Laudo de Poeiras (Aerodispersóides)
Foto Ilustrativa

Laudo de Poeiras (Aerodispersóides)

Nome Técnico: Elaboração Laudo de Inspeção Técnica Aerodispersoides (Poeiras).

Referência: 826

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Alemão, Híndi, Mandarim, Cantonês, Japonês, entre outros.

Laudo de Poeiras (Aerodispersóides)
Laudo de Poeiras (Aerodispersóides) tem por objetivo a avaliação quantitativa dos aerodispersóides gerados por atividades exercidas as quais os trabalhadores se expõem.
Busca identificar a necessidade de implantar medidas de controle e de redução/eliminação de impactos e incentivar a implantação de programas de proteção da saúde dos trabalhadores.

O que são Aerodispersóides?
Aerodispersóides é a dispersão de partículas sólidas ou líquidas no ar, ou seja, é a mistura das substâncias sólidas ou líquidas com o ar que respiramos.
Um exemplo de aerodispersóide é a poeira, que são grãos de areia espalhados e misturados pelo ar que respiramos.

Tipos de poeiras:
Poeira Eletrostática = Poeira Total 
Poeira Mineral = Poeira Respirável

 

Escopo do Serviço

Laudo de Poeiras (Aerodispersóides)
Introdução aos agentes químicos;
Limites de tolerância para agentes químicos;
Avaliação de poeiras e fumos metálicos;
Avaliação de gases e vapores;
Trabalho em espaços confinados;
Radiações ionizantes e não ionizantes;
Pressões anormais;
Condições ambientais;
Carga eletrostática;
Limpeza de materiais;
Aparelhagem;
Instalações;
Filtros de coleta;
Procedimentos;
Verificação de vazamento;
Equipamentos de proteção individual – EPI’s
Equipamentos de proteção coletiva – EPC’s
PCMSO;
PPRA;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
NR – 15 – Atividades e Operações Insalubres;
ABNT NBR 12085 – Agentes químicos no ar – Coleta de aerodispersóides por filtração – Método de ensaio;
ABNT NBR 12065 – Atmosfera – Determinação da taxa de poeira sedimentável total – Metodo de ensaio;
Norma de Higiene Ocupacional 03.

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Cabe a Contratante quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos na áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 400 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.

Validade

Laudo de Poeiras (Aerodispersóides)
Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
d) mudança de empresa;
e) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Laudo Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Laudo de Poeiras (Aerodispersóides):

