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Conteúdo Programático

Capeamento asfáltico  Etapas do serviço:
Preparo da base;
Compactação da base;
Lançamento da mistura asfáltica;
Compactação do asfalto;
Depósito para cimento asfáltico;
Silos para agregados;
Usina para misturas asfálticas;
Equipamento para distribuição e acabamento;

Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Caminhão para transporte da mistura;
Equipamento para compactação;
Ferramentas e equipamentos acessórios;
Projeto de Pavimentação:
Estudos geotécnicos;
Reconhecimento do subleito;
Estudo das ocorrências de materiais para pavimentação;
Dimensionamento do Pavimento;
As cargas rodoviárias;
Dimensionamento de pavimentos flexíveis (método do DNIT);
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Bases e sub-bases flexíveis:
Terminologia das bases;
Construção das camadas do pavimento;
Operações preliminares;
Operação de construção de sub-bases e bases;
Estabilização dos solos para fins de pavimentação:
Conceito de estabilização para rodovias e aeroportos;
Objetivo;
Importância;
Estudos e análises;
Métodos de estabilização;
Estabilização solo-cimento;
Tipos de misturas de solos tratados com cimento;
Mecanismos de reação da mistura solo-cimento;
Fatores que influenciam na estabilização solo-cimento;
A dosagem do solo-cimento;
A nova norma de dosagem solo-cimento (NBR 12253);
Execução na pista (Senço, 1972);
Operações básicas para solo-cimento in-situ;
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Estabilização solo-cal:
A mistura solo-cal;
Mecanismos de reação da mistura solo-cal;
Fatores que influenciam no processo de estabilização dos solos com cal;
Tipos de estabilização com cal;
Estabilização solo-betume;
Tipos de misturas;
Principais funções do betume;
Teor de betume;
Métodos de dosagem;
Estabilização granulométrica;
Métodos de misturas;
Método analítico;
Método das tentativas;
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Agregados para pavimentação:
Produção de agregados;
Operação na pedreira;
Amostragem de agregados;
Propriedades químicas e mineralógicas dos agregados;
Propriedades químicas de agregados;
Propriedades mineralógicas;
Propriedades físicas dos agregados;
Tenacidade, resistência abrasiva e dureza;
Durabilidade e sanidade;
Forma da partícula e textura superficial;
Limpeza e materiais deletérios;
Afinidade ao asfalto;
Porosidade e absorção;
Características expansivas;
Polimento e características de atrito;
Densidade específica / massa específica;
Análise granulométrica;
Materiais asfálticos:
Definições;
Classificação quanto à aplicação;
Classificação quanto à origem;
Asfaltos para Pavimentação;
Cimento Asfáltico do Petróleo (CAP);
Asfaltos Diluídos;
Emulsões Asfálticas;
Asfaltos Modificados (Asfaltos Polímeros);
Asfaltos Industriais;
Principais funções do asfalto na pavimentação;
Serviços de imprimação / pintura de ligação;
Imprimação;
Pintura de ligação;
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Ensaios em materiais asfálticos:
Ensaios em Cimentos Asfálticos do Petróleo (CAP);
Determinação de água;
Determinação do teor de betume em CAP;
Determinação da Consistência de materiais asfálticos;
Determinação da Ductilidade de materiais asfálticos.;
Ensaio da mancha (ensaio Oliensis ou Spot Test);
Determinação do Ponto de Fulgor;
Ensaios em Asfaltos Diluídos e Emulsões;
Determinação da destilação de asfaltos diluídos;
Ensaio de Flutuação;
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Revestimentos:
Principais funções;
Terminologia dos revestimentos;
Concreto de cimento;
Macadame cimentado;
Paralelepípedos rejuntados com cimento;
Em solo estabilizado;
Blocos de concreto pré-moldados e articulados;
Macadame betuminoso;
Tratamentos superficiais;
Concreto asfáltico (CBUQ);
Pré-misturado à quente (PMQ;
Areia asfalto à quente;
Camada porosa de atrito (CPA)
Stone matrix asphalt (SMA);
Pré-misturado a frio;
Areia asfalto a frio;
Lama asfáltica;
Misturas graduadas;
Areia asfalto no leito;
Revestimentos flexíveis por penetração;
Tratamento superficial simples;
Tratamento superficial duplo.;
Tratamento superficial triplo;
Macadame betuminoso por penetração direta;
Revestimentos flexíveis por mistura;
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Concreto Asfáltico (Concreto Betuminoso Usinado a Quente-CBUQ);
Pré-Misturado a Quente (PMQ);
Argamassas asfálticas;
Pré-Misturado a Frio (PMF);
Areia-asfalto a frio;
Lama-asfáltica (não é revestimento);
Misturas graduadas;
Areia-asfalto no leito;
Revestimentos flexíveis em solo estabilizado (revestimento primário);
Revestimentos de alvenaria poliédrica / paralelepípedos;
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
Concreto asfáltico:
Equipamentos utilizados;
Distribuição e compressão da mistura;
Controles;
Propriedades básicas;
Constituição da mistura;
Parâmetros de interesse;
Dosagem do concreto asfáltico;
O Ensaio Marshall para misturas asfálticas;
Controle do teor ótimo de ligante e granulometria;
Curso Produção e Aplicação de Asfalto:
A deformabilidade em misturas asfálticas:
O comportamento dinâmico de misturas asfálticas;
O Ensaio de tração diametral indireta;
O Conceito de Módulo de Resiliência de Misturas Asfálticas;
O Conceito de Módulo de Resiliência de Solos;
O equipamento para determinação do Módulo de Resiliência;
de Misturas Asfálticas;
O equipamento para determinação do MR de Solos;
Referências Bibliográficas
Segundo a NBR-7207/82 da ABNT tem-se a seguinte definição:
“O pavimento é uma estrutura construída após terraplenagem e destinada, econômica
e simultaneamente, em seu conjunto, a:
a) Resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais produzidos pelo tráfego;
b) Melhorar as condições de rolamento quanto à comodidade e segurança;
c) Resistir aos esforços horizontais que nela atuam, tornando mais durável a
superfície de rolamento.”
Determinação do teor de betume em CAP (NBR 14855)
Determinação da Consistência de materiais asfálticos
Determinação da Penetração de materiais asfálticos (NBR 6576)
Ponto de Amolecimento – método do anel e bola (NBR 6560)
Determinação da viscosidade Saybolt-Furol (NBR 14950)
Determinação da Ductilidade de materiais asfálticos (NBR 6293)
Determinação do Ponto de Fulgor (NBR 11341).

