Curso Resgate em Altura em Rodovias

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Curso Resgate em Altura em Rodovias

Nome Técnico: Curso de Capacitação NR - 35 - Resgates em Altura em Rodovias - 16 horas

Cód: 1652

Curso Resgate em Altura em Rodovias
Curso Resgate em Altura em Rodovias, que se refere a norma NR – 35 – Trabalho em Altura, tem como finalidade treinar e qualificar profissionais para que sejam aptos a realizar resgates em alturas superiores a 2 metros, garantindo a segurança de quem age direta e indiretamente na atividade.
Nesse curso existem conteúdos práticos e teóricos abordando desde o planejamento até os procedimentos de atuação quando ocorridas situações de fatalidades em rodovias, incluindo todas as técnicas de resgate necessárias para ação emergencial.

O que é Resgate em Altura em Rodovias:
O que se difere de um acidente automobilístico onde existem um aglomerado de pessoas em volta do local, o resgate em altura é, normalmente, feito isolado, uma vez em que a vítima se encontra num local de três dimensões e suspensa ao ar num local de difícil acesso.
Sendo assim o profissional encarregado de fazer o resgate da vítima deve estar seguro de si e ter o domínio de todos os equipamentos e técnicas atuando de forma rápida, precisa e segura.
Em suma, o salvamento em altura consiste na remoção de pessoas ou animais com a finalidade de salvaguardar sua integridade física.

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Conteúdo Programático

Curso Resgate em Altura em Rodovias

O curso oferecido contempla a seguinte ementa:
Equipamentos de proteção:
Apresentações práticas dos equipamentos de segurança como e para qual finalidade são produzidos;
Forma de utilização e seus pontos fortes e fracos;
Cuidados com os equipamentos;
Discussão das situações encontradas no dia a dia e dificuldades;
Prática em Sistemas de ancoragens (pontos de fixação);
Nós de fixação; Ancoragem e becapes;
Prática em Sistemas de segurança para subida;
Prática Sistema de segurança para descida, freios e nós de segurança para descida;
Prática Deslocamento horizontal, circulação e acesso a lugares longe da escada;
Prática em estruturas sobre todos os itens abordados anteriormente em diferentes situações.
Procedimentos de segurança no trabalho:
Avaliação estrutural do local de trabalho;
Avaliação de pontos de risco;
Sistema de segurança em plano inclinado (taludes, encostas, declives e aclives etc.);
Treinamento Prático Assistido de Abordagem de dificuldades encontrada no dia a dia do trabalho.
Noções básicas de resgate em altura:
Fator de queda e força de impacto;
Danos fisiológicos causados por quedas;
Auto resgate;
Ascensão e Resgate organizado;
Descida e içagem de vítima com e sem maca;
Rapel;
Içagem:
Sistemas de redução de carga com polias;
Sistemas de contra peso;
Proteção das vias;
Fixação de chapeletas e parafusos;
Perigos (abelhas, marimbondos etc.);
Curso de NR 35 – Resgates em Altura em Rodovias:
Complementos:
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Resgate em Altura em Rodovias
Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional ;
NR – 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR – 35 – Trabalho em Altura;
ABNT NBR 14626 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda deslizante guiado em linha flexível;
ABNT NBR 14627 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda guiado em linha rígida;
ABNT NBR 14628 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Trava-queda retrátil;
ABNT NBR 14629 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Absorvedor de energia;
ABNT NBR 15834 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Talabarte de segurança;
ABNT NBR 15835 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição;
ABNT NBR 15836 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura — Cinturão de segurança tipo para-quedista;
ABNT NBR 15837 – Equipamento de proteção individual contra queda de altura – Conectores;
ABNT NBR 16325 – Proteção contra quedas de altura;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências.

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso Resgate em Altura em Rodovias

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Curso de NR 35 – Resgates em Altura em Rodovias:
Causas do Acidente Trabalho:
Falta de cuidados do empregado;
Falta de alerta do empregador;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
1- Inquérito Policial – Polícia Civil;
2- Perícia através Instituto Criminalista;
3- Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
4- Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
5- O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
6- Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
7- Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
8- Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinamento (responsável em vigiar e na tem que realmente vigiar;
9- Não prever que se aplica a culpa em cooper vigilando ao Empregador mas apenas a responsabilidade de entregar o equipamento de treinar vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar);
10- Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.
Salientamos que o empregado não pode exercer atividades expostos a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde.
Sendo assim podem responder nas esferas criminal e civil, aqueles expõem os trabalhadores a tais riscos.

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Saiba Mais: Curso Resgate em Altura em Rodovias:
Sobre NR – 35: 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade;
35.1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda;
Sobre o Resgate em Altura:
A responsabilidade dessas vidas humanas, nas mãos desses socorristas, se dá devido às suas especialidades e ao grande conhecimento profissional;
Os serviços de salvamento e primeiros socorros são interligados pela natureza da profissão, onde executores dessas atividades são denominados “socorristas”;
Dentre as várias modalidades de salvamento, o bombeiro, quando não é completo em suas qualidades, deve ser um bom conhecedor da modalidade em que irá agir;
Salvamento em Altura é a atividade de bombeiro, especializada no salvamento de vítimas em local elevado, através do uso de equipamentos e técnicas específicas;

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da Análise Preliminar e Risco -APR
02 – Permissão de Trabalho (PT)
03 – Checar EPIs e EPCs
04 – Verificar o Manual de Instrução do Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART
05 – Manter Equipe de Resgate equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
i) Outros específicos associados com o içamento.
08 – A equipe de trabalho é formada pelo(s) ocupante(s) do cesto, operador do equipamento, sinaleiro designado e supervisor da operação.
09 – A equipe de Resgate equipada deve permanecer a tempo de resposta dentro dos padrões de zero a 10 minutos.

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