Curso Resgate em Altura

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Curso Capacitação NR 35 e NR 33 Resgate em Altura e Resgate em Espaços Confinados

Cód: 5261

Curso Resgate em Altura
O Curso Resgate em Altura em conformidade com as normas regulamentadoras e técnicas, tem como objetivo abordar os requisitos mínimos e medidas de proteção para o trabalho em altura e espaço confinado, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, além da, identificação de espaços confinados, reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nessas atividades.

O que é espaço confinado?
Espaço confinado, de maneira geral, é qualquer área não projetada para ocupação humana contínua e que possua meios limitados de entrada e saída.
O que é trabalho em altura?
Todas as atividades exercidas por profissionais que exigem que o trabalhador fique em alturas superiores a dois metros onde haja o risco de queda.

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Conteúdo Programático

Curso Resgate em Altura

Conceitos e definições;
Análise de risco e condições impeditivas;
Normas e regulamentos aplicáveis a trabalhos de resgate em altura;
EPI – Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura;
Seleção, inspeção; utilização, higienização, conservação e limitação de uso;
Cuidados e conservação dos equipamentos utilizados para altura;
Sinalização;
Planejamento do trabalho;
Andaimes, Escadas e outras técnicas de segurança em altura;
Plataforma de trabalho;
Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle de acidentes;
Comportamento seguro;
Observação no trabalho;
Acidentes típicos em trabalho em altura;
Condutas em situação de emergência, incluindo técnicas de resgate e de primeiros socorros;
Fator de queda e força de impacto;
Danos fisiológicos causados por quedas;
Auto resgate; (maca sked e cesto para içamento);
Resgate organizado e Transferências curtas e longas entre linhas;
Simulações com montagem de direcionadores;
Descida e içagem de vítima com e sem maca;
Rapel (prática vertical linha de vida e trava quedas);
Içagem:
Sistemas de redução de carga com polias;
Sistemas de contrapeso (polias);
Imagem com cabo guia;
Equipamentos: Cordas, Fitas, Cintos tipo Paraquedista, Talabartes, ABS, Mosquetões; Talabartes, Grigri, Freio Oito, Trava Quedas, Polias, Tripé, Máscara Autônoma, entre outros;
Técnicas de Ancoragem, Nós e Voltas; Sistemas de Redução;
Ascensão, Descenção e Transferências em Cordas;
Métodos de Entrada e Saída do Espaço Confinado;
Prevenção de Acidentes e Noções de Primeiros Socorros;
Noções de Prevenção e Combate a Incêndio;
A.P.R. Análise Preliminar de Riscos;
P.T. Permissão de Trabalho;
Check list – Inspeção diária;
Complementos:
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;
Documentação do curso:
Plano de aula;
Folha de frequência;
Material didático do instrutor;
Material didático do aluno;
Avaliação de reação;
Avaliação de aprendizagem;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
NR 35 – Trabalho em Altura;
NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NFPA 1983 – Norma sobre Linha de Vida e Componentes de Segurança de Incêndio;
NFPA 1006 – Norma para Qualificação de Técnicos Profissionais de Resgate;
NFPA 1670 – Norma para Treinamentos e Operações Técnicas de Busca e Resgate em Incidentes;
ABNT NBR 15475 – Qualificação dos Profissionais Acessos por Corda;
ABNT NBR 15595 – Acesso por Corda Procedimentos para Aplicação do método;

Curso Resgate em Altura

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial
Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EAD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica.veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui 

Carga Horária

Curso Resgate em Altura

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Renovação (reciclagem): 35.3.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Certificado de conclusão:
As aulas práticas serão realizadas com estudos de casos e posterior simulações, proporcionando uma visão geral do processo e permitindo que a equipe observe a outra equipe para posteriormente abrir comentários.

Metodologia de avaliação:
O empregado será aprovado no curso se obtiver aproveitamento igual ou superior a 90% na avaliação aplicada (teórico e prático).

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Saiba mais:Curso Resgate em Altura:

Resgate em Altura é para Resgatista, Alpinismo é para Alpinista
A NR 35 TRABALHO EM ALTURA é clara: “É obrigação dos empregadores elaborar e disponibilizar um plano de resgate, fornecer os materiais, equipamentos e acessórios para a Equipe de Resgate (ideal mínimo 03 resgatista), podendo ser própria, externa ou composta pelos próprios colaboradores capacitados em NR 35 QUE DEVERÃO FAZER TREINAMENTO ESPECÍFICO para estar legalmente habilitados;”
Os cursos Acesso por Cordas N1, N2 e N3 com suas respectivas cargas horárias não habilita LEGAL PROFICIÊNCIA aos formados (as) a atender Primeiros Socorros e nem habilita a fazer resgates em geral; onde os participantes só fazem resgate em situações que não são semelhantes a maioria dos riscos que os trabalhadores comuns estão expostos.
Resgate é pra Resgatista, alpinismo é para alpinista, para ser Resgatista o interessado tem que ter no mínimo 80 (oitenta) horas de Curso A.P.H (Atendimento Pré Hospitalar), o que coloca em xeque mate a qualidade dos cursos e treinamentos abaixo desse patamar.
Resgatista é um profissional que é exigido por Normas do M.T.E. como NR 10, NR 23, NR 33, NR 35 e NR 34 entre outras, não sendo permitido liberar a PET ou realizar nenhum trabalho em espaços confinados e/ou altura sem a presença da Equipe de Resgate.
Portanto não podemos confundir Equipe de Resgate com Equipe de Alpinismo, Resgatista com Alpinista.
Curso Resgate em Altura
Caso ocorra um acidente com um trabalhador envolvido em atividades de altura, deve sempre ser planejado um plano de resgate para que se possa agir de forma rápida.

Além dos ricos do profissional sofrer queda no vazio ou ficar suspenso em uma linha de vida, há também o risco de queda pela tontura ou pressão, podendo ocorrer em alturas de 10 metros ou mais.
O maior problema consiste na descida do profissional da altura, já que há casos que ele mesmo não consegue sozinho descer. Sendo assim, ao realizar um plano de resgate deve-ser verificar a segurança com detalhes, como por exemplo em trabalhos em plataformas elevatórias que podem aceder a todos os locais que um técnico pode trabalhar, como pontes-rolantes, postes, coberturas, dentre outros. Porém, nem sempre é possível acender todos os locais desejados com este tipo de equipamento de elevação, ainda que outros fatores podem dificultar ainda mais, como obstáculos, a distância de posicionamento dos locais, tipos de máquinas, dentre outros fatores.

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