Serviço Plano de Ação de Emergência - Amônia

Plano de Ação de Emergência – Amônia

PCE Plano de Ação de Emergência - Amônia

Cód: 18603

Plano de Ação de Emergência – Amônia

O objetivo da elaboração do Plano de Ação de Emergência por Amônia visa identificar a percepção e os conhecimentos dos colaboradores e envolvidos em relação ao funcionamento da gestão de riscos ao manejo da amônia no processo de refrigeração industrial.

O que é Plano de Ação de Emergência – Amônia
O  Plano visa organização e determinação de quais as pessoas serão designadas a tomar as ações necessárias, de forma a assegurar a segurança dos colaboradores e envolvidos no fogo, produtos perigosos ou de qualquer outro tipo de acidente que possa acontecer.
O Plano de Ação de Emergência deve com rigor estabelecer todos os tipos de riscos específicos e procedimentos, associados a atividade ou empresa.
A explicitação dos objetivos e das medidas de proteção, podem conduzir à salvaguarda de vidas e bens no caso de emergência e constitui o primeiro passo para a inventariação dos perigos inerentes.

Plano de Ação de Emergência – Amônia

Análise e identificação dos sistemas disponíveis no local do risco;
Verificação dos projetos  e procedimentos inerentes a atividade e empresa;
Verificação do Mapeamento de Rota de Fuga;
Verificação de Alarmes de Detectores de vazamento de Amônia;
Verificação dos Esquemas de Manutenção Preventiva;
Realização dos levantamentos e procedimentos em conformidade com  as normas técnicas aplicáveis a respeito da utilização da amônia em sistemas de refrigeração;
Apresentação dos riscos ocupacionais relacionados a operação da amônia e as medidas a serem Tomadas de decisões para o controle e prevenção;
Procedimentos de evacuação;
Informações de segurança do processo;
Nomeação de Coordenador e dos responsáveis pela operação e evacuação;
Procedimentos de  contabilização do pessoa após evacuação;
Procedimentos de planeação das Operações de Salvamento;
Procedimentos de Assistência médica durante a emergência;
Informações e papel dos colaboradores diante a ação de emergência e Plano;
Determinação e frequência dos Treinamentos e Simulados de Emergência;
Determinação dos Equipamentos de Proteção Individual conservação e manutenção;
Determinação da Equipe de resgate, acessórios e equipamentos;
Esquema do Plano de Ação de Emergência;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis:
ABNT NBR 15219 Plano de Emergência contra Incêndios;
ABNT NBR 15480 Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos-Programa de Gerenciamento de Risco e Plano de Ação de Emergência;
ABNT NBR 7500 Identificação para transporte Terrestre, Manuseio, Movimentação e Armazenamento de Produtos;
ABNT NBR 16069:2015 – Segurança em Sistemas Frigoríficos e suas atualizações;
ABNT NBR 11586: 2016 – Solução de amônia – Determinação da densidade e do teor de NH3 (amônia) e suas atualizações;
ABNT NBR 11330:2014 – Solução de amônia – Determinação do teor de resíduos após evaporação e calcinação – Método de ensaio e suas atualizações;
Nota Técnica 34/2004 (M.T.E 2005);
NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações;

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Saiba mais: Plano de Ação de Emergência por Amônia

O que é Amônia?
A amônia – NH3 é uma molécula formada por um átomo de nitrogênio ligado a três de hidrogênio.
É obtida por um processo famoso chamado HaberBosch que consiste em reagir nitrogênio e hidrogênio em quantidades estequiométricas em elevada temperatura e pressão.
É à maneira de obtenção de amônia mais utilizada hoje em dia. (Infoescola 2015)

 Observações importantes, segundo a NT 34/2004 (MTE, 2005): 
 A casa de máquinas deve ser instalada no térreo, no nível do solo, de preferência em edificação separada.
Inexistindo essa possibilidade e havendo necessidade de se mantê-la na mesma edificação onde se realiza outras atividades administrativas ou de produção, a casa de máquinas deverá ser instalada fora do prédio, com o máximo de paredes exteriores possível.
Uma ventilação adequada é fundamental e, nos casos de ambientes fechados, o pé-direito deve ser, no mínimo, de 4 metros, existindo pelo menos duas saídas de emergência. É essencial a existência de detectores de vazamento no local.

A Norma Técnica 03/2004 também recomenda uma inspeção visual em todos os pontos críticos como soldas, curvas, junções, selos mecânicos – pelo menos a cada 3 meses. Tanques e reservatórios devem passar por inspeção de segurança completa, nos prazos máximos previstos na legislação (NR-13) que, neste caso, recomendando-se radiografia de soldas e testes de pressão. 
Todas as etapas da manutenção do sistema devem ser cuidadosamente especificadas e adequadamente registradas, definindo-se procedimentos específicos para operações de risco, tais como a purga de óleo do sistema, a drenagem de amônia e a realização de reparos em tubulações.

