Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Cilindros e Bamboris

Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Cilindros e Banbury

Nome Técnico: Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Cilindros e Banbury

Referência:

O Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Cilindros e Banbury segue: Conceitos básicos de correntes parasitas utilizando sonda absoluta, Materiais ferromagnéticos, para magnéticos e diamagnéticos, prática em corpos de prova que são cilindros de laminação da própria empresa contratante.
Tipos de sondas e transdutores para detecção das trincas e Práticas de inspeção em corpos de provas quando for o caso;
Terminologia de descontinuidades, Teoria de ultrassom utilizando ondas superficiais ferramenta de detecção, Teoria de líquido penetrante como ferramenta de localização,Teoria de partículas magnéticas como ferramenta de localização, Teoria de correntes parasitas como ferramenta de detecção.

Escopo do serviço: Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Cilindros e Banbury
Analisar a condição operacional do equipamento:
Verificar o projeto de Instalação,
Verificar as placas de identificação do equipamento  quando for o caso  cálculo de PMTA (Pressão Máxima de Trabalho Admissível);
Detecção de trincas em cilindros com as técnicas de ondas superficiais;
Líquido penetrante colorido e partículas magnéticas fluorescentes;
Sistema de qualificação;
Segurança nas operações de trabalho;
Ensaios não destrutivos básicos;
Processos de fabricação;
Procedimentos de ensaios;
Prática em cilindros de laminação quando for o caso;
Relatórios de ensaio;

Complementos:
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Referencias Normativas aos seus dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR 13759: Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
NR-12  Segurança no Trabalho  em Máquinas e Equipamentos

Validade do Laudo: Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Cilindros e Banbury – É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Procedimentos e Documentos necessários para operação de Máquinas e Equipamentos:
ASO (Atestado de Saúde Ocupacional, com indicação para operação dentro da validade);
Cópia da carteira de trabalho (Página foto; Qualificação civil e Contrato de trabalho);
Ficha de registro e controle de entrega de EPI;
Cópia do contrato de prestação de serviço;
Certificado de Capacitação e Atualização específica da máquina ou equipamento, carteira de identificação;
Laudo de Inspeção Técnica da Máquina ou Equipamento;
ART de liberação do equipamento;
Manual de Instruções Técnicas do equipamento;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais sobre Laudo de Inspeção Técnica e Conformidade de Cilindros e Banbury:
NR – 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: 

ANEXO II – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA CAPACITAÇÃO.
A capacitação para operação segura de máquinas deve abranger as etapas teórica e prática, a fim de permitir habilitação adequada do operador para trabalho seguro, contendo no mínimo:
a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e equipamento e as proteções específicas contra cada um deles;

b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;
c) como e em que circunstâncias uma proteção pode ser removida, e por quem, sendo na maioria dos casos, somente o pessoal de inspeção ou manutenção;
d) o que fazer, por exemplo, contatar o supervisor, se uma proteção foi danificada ou se perdeu sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;
e) os princípios de segurança na utilização da máquina ou equipamento;
f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;
g) método de trabalho seguro;
h) permissão de trabalho; e
i) sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção.
1.1. A capacitação de operadores de máquinas automotrizes ou autopropelidas, deve ser constituída das etapas teórica e prática e possuir o conteúdo programático mínimo descrito nas alíneas do item 1 deste anexo e ainda:
a) noções sobre legislação de trânsito e de legislação de segurança e saúde no trabalho;

b) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina, equipamentos e implementos;
c) medidas de controle dos riscos: EPC e EPI;
d) operação com segurança da máquina ou equipamento;
e) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;
f) sinalização de segurança; g) procedimentos em situação de emergência; e
h) noções sobre prestação de primeiros socorros.
1.1.1. A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada.
SEGURANÇA NAS INSTALAÇÕES
12.6 Nos locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser devidamente demarcadas e em conformidade com as normas técnicas oficiais;

12.6.1 As vias principais de circulação nos locais de trabalho e as que conduzem às saídas devem ter, no mínimo, 1,20 m (um metro e vinte centímetros) de largura;
12.6.2 As áreas de circulação devem ser mantidas permanentemente desobstruídas;

