PPRA para Plataforma de Petróleo NR 37
Foto Ilustrativa

PPRA para Plataforma de Petróleo NR 37

Nome Técnico: Elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) para Plataformas de Petróleo – NR-37

Referência: 78922

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) para Plataformas de Petróleo – NR-37
O PPRA para NR-37 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, tem conformidade com o que preconiza a NR-09, e tem por intuito principal preservar a integridade física dos trabalhadores controlando a ocorrência de riscos ambientais possíveis no ambiente de trabalho.

O que é PPRA?
É obrigação de todo empregador no que concerne as medidas de segurança e saúde do trabalhador, no que se refere à prevenção dos riscos físicos, químicos e biológicos presentes no ambiente de trabalho. O PPRA almeja a antecipação, o reconhecimento, a avaliação e o controle dos riscos ambientais no local de trabalho, como emissão de ruído, poeira, fumos e outros agentes físicos, químicos ou biológicos.

Escopo do Serviço

Elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) para Plataformas de Petróleo – NR-37

Ramo de atividade da empresa;
Reconhecimento dos Riscos;
Quais os Riscos Ambientais devem ser abordados no PPRA;
Estabelecimento das Prioridades de Monitoramento dos Riscos;
Verificação das condições dos postos de trabalho;
Antecipação e levantamento dos riscos ambientais (físicos, químicos e biológicos);
Controle dos Riscos Ambientais;
Monitoramento dos Riscos Ambientais;
Cronograma de Ações do PPRA;
Análise Global do PPRA;
Avaliação dos Riscos;
Grupo Homogêneo de Exposição – GHE;
Controle dos Riscos Ambientais;
Planilhas nas fases do PPRA;
Riscos Ocupacionais e Ergonômicos;
Emissão de Ruído;
Nível de poeira (química ou não);
PPRA – A responsabilidade dos Profissionais em ST na aplicação do PPRA;
Aulas Práticas de Preenchimento das Planilhas do PPRA;
Reconhecimento;
PPRA x LTCAT;
Aplicações legais, Semelhanças e Diferenças;
Verificação de condições insalubres;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Recomendações Gerais;
Desenvolvimento do documento base;
Desenvolvimento do PPRA;
Relatórios anuais;
Elaboração de ações preventivas;
Registro fotográfico;
Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 09 – PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
NR – 37 – Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo;
ABNT ISO/TR 31004 – Gestão de riscos — Guia para implementação da ABNT NBR ISO 31000;
ABNT NBR 16209 – Avaliação de risco a saúde humana para fins de gerenciamento de áreas contaminadas;
ABNT NBR ISO 11228-3 – Ergonomia — Movimentação manual;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ABNT NBR ISO/IEC 17025 Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) para Plataformas de Petróleo – NR-37

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Rescue Cursos

Laudos, Perícias Programas, ART's e muito mais!

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: Elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) para Plataformas de Petróleo – NR-37:

Norma Regulamentadora NR-37
“37.11 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA
37.11.1 A operadora da instalação e as empresas prestadoras de serviços permanentes a bordo devem elaborar os seus respectivos PPRA, por plataforma, observando as regras específicas previstas nos subitens deste item e o disposto na NR-09 (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), nesta ordem.
37.11.2 Na elaboração do PPRA, as empresas devem considerar também:
a) as metodologias para avaliação de riscos ambientais preconizadas na legislação brasileira, sendo que, na sua ausência, podem ser adotadas outras já consagradas internacionalmente ou estabelecidas em acordo ou convenção coletiva de trabalho, desde que mais rigorosas do que os critérios técnico-legais estabelecidos;
b) os riscos gerados pelas prestadoras de serviços a bordo da plataforma, especialmente durante o comissionamento, a manutenção, a modificação, a reparação, a ampliação, as paradas programadas da plataforma e o descomissionamento;
c) a relação entre os limites de tolerância e o tempo de exposição ocupacional para turnos prolongados de trabalho a bordo.
37.11.2.1 A operadora da instalação deve realizar análise global do PPRA quando ocorrerem paradas programadas.
37.11.3 Antes de o trabalhador terceirizado iniciar a sua atividade laboral a bordo, a operadora da instalação ou concessionária deve cientificar formalmente às suas respectivas prestadoras de serviços sobre as informações relacionadas aos riscos a que estará sujeito o trabalhador, contidas no PPRA da correspondente plataforma.
37.11.4 A empresa prestadora de serviços deve informar, previamente, à operadora da instalação, por escrito e mediante recibo, os riscos reconhecidos no seu PPRA, que serão introduzidos na plataforma em decorrência de suas atividades a bordo.
37.11.4.1 A operadora da instalação deve permitir que as empresas prestadoras de serviços procedam, in loco, às avaliações qualitativas e quantitativas dos seus riscos ambientais gerados na plataforma.
37.11.4.2 Alternativamente, a operadora da instalação pode proceder estas avaliações, informando os resultados obtidos às empresas prestadoras de serviços, por escrito e mediante recibo.
37.11.5 A operadora da instalação deve assegurar a realização dos ajustes necessários e o estabelecimento de novas metas e prioridades, por meio da análise global do PPRA da plataforma, para contemplar os riscos adicionados pelas atividades da empresa prestadora de serviços a bordo, conforme subitem 9.2.1.1 da NR09.
37.11.5.1 A operadora da instalação deve repassar à empresa contratada, por escrito e mediante recibo, todas as informações descritas na análise global do seu PPRA.
37.12 Atenção à Saúde na Plataforma
37.12.1 A operadora da instalação e cada uma das empresas prestadoras de serviços permanentes a bordo devem elaborar os seus respectivos Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, por plataforma, atendendo aos preceitos deste item e, complementarmente, ao disposto na NR-07.
37.12.1.1 Para um conjunto de plataformas desabitadas, a operadora dessas instalações pode elaborar PCMSO único, desde que sejam apreciados todos os riscos reconhecidos nos PPRA específicos de cada uma dessas plataformas desabitadas.
37.12.2 A operadora da instalação e as empresas prestadoras de serviços devem adotar medidas que visem à promoção, à proteção, à recuperação e à prevenção de agravos à saúde de todos os seus trabalhadores a bordo. Tais medidas devem compreender ações em terra e a bordo e, no mínimo, contemplar:
a) realizações de exames e vacinações, previamente aos embarques, previstas no PCMSO, de acordo com os riscos reconhecidos pelo PPRA da própria plataforma;
b) serviços gratuitos de assistência à saúde a bordo e em terra pela operadora da instalação ou por empresas especializadas na prestação destes serviços, que sejam decorrentes de acidentes ou doenças ocorridas no trabalho, com os empregados próprios e terceirizados;
c) desembarque e remoção do trabalhador para unidade de saúde em terra, no caso de necessidade de cuidados médicos complementares, devendo atender aos seguintes requisitos:
I. o tipo de aeronave a ser utilizada para transportar o trabalhador deve obedecer ao critério do médico regulador, que é designado pela concessionária ou operadora da instalação;
II. no caso de atendimento emergencial, o resgate realizado por aeronave do tipo Evacuação Aeromédica – EVAM, devendo a aeronave e a tripulação estarem prontas para decolar em até 30 (trinta) minutos, após o seu acionamento pelo médico regulador. Tempos superiores a 30 (trinta) minutos devem ser justificados pela operadora da instalação; entretanto, o prazo para a decolagem não pode exceder a 45 (quarenta e cinco) minutos.
d) programas de educação em saúde, incluindo temas sobre alimentação saudável;
e) programas de promoção e prevenção da saúde, visando implantar medidas para mitigar os fatores de riscos psicossociais identificados, assim como prevenir constrangimentos nos locais de trabalho decorrentes de agressão, assédio moral, assédio sexual, dentre outros;
f) acompanhamento pelos médicos coordenadores dos PCMSO da operadora da instalação e das empresas prestadoras de serviços, em todos os casos de acidentes e adoecimentos ocupacionais ocorridos a bordo com os trabalhadores próprios e terceirizados.
37.12.3 Cabe ainda ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que acessam a plataforma por intermédio de cesta de transferência ou embarcação, de modo que os seguintes aspectos sejam considerados:
a) inclusão no PCMSO dos exames e sistemática de avaliação;
b) avaliação periódica dos riscos envolvidos na operação de transbordo, consignando no ASO a aptidão para esta atividade;
c) apreciação das patologias que podem originar mal súbito, queda de altura e riscos psicossociais.
37.12.4 Para cada exame médico realizado, o médico emitirá o ASO em duas vias, distribuídas da seguinte forma:
a) a primeira via do ASO deve ser arquivada na própria instalação marítima ou na sede da empresa, em terra;
b) a segunda via do ASO deve ser obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo na primeira via.
37.12.4.1 Cópia da primeira via do ASO, em meio físico ou eletrônico, deve estar disponível na enfermaria a bordo, observado o disposto no item 37.7 desta NR.”

Fonte: NR-37

Elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) para Plataformas de Petróleo – NR-37: Consulte-nos.

PPRA para Plataforma de Petróleo NR 37

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos