Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos
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Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos

Nome Técnico: Treinamento Capacitação Segurança Na Operação de Ocorrências com Produtos Perigosos

Referência: 1535

Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos
O objetivo do Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos é desenvolver um programa de Treinamento Técnico Teórico e Prático especializado em Atendimentos a Emergências com Produtos Perigosos focando a Prevenção, Atendimento Emergencial e o Pós Emergencial, atendendo aos modernos requisitos normativos, do Ministério dos Transportes.
O projeto do Treinamento consiste em atividades teóricas (homogeneização de conceitos) e práticas adequadamente distribuídas para melhor assimilação dos conhecimentos e técnicas envolvidas na área de emergências químicas.

O que são Ocorrências com Produtos Perigosos?

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Conteúdo Programático

Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos

Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos;
Definição de Produtos Perigosos;
Responsabilidade Civil e Criminal;
Estatística de Acidentes;
Legislação e Normatização  Nacional e Internacional do Transporte e Movimentação de PP (Produtos Perigosos);
Classificação e Sub-classificação dos Produtos Perigosos;
Explosivos;
Gases;
Substâncias Oxidantes;
Peróxidos Orgânicos;
Substâncias Tóxicas;
Substâncias Infectantes;
Substâncias Radioativas;
Substâncias Corrosivas;
Substâncias Perigosas Diversas;
Toxicologia aplicada a emergência química;
Vias de Contaminação Química;
Efeitos da Exposição á Substâncias;
Perigosas ao Organismo;
Triagem de Vítimas;
Requisitos de Segurança e Saúde;
SCBA (sigla inglês);
EPR (Equipamentos de Proteção Respiratória);
Métodos de monitoramento;
Métodos de controle de derrames;
Controle de Cargas e Controle de Vapores;
Produtos Perigosos em Espaço Confinado;
Transferência de cargas;
Aterramentos / Eletricidade Estática;
Proteção por Vestimentas Especiais (Níveis A, B, C e D);
Kit de Contenção para Derramamento;
Fichas de Segurança e Emergência (MSDS);
Utilização das guias de Emergências;
Básico SCI – Sistema de Comando de Incidente (Comando, Logística, Segurança, etc);
Planos de Ação Emergencial;
SICOE – (Sistema de Comando em Operações de Emergências);
Abordagem da Emergência;
Isolamento de Área (Zonas Quente, Morna. e Fria);
Ações Preventivas, Emergenciais e Pós-emergenciais;
Prevenção de Riscos e Acidentes e Primeiros Socorros;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho (levantamento de peso, postura);
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;
Conscientização da Importância do Manual de Instrução de Operação do Equipamento.

Exemplos de Produtos Perigosos:
Compostos químicos base cloreto de potássio, peróxidos com concentração de Oxigênio ativo 200 ou superior, compostos a base de TNT (trinitroglicerina) explosivos plásticos, pólvora preta, acido pícrico, detonadores. Acetona (propanona) , Eter Sulfúrico etc.
Para visualizar a Lista completa de Produtos Perigosos Controlados pelo Exército: CLIQUE AQUI

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – E.P.I. (Equipameto de Proteção Individual);
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres
NR 16 – Atividades e Operações Perigosas
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
NR 18.14.2.1 Os operadores devem ter ensino fundamental completo e devem receber qualificação e treinamento específico no equipamento, com carga horária mínima de dezesseis horas e atualização anual com carga horária mínima de quatro horas.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento.;
9- Não prever que se aplica a culpa em “culpa en vigilando” ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar, vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

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Saiba Mais:  Treinamento de Ocorrências com Produtos Perigosos

Muitas vezes, é preciso a ajuda do técnico para avaliar a substância e analisar se tem ou não algum risco de contaminação. Em muitos casos, a substância que oferece risco está fora das indicações técnicas da embalagem da fábrica. É justamente aí que mora o grande perigo, especialmente se caso a substância seja derramada em uma pista, área de proteção ambiental ou próxima de algum lençol freático ou até mesmo se derramado na pele de um individuo.
Por isso a identificação de produtos perigosos é extremamente importante, servindo para conscientizar a respeito dos riscos envolvidos e apontar os cuidados necessários para cada substância. Para que este risco seja devidamente alertado à população e trabalhadores envolvidos, existem selos de identificação que devem ser mostrados na embalagem, indicando a qual grupo de risco o produto se enquadra.
As principais identificações dos produtos de acordo com as seguintes características:
Corrosivos;
Inflamáveis;
Gases comprimidos;
Tóxicos e Infectantes;
Oxidantes;
Explosivos;
Radioativos.
Os produtos químicos, devido às suas propriedades, muitas vezes desconhecidas por não especialistas, podem reagir entre si de modo violento, resultando, por exemplo,
em uma explosão, ou podendo produzir gases altamente tóxicos ou inflamáveis.
Por 
essa razão, toda e qualquer atividade que necessite de transporte, do armazenamento, da utilização (manuseio) ou do descarte devem ser executados de tal maneira que as substâncias não entrem acidentalmente em contato com outras que lhes são incompatíveis.
Ao armazenar substâncias químicas, considerar:
– Sistema de ventilação.
– Sinalização correta.
– Disponibilidade de equipamentos de proteção individual e equipamentos de proteção coletiva.
– Área administrativa separada da área técnica e da armazenagem.
A seguir, são dadas algumas recomendações para a estocagem de produtos químicos em almoxarifado:
a. Construído com pelo menos uma de suas paredes voltadas para o exterior.
b. Possuir janelas na parede voltada para o exterior, além de porta para o acesso do Corpo de Bombeiros, se houver necessidade.
c. Deve possuir saída de emergência bem localizada e sinalizada.
d. Deve possuir um sistema de exaustão, ao nível do teto, para retirada de vapores leves e ao nível do solo para retirada dos vapores mais pesados.
e. Refrigeração ambiental caso a temperatura ambiente ultrapasse a 38 ºC .
f. Iluminação feita com lâmpadas à prova de explosão.
g. Presença de extintores de incêndio com borrifadores e vasos de areia.
h. Prateleiras espaçadas, com trave no limite frontal para evitar a queda dos frascos.

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