Curso Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia

Simulado de Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia

Simulado de Operação em Emergência e Resgate de Vítimas em Acidentes com Amônia - 16 horas

Cód: 18393

Simulado de Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia
O objetivo do Simulado de Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia visa planejar e realizar o resgate das vítimas em acidentes que envolvem amônia.
Aplica os corretos procedimentos na evacuação da população atingida, propondo melhorias para o Plano de Atendimento a Emergências e preparação dos colaboradores.

De quem é a Responsabilidade do Sistema de Amônia?
No âmbito da assunção de competência, ser o responsável perante aos órgãos competentes, tais como:
Se não houver a figura do Projetista, responderá perante os órgãos competentes o Responsável pela pela instalação, seja ele Gerente ou Proprietário.
É também responsabilidade do Projetista orientar a Instaladora, o Proprietário e usuário dos riscos e vantagens; bem como simular condições de acidente na instalação frigorífica no que se refere a segurança pessoal, ambiental e patrimonial.

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16 Horas

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Semipresencial/Reciclagem

08 hs EAD / 08 hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Simulado de Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia

Aplicação e Conscientização da importância do PCE –  Plano de Controle de Emergência;
A.P.R (Análise Preliminar de Riscos);
Interpretação da FISPQ (Ficha de Informações de Produtos Químicos);
Avaliação do Cenário;
Simulado prático à frio de emergência com amônia;
Análise Fluxograma;
Detalhes do acidente;
Kit’s de emergência;
Equipamentos e acessórios de Emergências;
EPI’s – Equipamento de Proteção Individual;
EPC’s – Equipamentos de Proteção Coletiva;

Sinalização de Segurança;
Procedimentos de Prevenção de acidentes;
Noções de Primeiros Socorros;
Técnicas e procedimentos de Contenção;
A amônia;
Riscos dos sistemas de refrigeração;
Medidas de proteção;
Aspectos da auditoria;
O que fazer em caso de vazamentos;
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 13  – Caldeiras e Vasos de Pressão;
NR – 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carne e Derivados; 

ABNT NBR 13598 – Vasos de Pressão para Refrigeração;

ABNT NBR 16069 –  Segurança em Sistemas Frigoríficos e suas atualizações;
ABNT NBR 11586 –  Solução de amônia – Determinação da densidade e do teor de NH3 (amônia) E suas atualizações;
ABNT NBR 11330 – Solução de amônia – Determinação do teor de resíduos após evaporação e calcinação – Método de ensaio e suas atualizações.

Simulado de Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EAD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui 

Carga Horária

Simulado de Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 24 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente  e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Simulado de Emergência e Resgate de Vítimas por Amônia:

RISCOS À SAÚDE LIMITE DE TOLERÂNCIA
20 ppm ou 14 mg/m3 (até 48 horas semanais). Grau de insalubridade médio (referência Norma Regulamentadora 15, Anexo 11 do MTb.)
SINTOMAS DE EXPOSIÇÃO
É um forte irritante do sistema respiratório superior e inferior. Os sintomas dependem da concentração inalada da duração da exposição, podendo causar sensação de queimadura, tosse, espiração difícil, dor de cabeça, náuseas, e eventualmente, desmaio.
Concentrações moderadas do vapor causam dermatite ou conjuntivite. Concentrações maiores ou contato com a 
pele e olhos causam queimaduras e inflamação dos olhos, com possível perda de visão.
O contato com o tecido da pele ou com os olhos pode causar queimaduras frias.

PROPRIEDADES TOXICOLÓGICAS
Gás Tóxico. A inalação da Amônia afeta a laringe e os brônquios, causando queimaduras cáusticas e resultando em edemas e pneumonia química se os pulmões forem atingidos.
O contato com a pele causa queimadura cáustica e lesões, resultando em necrose e cicatrizes.
Queimaduras nos olhos resultam em lesões e possível perda da visão.

Não é cancerígeno. Pessoas que possuam doenças que possam ser agravadas devido à exposição à Amônia não devem ser autorizadas para trabalhos com esta gás.
Os efeitos de queimadura pelo frio são: mudança da cor da pele para cinza ou branco, possivelmente seguida de feridas.
PROCEDIMENTOS DE PRIMEIROS-SOCORROS
Assistência médica imediata é fundamental em todos os casos de grave exposição. a equipe de socorro para resgate deve estar equipada com equipamentos de respiração autônoma e consciente dos riscos de inflamabilidade e toxicidade.
INALAÇÃO: Pessoas ainda conscientes devem ser removidas rapidamente para uma área não contaminada para respirar ar fresco, aplicando oxigênio em caso de dificuldade respiratória ou inconsciência.
Manter a vítima em repouso sob observação médica.

CONTATO COM A PELE E COM OS OLHOS: Lavar a área afetada com bastante água por pelo menos 15 minutos.
Afastar as pálpebras para assegurar uma lavagem completa. Remover as roupas contaminadas o mais rápido possível.

QUEIMADURA PELO FRIO: Lavar com água morna (NÃO USAR ÁGUA QUENTE). Um médico deve ser chamado imediatamente se a queimadura resultar em ferida na pele ou congelamento dos tecidos.
PESSOAS QUE TRABALHAM COM AMÔNIA NÃO DEVEM USAR LENTES DE CONTATO.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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