Saiba mais sobre  Laudo de Poeiras (Aerodispersoides):
NR 15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBREwww
ANEXO XII
LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA POEIRAS MINERAIS ASBESTO
1. O presente Anexo aplica-se a todas e quaisquer atividades nas quais os trabalhadores estão expostos ao asbesto no exercício do trabalho.
1.1. Entende-se por “asbesto”, também denominado amianto, a forma fibrosa dos silicatos minerais pertencentes aos grupos de rochas metamórficas das serpentinas, isto é, a crisotila (asbesto branco), e dos anfibólios, isto é, a actinolita, a amosita (asbesto marrom), a antofilita, a crocidolita (asbesto azul), a tremolita ou qualquer mistura que contenha um ou vários destes minerais;
1.2. Entende-se por “exposição ao asbesto”, a exposição no trabalho às fibras de asbesto respiráveis ou poeira de asbesto em suspensão no ar originada pelo asbesto ou por minerais, materiais ou produtos que contenham asbesto.
1.3. Entende-se por “fornecedor” de asbesto, o produtor e/ou distribuidor da matéria-prima “in natura”.
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2. Sempre que dois ou mais empregadores, embora cada um deles com personalidade jurídica própria, levem a cabo atividades em um mesmo local de trabalho, serão, para efeito de aplicação dos dispositivos legais previstos neste Anexo, solidariamente responsáveis contratante(s) e contratado(s).
2.1. Compete à(s) contratante(s) garantir os dispositivos legais previstos neste Anexo por parte do(s) contratado(s).
Cabe ao empregador elaborar normas de procedimento a serem adotadas em situações de emergência, informando os trabalhadores convenientemente, inclusive com treinamento específico.
3.1. Entende-se por “situações de emergência” qualquer evento não programado dentro do processo habitual de trabalho que implique o agravamento da exposição dos trabalhadores.
Fica proibida a utilização de qualquer tipo de asbesto do grupo anfibólio e dos produtos que contenham estas fibras.
4.1. A autoridade competente, após consulta prévia às organizações mais representativas de empregadores e de trabalhadores interessados, poderá autorizar o uso de anfibólios, desde que a substituição não seja exequível e sempre que sejam garantidas as medidas de proteção à saúde dos trabalhadores.
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7. As empresas (públicas ou privadas) que produzem, utilizam ou comercializam fibras de asbesto e as responsáveis pela remoção de sistemas que contêm ou podem liberar fibras de asbesto para o ambiente deverão ter seus estabelecimentos cadastrados junto ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social/Instituto Nacional de Seguridade Social, através de seu setor competente em matéria de segurança e saúde do trabalhador.
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8. Antes de iniciar os trabalhos de remoção e/ou demolição, o empregador e/ou contratado, em conjunto com a representação dos trabalhadores, deverão elaborar um plano de trabalho onde sejam especificadas as medidas a serem tomadas, inclusive as destinadas a:
a) proporcionar toda proteção necessária aos trabalhadores;
b) limitar o desprendimento da poeira de asbesto no ar;
c) prever a eliminação dos resíduos que contenham asbesto.
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9.Será de responsabilidade dos fornecedores de asbesto, assim como dos fabricantes e fornecedores de produtos contendo asbesto, a rotulagem adequada e suficiente, de maneira facilmente compreensível pelos trabalhadores e usuários interessados.
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10. Todos os produtos contendo asbesto deverão ser acompanhados de “instrução de uso” com, no mínimo, as seguintes informações: tipo de asbesto, risco à saúde e doenças relacionadas, medidas de controle e proteção adequada.
O empregador deverá realizar a avaliação ambiental de poeira de asbesto nos locais de trabalho, em intervalos não superiores a 6 (seis) meses.
11.1. Os registros das avaliações deverão ser mantidos por um período não inferior a 30 (trinta) anos.
