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Conteúdo Programático

Curso Resgate em Altura NR 35 e NR 33

Conceitos e definições;
Análise de risco e condições impeditivas;
Normas e regulamentos aplicáveis a trabalhos de resgate em altura;
EPI – Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura;
Seleção, inspeção; utilização, higienização, conservação e limitação de uso;
Cuidados e conservação dos equipamentos utilizados para altura;
Sinalização;
Planejamento do trabalho;
Andaimes, Escadas e outras técnicas de segurança em altura;
Plataforma de trabalho;
Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle de acidentes;
Comportamento seguro;
Observação no trabalho;
Acidentes típicos em trabalho em altura;
Condutas em situação de emergência, incluindo técnicas de resgate e de primeiros socorros;
Fator de queda e força de impacto;
Danos fisiológicos causados por quedas;
Auto resgate; (maca sked e cesto para içamento);
Resgate organizado e Transferências curtas e longas entre linhas;
Simulações com montagem de direcionadores;
Descida e içagem de vítima com e sem maca;
Rapel (prática vertical linha de vida e trava quedas);

Içagem:
Sistemas de redução de carga com polias;
Sistemas de contrapeso (polias);
Imagem com cabo guia;
Equipamentos: Cordas, Fitas, Cintos tipo Paraquedista, Talabartes, ABS, Mosquetões; Talabartes, Grigri, Freio Oito, Trava Quedas, Polias, Tripé, Máscara Autônoma, entre outros;
Técnicas de Ancoragem, Nós e Voltas; Sistemas de Redução;
Ascensão, Descenção e Transferências em Cordas;
Métodos de Entrada e Saída do Espaço Confinado;
Prevenção de Acidentes e Noções de Primeiros Socorros;
Noções de Prevenção e Combate a Incêndio;
A.P.R. Análise Preliminar de Riscos;
P.T. Permissão de Trabalho;
Check list – Inspeção diária;

Complementos:
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Documentação do curso:
Plano de aula;
Folha de frequência;
Material didático do instrutor;
Material didático do aluno;
Avaliação de reação;
Avaliação de aprendizagem;

Referências Normativas:
Responsabilidades do Empregador e do Empregado;
Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
NR 35 – Trabalho em Altura;
NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NFPA 1983 – Norma sobre Linha de Vida e Componentes de Segurança de Incêndio;
NFPA 1006 – Norma para Qualificação de Técnicos Profissionais de Resgate;
NFPA 1670 – Norma para Treinamentos e Operações Técnicas de Busca e Resgate em Incidentes;
ABNT NBR 15.475 – Qualificação dos Profissionais Acessos por Corda;
ABNT NBR 15.595 – Acesso por Corda Procedimentos para Aplicação do método;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EAD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui 

Carga Horária

Curso Resgate em Altura NR 35 e NR 33

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Renovação (reciclagem): 35.3.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Certificado de conclusão:
As aulas práticas serão realizadas com estudos de casos e posterior simulações, proporcionando uma visão geral do processo e permitindo que a equipe observe a outra equipe para posteriormente abrir comentários.

Metodologia de avaliação:
O empregado será aprovado no curso se obtiver aproveitamento igual ou superior a 90% na avaliação aplicada (teórico e prático).

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Saiba mais: Resgate em Altura é para Resgatista, Alpinismo é para Alpinista
A NR 35 TRABALHO EM ALTURA é clara:  “É obrigação dos empregadores elaborar e disponibilizar um plano de resgate, fornecer os materiais, equipamentos e acessórios para a Equipe de Resgate (ideal mínimo 03 resgatista), podendo ser própria, externa ou composta pelos próprios colaboradores capacitados em NR 35 QUE DEVERÃO FAZER TREINAMENTO ESPECÍFICO para estar legalmente habilitados;”

Os cursos Acesso por Cordas N1, N2 e N3 com suas respectivas cargas horárias não habilita LEGAL PROFICIÊNCIA aos formados (as) a atender Primeiros Socorros e nem habilita a fazer resgates em geral; onde os participantes só fazem resgate em situações que não são semelhantes a maioria dos riscos que os trabalhadores comuns estão expostos. Resgate é pra Resgatista, alpinismo é para alpinista, para ser Resgatista o interessado tem que ter no mínimo 80 (oitenta) horas de Curso A.P.H (Atendimento Pré Hospitalar), o que coloca em xeque mate a qualidade dos cursos e treinamentos abaixo desse patamar. O autor do vídeo acima possui o curso de salvamento em altura realizado em entidade seríssima, curso este que não é aberto ao público civil, também vasta experiência prática em resgates de diversos tipos adquiridos em ações concretas em situações diversas ainda participação ativa no Projeto Resgate SP o que o coloca no seleto hall da proficiência real, que não se adquiri em cursos de poucas horas de treinamento e sem aplicações em situações reais; exemplo a participação ativa.

Resgatista é um profissional que é exigido por Normas do M.T.E. como NR 10, NR 23, NR 33, NR 35 e NR 34 entre outras, não sendo permitido liberar a PET ou realizar nenhum trabalho em espaços confinados e/ou altura sem a presença da Equipe de Resgate.
Portanto não podemos confundir Equipe de Resgate com Equipe de Alpinismo, Resgatista com Alpinista.

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