Medição de espessura da chaparia (Tampos e Costado), através de Ultrassom; Realização das disposições contidas na NR-13 e Normas ABNT

Laudo de Aferição de Tanque

Nome Técnico: Laudo de Aferição de Tanque

Cód: 10786

O Laudo de Aferição de Tanque consiste na inspeção de tanque qualitativa e quantitativa   para evitar a presença de vazamentos, infiltrações, fungos elementos contaminantes e conhecer a real capacidade do tanque e o volume com calibração precisa e garantir a integridade do recipiente de armazenamento;

Descrições dos Ensaios Não Destrutivos:
1 – Teste por ultrassom: Realizado para detecção de defeitos ou descontinuidades internas, causados pelo processo de fabricação da peça ou componentes, comprovando sua qualidade e conformidade com os requisitos das normas, especificações e códigos de fabricação.

2- Teste de estanqueidade: tipo de teste de pressão realizado com a finalidade de atestar a capacidade de retenção de fluido, sem vazamentos, em equipamentos, tubulações e suas conexões, antes de sua entrada ou reentrada em operação.
Atendendo a Resolução de CONAMA 273  como mais um regulador que comprova a necessidade do  laudo de estanqueidade para tanques;
As empresas que trabalham com a Certificação têm responsabilidade sobre o procedimento realizado e com todos critérios de segurança pertinentes à atividade seguindo as referências normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações.

 

Laudo de Aferição de Tanque:
A verificação consiste em:
Inspeção qualitativa interna e externa, com vistas à constatação da permanência das características do tanque, e ao estado de conservação do mesmo;
Elaboração de laudo atestando a condição operacional de cada equipamento;
Verificação de documentação;
Medição de espessura da chaparia (Tampos e Costado), através de Ultrassom;
Realização das disposições contidas na NR-13 e Normas ABNT;
Características técnica do tanque;
As áreas onde serão realizados os testes deverão ser sinalizadas e isoladas com fitas zebradas.
Registro fotográfico;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), junto ao CREA;

A inspeção de tanque de combustível é essencial para que a segurança e a integridade dos mesmos seja garantida.
Por lidar com líquidos inflamáveis é importante verificar se não consta algum vazamento que possa causar algum tipo de dano ambiental ou explosão,
No caso de substâncias perigosas, reduzir o risco de vazamentos é essencial;
Outro ponto que deve ser destacado na inspeção de tanque é o cuidado na corrosão das laterais do tanque que pode causar perda de produto ou danos;
Os principais motivos para possuir o laudo são:
Prevenção ambiental;
Diminuição do risco de explosões;
Menor chance de contaminação de lençol freático e diminuição de perda financeira e do produto;
A questão de áreas subterrâneas foi destacada, pois a maioria dos tanques ficam depositados abaixo do solo, em postos de combustível, por exemplo,  por isso, saber toda a formação do solo pode ser essencial;
Tanques subterrâneos é essencial verificar se não contém  vazamentos que possam prejudicar lençóis freáticos.
A inspeção de tanque de combustível é responsável por evitar que essa perda ocorra;
Normalmente, recomendam-se que essa verificação seja feita periodicamente, com atenção a mudanças que possam ser danosas à produção;
Os itens verificados durante a inspeção de tanque de combustível que ocorre de forma interna, com o equipamento em funcionamento, com relação a parte externa do equipamento são verificadas as condições das chapas e soldas, pelo lado interno do tanque, e ensaio por líquido penetrante nas soldas do fundo.
Neste último, é importante verificar que o recipiente não esteja em funcionamento;
A rotina de inspeção de tanque é a recomendação que deve ser mais levada em consideração para empresas que trabalhem com o líquido.
Mas condições no reservatório podem ser um problema tanto para o negócio quanto para a população.

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Resolução CONAMA nº 273;
ABNT NBR 13235: Tanques de preparação de solução de produtos químicos – Dimensões e elementos construtivos – padroniza as dimensões e os elementos construtivos de tanques de preparação de solução de produtos químicos;
ABNT NBR 13746: Tanque de carga para transporte rodoviário – Tanque construído em plástico reforçado com fibra de vidro: as especificações mínimas de projeto do tanque de carga construído em plástico reforçado com fibra de vidro (PRFV), de forma a atender aos requisitos para o transporte rodoviário a granel de produtos líquidos, excluindo-se os produtos classificados pela Resolução ANTT nº 420/2004 e suas atualizações;
ABNT NBR 13781: Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Manuseio e instalação de tanque subterrâneo: princípios gerais e condições mínimas exigíveis para manuseio e instalação de tanque atmosférico subterrâneo horizontal, fabricados conforme as NBR 13312, NBR 13785, NBR 15072;
ABNT NBR 13783: Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis — Instalação dos componentes do sistema de armazenamento subterrâneo de combustíveis (SASC): os princípios gerais de projeto e execução da instalação dos componentes do sistema de armazenamento subterrâneo de combustíveis (SASC) e a sua execução;
ABNT NBR 13784: Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis — Seleção de métodos para detecção de vazamentos e ensaios de estanqueidade em sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis (SASC): critérios para seleção de métodos necessários para a detecção de vazamentos e para os ensaios de estanqueidade em sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis (SASC);

Validade do Laudo de Aferição de Tanque: É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

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Saiba Mais sobre: Laudo de Aferição de Tanque:

NR-20.17 Tanque de líquidos inflamáveis no interior de edifícios
20.17.1 Os tanques para armazenamento de líquidos inflamáveis somente poderão ser instalados no interior dos edifícios sob a forma de tanque enterrado e destinados somente a óleo diesel.
20.17.2 Excetuam-se da aplicação do item 20.17.1 os tanques de superfície que armazenem óleo diesel destinados à alimentação de motores utilizados para a geração de energia elétrica em situações de emergência ou para o funcionamento das bombas de pressurização da rede de água para combate a incêndios, nos casos em que seja comprovada a impossibilidade de instalá-lo enterrado ou fora da projeção horizontal do edifício.
20.17.2.1 A instalação do tanque no interior do edifício deve ser precedida de Projeto e de Análise Preliminar de Perigos/Riscos (APP/APR), ambos elaborados por profissional habilitado, contemplando os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentadoras, normas técnicas nacionais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais, bem como nas demais regulamentações pertinentes, e deve obedecer aos seguintes critérios:
a) localizar-se no pavimento térreo, subsolo ou pilotis, em área exclusivamente destinada para tal fim;
b) deve dispor de sistema de contenção de vazamentos:
c) deve conter até 3 tanques separados entre si e do restante da edificação por paredes resistentes ao fogo por no mínimo 2 horas e porta do tipo corta-fogo;
d) possuir volume total de armazenagem de no máximo 3.000 litros, em cada tanque;
e) possuir aprovação pela autoridade competente;
f) os tanques devem ser metálicos;
g) possuir sistemas automáticos de detecção e combate a incêndios, bem como saídas de emergência dimensionadas conforme normas técnicas;
h) os tanques devem estar localizados de forma a não bloquear, em caso de emergência, o acesso às saídas de emergência e aos sistemas de segurança contra incêndio;
i) os tanques devem ser protegidos contra vibração, danos físicos e da proximidade de equipamentos ou dutos geradores de calor;
j) a estrutura da edificação deve ser protegida para suportar um eventual incêndio originado nos locais que abrigam os tanques;
k) devem ser adotadas as medidas necessárias para garantir a ventilação dos tanques para alívio de pressão, bem como para a operação segura de abastecimento e destinação dos gases produzidos pelos motores à combustão.
20.17.2.2 O responsável pela segurança do edifício deve designar responsável técnico pela instalação, operação, inspeção e manutenção, bem como pela supervisão dos procedimentos de segurança no processo de abastecimento do tanque.
20.17.2.3 Os trabalhadores envolvidos nas atividades de operação, inspeção, manutenção e abastecimento do tanque devem ser capacitados com curso Intermediário, conforme Anexo II.
20.17.3 Aplica-se para tanques enterrados o disposto no item 20.17.2.1, caput, alíneas ″b″, ″e″, ″f″, ″g″, ″h″, ″i″, ″j″ e ″k″,
item 20.17.2.2 e 20.17.2.3, bem como o previsto nas normas técnicas nacionais e, na sua ausência ou omissão, nas normas técnicas internacionais.
20.18 Desativação da instalação
20.18.1 Cessadas as atividades da instalação, o empregador deve adotar os procedimentos necessários para a sua desativação.
20.18.2 No processo de desativação das instalações de extração, produção, armazenagem, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis, devem ser observados os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente previstos nas Normas Regulamentadoras, normas técnicas nacionais e, na ausência ou omissão destas, nas normas
internacionais, bem como nas demais regulamentações pertinentes em vigor.
20.19 Prontuário da Instalação
20.19.1 O Prontuário da instalação deve ser organizado, mantido e atualizado pelo empregador e constituído pela seguinte documentação:
a) Projeto da Instalação;
b) Procedimentos Operacionais;
c) Plano de Inspeção e Manutenção;
d) Análise de Riscos;
e) Plano de prevenção e controle de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões e identificação das fontes de emissões fugitivas;
f) Certificados de capacitação dos trabalhadores;
g) Análise de Acidentes;
h) Plano de Resposta a Emergências.
20.19.2 O Prontuário das instalações classe I devem conter um índice e ser constituído em documento único.
20.19.2.1 Os documentos do Prontuário das instalações classes II ou III podem estar separados, desde que seja mencionado no índice a localização destes na empresa e o respectivo responsável.
20.19.3 O Prontuário da Instalação deve estar disponível às autoridades competentes, bem como para consulta aos trabalhadores e seus representantes.
20.19.3.1 As análises de riscos devem estar disponíveis para consulta aos trabalhadores e seus representantes, exceto nos aspectos ou partes que envolvam informações comerciais confidenciais.
20.20 Disposições finais
20.20.1 Quando em uma atividade de extração, produção, armazenamento, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis for caracterizada situação de risco grave e iminente aos trabalhadores, o empregador deve adotar as medidas necessárias para a interrupção e a correção da situação.
20.20.2 Os trabalhadores, com base em sua capacitação e experiência, devem interromper suas tarefas, exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou de outras pessoas,
comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis.
20.20.3 Os tanques, vasos e tubulações que armazenem/transportam inflamáveis e líquidos combustíveis devem ser identificados e sinalizados conforme a Norma Regulamentadora n.º 26.
20.20.4 Nas operações de soldagem e corte a quente com utilizações de gases inflamáveis, as mangueiras devem possuir mecanismos contra o retrocesso das chamas na saída do cilindro e chegada do maçarico.