11.2. Os representantes indicados pelos trabalhadores acompanharão o processo de avaliação ambiental.
11.3. Os trabalhadores e/ou seus representantes têm o direito de solicitar avaliação ambiental complementar nos locais de trabalho e/ou impugnar os resultados das avaliações junto à autoridade competente.
11.4. O empregador é obrigado a afixar o resultado dessas avaliações em quadro próprio de avisos para conhecimento dos trabalhadores.
12. O limite de tolerância para fibras respiráveis de asbesto crisotila é de 2,0 f/cm3.
12.1. Entende-se por “fibras respiráveis de asbesto” aquelas com diâmetro inferior a 3 micrômetros, comprimento maior que 5 micrômetros e relação entre comprimento e diâmetro superior a 3:1.
13. A avaliação ambiental será realizada pelo método do filtro de membrana, utilizando-se aumentos de 400 a 500x,com iluminação de contraste de fase.
13.1. Serão contadas as fibras respiráveis conforme subitem 12.1 independentemente de estarem ou não ligadas ou agregadas a outras partículas.
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MANGANÊS E SEUS COMPOSTOS
1.O limite de tolerância para as operações com manganês e seus compostos referente à extração, tratamento, moagem, transporte do minério, ou ainda a outras operações com exposição a poeiras do manganês ou de seus compostos é de até 5mg/m3 no ar, para jornada de até 8 (oito) horas por dia.
2.O limite de tolerância para as operações com manganês e seus compostos referente à metalurgia de minerais de manganês, fabricação de compostos de manganês, fabricação de baterias e pilhas secas, fabricação de vidros especiais e cerâmicas, fabricação e uso de eletrodos de solda, fabricação de produtos químicos, tintas e fertilizantes, ou ainda outras operações com exposição a fumos de manganês ou de seus compostos é de até 1mg/m3 no ar, para jornada de até 8 (oito) horas por dia.
3. Sempre que os limites de tolerância forem ultrapassados, as atividades e operações com o manganês e seus compostos serão consideradas como insalubres no grau máximo.
4.O pagamento do adicional de insalubridade por parte do empregador não o desobriga da adoção de medidas de prevenção e controle que visem minimizar os riscos dos ambientes de trabalho.
5.As avaliações de concentração ambiental e caracterização da insalubridade somente poderão ser realizadas por engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho conforme previsto no art. 195 da CLT.
6.As seguintes recomendações e medidas de prevenção de controle são indicadas para as operações com manganês e seus compostos, independentemente dos limites de tolerância terem sido ultrapassados ou não:
– Substituição de perfuração a seco por processos úmidos;
– Perfeita ventilação após detonações, antes de se reiniciarem os trabalhos;
– Ventilação adequada, durante os trabalhos, em áreas confinadas;
– Uso de equipamentos de proteção respiratória com filtros mecânicos para áreas contaminadas;
– Uso de equipamentos de proteção respiratórios com linha de ar mandado, para trabalhos, por pequenos períodos, em áreas altamente contaminadas;
– Uso de máscaras autônomas para casos especiais e treinamentos específicos;
– Rotatividade das atividades e turnos de trabalho para os perfuradores e outras atividades penosas;
– Controle da poeira em níveis abaixo dos permitidos.
Laudo de Poeiras (Aerodispersoides)
SÍLICA LIVRE CRISTALIZADA
1.O limite de tolerância, expresso em milhões de partículas por decímetro cúbico, é dado pela seguinte fórmula:
8,5 L.T. = ———————— mppdc (milhões de partículas por decímetro cúbico) % quartzo + 10.
Esta fórmula é válida para amostras tomadas com impactador (impinger) no nível da zona respiratória e contadas pela técnica de campo claro. A percentagem de quartzo é a quantidade determinada através de amostras em suspensão aérea.
2. O limite de tolerância para poeira respirável, expresso em mg/m3, é dado pela seguinte fórmula:
L.T. = ——————— mg/m3 % quartzo + 2
3. Tanto a concentração como a percentagem do quartzo, para a aplicação deste limite, devem ser determinadas a partir da porção que passa por um seletor com as características do Quadro n.°

