IT 13 – Laudo de Pressurização de Escada de Segurança
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IT 13 – Laudo de Pressurização de Escada de Segurança

Nome Técnico: Elaboração do Relatório Técnico de Pressurização de Escada de Segurança - Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº 13

Referência: 77005

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Elaboração do Relatório Técnico de Pressurização de Escada de Segurança – Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº 13
O Laudo de Pressurização de Escada de Segurança atende a Instrução Técnica Nº 13 do Corpo de Bombeiros e visa verificar os requisitos mínimos necessários impostos pela IT, para o funcionamento adequado da pressurização de escadas de segurança em edificações.

O que é Pressurização de Escadas?
Processo de Manter as escadas de emergência livres da fumaça, de modo a otimizar a visibilidade e permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio. Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação.

Escopo do Serviço

Elaboração do Relatório Técnico de Pressurização de Escada de Segurança – Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº 13

Verificação Inicial de funcionamento do sistema de pressurização;
Máquinas e Equipamentos presentes no ambiente avaliado;
Verificação do Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;
Adequação às recomendações do fabricante;
Segurança nas instalações pressurizadas para casos de incêndio;
Conformidade com os Requisitos impostos pela IT nº13 do Corpo de Bombeiros;
Verificação da instalação adequada do sistema de pressurização;
Trajetórias de escape em série e paralelo;
Cálculo do suprimento de ar;
Pressurização de 1 ou 2 estágios;
Níveis de pressurização relativamente adequada ao local;
Suprimento de ar necessário;
Checagem dos itens de segurança;
Velocidade de saída do ar através da Porta Corta Fogo aberta;
Antecâmara de segurança de escada pressurizada;
Edifícios com múltiplas escadas;
Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização;
Relação entre a pressurização e o sistema de ar-condicionado;
Sistema de distribuição de ar;
Documentação referente ao sistema de pressurização;
Histórico de laudos de conformidade;
Validade das vistorias, laudos, prontuários;
Cumprimento dos Requisitos de funcionamento do sistema de pressurização;
Elementos básicos de um sistema de pressurização;
Unidades de medida adotadas para a operação do sistema;
Vazamentos em dutos e vazamentos não identificados;
Antecâmara do elevador de emergência; Portas corta-fogo abertas e outras aberturas;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-01 – Disposições Gerais;
NR-23 – Proteção Contra Incêndio;
Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº13 – Pressurização de Escada de Segurança;
IEC 60079-13: Explosive atmospheres – Part 13: Equipment protection by pressurized room “p” and artificially ventilated room “v”;
ABNT NBR 9077 – Saídas de emergência em edifícios;
ABNT NBR 10898 – Sistemas de iluminação de emergência;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Cabe a Contratante quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.

Validade

Elaboração do Relatório Técnico de Pressurização de Escada de Segurança – Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº 13

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Saiba Mais: Elaboração do Relatório Técnico de Pressurização de Escada de Segurança – Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº 13:

Instrução Técnica Nº 13 do Corpo de Bombeiros
“5 PROCEDIMENTOS
5.1 Conceitos básicos do sistema de pressurização
5.1.1 Princípio geral da pressurização
a. considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes, preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape que conduzem o ar para o exterior da edificação;
b. para a finalidade prevista nesta IT, o diferencial de pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada;
c. o método estabelecido nesta IT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo do piso de descarga.
5.1.2 Pressurização de 1 ou 2 estágios
O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas:
5.1.2.1 Sistema de 1 estágio: para operar somente em situação de emergência;
5.1.2.2 Sistema de 2 estágios: incorporar um nível baixo de pressurização, para funcionamento contínuo, com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência.
5.1.2.3 Recomenda-se dar preferência para a opção do sistema de 2 estágios, para que se mantenha um nível mínimo de proteção em permanente operação, bem como propiciar a renovação de ar no volume da escada.
5.1.3 Elementos básicos de um sistema de pressurização
São elementos básicos de um sistema de pressurização:
a. sistema de acionamento e alarme;
b. ar externo suprido mecanicamente;
c. trajetória de escape do ar;
d. fonte de energia garantida.
5.1.4 Unidades adotadas
Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo:
Vazão ( Q ) = m3/s
Velocidade ( V ) = m/s
Área ( A ) = m2
Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ), ou mmH2O (milímetro de coluna d’água)
Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power)
Temperatura em graus Celsius = ºC
Altura da edificação (h) = m
5.1.5 Níveis de pressurização adotados
5.1.5.1 O nível de pressurização utilizado para fins de projeto não deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta IT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa, considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada, na condição fechadas.
5.1.5.2 Os edifícios utilizados por crianças, idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais, a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas, apesar da força criada pelo diferencial de pressão.
5.1.5.3 Para obtenção dos níveis de pressurização, no interior dos espaços pressurizados, na determinação da capacidade de vazão e pressão dos motoventiladores, devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos, venezianas, grelhas, joelhos, dampers, saídas dos motoventiladores, rugosidades das superfícies internas dos dutos etc.) que devem constar de memorial de cálculo, atendendo as seguintes condições:
a. desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5.1.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado na condição fechadas (equação 2); e escape de ar considerando as portas na condição abertas, conforme a quantidade estipulada no Anexo B desta IT (equação 3);
b. desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar, considerando todas as singularidades. Deve constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios, que devem estar dentro dos limites estipulados nesta IT. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades, a partir da velocidade e vazão;
c. a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de, no máximo, 8 m/s e, no trecho de distribuição: máximo de 10 m/s quando o duto for construído em alvenaria ou gesso acartonado e de 15 m/s quando o duto for construído em chapa metálica.
No dimensionamento, adotar parâmetros do manual da ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers), podendo ser aceitas velocidades diferentes, quando se tratar de edificação existente, desde que não haja possibilidade técnica de adequação, devidamente justificada.”

Fonte: Corpo de Bombeiros

Elaboração do Relatório Técnico de Pressurização de Escada de Segurança – Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros Nº 13: Consulte-nos.

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