Curso Sistemas de Aterramento

Treinamento Sistemas de Aterramento

Curso Sistemas de Aterramento

Nome Técnico: Curso Capacitação Como Fazer Sistema de Aterramento

Cód: 23589

Curso Sistemas de Aterramento
O Curso Sistemas de Aterramento tem por objetivo o estudo dos conceitos e técnicas aplicadas no projeto, construção e manutenção de Sistemas de Aterramento, bem como técnicas de medição de resistência de aterramento, caracterização de parâmetros e na avaliação do estado de malhas de terra novas e em operação.

O que é Sistema de Aterramento?
O sistema de aterramento consiste em diminuir a variação de tensão de uma rede elétrica, eliminar as fugas de energia e proteger os usuários de um possível choque elétrico.

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16 Horas - Com Experiência

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Semipresencial/Reciclagem

08hs EAD / 08hs Presenciais

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Conteúdo Programático

Curso Sistemas de Aterramento

Definições básicas;
Principais finalidades;
Requisito a ser atendido pelo Sistema de Aterramento;
Valores de corrente;
Medições em sistemas de aterramento:
Resistividade do solo;
Potenciais na superfície do solo;
Resistência de aterramento;
Tensão de passo;
Tensão de toque;
Tensão de transferência;
Dimensionamento de sistemas de aterramento:
Quadrado vazio;
Linear;
Triangular;
Quadrado cheio;
Estratificação do solo;
Critérios para determinar a resistividade do solo;
Resistividade aparente;
Eletrodos horizontais;
Dimensionamento da bitola;
Sistemas de aterramento especiais:
Equipamentos sensíveis;
Malhas de referência de sinal (MRS);
Telecomunicações;
Medição da continuidade elétrica;
Tratamento do solo;
Soluções especiais para solos com alto valor de resistividade;
Critérios de segurança;
Aterramento de baixa tensão;
Materiais utilizados em sistemas de aterramento;
Conexões:
Tipos de conexão;
Princípios sobre solda exotérmica;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;

ABNT NBR 15749 – Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento;
ABNT NBR 15751 – Sistemas de aterramento de subestações;
ABNT NBR 16254 – Materiais para sistemas de aterramento;
ABNT NBR 7117 – Medição da resistividade e determinação da estratificação do solo;
ABNT NBR 5419 – Proteção contra descargas atmosféricas;
ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão.

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Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Sistemas de Aterramento

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anual e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Sistemas de Aterramento:

Para que serve o aterramento elétrico?
O aterramento elétrico tem três funções principais:
Proteger o usuário do equipamento das descargas atmosféricas, através da viabilização de um caminho alternativo para a terra, de descargas atmosféricas.
Facilitar o funcionamento dos dispositivos de proteção (fusíveis, disjuntores, etc.), através da corrente desviada para a terra.
“Descarregar” cargas estáticas acumuladas nas carcaças das máquinas ou equipamentos para a terra.
Implicações de um mau aterramento:
Ao contrário do que muitos pensam, os problemas que um aterramento deficiente pode causar não se limitam apenas aos aspectos de segurança.
É bem verdade que os principais efeitos de uma máquina mal aterrada são choques elétricos ao operador , e resposta lenta (ou ausente) dos sistemas de proteção (fusíveis, disjuntores, etc…).
Mas outros problemas operacionais podem ter origem no aterramento deficiente.
Abaixo segue uma pequena lista do que já observamos em campo.
Caso alguém se identifique com algum desses problemas, e ainda não checou seu aterramento, está aí a dica:
-Quebra de comunicação entre máquina e PC ( CPL, CNC, etc… ) em modo on-line. Principalmente se o protocolo de comunicação for RS 232.
-Excesso de EMI gerado (interferências eletromagnéticas).
-Aquecimento anormal das etapas de potência (inversores, conversores, etc…) , e motorização.
-Em caso de computadores pessoais, funcionamento irregular com constantes “travamentos”.
-Falhas intermitentes, que não seguem um padrão.
-Queima de CI’s ou placas eletrônicas sem razão aparente , mesmo sendo elas novas e confiáveis.
-Para equipamentos com monitores de vídeo, interferências na imagem e ondulações podem ocorrer.

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