Programa de Proteção Respiratória

PPR – Programa de Proteção Respiratória

Nome Técnico: PPR - Programa de Proteção Respiratória NR 09 NR 15

Cód: 10257

PPR – Programa de Proteção Respiratória
O Programa de Proteção Respiratória (PPR) foi elaborado com o intuito de capacitar o profissional quanto ao controle de incidência de doenças ocupacionais associadas a inalação de materiais prejudiciais ao sistema respiratório dispersos no ar, visando a segurança e integridade do profissional patrimônio.

Quem deve fazer o PPR?
O PPR é obrigatório a todas as empresas em que seus usuários necessitam de respiradores, e regulamenta a correta utilização dos equipamentos que visam proteger o sistema respiratório.
O programa deve abranger, entre outras coisas, a seleção, utilização e manutenção de respiradores no local de trabalho.
Fumaça, vapores, gases químicos e poeira são alguns exemplos de substâncias prejudiciais a saúde do trabalhador quando inaladas.

PPR – Programa de Proteção Respiratória

Elaboração, execução e administração de Programa de Proteção Respiratória;
Requisitos de um Programa de Proteção Respiratória;
Administração do programa de proteção respiratória;
procedimentos operacionais escritos;
Procedimentos operacionais escritos para o uso rotineiro de respiradores;
Procedimentos operacionais escritos para o uso em situações de emergência e de salvamento;
Seleção, limitações e uso de respiradores;
Fatores que influem na seleção de um respirador;
PPR – Programa de Proteção Respiratória:
Seleção de respiradores para uso rotineiro;
Seleção de respiradores para uso em atmosfera IPVS, espaços confinados ou atmosferas com pressão reduzida;
Operações de jateamento;
Outros fatores que afetam a seleção de um respirador;
PPR – Programa de Proteção Respiratória:
Treinamento:
Treinamento para empregados;
Introdução;
Conhecendo os riscos;
Efeitos dos contaminantes à saúde;
Como se proteger dos contaminantes;
Selecionando o respirador adequado;
Como identificar um bom respirador;
Como colocar adequadamente um respirador;
Cuidados com o respirador;
Frequência do treinamento;
Registros;
Ensaios de vedação;
Requisitos de um ensaio de vedação;
Problemas de vedação e soluções alternativas;
Considerações sobre os ensaios de vedação;
Registros dos ensaios de vedação;
Manutenção, inspeção e guarda;
Limpeza e higienização;
Inspeção;
Substituição de partes e reparos;
Guarda;
Ar respirável para as máscaras autônomas e os respiradores de linha de ar comprimido;
Qualidade do ar comprimido;
Riscos de uso de oxigênio;
Ponto de orvalho;
Ar respirável proveniente de compressores;
Ar respirável proveniente de cilindros;
Ponto de orvalho do ar respirável dos respiradores de adução de ar;
Conexão do respirador de adução de ar com a mangueira de suprimento de ar comprimido;
Procedimentos para a realização dos “ensaios de vedação” qualitativos e quantitativos;
Ensaio qualitativo com vapor de acetato Deisoamila (óleo de banana);
Ensaio qualitativo com aerossol  de sacarina;
Ensaio qualitativo com aerossol;
De solução de “Bitrex”;
PPR – Programa de Proteção Respiratória:
Ensaio qualitativo com “fumaça” irritante;
Ensaios de vedação quantitativos;
Ensaios de vedação quantitativos que empregam geração de aerossóis;
Ensaio de vedação quantitativo com aerossóis do ambiente que utiliza o contador de núcleos;de condensação (CNC);
Ensaio de vedação quantitativo pelo método do controle da pressão negativa (CNP);
Avaliação médica de trabalhadores;
Candidatos à utilização de equipamentos de proteção respiratória;
Instrução Normativa nº 1, de 11 de abril de 1994;
Deficiência de oxigênio;
Deficiência de oxigênio IPVS;
Considerações sobre níveis reduzidos de oxigênio;
Classificação e descrição sumária dos equipamentos de proteção respiratória segundo o modo; de operação e considerações sobre o seu uso;
Uso de respiradores em ambientes;
Com baixas temperaturas;
Uso de respiradores em ambientes com altas temperaturas;
Comunicação verbal;
Avaliação do PPR;
Questionário médico para candidatos ao uso de equipamentos de proteção respiratória;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;

NR – 09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
NR – 15 – Atividades e Operações Insalubres;
NR – 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde;
ABNT NBR 12543 – Equipamentos de proteção respiratória – Classificação;
ABNT NBR 13694 – Equipamentos de proteção respiratória – Peças semifacial e um quarto facial;
ABNT NBR 13695 – Equipamentos de proteção respiratória – Peça facial inteira;
ABNT NBR 13696 – Equipamento de proteção respiratória – Filtros químicos e combinados;
ABNT NBR 13697 – Equipamento de proteção respiratória — Filtros para partículas;
ABNT NBR 13698 – Equipamento de proteção respiratória — Peça semifacial filtrante para partículas;
ABNT NBR 13716 – Equipamento de proteção respiratória – Máscara autônoma de ar comprimido com circuito aberto;
ABNT NBR 14372 – Equipamentos de proteção respiratória – Respirador de linha de ar comprimido para uso com peça facial inteira ou semifacial.

PPR – Programa de Proteção Respiratória

Cabe a Contratante quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos na áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 400 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.

PPR – Programa de Proteção Respiratória

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
d) mudança de empresa;
e) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

PPR – Programa de Proteção Respiratória

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

PPR – Programa de Proteção Respiratória

Rescue Cursos

Laudos, Perícias Programas, ART's e muito mais!

