Curso Produção e Aplicação de Asfalto

Curso Aplicação de Asfalto
Foto Ilustrativa

Curso Produção e Aplicação de Asfalto

Nome Técnico: Curso Capacitação Segurança na Produção e Aplicação de Asfalto

Referência: 12146

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

Curso Capacitação Segurança na Produção e Aplicação de Asfalto
O objetivo do Curso é passar conhecimento teórico e prático do procedimento de produção e aplicação asfáltica, entendendo a importância do asfalto, as propriedades químicas, o processo de produção e o processo de aplicação do asfalto nas vias urbanas e rurais.

O que é Asfalto?
O Asfalto é um material cimentante, preto, sólido ou semi-sólido, que se liquefaz quando aquecido, composto de betume e alguns outros metais. Pode ser encontrado na natureza e denomina-se CAN, mas em geral provém do refino do petróleo que é denominado por CAP (Cimento Asfáltico de Petróleo) usados em rodovias onde veículos de grande porte necessitam de revestimentos mais fortes, ou ADP ((Asfalto Diluído de Petróleo) e a Emulsão Asfáltica .

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Conteúdo Programático

Curso Capacitação Segurança na Produção e Aplicação de Asfalto

Capeamento Asfáltico;
Etapas do Serviço:
Preparo e Compactação da Base e do Asfalto;
Lançamento da Mistura Asfáltica;
Depósito para Cimento Asfáltico;
Silos para Agregados;
Usina para Misturas Asfálticas;
Equipamento para Distribuição e Acabamento;
Caminhão para Transporte da Mistura;
Equipamento para compactação;
Ferramentas e equipamentos acessórios;

Projeto de Pavimentação:
Estudos Geotécnicos;
Reconhecimento do Subleito;
Estudo das ocorrências de Materiais para Pavimentação;
Dimensionamento do Pavimento;
Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis (Método do DNIT);

Bases e sub-bases flexíveis:
Terminologia das Bases;
Construção das Camadas do Pavimento;
Operações Preliminares;
Operação de Construção de Sub-Bases e Bases;

Estabilização dos solos para fins de pavimentação:
Conceito de Estabilização para Rodovias e Aeroportos;
Objetivo;
Importância;
Estudos e Análises;
Métodos de Estabilização;
Estabilização Solo-Cimento;
Tipos de Misturas de Solos Tratados com Cimento;
Fatores que Influenciam na Estabilização;
A dosagem do Solo-Cimento;
Operações Básicas para Solo-Cimento In-Situ;

Estabilização Solo-Cal:
A Mistura Solo-Cal;
Mecanismos de Reação da Mistura Solo-Cal;
Fatores que Influenciam no Processo de Estabilização dos Solos com Cal;
Tipos de Estabilização com Cal;
Estabilização Solo-Betume;
Tipos de Misturas;
Principais Funções do Betume;
Teor de Betume;
Métodos de Dosagem;
Estabilização Granulométrica;
Métodos de Misturas;
Método Analítico;
Método das Tentativas;

Agregados para Pavimentação:
Produção de Agregados;
Operação na Pedreira;
Amostragem de Agregados;
Propriedades Químicas e Mineralógicas dos Agregados;
Tenacidade, Resistência Abrasiva e Dureza;
Durabilidade e Sanidade;
Forma da Partícula e Textura Superficial;
Limpeza e Materiais Deletérios;
Afinidade ao Asfalto;
Porosidade e Absorção;
Características Expansivas;
Polimento e Características de Atrito;
Densidade Específica / Massa Específica;
Análise Granulométrica;

Materiais Asfálticos:
Definições;
Classificação quanto à aplicação e origem;
Asfaltos para Pavimentação;
Cimento Asfáltico do Petróleo (CAP);
Asfaltos Diluídos;
Emulsões Asfálticas;
Asfaltos Modificados (Asfaltos Polímeros);
Asfaltos Industriais;
Principais Funções do Asfalto na Pavimentação;
Serviços de Imprimação / Pintura de Ligação;
Imprimação;
Pintura de Ligação;

Ensaios em materiais asfálticos:
Ensaios em Cimentos Asfálticos do Petróleo (CAP);
Determinação de Água;
Determinação do Teor de Betume em CAP;
Determinação da Consistência de Materiais Asfálticos;
Determinação da Ductilidade de Materiais Asfálticos.;
Ensaio da Mancha (Ensaio Oliensis ou Spot Test);
Determinação do Ponto de Fulgor;
Ensaios em Asfaltos Diluídos e Emulsões;
Determinação da Destilação de Asfaltos Diluídos;
Ensaio de Flutuação;

