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Conteúdo Programático

Treinamento de Empilhadeira
Acidente: conceitos e causas;
Equilíbrio e estabilidade na empilhadeira;
Definição, classificação, seleção, conservação e guarda de empilhadeira;
Normatização (quadro geral das cores)
Simbologia de risco;
Introdução a pratica de empilhadeira;
Prática de direção na empilhadeira (esquerdo/direita/frete/ré);
Carregamento e elevação de carga;
Transporte de carga;
Manobras;
Operação de prática geral;
Checklist diário;
Noções de PGR (Plano de Gerenciamento de Risco).

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;

NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 17 – Ergonomia;
NR-26 – Sinalização de Segurança;
ABNT NBR 11893- Componentes da alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Especificação;
ABNT NBR 11894- Filtro de combustível para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Especificação;
ABNT NBR 11895- Redutor-vaporizador para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Especificação;
ABNT NBR 11896- Válvula solenóide para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Especificação;
ABNT NBR 11897- Dosador de combustível para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Especificação;
ABNT NBR 12146- Alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Verificação da estanqueidade e funcionamento – Método de ensaio;
ABNT NBR 12147- Empilhadeiras – Filtro de combustível para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo – Método para verificação da estanqueidade;
ABNT NBR 12148- Redutor-vaporizador para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Verificação da estanqueidade – Método de ensaio;
ABNT NBR 12150- Válvula solenóide para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de pétroleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Verificação da estanqueidade do corpo da válvula – Método de ensaio;
ABNT NBR 12151- Válvula solenóide para a alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de pétroleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Verificação do funcionamento – Método de ensaio;
ABNT NBR 12152- Dosador de combustível para alimentação de motores alternativos de combustão interna por gás liquefeito de petróleo, para uso exclusivo em empilhadeiras – Verificação da estanqueidade;
ABNT NBR 13365- Recipientes transportáveis de aço para 16 kg e 20 kg de gás liquefeito de petróleo, para uso em empilhadeiras e equipamentos similares – Requisitos;
ABNT NBR 13523- Central de gás liquefeito de petróleo – GLP;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Treinamento de Empilhadeira

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

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Saiba mais do Treinamento de Empilhadeira:

Cuidados durante as operações:

Enumeramos a seguir alguns cuidados necessários para que a operação com empilhadeira seja um trabalho seguro.

Cuidados gerais:

1- Condições físicas e psicológicas do operador.
a) O operador só deve operar a empilhadeira quando se sentir em boas condições físicas e deverá comunicar seu superior imediato qualquer indisposição que o impeça de trabalhar corretamente.
b) O operador de empilhadeira não pode irritar-se com o trabalho ou com o colega, a calma é imprescindível para realização de trabalhos com segurança.
c) O operador deve ficar alerta enquanto opera a empilhadeira. A falta de atenção ou distração implica em riscos ao próprio operador, aos outros á empilhadeira ou a carga.
d) Enquanto estiver dirigindo, não fume.

2- Transporte de pessoas na empilhadeira:
a) Nunca transporte outras pessoas na empilhadeira. A empilhadeira não foi projetada para transportar passageiros. O operador será responsabilizado por qualquer lesão que o CARONA venha sofrer em caso de acidente.
b) Não suba, nem permita que outras pessoas subam nos garfos ou na torre de elevação da empilhadeira. Se emergencialmente for preciso utilizá-la para isso, use uma gaiola de segurança com guarda corpo e que fique firmemente fixado aos garfos. O trabalhador que estiver suspenso sobre os garfos deverá estar equipado com cinto de segurança, cujo o cabo deverá estar ancorado em um ponto fixo fora da empilhadeira. A queda de uma pessoa que esteja sobre os garfos é responsabilidade do operador.

