certeza de que está em segurança, ao aproximar-se do paciente, e que permanecerá em segurança, enquanto presta o atendimento.
Parte das preocupações do Socorrista com a sua segurança pessoal está relacionada com a própria proteção contra as doenças infecciosas.

Evite, quando estiver avaliando ou prestando atendimento ao pacientes contato direto com o sangue do paciente e outros fluídos corpóreos, tais como vômitos, fezes, urina, suor, etc.

Treinamento de Primeiros Socorros e DEA:
Utilize para a sua proteção pessoal:
Luvas apropriadas de vinil ou de látex;

Máscara facial de bolso, com válvula e filtro para os procedimentos de ventilação artificial ou outro tipo de máscara que impeça o contato com microrganismos veiculados pela respiração do paciente;
Óculos protetores, para evitar o contato nos olhos com respingos de fluidos corporais, durante certos procedimentos;
Aventais e máscaras faciais descartáveis são outros itens importantes na proteção individual em determinadas ocasiões.
Treinamento de Primeiros Socorros e DEA:

AVALIAÇÃO DA CENA DE EMERGÊNCIA
A Avaliação da Cena de Emergência é o estudo rápido dos diferentes fatores relacionados à ocorrência e indispensável para a tomada de decisão. Deve ser constante e não apenas no primeiro momento, pois os fatores podem alterar-se com facilidade e rapidez.

TRÊS PASSOS PARA AVALIAR UMA CENA:
Qual é a situação atual? (estado atual das coisas):

Identifique a situação em si. O que está ocorrendo, e o que você está vendo?
Para onde vai? (riscos potenciais):
Análise a potencialidade do evento, ou seja, como a situação pode evoluir. Combustível derramado que pode explodir, fio energizado que pode eletrocutar alguém, fogo que pode alastrar-se, veículo que pode rolar um barranco, etc.

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