Revestimentos:
Principais Funções;
Terminologia dos Revestimentos;
Concreto de Cimento;
Macadame Cimentado;
Paralelepípedos Rejuntados com Cimento;
Em Solo Estabilizado;
Blocos de Concreto Pré-Moldados e Articulados;
Macadame Betuminoso;
Tratamentos Superficiais;
Concreto Asfáltico (CBUQ);
Pré-Misturado à Quente (PMQ;
Areia Asfalto à Quente/Frio;
Camada Porosa de Atrito (CPA);
Stone Aatrix Asphalt (SMA);
Pré-Misturado a Frio;
Lama Asfáltica;
Misturas Graduadas;
Areia Asfalto no Leito;
Revestimentos Flexíveis por Penetração;
Tratamento Superficial Simples, Duplo, Triplo;
Macadame Betuminoso por Penetração Direta;
Revestimentos Flexíveis por Mistura;
Concreto Asfáltico (Concreto Betuminoso Usinado a Quente-CBUQ);
Pré-Misturado a Quente (PMQ);
Argamassas Asfálticas;
Pré-Misturado a Frio (PMF);
Lama-Asfáltica (não é revestimento);
Misturas Graduadas;
Revestimentos Flexíveis em Solo Estabilizado (Revestimento Primário);
Revestimentos de Alvenaria Poliédrica / Paralelepípedos;

Concreto Asfáltico:
Equipamentos Utilizados;
Distribuição e Compressão da Mistura;
Controles;
Propriedades Básicas;
Constituição da Mistura;
Parâmetros de Interesse;
Dosagem do Concreto Asfáltico;
O Ensaio Marshall para Misturas Asfálticas;
Controle do Teor Ótimo de Ligante e Granulometria;

A Deformabilidade em Misturas Asfálticas:
O Comportamento Dinâmico de Misturas Asfálticas;
O Ensaio de Tração Diametral Indireta;
O Conceito de Módulo de Resiliência de Misturas Asfálticas;
O Conceito de Módulo de Resiliência de Solos;
O equipamento para determinação do Módulo de Resiliência;
O equipamento para Determinação do MR de Solos;

Complementos:
Prevenção de acidentes;
Exercícios práticos;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Análise de posto de trabalho;
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR – 01 – Disposições Gerais;
NR – 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR – 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
DNIT 144/2014 – ES: Pavimentação – Imprimação com ligante asfáltico – Especificação de serviço;
ABNT NBR 14855 – Ligantes asfálticos – Determinação da solubilidade em tricloroetileno;

ABNT NBR 6576 – Materiais asfálticos – Determinação da penetração;
ABNT NBR 6560 – Ligantes asfálticos – Determinação do ponto de amolecimento – Método do anel e bola;
ABNT NBR 6293 – Ligantes asfálticos – Determinação da ductilidade;
ABNT NBR 14883 – Petróleo e produtos de petróleo – Amostragem manual;
ABNT NBR 12253 – Solo-cimento — Dosagem para emprego como camada de pavimento — Procedimento;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Protocolo 2017 – Atualizações Específicas nas Diretrizes 2017 American Heart Association p/ Suporte Básico de Vida em Pediatria/Adultos e Qualidade de Ressuscitação Cardiopulmonar.
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management — Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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Carga Horária

Curso Capacitação Segurança na Produção e Aplicação de Asfalto

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

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Saiba Mais: Curso Capacitação Segurança na Produção e Aplicação de Asfalto:

8.1 INTRODUÇÃO
O bom desempenho de revestimentos e de tratamentos superficiais asfálticos depende da utilização de procedimentos corretos em diversas etapas: projeto estrutural, escolha adequada de materiais e formulações de proporções ou misturas que atendam os condicionantes de uso do revestimento, e uso de técnicas adequadas de produção, distribuição e execução das camadas asfálticas na pista.  Trata -se da produção das misturas em usinas e em veículos especiais, do transporte e distribuição na pista das misturas asfálticas ou dos materiais para tratamentos, das técnicas de densificação e acabamento, assim como de algumas técnicas de controle executivo.
Como toda a indústria, na área de equipamentos de pavimentação o mercado está sempre evoluindo e o engenheiro de pavimentação deve estar atento a esse fato. Este comentário vale para todos os itens descritos e as figuras que ilustram este capítulo são meramente ilustrativas não representando preferência dos autores. Há sempre mais de um modelo ou fornecedor mas o escopo do livro não comporta comparações entre eles,
o que deve ser pesquisado pelo leitor que for montar uma usina ou uma frota de equipamentos de compactação de revestimentos asfálticos. Recomenda-se fortemente a busca de informações mais detalhadas sobre cada equipamento.