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
ABNT NBR 14855 – Ligantes asfálticos – Determinação da solubilidade em tricloroetileno;

ABNT NBR 6576 – Materiais asfálticos – Determinação da penetração;
ABNT NBR 6550 – Ligantes asfálticos – Determinação do ponto de amolecimento – Método do anel e bola;
ABNT NBR 6293 – Ligantes asfálticos – Determinação da ductilidade;
ABNT NBR 14883 – Petróleo e produtos de petróleo – Amostragem manual;
ABNT NBR 12253 – Solo-cimento — Dosagem para emprego como camada de pavimento — Procedimento;
NR-6 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
NR-9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
NR-20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis;
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;

Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

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Saiba Mais sobre o Curso Produção e Aplicação de Asfalto: 

8.1 INTRODUÇÃO
O bom desempenho de revestimentos e de tratamentos superficiais asfálticos depende da utilização de procedimentos corretos em diversas etapas: projeto estrutural, escolha adequada de materiais e formulações de proporções ou misturas que atendam os condicionantes de uso do revestimento, e uso de técnicas adequadas de produção, distribuição e execução das camadas asfálticas na pista.  Trata -se da produção das misturas em usinas e em veículos especiais, do transporte e distribuição na pista das misturas asfálticas ou dos materiais para tratamentos, das técnicas de densificação e acabamento, assim como de algumas técnicas de controle executivo.
Como toda a indústria, na área de equipamentos de pavimentação o mercado está sempre evoluindo e o engenheiro de pavimentação deve estar atento a esse fato. Este comentário vale para todos os itens descritos e as figuras que ilustram este capítulo são meramente ilustrativas não representando preferência dos autores. Há sempre mais de um modelo ou fornecedor mas o escopo do livro não comporta comparações entre eles,
o que deve ser pesquisado pelo leitor que for montar uma usina ou uma frota de equipamentos de compactação de revestimentos asfálticos. Recomenda-se fortemente a busca de informações mais detalhadas sobre cada equipamento.