NR-13.2.1 Esta NR deve ser aplicada aos seguintes equipamentos:
a) todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1;
b) vasos de pressão cujo produto P.V seja superior a 8 (oito), onde P é a pressão máxima de operação em kPa e V o seu volume interno em m3;
c) vasos de pressão que contenham fluido da classe A, especificados no item 13.5.1.2, alínea “0”, independente das dimensões e do produto P.V;
d)recipientes móveis com P.V superior a 8 (oito) ou com fluido da classe A, especificados no item 13.5.1.2, alínea “0”;
e) tubulações ou sistemas de tubulação interligados a caldeiras ou vasos de pressão, que contenham fluidos de classe A ou B conforme item 13.5.1.2, alínea “0” desta NR.
13.2.2 Os equipamentos abaixo referenciados devem ser submetidos às inspeções previstas em códigos e normas nacionais ou internacionais a eles relacionados, ficando dispensados do cumprimento dos demais requisitos desta NR:
a) recipientes transportáveis, vasos de pressão destinados ao transporte de produtos, reservatórios portáteis de fluido comprimido e extintores de incêndio;
b) vasos de pressão destinados à ocupação humana;
c) vasos de pressão que façam parte integrante de pacote de máquinas de fluido rotativas ou alternativas;
d) dutos;
e) fornos e serpentinas para troca térmica;
f) tanques e recipientes para armazenamento e estocagem de fluidos não enquadrados em normas e códigos de projeto relativos a vasos de pressão;
g) vasos de pressão com diâmetro interno inferior a 150 mm (cento e cinquenta milímetros) para fluidos das classes B, C e D, conforme especificado no item 13.5.1.2, alínea “0”;
h) trocadores de calor por placas corrugadas gaxetadas;
i) geradores de vapor não enquadrados em códigos de vasos de pressão;
j) tubos de sistemas de instrumentação com diâmetro nominal = 12,7 mm (doze milímetros e sete décimos);
k) tubulações de redes públicas de tratamento e distribuição de água e gás e de coleta de esgoto.

Saiba Mais: Laudo de Aferição de Tanque – consulte-nos.

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