Laudo de Avaria de Reator

Laudo de Avaria de Reator

Nome Técnico: Laudo de Avaria de Reator

Cód: 21314

Laudo ou relatório de regulação de Avarias de Reator refere-se a danos parciais suportados pelo objeto.
Serve para diagnosticar e mensurar as avarias sofridas pelo objeto (produto, máquina ou equipamento etc.) e para comprovação de solicitação de reembolso de reparação de danos a fornecedores, seguradoras entre outros fins.

Escopo do Serviço:
Laudo de Avaria de Reator;
A inspeção técnica consiste:
Análise de danos, avarias e/ou eventos encontrados. Apontando as prováveis causas e consequências;
Caracterização, classificação e quantificação a extensão de todos danos observados;
As próprias dimensões dos danos definem a natureza das avarias, qualquer que seja a nomenclatura (fissura, trinca, rachadura, brecha, fenda etc.);
Documentação da vistoria com fotografias esclarecedoras em tamanho adequado, numeradas, correspondendo ao detalhe documentado, sempre que possível datadas.

Referencias Normativas aos seus dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR 14305: – Reator e ignitor para lâmpada a vapor metálico (halogenetos) – Requisitos e ensaios;

ABNT NBR 14417: – Reatores eletrônicos alimentados em corrente alternada para lâmpadas fluorescentes tubulares — Requisitos gerais e de segurança;
ABNT NBR 14418: – Reatores eletrônicos alimentados em corrente alternada para lâmpadas fluorescentes tubulares – Prescrições de desempenho;
ABNT NBR 15633: – Ensaio não destrutivo – Emissão acústica – Detecção e localização de descargas parciais e anomalias térmicas e mecânicas (DPATM) em transformadores de potência e reatores isolados a óleo;
ABNT NBR 16126: – Projeto mecânico de transformadores e reatores para sistemas de potência;
ABNT NBR 16367-1: – Acessórios para transformadores e reatores de sistemas de potência imersos em líquido isolante;
ABNT NBR 16367-2: – Acessórios para transformadores e reatores de sistemas de potência imersos em líquido isolante;
ABNT NBR 16367-3: – Acessórios para transformadores e reatores de sistemas de potência imersos em líquido isolante;
ABNT NBR 16367-4: – Acessórios para transformadores e reatores de sistemas de potência imersos em líquido isolante;
ABNT NBR 16367-5: – Acessórios para transformadores e reatores de sistemas de potência imersos em líquido isolante;
ABNT NBR 16367-6: – Acessórios para transformadores e reatores de sistemas de potência imersos em líquido isolante;
ABNT NBR 16367-7: – Acessórios para transformadores e reatores de sistemas de potência imersos em líquido isolante;
ABNT NBR 5125: – Reator para lâmpada a vapor de mercúrio a alta pressão;
ABNT NBR 5170: – Reator para lâmpada a vapor de mercúrio a alta pressão;
ABNT NBR 7277: – Transformadores e reatores – Determinação do nível de ruído;
ABNT NBR 9735: – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;

Validade do Laudo de Avaria de Reator: É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Procedimentos e Documentos necessários para operação de Máquinas e Equipamentos Autopropelidos e Guindar:
ASO (Atestado de Saúde Ocupacional, com indicação para operação dentro da validade);
Cópia da carteira de trabalho (Página foto; Qualificação civil e Contrato de trabalho);
Ficha de registro e controle de entrega de EPI;
Cópia do contrato de prestação de serviço;
CNH Categoria E,D ou C do colaborador;
Certificado de Capacitação e Atualização específica da máquina ou equipamento, carteira de identificação;
Laudo de Inspeção Técnica da Máquina ou Equipamento;
Laudos das cintas de içamento, cabos de aço e correntes quando for o caso;
ART de liberação do equipamento;
Manual de Instruções Técnicas do equipamento;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Importante:
Quando se tratar de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 –  Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o  processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões  de  zero a 10 minutos.

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