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Tratamento Acidentes por Animais Peçonhentos

Curso Tratamento Acidentes por Animais Peçonhentos

Nome Técnico: Curso Capacitação NR-31 Diagnóstico e Segurança no Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos.

Cód: 22744

O Curso Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos tem por objetivo fornecer meios de diagnóstico e tratamento de primeiros socorros para acidentes causados por Animais Peçonhentos.

O que são Animais Peçonhentos?
São animais que produzem substâncias tóxicas e, por meio de um mecanismo de defesa e caça, são capazes de injetar com sua “ferramenta” essas substâncias em outros organismos.
Essa ferramenta podem ser dentes modificados, ferrão, aguilhão, cerdas urticantes, entre outras.

NR-31.5.1.3.10 Em casos de acidentes com animais peçonhentos, após os procedimentos de primeiros socorros, o trabalhador acidentado deve ser encaminhado imediatamente à unidade de saúde mais próxima do local.

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16 Horas - Com Experiência

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Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso Tratamento Acidentes por Animais Peçonhentos
Ofidismo:
Epidemiologia;
Ações do veneno;
Quadro clínico;
Complicações;
Exames complementares;
Tratamento;
Prognóstico;
Diagnóstico diferencial;
Acidente Botrópico;
Acidentes por Phoneutria;
Acidentes por Latrodectus;
Acidente Crotálico:
Acidentes por Loxosceles;
Acidente Laquético;
Acidentes por Himenópteros;
Himenópteros de importância médica;
Acidentes por Coleópteros;
Coleópteros de importância médica;
Acidente Elapídico;
Acidentes por formigas;
Acidentes por abelhas;
Características anatômicas do grupo;
Acidentes por vespas;
Acidentes por Lepidópteros;
Lepidópteros de importância médica;
Acidentes por Celenterados;
Acidente por Colubrídeos;
Araneísmo;
Aranhas de importância médica;
Escorpionismo:
Escorpiões de importância médica;
Serpentes de importância médica;
Ictismo;
Formas de Ictismo;
Dermatite Urticante provocada por contato com mariposa Hylesia sp;
Dermatite Urticante causada por contato com lagartas de vários gêneros;
Periartrite falangeana por contato com Pararama;
Síndrome Hemorrágica por contato com Lonomia;
Soroterapia;
Insuficiência Renal Aguda;
Técnica para determinação do tempo de coagulação;
Aplicabilidade do método de ELISA;
Prevenção de acidentes e primeiros socorros;
Complementos:
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura;

FUNASA – Fundação Nacional de Saúde;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anual e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba mais: Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos:

Os acidentes ofídicos têm importância médica em virtude de sua grande frequência e gravidade. A padronização atualizada de condutas de diagnóstico e tratamento dos acidentados é imprescindível, pois as equipes de saúde, com frequência considerável, não recebem informações desta natureza durante os cursos de graduação ou no decorrer da atividade profissional.
Identificar o animal causador do acidente é procedimento importante na medida em que:
– possibilita a dispensa imediata da maioria dos pacientes picados por serpentes não peçonhentas;
– viabiliza o reconhecimento das espécies de importância médica em âmbito regional;
– é medida auxiliar na indicação mais precisa do antiveneno a ser administrado.
Apesar da importância do diagnóstico clínico, que orienta a conduta na grande maioria dos acidentes, o animal causador deve, na medida do possível, ser encaminhado para identificação por técnico treinado. A conservação dos animais mortos pode ser feita, embora precariamente, pela imersão dos mesmos em solução de formalina a 10% ou álcool comum e acondicionados em frascos rotulados com os dados do acidente, inclusive a procedência.
No Brasil, a fauna ofídica de interesse médico está representada pelos gêneros:
– Bothrops (incluindo Bothriopsis e Porthidium);
– Crotalus;
– Lachesis;
– Micrurus;
– e por alguns da Família Colubridae;
Os acidentes escorpiônicos são importantes em virtude da grande freqüência com que ocorrem e da sua potencial gravidade, principalmente em crianças picadas pelo Tityus serrulatus.
A partir da implantação da notificação dos acidentes escorpiônicos no país, em 1988, vem se verificando um aumento significativo no número de casos. Dados do Ministério da Saúde indicam a ocorrência de cerca de 8.000 acidentes/ano, com um coeficiente de incidência de aproximadamente três casos/100.000 habitantes.
O maior número de notificações é proveniente dos estados de Minas Gerais e São Paulo, responsáveis por 50% do total. Tem sido registrado aumento significativo de dados provenientes dos estados da Bahia, Rio Grande do Norte, Alagoas e Ceará.
Os principais agentes de importância médica são: T. serrulatus, responsável por acidentes de maior gravidade, T. bahiensis e T. stigmurus.
Na região Sudeste, a sazonalidade é semelhante à dos acidentes ofídicos. ocorrendo a maioria dos casos nos meses quentes e chuvosos.
As picadas atingem predominantemente os membros superiores, 65% das quais acometendo mão e antebraço.
A maioria dos casos tem curso benigno, situando-se a letalidade em 0,58%. Os óbitos têm sido associados, com maior frequência, a acidentes causados por T. serrulatus, ocorrendo mais comumente em crianças menores de 14 anos.

Saiba mais: Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos: Consulte-nos.

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