8.2 USINAS ASFÁLTICAS
A obtenção de uma mistura asfáltica envolve a associação de agregado com ligante asfáltico em proporções predeterminadas no projeto de dosagem para produzir uma massa homogênea de acordo com especificações e critérios adotados.
Antes da mistura com o ligante asfáltico, o agregado deve ser composto na graduação especificada por meio de mistura de diferentes frações granulométricas. Se o ligante a ser misturado é um cimento asfáltico de petróleo, o agregado deve ser aquecido previamente para remoção de umidade e sua temperatura elevada para que seja possível o seu envolvimento pelo ligante asfáltico. Esses procedimentos são realizados em instalações apropriadas conhecidas como usinas de asfalto, simplificação da designação, visto que se trata de usinas para a produção de misturas asfálticas a quente. Caso o ligante utilizado seja emulsão asfáltica, as usinas são para misturas a frio.

8.2.1 Tipos de usinas de asfalto para misturas a quente:
O objetivo básico das usinas de asfalto é proporcionar de forma adequada a mistura de frações de agregados, aquecer essa mistura e o ligante asfáltico, e misturar todos esses materiais, produzindo misturas asfálticas dentro de características previamente especificadas.
Uma usina de asfalto é um conjunto de equipamentos mecânicos e eletrônicos interconectados de forma a produzir misturas asfálticas. Variam em capacidade de produção e princípios de proporcionamento dos componentes, podendo ser estacionárias ou
móveis.
Existem dois tipos básicos de usina de asfalto que são: a usina de produção por batelada ou gravimétrica, conforme princípio geral exposto na Figura 8.1, que produz quantidades unitárias de misturas asfálticas, e a usina de produção contínua ou drum-mixer, conforme a Figura 8.2, cuja produção é contínua, como a própria designação classifica.
As Figuras 8.3 e 8.4 mostram exemplos dessas usinas. Os dois tipos de usinas têm condições de produzir as misturas asfálticas em uso corrente no país. Normalmente, as misturas asfálticas, mesmo com características particulares, não exigem sua produção em um tipo específico de usina, a menos das misturas recicladas, que precisam de uma certa adaptação.

8.2.2 Tipos de usinas de asfalto para misturas frias:
O asfalto frio ou asfalto usinado a quente para aplicação a frio, comumente comercializado em sacos, é um Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) com adição de polímeros e aditivos que retardam a cura (ou endurecimento) do asfalto, possibilitando assim a sua estocagem e aplicação a frio, principalmente em pequenas quantidades 

O processo de fabricação é semelhante ao asfalto convencional, onde os agregados pétreos e o cimento asfáltico de petróleo são misturados a quente em uma usina de asfalto. Durante este processo são adicionados os polímeros e aditivos que permitem o uso prolongado do asfalto mesmo depois de frio. Quando sai da usina o asfalto frio é estocado e ensacado para comercialização, porém em alguns casos também pode ser fornecido a granel. Além de poder ser ensacado e estocado, a aplicação a frio ainda proporciona diversas vantagens.

Pode ser aplicado na chuva ou em buracos com água – Diferentemente do asfalto convencional o asfalto frio pode ser aplicado na chuva ou em buracos com água. O asfalto convencional deve ser aplicado e compactado a quente e portanto quando entra em contato com a água da chuva ou de uma poça d’água ele esfria rapidamente perdendo sua capacidade de resistência e aderência. Já o asfalto frio é concebido para ser aplicado e compactado na temperatura ambiente portanto não sofre este resfriamento repentino em contato com a água e mantêm dessa maneira sua aderência e capacidade de suporte.

Compactação Alternativa  – A compactação tradicional utilizada em obras de pavimentação comuns não é necessária quando utilizamos asfalto frio, em geral são utilizados rolos lisos ou de pneus, equipamentos de grande produtividade que podem compactar grandes áreas de asfalto em pouco tempo. Como o asfalto convencional precisa ser aplicado e compactado em altas temperaturas este serviço precisa ser realizado de forma rápida, antes que o asfalto esfrie. Com o asfalto frio estes equipamentos que na maioria das vezes são muito caros não precisam ser utilizados.

Segundo a NBR-7207/82 da ABNT tem-se a seguinte definição:
“O pavimento é uma estrutura construída após terraplenagem e destinada, econômica
e simultaneamente, em seu conjunto, a:
a) Resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais produzidos pelo tráfego;
b) Melhorar as condições de rolamento quanto à comodidade e segurança;
c) Resistir aos esforços horizontais que nela atuam, tornando mais durável a
superfície de rolamento.”
Determinação do teor de betume em CAP (NBR 14855)
Determinação da Consistência de materiais asfálticos
Determinação da Penetração de materiais asfálticos (NBR 6576)
Ponto de Amolecimento – método do anel e bola (NBR 6560)
Determinação da viscosidade Saybolt-Furol (NBR 14950)
Determinação da Ductilidade de materiais asfálticos (NBR 6293)
Determinação do Ponto de Fulgor (NBR 11341).

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