Reproduzir vídeo

Saiba Mais: PPR – Programa de Proteção Respiratória:

ABNT NBR 12543 – Equipamentos de proteção respiratória – Classificação:
Esta Norma classifica os equipamentos de proteção respiratória de acordo com o modo de funcionamento e os riscos respiratórios existentes em um ambiente de trabalho.
Esta Norma também define a qualidade do ar respirável utilizado nos respiradores de adução de ar, bem como apresenta a composição do ar atmosférico e estabelece a nomenclatura dos componentes a ser utilizada em proteção respiratória.
NR 06:
6.1 Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora – NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

6.1.1 Entende-se como Equipamento Conjugado de Proteção Individual, todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
6.2 O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação – CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.
6.3 A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:
a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e,
c) para atender a situações de emergência.
CRITÉRIO PARA SELEÇÃO, LIMITAÇÃO E USO DE RESPIRADORES
Atividades do usuário:
Na seleção de um respirador devem ser considerados os riscos respiratórios a que os trabalhadores estão ou poderão estar expostos, bem como o tempo durante o qual o respirador será utilizado.
A seleção de um respirador requer que o profissional conheça as operações e os riscos envolvidos nas atividades.
Tal conhecimento permite a seleção assertiva do tipo ou classe de respirador que proporcione uma proteção adequada.
Localização da área de risco:
Na seleção é importante considerar se o local é seguro e possui ar respirável.
Isso faz com que seja possível estabelecer quais rotas são as mais seguras em caso de emergência, bem como a realização dos serviços de manutenção, operação ou resgate.
Características e limitações dos respiradores:
As características físicas e funcionais dos respiradores, assim como suas limitações, deverão ser observadas no processo.
Os diversos respiradores disponíveis no mercado fazem com que cada um atenda a diferentes demandas.
Características da tarefa:
O nível de esforço exigido em cada atividade, bem como a condição do ambiente, é determinante na vida útil do respirador.
No caso extremo de esforço a quantidade de ar trocada aumenta e os filtros presentes em alguns tipos de máscaras poderão ter sua eficiência comprometida mais rapidamente, causando então uma dificuldade na troca de ar.
Aprovação e validade dos respiradores:
Somente será permitida a utilização de respiradores aprovados pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), que possuam Certificado de Aprovação (CA) válido no momento da aquisição e que estejam dentro do prazo de validade estabelecido pelo fabricante.
No caso de exposição a risco biológico, será necessário também o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
OUTROS FATORES QUE AFETAM A SELEÇÃO DE UM RESPIRADOR
Pelos Faciais:
O trabalhador que usa respirador não poderá ter pelos faciais (barba, bigode, costeletas ou cabelos).
Os pelos nessa região fazem com que a vedação e o funcionamento das válvulas sejam comprometidos.
A barba impede um ajuste facial adequado.
Eventualmente, bigodes e costeletas podem ser compatíveis com um bom ajuste facial, desde que não interfiram na zona de selagem e no funcionamento das válvulas do respirador.
Visão:
Em caso de uso de lentes de contato, óculos de grau, óculos de segurança, protetor facial, máscara de soldador ou outro tipo de proteção ocular ou facial, eles não devem comprometer a vedação do respirador.
É vedado o uso de óculos com tiras ou hastes que passem na área de vedação do respirador do tipo com vedação facial.
Comunicação:
A necessidade de comunicação por parte de alguns profissionais e a dificuldade criada em ambientes ruidosos deverão ser consideradas na seleção do respirador.
Problemas de Vedação:
É vedado o uso de gorros e bonés com abas que interfiram na vedação dos respiradores.
Os tirantes dos respiradores com vedação facial não devem ser colocados ou apoiados sobre hastes de óculos, capacetes e protetores auditivos circumauriculares.
Nenhum EPI ou acessório deverá intervir na vedação da peça.
Verificação de Vedação:
Toda vez que o usuário colocar o respirador antes de entrar na área de risco ou reajustá-lo quando já estiver no local, deve “verificar a vedação” para garantir que o respirador esteja ajustado corretamente na face.
Ensaio de Vedação:
Todo usuário de respirador com vedação facial (desde as peças semifaciais filtrantes até as máscaras autônomas) deve ser submetido a um ensaio de vedação para determinar se o respirador já aprovado na verificação de vedação apresenta uma selagem aceitável em seu rosto.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento;
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação;
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

PPR – Programa de Proteção Respiratória: Consulte-nos.

PPR - Programa de Proteção Respiratória, Programa de Proteção Respiratória, ppr nr 15, o que é o PPR - Programa de Proteção Respiratória, pra que serve o PPR - Programa de Proteção Respiratória, aonde fazer o PPR - Programa de Proteção Respiratória, como fazer o PPR - Programa de Proteção Respiratória, quem pode fazer PPR - Programa de Proteção Respiratória, porque fazer o PPR - Programa de Proteção Respiratória, quando fazer o PPR - Programa de Proteção Respiratória, quanto custa o PPR - Programa de Proteção Respiratória, treinamento PPR - Programa de Proteção Respiratória, certificado de PPR - Programa de Proteção Respiratória, apostila de PPR - Programa de Proteção Respiratória, qual objetivo do PPR - Programa de Proteção Respiratória, reciclagem de PPR - Programa de Proteção Respiratória,

Atualize seu conhecimento!

Os Melhores Cursos e Treinamentos