Os escapamentos dos dispositivos de alívio de pressão devem localizar-se em altura e distante de portas, janelas e entradas de ar o ideal é manter acima do telhado e pelo menos a 5 metros acima do nível do solo e a mais de 6 metros de distância de janelas, entradas de ar ou portas.
Todos os equipamentos do sistema de refrigeração devem ser adequadamente dimensionados e instalados, além de testados antes de sua operação.
É essencial que os componentes, inclusive tubulações, sejam devidamente sinalizados e identificados.  Condensadores, compressores, outros vasos, evaporadores e bombas devem estar equipados com válvulas de alívio de pressão.
Os compressores devem ter controle de baixa pressão e dispositivo de limitação da pressão.   As tubulações podem ser de ferro ou aço; zinco ou cobre são proibidos para instalações contendo amônia.
A armazenagem de amônia deve ser feita preferencialmente em área coberta, seca, ventilada, com piso impermeável e afastada de materiais incompatíveis, recomendando-se a instalação de diques de contenção.
É essencial que se definam cuidados especiais com os cilindros e tanques de amônia, inclusive no seu abastecimento.  Considerando o risco envolvido, todas as instalações onde existe amônia devem sofrer processo periódico de inspeção para verificação de suas condições. 

 Gestão de Riscos:
 Os pontos essenciais em relação à prevenção coletiva da exposição à amônia, segundo a NT 34/2004 (MTE, 2005), incluem:
Manutenção das concentrações ambientais visando obter os níveis mais baixos possíveis por meio de ventilação adequada;
Implantação de mecanismos para a detecção precoce de vazamentos. 
Outras medidas de proteção coletiva incluem a sinalização adequada dos equipamentos e tubulações, a existência de saídas de emergência mantidas permanentemente desobstruídas e adequadamente sinalizadas, e a instalação de chuveiros de segurança e lava-olhos. 
Dentre as medidas administrativas incluem-se a permanência do menor número possível de trabalhadores na sala de máquinas e somente os que realizam manutenção e operação dos equipamentos, a manutenção dos locais de trabalho dentro dos padrões de higiene ocupacional e a realização do controle de saúde dos expostos ao produto, enfatizando avaliação oftalmológica, da pele e do trato respiratório.
As empresas devem possuir equipamentos básicos de segurança pessoal para cada trabalhador envolvido diretamente com a planta, dispostos em locais de fácil acesso e fora da sala de máquinas:
Uma máscara panorâmica com filtro de amônia;
Equipamento de respiração autônomo;
Óculos de proteção ou protetor facial;
Um par de luvas protetoras de borracha (PVC);
Um par de botas protetoras de borracha (PVC);
Uma capa impermeável de borracha e/ou calças e jaqueta de borracha.

A NT 34/2004 (MTE, 2005) também afirma que deve ser estabelecido por escrito o plano de emergência para ações em caso de vazamento, realizando-se treinamentos práticos, prevendo e disponibilizando mecanismos de comunicação da ocorrência, evacuação das áreas, remoção de quaisquer fontes de ignição, formas de redução das concentrações de amônia e procedimentos de contenção de vazamentos.

Em caso de vazamento com grande concentração de gases, faz-se necessária a utilização de máscaras autônomas e proteção total do corpo com tecido impermeável ou, na ausência dessas, o umedecimento dos trajes.
Na mesma linha de raciocínio, deve-se aspergir água para forçar a reação de hidratação e formação do hidróxido de amônia.
É crítico que se observe que, na ocorrência do vazamento, a amônia, em estado aerossolizado, comporta-se como um gás denso.
Em caso de fogo, recomenda-se o uso de água para resfriar recipientes expostos. Para fogo envolvendo amônia líquida, utiliza-se pó químico ou CO2. 
Os sistemas de refrigeração por amônia devem ser operados por profissional qualificado, com certificado de treinamento, conforme o disposto na NR-13. (MTE, 2005) 

Todos os que laboram no estabelecimento, inclusive terceiros, devem ser suficientemente informados sobre os riscos existentes e as medidas de controle, e treinamento para as ações de emergência e de evacuação de área.

É necessária a previsão de treinamentos especiais para os que operam, inspecionam e mantêm o sistema, assim como para os trabalhadores que laboram próximos aos equipamentos, e os que operam equipamentos móveis, como empilhadeiras. (MTE, 2005.
Os operadores devem ter conhecimentos completos sobre o sistema, incluindo compressores, válvulas de controle automático, de isolamento e de alívio de pressão, controles elétricos e mudanças de temperatura e pressão. Devem saber que partes do sistema requerem manutenção preventiva e como realizá-la de forma segura, além de como observar e avaliar o sistema para identificar sinais de problemas, como vazamentos e vibração. (Fonte: Carlos A. T. Alves Higiene e Segurança).

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