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Conteúdo Programático

Treinamento de Direção Defensiva
– Conceito;
– Condições adversas;
– Situações de risco nas ultrapassagens, derrapagem, ondulações e buracos, cruzamentos e curvas, frenagem normal e de emergência;
– Abordagem teórica da condução do veículo com passageiros e ou cargas;
– Como evitar acidentes;
– Cuidados na direção e manutenção de veículos;
– Cuidados com os demais usuários da via;
– Estado físico e mental do condutor, consequências da ingestão e consumo de bebida alcoólica e substâncias psicoativas;
– Normas gerais de circulação e conduta;
– Equipamentos de segurança do condutor;
– Infrações e penalidades;
– Noções de respeito ao meio ambiente e de convívio social no trânsito;
relacionamento interpessoal, diferenças individuais e respeito mútuo entre condutores;
– Noções de Primeiros Socorros;
– Sinalização do local do acidente;
– Acionamento de recursos: bombeiros, polícia, ambulância, concessionária da via, e outros;
– Verificação das condições gerais da vítima;
– Cuidados com a vítima (o que não fazer);
– Cuidados especiais com a vítima motociclista;
– Orientação quanto a utilização de acessos seguros como segue:
MCRIs (Mecanismos de Controle de Riscos de Incidentes e Impactos Ambientais) atribuindo cuidados durante operação/condução de máquinas e veículos;

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Resoluções 168/169 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN)

NR-11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais;
NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-17 – Ergonomia;
NR-26 – Sinalização de Segurança;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Treinamento de Direção Defensiva

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais sobre o Treinamento de Direção Defensiva:
Deve certificar se o motorista está ciente de sua movimentação; Adesivos fixados aos caminhões e máquinas alertando aos pedestres, Porque é proibido dar carona;
Acompanhamento integral da bandeirinha durante movimentação/operação de máquinas e veículos;
Treinamento de Direção Defensiva:
Uso de Faixas informativa da proibição de uso de celular na obra;
Sinalização dos acessos de pessoas, como também de máquinas e veículos;
Adoção de adesivo em cabine de caminhão solicitando ao motorista que buzine 2 vezes e verifique se há pedestre    próximo ao caminhão antes de iniciar qualquer manobra;
Realização de check list mensal;
Utilização de calços, sempre que estiverem estacionados, principalmente em declive;
Porque é proibido adotar postura insegura;
Respeito a sinalização de segurança;
Adoção de instalação de espelho biônico convexo em máquinas e veículos;
Proibido estacionar equipamentos e veículos em áreas que estejam sujeitas a alagamento/soterramento;
Não sair do veículo durante carregamento do mesmo;
Porque é Proibido percorrer trajeto com o basculante acionado;
Obrigatoriedade do uso do cinto de segurança;
Orientações de Segurança para Bandeirinhas: Treinamento de Direção Defensiva
01- Bandeirinhas deverão  parar  o  trânsito  nos  dois  sentidos  da  via  para entrada e saída dos veículos;
Obs.  Sempre utilizar os EPI,s  /  EPC.(Apito,  colete  refletivo  e  cones  de Sinalização);
Lembre-se:  A preferência é dos pedestres;
02- Acompanhar nas manobras dos caminhões levando os mesmos até o local de carregamento;
03- Quando houver necessidade do motorista descer do caminhão, o mesmo deverá aguardar o carregamento em local seguro utilizando os EPIs;
04- Durante o trajeto o bandeirinha deve observar as condições dos acessos, sinalizações, instabilidade do terreno ou obstáculos;
05- Acompanhar nas manobras dos caminhões levando os mesmos até o local de carregamento;
05- O bandeirinha deverá sinalizar  para  o  motorista  parar  de  maneira adequada e segura no ponto de Carregamento;
06- Retirar pessoas próxima da área de carregamento;
07- Acompanhar o carregamento dos caminhões;
08- O motorista somente poderá  sair  do  local  de  carregamento  após  a liberação do bandeirinha, o mesmo vai acompanhar o caminhão até o lava roda;
09-  Verificar as condições dos caminhões assim que chegar a obra, Alarme de Ré, Travas de Segurança das caçambas Etc;
10-  Nunca abandonar o posto de trabalho, antes que haja um substituto no local;
11-  Orientar aos motoristas sobre a proibição do uso de celular;
12- Não deixar veículos e máquinas obstruindo os acessos dos pedestres;
13-  Não fique de costas para o trânsito;
14-  Não fique em grupo de pessoas;
15-  Quando houver dúvidas procure seu Encarregado / Líder, Mestre/ Segurança do Trabalho;
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN usando da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I e artigo 141, da Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro – CTB e, conforme o Decreto n° 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito;
Estabelece Normas e Procedimentos para a formação de condutores de veículos automotores e elétricos, a realização dos exames, a expedição de documentos de habilitação, os cursos de formação, especializados, de reciclagem e dá outras providências…

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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