Curso Processo de Soldagem e Corte, O que é soldagem ?, Para que serve soldagem e corte?, Tipos de equipamentos de segurança, Como fazer uma soldagem e corte?, Inspeção dos equipamentos e itens de segurança

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Conteúdo Programático

Curso: Processo de Soldagem e Corte

Introdução à Soldagem;
Introdução;
Definição da Solda;
Considerações sobre a solda;
Fontes de calor utilizadas;
Vantagens das junções soldadas em geral;
Classificação dos processos de soldagem;
Considerações sobre os principais processos de soldagem;
Solda a arco elétrico;
Soldagem a arco elétrico com proteção gasosa (MIG/MAG);
Soldagem a arco elétrico com proteção gasosa (TIG);
Soldagem Oxiacetilênica;
Soldagem por fusão a  Gás;
Equipamentos;
Curso Processo de Soldagem e Corte:
Equipamentos auxiliares;
Soldagem oxiacetilênica;
Propagação da chama e o retrocesso;
Métodos de soldagem;
Tipos e funções dos consumíveis
Corte por ação térmica e goivagem;
Corte oxiacetilênico;
Tipos de maçaricos para corte manual;
Qualidade do corte;
Classificação do corte;
Máquinas de corte;
Tipos de cortes em chanfros por máquinas;
Defeitos típicos em corte a gás;
Defeitos na face de corte no sentido vertical;
Defeitos na face de corte no sentido longitudinal;
Corte com arco elétrico;
Corte a plasma Goivagem;
Soldagem a arco elétrico;
Introdução à eletrotécnica;
Curso Processo de Soldagem e Corte
Materiais condutores de corrente elétrica;
Fontes de corrente de soldagem;
Máquinas de solda;
Solda a arco elétrico com eletrodo revestido;
Corrente de soldagem;
Curso Processo de Soldagem e Corte:
Eletrodos de solda;
Sopro magnético;
Seleção dos parâmetros de soldagem;
Qualidades e características de uma boa soldagem;
Simbologia de Soldagem;
Noções básicas de processo de Soldagem – Avaliação;
Eletrodos para soldagem a arco elétrico;
Tipos de revestimento;
Classificação;
Introdução;
Manuseio, armazenamento e secagem dos eletrodos;
Equipamentos para armazenamento, secagem e manutenção da secagem;
Exercícios;
Soldagem de manutenção;
Diferença entre soldagem de manutenção e soldagem de produção;
Tipos e causas prováveis das falhas;
Exercícios;
Soldagem de manutenção II;
Elemento mecânico de ferro fundido com trinca;
Soldagem a frio de uma alavanca de ferro fundido quebrada sem restrição de contração;
Reconstrução de ponta de dentes de escavadeira;
Exercícios;

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-12 –  Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Industria da Construção
NR-34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, Reparação e Desmonte Naval
NR-06 – Equipamentos de Proteção Individual
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Carga Horária

Curso: Processo de Soldagem e Corte

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem):É recomendável anualmente: ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Certificado:Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade,;
Conteúdo programático;
Carga horária;Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho e relação dos tipos de espaços confinados;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam DVD contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidencias do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

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Saiba Mais: Curso Processo de Soldagem e Corte