8.2 USINAS ASFÁLTICAS
A obtenção de uma mistura asfáltica envolve a associação de agregado com ligante asfáltico em proporções predeterminadas no projeto de dosagem para produzir uma massa homogênea de acordo com especificações e critérios adotados.
Antes da mistura com o ligante asfáltico, o agregado deve ser composto na graduação especificada por meio de mistura de diferentes frações granulométricas. Se o ligante a ser misturado é um cimento asfáltico de petróleo, o agregado deve ser aquecido previamente para remoção de umidade e sua temperatura elevada para que seja possível o seu envolvimento pelo ligante asfáltico. Esses procedimentos são realizados em instalações apropriadas conhecidas como usinas de asfalto, simplificação da designação, visto que se trata de usinas para a produção de misturas asfálticas a quente. Caso o ligante utilizado seja emulsão asfáltica, as usinas são para misturas a frio.

8.2.1 Tipos de usinas de asfalto para misturas a quente:
O objetivo básico das usinas de asfalto é proporcionar de forma adequada a mistura de frações de agregados, aquecer essa mistura e o ligante asfáltico, e misturar todos esses materiais, produzindo misturas asfálticas dentro de características previamente especificadas.
Uma usina de asfalto é um conjunto de equipamentos mecânicos e eletrônicos interconectados de forma a produzir misturas asfálticas. Variam em capacidade de produção e princípios de proporcionamento dos componentes, podendo ser estacionárias ou
móveis.
Existem dois tipos básicos de usina de asfalto que são: a usina de produção por batelada ou gravimétrica, conforme princípio geral exposto na Figura 8.1, que produz quantidades unitárias de misturas asfálticas, e a usina de produção contínua ou drum-mixer, conforme a Figura 8.2, cuja produção é contínua, como a própria designação classifica.
As Figuras 8.3 e 8.4 mostram exemplos dessas usinas. Os dois tipos de usinas têm condições de produzir as misturas asfálticas em uso corrente no país. Normalmente, as misturas asfálticas, mesmo com características particulares, não exigem sua produção em um tipo específico de usina, a menos das misturas recicladas, que precisam de uma certa adaptação.

8.2.2 Tipos de usinas de asfalto para misturas frias:
O asfalto frio ou asfalto usinado a quente para aplicação a frio, comumente comercializado em sacos, é um Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) com adição de polímeros e aditivos que retardam a cura (ou endurecimento) do asfalto, possibilitando assim a sua estocagem e aplicação a frio, principalmente em pequenas quantidades 

O processo de fabricação é semelhante ao asfalto convencional, onde os agregados pétreos e o cimento asfáltico de petróleo são misturados a quente em uma usina de asfalto. Durante este processo são adicionados os polímeros e aditivos que permitem o uso prolongado do asfalto mesmo depois de frio. Quando sai da usina o asfalto frio é estocado e ensacado para comercialização, porém em alguns casos também pode ser fornecido a granel. Além de poder ser ensacado e estocado, a aplicação a frio ainda proporciona diversas vantagens.

Pode ser aplicado na chuva ou em buracos com água – Diferentemente do asfalto convencional o asfalto frio pode ser aplicado na chuva ou em buracos com água. O asfalto convencional deve ser aplicado e compactado a quente e portanto quando entra em contato com a água da chuva ou de uma poça d’água ele esfria rapidamente perdendo sua capacidade de resistência e aderência. Já o asfalto frio é concebido para ser aplicado e compactado na temperatura ambiente portanto não sofre este resfriamento repentino em contato com a água e mantêm dessa maneira sua aderência e capacidade de suporte.

Compactação Alternativa  – A compactação tradicional utilizada em obras de pavimentação comuns não é necessária quando utilizamos asfalto frio, em geral são utilizados rolos lisos ou de pneus, equipamentos de grande produtividade que podem compactar grandes áreas de asfalto em pouco tempo. Como o asfalto convencional precisa ser aplicado e compactado em altas temperaturas este serviço precisa ser realizado de forma rápida, antes que o asfalto esfrie. Com o asfalto frio estes equipamentos que na maioria das vezes são muito caros não precisam ser utilizados. Na maior parte das aplicações basta uma placa vibratória ou o próprio pneu do carro ou do caminhão para realizar a compactação, esta facilidade também é proporcionada pelos polí

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