NR13759 – 4 Requisitos de segurança:
4.1 Requisitos gerais;

4.1.1 A função parada de emergência deve estar disponível e operacional a qualquer tempo, independentemente do modo de operação;
NOTA – Quando os dispositivos de controle de parada de emergência podem ser desconectados (por exemplo, unidades pendentes remotas) ou quando a máquina pode ser parcialmente isolada, cuidados devem ser tomados, para evitar confusão entre dispositivos de controle ativos e inativos;
4.1.2 O dispositivo de controle e seu acionador devem aplicar o princípio da ação mecânica positiva;
NOTA – Uma chave de controle com operação positiva de abertura é um exemplo de um dispositivo de controle adequado. De acordo com EN 60947-5-1:1992 (3a  parte, subitem 2.2), operação positiva de abertura (de um elemento de contato) é a obtenção da separação do contato, como resultado direto de um movimento específico da chave acionadora, através de partes não resilientes (por exemplo, não dependentes de mola);
4.1.3 O equipamento de parada de emergência não deve ser usado como alternativa a medidas adequadas de proteção ou a dispositivos automáticos de segurança, devendo ser usado como uma medida auxiliar;
4.1.4 Após a ativação do acionador, o equipamento de parada de emergência deve operar de tal forma que o risco seja eliminado ou reduzido automaticamente, da melhor maneira possível;
NOTAS – 1 A expressão “da melhor maneira possível” inclui entre outros:
– seleção da razão de desaceleração ótima;
– seleção da categoria de parada (ver 4.1.5), de acordo com a probabilidade do risco;
2 “Automaticamente” significa que, após a ativação do equipamento de parada de emergência, a efetiva obtenção da função parada de emergência é resultado de uma sequência predeterminada de funções internas;
4.1.5 A parada de emergência deve funcionar como:
– parada de categoria 0, isto é, parada por imediata remoção da energia do(s) atuador(es) da máquina ou desconexão mecânica (embreagem) entre os elementos de risco e o(s) correspondente(s) atuador(es) da máquina; ou
– parada de categoria 1, isto é, uma parada controlada, com fornecimento de energia ao(s) atuador(es) da máquina necessária para se atingir a parada e, então, quando a parada é atingida, a energia é removida;
4.1.6 O equipamento de parada de emergência deve ser projetado de tal forma que a decisão em ativar o acionador de parada de emergência não requeira do operador considerações dos efeitos resultantes (zona de parada, razão de desaceleração, etc.);
4.1.7 O comando da parada de emergência deve prevalecer sobre todos os outros comandos;
4.1.8 A resposta da máquina ao comando de parada de emergência não deve gerar nenhum outro risco;
4.1.9 A função parada de emergência não deve prejudicar a eficiência de dispositivos de segurança ou dispositivos com funções relacionadas com a segurança;
4.1.10 A função parada de emergência não deve prejudicar qualquer meio projetado para livrar pessoas presas;
4.1.11 Qualquer ação no acionador que resulte na geração do comando parada de emergência deve também resultar na retenção do dispositivo de controle, de tal forma que, quando a ação do acionador for descontinuada, o comando da parada de emergência seja mantido até que o dispositivo de controle seja desacionado. Não deve ser possível a retenção do dispositivo de controle sem a geração do comando de parada;
NOTA – No caso de uma falha do dispositivo de controle (retenção incluída), a função geradora do comando de parada tem prioridade sobre a função retenção;
4.1.12 O desacionamento do dispositivo de controle apenas deve ser possível como resultado de uma ação manual sobre este dispositivo;
O desacionamento do dispositivo de controle não deve, por si só, gerar o comando de movimento da máquina;
Não deve ser possível o acionamento do movimento da máquina sem que todos os dispositivos de controle de parada de emergência, que foram acionados, sejam manualmente desacionados, individualmente e intencionalmente;
4.1.13 O estado da máquina, resultante do comando parada de emergência, não deve ser alterado de forma não intencional (inesperada), durante o tempo em que o dispositivo de controle permanecer na condição atuada;

Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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