A soldagem por oxi-gás é um processo de soldagem por fusão, no qual a união entre os metais é conseguida através da aplicação do calor gerado por uma ou mais chamas, resultantes da combustão de um gás, com ou sem o auxílio de pressão, podendo ou não haver metal de adição. O sistema é simples, consistindo dos cilindros dos gases comprimidos, reguladores de pressão, manômetros, mangueiras, válvulas de retenção e uma tocha de soldagem, com bico adequado; podem ser conseguidas diferentes atmosferas pela variação da quantidade relativa de comburente e combustível. As superfícies dos chanfros dos metais de base e o material de adição quando presente, fundirão em conjunto formando uma poça de fusão única, que após o resfriamento se comportará como um único material. Há uma grande variedade de gases disponíveis para a soldagem a gás, sendo que normalmente o Acetileno é o preferido, tanto pelo custo, como pela temperatura de chama; entretanto outros gases combustíveis são também utilizados, tais como o Butano, Propano, Metano, Etileno, gás de rua, Hidrogênio e ainda as misturas produzidas pelas indústrias de gases. A soldagem pelo processo oxigás oferece várias vantagens: o equipamento é barato e versátil, é ótima para chapas finas, é realizada com pequenos ciclos térmicos, não usa energia elétrica e solda em todas as posições. O metal de adição é uma vareta, normalmente especificada para cada caso de soldagem e de um modo geral, para a soldagem de ferros fundidos e metais não ferrosos utiliza-se um fluxo de soldagem, também chamados de fundente, que tem a finalidade de manter a limpeza do metal base na área da solda, bem com ajudar na remoção de filmes de óxidos que se formam na superfície. Em compensação o processo apresenta inúmeras desvantagens tais como: chamas pouco concentradas, o que acarreta grandes zonas termicamente afetadas pelo calor, é necessária grande habilidade do soldador, não é econômica para chapas espessas, tem baixa taxa de deposição, manuseia gases perigosos e o uso de fluxo acaba gerando produtos corrosivos no metal. No processo por oxi-gás, a chama oxiacetilênica é a mais utilizada, portanto vamos conhecer os seus gases: OXIGÊNIO É o gás comburente, apresentando-se inodoro, insípido e incolor e encontrando-se em abundância na natureza. Industrialmente pode ser obtido por liquefação e destilação do ar, reação química ou eletrólise da água. A distribuição do Oxigênio para soldagem normalmente é realizada através de cilindros de aço sem costura, sob pressão de 150 kgf/ cm2 (147,1 bar) ou seja 7000 litros de gás comprimido, em cilindros de 46 litros aproximadamente. O processo mais usado é o primeiro, sendo o ar inicialmente purificado e em seguida, após várias compressões, expansões e resfriamentos sucessivos, o mesmo é liquefeito. Em uma coluna 11 de destilação e retificação realiza-se a separação dos vários componentes do ar, obtendo-se assim no final oxigênio de alta pureza. Em instalações de consumo elevado de Oxigênio pode-se optar por trabalhar com tanques criogênicos, os quais recebem o Oxigênio líquido; conforme o mesmo for sendo consumido, será vaporizado em evaporadores instalados na saída dos tanques. Outra maneira de fornecimento de Oxigênio que vem sendo adotada por alguns fabricantes baseia-se no fornecimento de uma pequena usina geradora de Oxigênio ao consumidor do gás, o qual passa a ter a responsabilidade da operação e fornecimento de energia à mesma; este processo utiliza a tecnologia de geração de Oxigênio pela passagem do ar através de leito de zircônia e não produz o gás com pureza suficiente para uso medicinal. A formação do Acetileno propriamente dito é resultante de uma reação endotérmica reversível, que melhora o rendimento calorífico da chama, mas ao mesmo tempo contribui para aumentar o perigo no manuseio do gás em caso de uma dissociação. A produção do Acetileno pode ser realizada no próprio local por meio de geradores (geralmente em pequenas oficinas) ou ser armazenada em cilindros onde o mesmo se encontra dissolvido sob pressão em Acetona líquida, a qual é retida no interior do cilindro em uma massa porosa (carvão vegetal, cimento, amianto e terra infusória). ACETILENO O Acetileno é obtido da reação da água sobre o Carbureto de Cálcio, que por sua vez é produzido em fornos apropriados pela reação entre o Carbono (C) e o Cal (CaO). 3C + CaO CaC2 + CO – 108 Kcal.g/mol CaC2 + 2 H2 O C2 H2 + Ca (OH)2 (+ 400 cal/kg CaC2 ). 2 C + H2 C2 H2 – 53.200 cal. Nestas condições consegue-se armazenar até 11 kg de gás em pressões da ordem de até 18 kgf/cm2 (17,6 bar) com bastante segurança, pois a Acetona consegue dissolver 575 vezes seu próprio volume para cada unidade atmosférica. O Acetileno é um gás que apresenta certa instabilidade sob pressões elevadas e corre o risco de se dissociar, gerando uma grande liberação de calor e podendo explodir; desta forma deve-se tomar todo o cuidado para que a pressão do mesmo na rede de distribuição não ultrapasse 1,5 bar.

CUIDADOS NO MANUSEIO DOS CILINDROS DE GASES OXIGÊNIO
1. O oxigênio não pode entrar em contato com graxa, óleo ou matéria gordurosa.
2. O cilindro não deve sofrer impactos violentos.
3. O transporte do cilindro deve ser realizado com seu capacete de proteção.
4. Não eleve ou transporte cilindros utilizando cabos de aço ou eletroímã.
5. Não use o cilindro deitado.
6. Não utilizar o oxigênio para aeração, limpeza de máquinas, roupa, pele, etc.
7. Utilizar mangueira verde ou preta para distribuição e conexões com rosca à direita. ACETILENO 1. Não transportar o cilindro deitado (aguardar de 36 a 48 hs para estabilização).
2. A pressão máxima da rede não pode ultrapassar 1,5 bar.
3. O transporte do cilindro deve ser realizado com seu capacete de proteção.
4. Não eleve ou transporte cilindros utilizando cabos de aço ou eletroímã.
5. Não use o cilindro deitado.
6. Não utilizar canalização de Cobre (formação de Acetileno de Cobre, explosivo).
7. Consumo máximo de Acetileno: 1000 litros/hora.
8. Não usar até a pressão zero.
9. Utilizar mangueira vermelha para distribuição e conexões com rosca à esquerda.
VANTAGENS NO USO DO ACETILENO EM RELAÇÃO AOS OUTROS GASES
1. Possui alta temperatura de chama (aproximadamente 3100ºC).
2. Composição da chama com notáveis propriedades redutoras.
3. Chama facilmente regulável, permitindo fácil identificação de atmosfera.
4. Baixo custo do Acetileno em relação a vários gases.
5. Elevado teor de Carbono na molécula (92,24% em peso).
6. Boa velocidade de propagação (velocidade com que a chama percorre a massa gasosa).
7. Formação endotérmica do Acetileno, permitindo liberação de calor na dissociação, durante a combustão

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