3- Posição do operador na empilhadeira:
a) Sente-se á empilhadeira confortavelmente, após regular o banco para sua estatura física. Posicione-se de tal forma que possa alcançar todos os comandos manuais e dos pés com facilidade. Regule os espelhos.
b) Nunca opere a empilhadeira com os calçados e/ou mãos molhados ou sujos de graxa.
c) Permaneça sentado todo o tempo que estiver operando a empilhadeira. Conserve a cabeça, braços, mãos, pernas e pés dentro do compartimento do operador.

4- Outros cuidados:
a) Não permita, em locais fechados, que uma empilhadeira a combustão permaneça parada por longos períodos com o motor em funcionamento, mesmo que esta empilhadeira esteja equipada com catalizador. A fumaça e os gases, particularmente em áreas restritas, podem ser desagradáveis e até perigosas.
b) Nunca deixe ferramentas ou outros equipamentos sobre o assoalho da máquina. Mantenha desobstruído o acesso para os pedais, para maior segurança na operação.
Cuidados com a empilhadeira:
1- Antes de iniciar o trabalho faça a inspeção visual da empilhadeira.
2- Respeite os avisos existentes e siga as instruções de operação do fabricante.
3- Verifique o peso da carga. Se não estiver identificado, pergunte ao supervisor ou a quem possa informar. Não sobrecarregue a empilhadeira, colocando cargas que excedam sua capacidade nominal.
4- Nunca use a empilhadeira para empurrar ou rebocar outra empilhadeira ou equipamento. O sistema de garfos não foi projetado para ações de empurrar, assim como os pneus não foram projetados para trabalhos de arraste.
5- Proceda a limpeza da sua empilhadeira regularmente, usando intervalos de serviço. Receba e entregue a empilhadeira limpa.
6- Não faça reparos na empilhadeira, qualquer reparo ou conserto é função da manutenção.

Cuidados com os pedestres:
1- Respeite os pedestres. Não coloque ninguém em risco. Dirija com cuidado e lentamente quando houver pedestres ao redor.
2- Observe os sinais de trafego e dê preferência de passagem aos pedestres. Sinalize para os pedestres, pois eles não adivinham sua intenção.
3- Lembre-se sempre que, normalmente o pedestre reconhece uma via publica como preferência do motorista, mas é pouco provável que o faça em relação aos corredores.
4- Fique atento ao surgimento repentino e inesperado de pedestres, vindos de pontos escondidos ou detrás de obstruções temporárias.
5- Nunca provoque brincadeiras ou situações difíceis para os que se encontram próximos a empilhadeira.
6- Cuidado com os trabalhadores que estiverem próximos a paredes ou a qualquer objeto fixo pode não haver condições para que consigam escapar.
7- Não permita, sob hipótese nenhuma, que outras pessoas fiquem sob os garfos da empilhadeira, mesmo descarregada.

Cuidados durante o percurso:
1- Antes de iniciar o deslocamento, olhe ao redor, use o espelho e, quando o caminho estiver livre, ande sem atrapalhar outros usuários do corredor. Com cargas altas, que não permitem visibilidade para frente, sempre dirija em marcha-à-ré. Nos casos de emergência acione a buzina.
2- O operador deve sempre seguir o regulamento de trânsito interno da empresa.
3- Desloque em velocidade compatível. As velocidades exageradas dificultam as manobras de conversões, podem fazer a empilhadeira tombar lateralmente e prejudicam uma freada emergencial.
4- Durante o deslocamento evitar batidas contra objetos, tanto no nível de solo (maquinas, materiais armazenados, etc..), quanto aéreos, tais como: Tubulações de gás, de óleo, de ar comprimido, de exaustão, calhas elétricas, etc.
5- Remova os obstáculos antes de prosseguir no deslocamento. Retire os materiais que podem estorvá-los, evitando possíveis acidentes ou comunique se for o caso, para que sejam retirados. Não passe sobre mangueiras de ar ou fios elétricos deixado no chão, isso pode provocar avarias e curto-circuito.
6- Quando carregado, a descida de rampas deve ser feita em marcha-à-ré. Evite fazer curvas em planos inclinados. As empilhadeiras facilmente tombam lateralmente.
7- Condução lado a lado, paralelamente, é perigosa. Dirigir uma empilhadeira com uma carga já é suficientemente perigoso. Mantenha-se dirigindo em fila única.
8- Se tiver que parar a empilhadeira carregada siga as regras vistas em estacionamento de empilhadeiras.

