Laudo Explosividade

Laudo Explosividade

Nome Técnico: Elaboração Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Explosividade

Cód: 31064

O Laudo Explosividade visa analisar o ambiente de processo, de modo que, ao avaliar o potencial de risco de explosão, identifica, gradua e delimita o risco.

NR 16 – Atividades e Operações Perigosas ITEM 16.5:
“Para os fins desta Norma Regulamentadora – NR são consideradas atividades ou operações perigosas as executadas com explosivos sujeitos a:
a) degradação química ou autocatalítica;
b) ação de agentes exteriores, tais como, calor, umidade, faíscas, fogo, fenômenos sísmicos, choque e atritos”.

O que é Explosividade?
Trata-se de algo que pode explodir ou que produz explosão. Palavra derivada de explosivo.

Laudo Risco Explosividade

Monitoramento de vazamentos;
Unidade de aspiração (bomba);
Temperatura;
Pressão;
Umidade;
Monitoramento de velocidade do fluxo;
Radiação Eletromagnética e Compatibilidade;
Proteção mecânica contra choques e vibrações;
Materiais e Equipamentos;
Sensibilidade paralela (interferentes);
Acesso facilitado;
Nível de Proteção de Equipamentos (EPL);
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR IEC 60079-1 – Sistemas “à prova de explosão” Ex-d;

ABNT NBR IEC 60079-7 – Sistemas “de segurança aumentada” Ex-e;
ABNT NBR IEC 60079-18 – Sistemas “encapsulados” Ex-m;

Laudo Explosividade

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Laudo Explosividade:

Pressão:
Grandes alterações na pressão podem danificar o sensor eletroquímico se ele não foi desenvolvido para prever esta aplicação especial.
Além disso, deve-se considerar que os sensores eletroquímicos medem a pressão parcial originada de princípios eletroquímicos, isto é, que um aumento na pressão atmosférica de 5% também aumenta o valor medido em 5%. No caso de grandes alterações de pressão, uma medição correta já não será mais possível.
Se necessário, aqui também uma bomba de aspiração pode solucionar o problema.
Umidade:
O limite máximo está nos 95% de umidade relativa. Em qualquer caso, deve ser evitada condensação à entrada do sensor, do contrário o gás a ser medido primeiro precisa penetrar nessa película de água; isto resulta em tempo de reação mais longo para gases que se dissolvem pouco em água, como o CO e em nenhuma reação para gases que se dissolvem bem em água ou que com ela reagem, como o SO2, H2S, NH3, Cl2.
O limite mínimo está nos 10% de umidade relativa, exceto nos sensores destinados à detecção de vazamentos de Cloro, Gás Clorídrico e Gás Fluorídrico, os quais requerem 30% no mínimo devido ao seu eletrólito exposto. Abaixo deste limite, pode-se prever que o sensor seque, ou seja, o período de aplicação é reduzido, requerendo pronto enchimento com eletrólito.
Não é provável que ocorra condensação nos sensores que medem explosividade de gases mesmo no caso de umidade relativa do ar de 100%, porque dentro deles a temperatura é sempre mais elevada que a externa.
Em caso de respingo de água, chuva ou orvalho, recomenda-se usar um protetor que, no entanto, aumenta o tempo de reação. Neste caso também, conseguiram-se bons resultados usando uma cobertura para proteção da cabeça sensora.
Velocidade do Fluxo:
O sensor de explosividade reage a velocidades maiores de fluxo apesar do disco sinterizado redutor de fluxo.
Similar a um anemômetro de fio aquecido, a produção de calor dos dois pelistores do sensor pode variar de forma inesperada e isto pode levar a consideráveis distorções do sinal de medição (várias vezes 100%).
Até 6 m/seg o erro na medição no caso de detecções de explosividade fica abaixo de +/- 5% do valor medido.
Por isso a instalação de uma cabeça de medição em dutos de ventilação, exaustores, etc., causa muitos problemas. Se necessário, pode-se conseguir uma redução no fluxo por meio de um represamento ou contenção, o que certamente vai produzir um tempo-morto.
Se a cabeça de medição é instalada exteriormente, barreiras de contenção de vento podem ser necessárias a fim de evitar alarmes-falsos em caso de tempestades.
O erro de medição das cabeças para detecção de vazamentos de cloro e gases clorídrico e fluorídrico não se conhece, pois em caso de fluxo muito grande, a ventilação dos sensores na direção vertical não é segura.
Radiação eletromagnética e compatibilidade:
Em geral, uma blindagem aterrada oferece proteção contra interferências eletromagnéticas.
Também a colocação dos cabos em condutores, bandejas, etc., pode causar interferências nas detecções.
Em caso de grandes variações das tensões da rede, pode ser mais conveniente operar o equipamento com tensões 24 VCC.
O uso de “walkie-talkies” em distâncias superiores a 1 m (sistema aéreo) é suficiente para garantir a operação do sistema livre dessas interferências.
Em caso de problemas, o fabricante deve ser sempre consultado.
Proteção mecânica contra choques e vibrações:
Deve-se instalar as cabeças de medição em locais com pouca vibração e onde não se prevêem choques mecânicos.
Em alguns casos, como, por exemplo, em áreas de operação de empilhadeiras, é recomendável proteger as cabeças sensoras com barras metálicas.

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