Laudo de Poeiras (Aerodispersoides): Consulte-nos.

Aerodispersoides o que é?
[…] Sempre que falamos em perigos que podem existir no ar, pensamos logo em gases e vapores tóxicos, ou outras substâncias químicas. Porém, existem outros perigos, e muitos destes são extremamente prejudiciais à saúde do trabalhador. Muitas vezes as pessoas não se dão conta destes riscos e acabam por não se proteger. E, por consequência, desenvolvem doenças de cunho respiratório.

Esses riscos são ocasionados pelos chamados Aerodispersoides. Aerodispersoides é uma dispersão de partículas sólidas ou líquidas no ar. Ou seja, é uma espécie de mistura de substâncias sólidas ou líquidas com o ar que respiramos. Um exemplo de aerodispersoide é a poeira, que nada mais é que grãos de areias espalhados, misturados com o ar que respiramos.  Definimos os aerodispersoides aqueles em que as partículas dispersas no ar tem entre 0,5 e 200 (alguns dizem 100) mícrons de tamanho.
Aerodispersoide do tipo Poeira
Sem dúvida, o tipo mais comum de dispersóide é a poeira. É reconhecidamente perigoso, em todo e qualquer ambiente de trabalho, e fora dele.

Do ponto de vista científico, poeira são partículas solidas que estão uniformemente, ou não, dispersas no ar. Essa partículas podem ser tanto visíveis como invisíveis ao olho humano. Essas partículas são geralmente criadas através da ruptura de sólidos menores. Um exemplo de poeira bem comum em uma construção civil é o provocado pela remoção de areia (seja no depósito de areia em um local, ou na retirada deste, como na escavação). Outros exemplos de poeiras que são bastante prejudiciais à saúde dos trabalhadores são:
– Processo de britagem;
– Terraplanagem;
– Detonação de rochas
– Destruição de paredes e outros tipos de obras;
– Trabalhos com cimento (preparação, transporte, mistura etc);
– Lixamento de materiais;
– Peneiramento de minérios;
– Corte de granito com máquinas como a maquita;
– Dentre outros tipos de trabalho que formam poeira.

Aerodispersoide do tipo névoa:
Se a poeira é composta de partículas sólidas, a névoa é composta por partículas no estado físico líquido, que são produzidas por substâncias líquidas que sofreram ruptura, se tornando pequenas partículas que acabam por se dispersar no ar. Ao contrário do que muitos pensam, névoa não é aquele estado da natureza que ouvimos falar quando estamos assistindo à previsão do tempo, quando está chovendo e fazendo frio.

Além desse exemplo clássico de névoa, que ocorre quando a umidade do ar passa para o estado líquido, outro tipo de névoa é o spray, como o de desodorante por exemplo. Aquilo não é um gás ou vapor, na verdade é o líquido desodorante presente em pequenas partículas no ar.
Já um exemplo de névoa que pode ser extremamente prejudicial à saúde é a névoa ocasionada quando o trabalhador está aplicando agrotóxicos em uma plantação. Alguns solventes são usados em tintas spray, e contém chumbo, que é um elemento muito perigoso e de alto risco para a saúde do trabalhador.

Dispersóide do tipo Neblina
Assim como a névoa, a neblina também é composta por partículas no estado físico líquido. Porém, essas partículas não se originam da ruptura do líquido, mas sim da condensação de vapores das substâncias que estavam no estado líquido nas condições normais de temperatura e pressão.

A neblina que vemos em uma estrada é resultado da condensação (passagem de um líquido para o estado gasoso) das partículas de água presentes no ar. A condensação só ocorre quando o vapor do líquido está saturado.

Dispersoide do tipo Fumos
Assim como a neblina, os fumos também são produzidos por condensação de vapores. Porém, esse vapor é originado de uma substância no estado sólido em condições normais de temperatura e pressão, e as partículas dos fumos são sólidas (e não líquidas, como é na neblina).

Os fumos são originados pela volatilização de substancias sólidas, em sua grande maioria de metais quando estão sendo fundidos. Por exemplo, o fumo de chumbo (Pb), quando se faz pontas em arames e fumo de zinco (Zn), na galvanoplastia. Os fumos são responsáveis pelas principais doenças em indústrias que trabalham com fundição de metais.
Essa doença é tão comum nesse meio que foi batizada de “febre dos fundidores”, que não é tão grave assim, mas à longo prazo pode trazer problemas de saúde aos trabalhadores que tem contato com o vapor e partículas dos metais fundidos.
Doenças e problemas causados por aerodispersoides:
Os aerodispersoides estudados (poeira, névoa, neblina e fumo) podem ocasionar uma infinidade de problemas à saúde do trabalhador, principalmente para os pulmões, mas também para a boca, laringe, faringe e para todo o corpo, dependendo do tipo de substância que está dispersa no ar inalado pelo trabalhador.

Doenças causadas pela poeira:
Silicose – causada pela sílica;

Bagaçose – causada pelo contato com o bagaço da cana;
Berilose – causada pelo berílio;
Asbestose – causada pelo asbesto;
Dentre outras.
Fonte( https://safenation.com.br/blog/aerodispersides-causas-de-doenas-respiratrias

 

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