Cuidados com a carga:
1- Teste a carga, erguendo-a um pouco, se ela inclinar para o lado, abaixe-a e mude a posição dos garfos para melhor balanceamento. Erga os garfos lentamente para que a carga se mantenha estável.
2- Evite carregar material solto, este deverá ser transportado em recipientes próprios ou plataformas com proteção lateral.
3- Evite freadas bruscas quando estiver movimentando-se para frente com cargas, pois a empilhadeira para, mas a carga desliza dos garfos vindo a cair.
4- Não use paletes com defeitos ou danificados.
5- Não arraste a carga sobre o piso.
6- Obedecer à simbologia que encontra-se afixada nas caixas e embalagens.

Cuidados no armazenamento de cargas:
1- Ao armazenar cargas não obstruir os acessos a extintores de incêndio, telefone de emergência, portas e saídas de emergência, etc., depositando cargas nestes locais.
2- Em empilhamentos altos cuidar para que as cargas não venham a cair.
3- Certifique-se de que as prateleiras ou mezaninos tem a resistência necessária para suportar o peso da carga.
4- Verifique a capacidade do piso. Esteja seguro de que o piso onde você esta operando tem capacidade de suportar o peso combinado da empilhadeira e da carga que ela carrega.
Cuidados no carregamento de caminhões ou vagões:
1- Quando carregar caminhões ou vagões, verifique as pranchas de acesso. Certifique-se de que as pranchas entre a plataforma e o caminhão ou vagões estejam bem colocadas e ofereçam segurança. Dirija lentamente sobre elas. Certifique-se também de que o caminhão ou vagão estejam com suas rodas devidamente calçadas, para evitar escorregamento.
2- Não esqueça o peso da empilhadeira. A empilhadeira pesa muito mais que o material movido. Em movimento, seu peso é acrescido das forças dinâmicas.

Ações em caso de tombamento da empilhadeira:
Caso a empilhadeira tombe lateralmente, não tente sair enquanto ela estiver em movimento, poderá ficar preso nos controles. O procedimento correto é:
a) Firme as duas mãos na direção.
b) Afaste os joelhos um do outro, procure apoio para os pés.
c) Vire a cabeça para o lado contrário da queda.
d) Permaneça dentro do compartimento do protetor do operador.

Ações em caso de incêndio:
1- Ações preventivas gerais;
a) Não obstrua nem danifique equipamentos de proteção e combate a incêndio. Equipamentos de emergência como extintores, hidrantes, macas, etc.., não podem ficar obstruídos por cargas ou outros veículos estacionados.
b) Cada empilhadeira deve ser equipada com um extintor de incêndio. O operador deve garantir que ele seja verificado e tenha recebido assistência técnica de acordo com as normas legais vigentes.
c) Procure familiarizar-se com o manejo dos extintores de incêndio.

2- Ações em caso de incêndio na empilhadeira;
a) Se estiver em área onde o incêndio possa propagar-se rapidamente e caso for possível, leve a empilhadeira para fora.
b) Desligue a chave geral.
c) Se for empilhadeira movida a GLP, feche a válvula de gás.
d) Combata o fogo com o extintor instalado na empilhadeira ou nas proximidades (CO2 ou PQS).
e) Comunique imediatamente os bombeiros se não conseguir apagar as chamas.

3- Ações em caso de incêndio no estabelecimento;
a) Ao ouvir o alarme de incêndio, encoste imediatamente e pare a empilhadeira, deixando a pista livre para pedestres. Prossiga após o termino da emergência.
b) Caso a empilhadeira faça parte do plano de combate a incêndio do estabelecimento, o operador deve conduzi-la para o local pré-determinado. Lembre-se que a prioridade é dos pedestres.

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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